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Eclipses

 

Eclipses
Eclipse

Um eclipse ocorre quando um objeto fica entre você e outro objeto e bloqueia a sua visão.

A partir da Terra, nós rotineiramente experimentar dois tipos de eclipses: um eclipse da lua e um eclipse do Sol

Às vezes, como a Terra orbita o Sol, se trata entre o Sol e a Lua. Quando isso acontece, a Terra lança uma sombra escura do outro lado da Lua. Isto é conhecido como um eclipse da Lua, ou um eclipse lunar.

Eclipses do Sol

Às vezes, a Lua passa entre a Terra e o Sol e uma sombra da Lua é lançada sobre a superfície da Terra. Este é um eclipse do Sol, ou um eclipse solar.

Existem três tipos de um eclipse solar: total, parcial e anular.

Durante um eclipse total, a Lua cobre completamente a nossa visão do Sol. Um eclipse total só é visível a partir de uma faixa estreita (cerca de 150 km de largura) da superfície da Terra a qualquer momento. Das áreas fora desta faixa estreita, o Sol parece ser apenas parcialmente coberto e um eclipse parcial é visto.

Um eclipse parcial também irá ocorrer se o Sol, a Lua ea Terra não estão precisamente alinhadas. O eclipse não pode ser total a menos que o centro da sombra da Lua é capaz de atingir a Terra.

O tipo de eclipse, que ocorre quando a Lua está no seu maior distância da Terra é um eclipse anular. A Lua, em seguida, aparece muito pequeno para bloquear completamente o disco do Sol

Durante um eclipse solar, a Lua realmente lança duas sombras em direção à Terra. Uma sombra é chamada de umbra, que torna-se menor, uma vez que atinge a Terra. Este é o centro escuro da sombra da Lua. A segunda sombra é chamada de penumbra. Essa sombra torna-se maior, uma vez que atinge a Terra. Um eclipse solar total, ou um bloqueio completo fora da luz do Sol, só pode ser visto por aqueles que vivem na área coberta pela umbra. As pessoas que vivem na área da Terra coberta pela penumbra vai ver um eclipse parcial.

Um eclipse solar total só pode ocorrer quando dois eventos acontecem ao mesmo tempo.

O primeiro evento é uma nova lua. Esta fase da Lua ocorre quando o Sol está quase diretamente atrás da lua, e nós vemos apenas uma pequena parte da luz do Sol refletida pela Lua. Durante este tempo, a Lua eo Sol aparecem juntos.

O segundo evento que deve ocorrer é que a Lua deve estar na posição correta, diretamente na linha de visão entre a Terra eo Sol Estes dois eventos ocorrem ao mesmo tempo, aproximadamente uma vez a cada ano e meio.

Eclipses - Tipos

Eclipses
Eclipse

Às vezes, durante suas órbitas, a lua ea Terra formam uma linha com a Sol Quando isso acontece, um eclipse ocorre.

Existem dois tipos de eclipse: lunar e solar.

Um eclipse lunar ocorre quando a Terra se move entre o Sol ea Lua, bloqueando parte da luz do Sol de alcançar a lua. Durante um eclipse lunar, você vai ver a sombra da Terra na Lua.

Em um eclipse solar, a Lua se move entre a Terra eo Sol Quando isso acontece, parte da luz do Sol é bloqueado. O céu fica escuro lentamente como a lua se move em frente da Sun. Quando a lua e Sun estão em uma linha perfeita, ele é chamado de eclipse total. Estes são muito raros. A maioria das pessoas só vê uma vez na vida.

Eclipses, solar e lunar, tem fascinado cientistas e leigos durante séculos. Nos tempos antigos, os eclipses eram vistos como fenômenos a ser temido - muitas culturas surgiu com histórias e mitos para explicar o escurecimento temporário do Sol ou da Lua. Nos últimos séculos, eclipses ter sido procurado por cientistas e astrônomos que utilizam os eventos para estudar e examinar o nosso mundo natural.

Eclipses - O que é

Eclipses
Eclipse Lunar e Solar

Um eclipse é o obscurecimento parcial ou total de um astro, pela interposição de um outro astro. Nas observações diretas do céu, pela sua magnitude, os eclipses mais notáveis são os do Sol e da Lua.

