Economia Doméstica - é a integração das ciências, da tecnologia e da arte aplicada na promoção do indivíduo e da família em seu contexto social, para que, mediante à procura, criação e utilização de recursos materiais e humanos, melhorem a qualidade de vida.
O curso de Economia Doméstica, no campus de Francisco Beltrão, foi implantado no ano de 1976, funciona no período noturno ofertando 40 vagas. O tempo mínimo para integralização curricular é de 4 anos e o máximo de 6 anos, com uma carga horária total de 3182 horas, das quais 156 horas são de atividades acadêmicas complementares. O grau obtido é de Bacharel em Economia Doméstica.
Profissional generalista, com sólida formação multidisciplinar, voltada para a reflexão dos problemas cotidianos, das famílias e demais grupos vulneráveis. Capacitado a atuar com habilidade e competência técnica e ético-política, nas áreas de economia familiar, administração familiar, administração institucional, estudo do consumo e educação do consumidor, família e desenvolvimento humano, alimentação e nutrição, saúde da família e da comunidade, vestuário, habitação, planejamento de interiores, extensão e desenvolvimento rural e urbano.
O curso é caracterizado por sua formação generalista e pelo pluralismo metodológico, pois a Economia Doméstica é igual a um conjunto de conhecimentos prático-reflexivo, acerca do universo doméstico e suas interrelações com a esfera pública. A Economia Doméstica é uma área do conhecimento cuja origem está relacionada aos saberes e necessidades familiares. O Economista Doméstico desenvolve, assim, um trabalho de "Economia Social ou Familiar" são nesse sentido, o centro da atuação desse profissional cujos objetivos, perfilados com um projeto social maior, atua no sentido de promover o desenvolvimento social através de uma perspectiva científica e tecnológica apropriada a realidade local, assim como, algumas orientações educativas.
O ensino de graduação em Economia Doméstica será ministrado com base nos seguintes princípios: igualdade de condições para o acesso e permanência na instituição; liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas; respeito à liberdade e apreço à tolerância; gestão democrática do ensino, na forma da lei e da legislação institucional; garantia de padrão de qualidade; valorização da experiência extra-escolar; vinculação entre o ensino, o trabalho e a realidade social, estimulando a criação cultural, o desenvolvimento científico e o pensamento reflexivo, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia na difusão da cultura para o entendimento do homem e do meio em que vive.
O ensino será disposto em termos de carga horária conforme o Projeto Político Pedagógico e plano de ensino, através de aulas teóricas, atividades práticas individuais ou de equipes, complementadas por debates, conferências, palestras, viagens de estudo, visitas técnicas, estágios, pesquisas, participação em seminários, congressos disciplinares ou interdisciplinares, internos ou externos, à Instituição.
A extensão será uma atividade aberta à participação da população, através da interação entre universidade e sociedade, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição. A pesquisa deverá estimular a descoberta de soluções dos problemas familiares, comunitários e regionais.
Capacitar o profissional de Economia Doméstica para uma ação educativa visando à melhoria da qualidade de vida dos indivíduos, famílias e demais grupos sociais em seu ambiente físico e sócio-cultural através de um embasamento social, político, cultural e econômico da vida do país, fundamentais à formação da cidadania e a uma prática profissional crítica, comprometida com as transformações sociais inclusive na perspectiva de gênero
Diagnosticar e propor soluções viáveis para o atendimento das necessidades básicas das comunidades, famílias, grupos domésticos e indivíduos nas diferentes faixas etárias visando a melhoria da qualidade de vida
Elaborar e executar projetos e programas de intervenção social e de atividades técnicas nas áreas da economia e administração familiar, estudos do consumo e educação do consumidor, família e desenvolvimento humano, alimentação e nutrição, saúde da família e da comunidade, vestuário, moradia e planejamento de interiores que influenciam na qualidade de vida das famílias.
Planejar, administrar e avaliar serviços de produção do vestuário e de lavanderias institucionais
Desenvolver e implementar programas de educação para o consumo visando o consumo sustentável e a educação do consumidor, nos diversos segmentos da sociedade
Participar de programas de educação e segurança alimentar
Elaborar cardápios e administrar serviços de alimentação para coletividades sadia; Desenvolver programas de administração, assessoria e capacitação de recursos humanos
Coordenar e executar projetos de desenvolvimento social na área rural ou urbana objetivando a melhoria da qualidade de vida das famílias e comunidades
Planejar, coordenar, dirigir e avaliar Instituições de Educação Infantil
Participar de projetos pedagógicos relativos ao desenvolvimento e à aprendizagem na Educação Infantil e Educação Profissional
Profissional com sólidas formações multidisciplinares, humanistas e críticas voltadas para a reflexão dos problemas cotidianos dos indivíduos, famílias e demais grupos sociais. Compete ao Economista Doméstico planejar, elaborar, programar, implantar, dirigir, coordenar, orientar, controlar, supervisionar, executar, analisar e avaliar estudos, trabalhos, programas, planos, projetos e pesquisas nas áreas de economia familiar, administração familiar e de instituições públicas e privadas, estudo do consumo e educação do consumidor, família e outros grupos, desenvolvimento humano, alimentação e nutrição, saúde da família e da comunidade, conservação têxtil e controle de qualidade do vestuário, habitação e planejamento de interiores, extensão e desenvolvimento rural e urbano.
Diagnosticar e propor soluções viáveis para o atendimento das necessidades básicas das comunidades, famílias, grupos domésticos e indivíduos nas diferentes faixas etárias visando a melhoria da qualidade de vida
Elaborar e executar projetos e programas de intervenção social e de atividades técnicas nas áreas de economia e administração familiar, estudos do consumo e educação do consumidor, família e desenvolvimento humano, alimentação e nutrição, saúde da família e da comunidade, vestuário, moradia e planejamento do espaço que influenciam na qualidade de vida das famílias, crianças, adolescentes e idosos
Planejar, administrar e avaliar serviços de produção do vestuário e