Como fonte luminosa do Sistema Solar, o Sol ilumina a Terra e a Lua, e, em decorrência disto, a Terra e seu satélite projetam sombras no espaço. Em constante movimento, nosso planeta e seu satélite ocupam diferentes posições no espaço e, em certas ocasiões, elas resultam no belo espetáculo do eclipse.

Quando a Terra intercepta a sombra da Lua, há um eclipse solar. Quando é a Lua que atravessa a sombra da Terra, ocorre um eclipse lunar.

O que é um eclipse da Lua?

É o alinhamento do Sol, da Terra e da Lua, tal que alguma região da Lua atravessa a sombra da Terra. Eclipses da Lua somente podem ocorrer na Lua cheia, quando a Lua se encontra na posição oposta à do Sol no céu.

Por que o aspecto da Lua varia muito de um eclipse para outro?

Porque ele depende principalmente da trajetória que a Lua descreve dentro da sombra, a qual pode variar de um eclipse para outro. Além disso, a Lua descreve uma órbita elíptica em torno da Terra, se apresentando 12% maior em diâmetro, quando se encontra mais próxima (perigeu), do que quando está mais afastada.

Por sua vez, a órbita elíptica que a Terra descreve em torno do Sol faz com que o disco solar aparente se apresente 3% maior em janeiro do que em junho. Uma vez que as dimensões da sombra da Terra dependem dos raios aparentes da Lua e do Sol, elas também variam a cada eclipse.

Quais são os tipos de eclipses lunares ?

Eclipses Penumbrais: Quando a Lua passa pela penumbra, mas não cruza a umbra, diz-se que o eclipse é penumbral. Esse tipo de eclipse passa despercebido na maioria das vezes. Somente quando a Lua fica com mais de 60% do seu disco imerso na penumbra, é que um leve escurecimento do seu disco se torna perceptível a olho nu.

Eclipses Umbrais: Os eclipses lunares umbrais são aqueles, nos quais, uma parte do disco lunar cruza a umbra. Eles podem ser parciais ou totais, dependendo se a Lua fica parcial ou totalmente imersa na umbra. Além disso, se algum ponto do disco lunar passar pelo eixo (centro) da sombra, diz-se que o eclipse é central. Somente eclipses totais podem ser centrais, porque o raio da umbra é sempre maior que o diâmetro aparente da Lua.

Além do tipo, quais são os outros parâmetros que descrevem um eclipse lunar?

É comum usar-se a expressão “magnitude do eclipse” (Mag), que é a fração máxima do diâmetro da Lua que fica obscurecida. Se ela for igual ou superior a 1, o eclipse será total, sendo que a diferença (Mag – 1) informa a distância mínima no meio do eclipse entre a borda lunar mais externa e a borda da umbra, expressa em termos do diâmetro aparente da Lua. Um valor Mag=1,2 indica que, no meio do eclipse, a borda da Lua mais próxima da borda da umbra distará dessa última 20% do diâmetro lunar aparente.

FREQUÊNCIA

Por que não ocorre um eclipse lunar a cada Lua cheia?

O tempo que separa 2 Luas cheias consecutivas é de 29,5 dias, contudo os eclipses lunares não ocorrem todo mês. Por que? Isso somente aconteceria se a órbita da Lua ao redor da Terra estivesse no mesmo plano da órbita da Terra ao redor do Sol. Contudo, como a órbita da Lua está inclinada um pouco mais de 5 graus em relação à da Terra, o satélite natural da Terra somente cruza a órbita do nosso planeta 2 vezes por mês em dois pontos denominados “nodos”. Todo o resto do tempo, a Lua fica acima ou abaixo do plano de órbita da Terra. Dessa forma, a condição para a ocorrência de um eclipse lunar é que a Lua cheia aconteça próxima a um dos nodos. Essas épocas favoráveis à ocorrência de eclipses ocorrem duas vezes por ano e são espaçadas de quase 6 meses.

Quais eclipses ocorrem com maior frequência, os solares ou os lunares?

O segmento de arco onde podem ocorrer eclipses é mais extenso do lado da órbita lunar mais próximo ao Sol que do lado oposto.

Essa configuração geométrica favorece a ocorrência de um número maior de eclipses solares do que lunares, na mesma proporção da extensão dos arcos. Dessa forma, de cada 8 eclipses 5 são solares.

Mas, se isso acontece, como se explica que vemos mais eclipses lunares que solares?

Por que, enquanto um eclipse lunar pode ser visto em todos os lunares da Terra onde a Lua se encontra acima do horizonte, os solares somente são observáveis de dentro de uma estreita faixa do hemisfério iluminado.

Quantos eclipses podem ocorrer por ano?

Com relação aos eclipses lunares, podem ocorrer de zero a 3 eclipses umbrais por ano. Com relação aos solares, podem ocorrer, no mínimo, 2 e, no máximo, 5 eclipses por ano. Sendo assim, são esperados anualmente em todo o mundo, 2 eclipses (solares) no mínimo e, no máximo, 7 eclipses (sendo 5 solares e 2 lunares ou 4 solares e 3 lunares). Em 1982, por exemplo, houve 7 eclipses, sendo 4 solares e 3 lunares totais.

Os eclipses voltam a ocorrer com condições parecidas depois de um tempo? Sim, existe uma notável coincidência que faz com que a Terra e a Lua reproduzam praticamente a mesma geometria de um dado eclipse a cada 18 anos, 11 dias e 8 horas. Esse período é chamado Ciclo de Saros.

Dois eclipses separados por esse período ocorrem sob circunstâncias muito parecidas: praticamente na mesma posição do nodo, quase na mesma distância Terra-Lua e na mesma época do ano. Porém, não ocorrem no mesmo lugar, porque o intervalo entre eles não é um número inteiro de dias, de forma que a diferença de 8 horas permite que a Terra gire 1/3 de volta, causando uma diferença em longitude de aproximadamente 120 graus. Num dado instante, dezenas de séries de Saros estão em andamento. No início de uma série, os eclipses são penumbrais, depois passam a ser parciais, em seguida totais, depois parciais novamente e, no final da série, penumbrais de novo. Uma série de Saros típica pode incluir mais de 70 eclipses e durar mais de 1300 anos.

MEDINDO A SOMBRA DA TERRA

A atmosfera da Terra também influencia nas dimensões da sombra terrestre?

Em 1702, Pierre de La Hire observou que precisava aumentar em aproximadamente 2% o raio calculado da umbra para que seus cálculos, os quais consideravam apenas a parte sólida da Terra, reproduzissem as observações. Ele atribuiu a diferença à influência da atmosfera terrestre. Desde então, os cientistas têm investigado como nossa atmosfera age para alterar as dimensões da sombra terrestre, que parecem variar de um eclipse para outro.

Podemos medir as dimensões da umbra durante o eclipse?

Sim, usando pequenos telescópios e baixos aumentos (de 40 a 60 vezes), devemos registrar os instantes em que a borda da umbra toca as bordas (limbo) da Lua ou cruza o centro das principais crateras lunares. Esses instantes denominam-se contatos. O resultado das análises fornece o raio médio observado da umbra, o qual pode ser comparado com o raio calculado, sendo sempre maior que esse último. A diferença corresponde à ampliação causada pela atmosfera da Terra.

Além do raio, o achatamento da umbra também pode ser determinado de forma aproximada a partir das cronometragens dos contatos.

O que os astrônomos brasileiros estão aprendendo com as cronometragens?

A análise de aproximadamente 1500 cronometragens obtidas por astrônomos amadores da Rede de Astronomia Observacional (REA) já forneceu interessantes conclusões sobre o raio e achatamento da umbra. Uma delas é que a camada da nossa atmosfera que contribui para formar a sombra da Terra alcança 91 km no Equador. Outra conclusão é que essa camada é bem mais baixa nos pólos do que no Equador, porque ela se apresenta bem mais achatada do que a forma geóide do nosso planeta.

O BRILHO DA LUA DURANTE O ECLIPSE

Por que conseguimos ver a Lua, mesmo quando ela está totalmente imersa na sombra da Terra? Porque a atmosfera da Terra filtra (atenua) e desvia (refrata) os raios solares para o interior da umbra. A luz que iria direto para a borda da umbra é aquela que é desviada para o seu interior fazendo-a brilhar debilmente durante a fase total do eclipse.

Por que a Lua se apresenta predominantemente avermelhada durante a fase total do eclipse?

Porque a atmosfera da Terra permite que a luz vermelha a atravesse muito mais facilmente que a azul.

Por que o brilho da Lua totalmente eclipsada varia de um eclipse para outro?

Por que ele depende da trajetória que a Lua descreve dentro da umbra. Quanto mais profundamente a Lua mergulha na sombra, mais escura ela fica. É normal que esse brilho se reduza em dezenas de milhares de vezes durante um eclipse total. Além disso, se houver grandes quantidades de aerossóis vulcânicos na estratosfera, o eclipse poderá ser bem mais escuro do que o previsto. Isso aconteceu com os eclipses lunares de 1992 e 1993 em virtude da violenta explosão do Monte Pinatubo em Junho de 1991 nas Filipinas. Na verdade, durante a fase total de um eclipse, a Lua se transforma numa imensa tela muito sensível, que mostra com nitidez o que ocorre com a nossa atmosfera. Mesmo vastas formações de nuvens ou incêndios florestais podem escurecer as partes mais internas da umbra.

Além disso, os modelos de computador usados para simular a sombra mostram que mesmo a depleção da camada de ozônio em altas latitudes pode alterar as dimensões da umbra e a nitidez de sua borda. Astrônomos brasileiros têm monitorado o brilho da Lua durante os eclipses para determinar a presença de grandes quantidades de cinzas vulcânicas na estratosfera e aperfeiçoar as previsões de brilho dos eclipses lunares.

Eclipses - Fenômeno

Eclipses
Eclipse

O eclipse solar é um fenômeno de alinhamento de corpos celestes. Ele ocorre quando a Lua alinha-se entre o Sol e a Terra, ocultando a luz do Sol numa estreita faixa terrestre.

Para que ocorra um eclipse solar é necessário que a Lua esteja exatamente entre a Terra e o Sol. A Lua, no entanto, se move na órbita do nosso planeta em um ângulo de aproximadamente 5 graus em relação ao plano da Terra com o Sol. Isso faz com que a Lua atravesse o plano orbital da Terra somente duas vezes ao ano, o que torna o eclipse solar um fenômeno relativamente difícil de ser visto.

Se nosso satélite girasse no mesmo plano da órbita terrestre haveria eclipses todos os dias de Lua Nova. Como isso não acontece, é preciso que a Lua Nova coincida com a passagem pelos nodos, que são os pontos de intersecção do plano da órbita da Terra com o plano da órbita lunar.

Outros fatores contribuem para diminuir a chance de vermos um eclipse solar. Primeiro, a Lua é cerca de 49 vezes menor que a Terra e sua sombra é incapaz de envolver todo o planeta.

Assim, durante um eclipse solar, uma sombra com cerca de 160 km de largura e 600 km de comprimento cobre apenas uma estreita faixa da superfície terrestre - e somente as populações situadas nesse trecho da Terra têm a oportunidade de assistir a esse fenômeno celeste.

Em segundo lugar, à medida que a Terra gira, a sombra da Lua cobre o planeta com uma velocidade de aproximadamente 1.800 km/h, motivo pelo qual um eclipse total do Sol não dura mais do que 7 minutos e 40 segundos.

A distância da Lua em relação à Terra determina a quantidade de luz do Sol que é interceptada, bem como a largura da penumbra e da escuridão total.

Durante a totalidade de um eclipse solar, ou seja, enquanto o disco da Lua cobre totalmente o disco do Sol, o céu fica bastante escuro, como se fosse o início da noite, e podem ser vistas algumas estrelas mais brilhantes. Conforme a Lua continua em sua órbita, ela vai descobrindo o Sol - e a luz solar volta a iluminar a Terra.

Tipos de eclipse solar

Como a sombra da Lua possui duas partes - uma região central (umbra) e uma região externa (penumbra), pode-se dividir os eclipses solares em três subtipos, dependendo de qual parte da sombra atinge determinada região:

Eclipse Solar Total - esse tipo de eclipse acontecerá quando o tamanho aparente da Lua for maior que o Sol. Nesse caso, o alinhamento entre o Sol, a Lua e a Terra produz uma região sem luz solar na superfície terrestre.
Eclipse Solar Anular -
esse tipo de eclipse ocorre quando a Lua está mais distante da Terra e seu tamanho aparente é menor que o tamanho aparente do Sol, ou seja, a Lua não cobre totalmente o Sol. No auge do eclipse, observa-se um anel luminoso em volta da Lua, que nada mais é do que o próprio Sol.
Eclipse Solar Parcial -
ocorre quando o alinhamento entre o Sol e a Lua não atinge a superfície terrestre; o céu pode escurecer levemente, dependendo de quanto o disco solar for encoberto.

Periodicidade dos eclipses

A frequência dos eclipses depende de três fatores:

1) da posição entre os planos orbitais da Lua e da Terra;
2)
da posição da Lua ao longo de sua órbita, em termos de sua proximidade ou coincidência com os pontos nodais; e
3)
da distância entre a Terra e a Lua.

Todos esses fatores influem no desenho da órbita da Terra em torno do Sol e da órbita Lua em torno da Terra. E todos eles, sem esquecer do ângulo de aproximadamente 5 graus que há entre a órbita da Lua e a da Terra, atuam na periodicidade dos eclipses solares.

Assim, no período de um ano podem ocorrer:

No mínimo 2 eclipses solares e 2 lunares;
3 eclipses solares e 2 lunares;
4 eclipses solares e 2 (ou 3) lunares;
5 eclipses solares e 2 lunares.

Antes que os eclipses voltem a ocorrer na mesma ordem do período anterior, há um intervalo de 18 anos, 11 dias e 8 horas (durante o qual os eclipses continuam ocorrendo). Esse período é denominado de Período de Saros. A palavra "saros" vem do grego e quer dizer "repetição".

Ou seja, após um período de 18 anos, 11 dias e 8 horas (ou cerca de 6585,5 dias) Sol, Terra e Lua retornam, aproximadamente, às órbitas do ciclo anterior, fazendo com que os eclipses voltem a ocorrer numa mesma sequência (mas não no mesmo lugar). Durante um Período de Saros acontecem, no total, 70 eclipses, sendo 41 solares e 29 lunares.

Para que um eclipse total do Sol volte a ocorrer num mesmo lugar são necessários, aproximadamente, 360 anos.

Cuidados na observação do eclipse

Os eclipses solares não podem ser observados como os eclipses lunares, pois exigem proteção especial. É importante nunca olhar diretamente para o Sol sem utilizar equipamento de segurança adequado, mesmo durante um eclipse, pois isso pode causar lesões na retina e comprometer seriamente a visão.

Para uma observação segura do eclipse solar recomenda-se a utilização de um vidro de soldador, número 14 ou maior. Além de baratos, eles são encontrados facilmente.

Mas, lembre-se: nunca devemos observar o Sol mais do que alguns poucos segundos.

Como observar o Sol

Olhar para o sol é perigoso e pode causar danos irreparáveis à visão. Jamais use óculos escuros, vidros esfumaçados ou chapas de raios X para observar um eclipse solar. Existe, no entanto, um método bastante seguro para acompanhar a evolução de um eclipse do Sol ou das manchas que aparecem esporadicamente na superfície luminosa do astro.

O método consiste em projetar a imagem do Sol captada por um binóculo um uma luneta num anteparo (veja gravura abaixo), que fica à sombra por causa de um pára-luz, um pedaço de papelão escuro montado entre o tubo do instrumento e o anteparo.

Eclipses

Devemos ter muito cuidado para apontar o instrumento na direção do Sol sempre indiretamente, sem olhar pela ocular em nenhum momento. O anteparo pode ficar nas mãos de alguém, enquanto os outros observam ou fotografam.

Para observar um eclipse solar recomenda-se o uso de óculos especialmente feitos para essa finalidade, geralmente importados. Na falta deste, um vidro de soldador Nº 14 é o mínimo recomendado, mesmo assim para observações por pouco tempo.

Cuidado: a luz do Sol é intensa o bastante para causar danos irreparáveis à visão. Na dúvida, não arrisque.

Fonte: starchild.gsfc.nasa.gov/www.colegiosaofrancisco.com.br/br.geocities.com

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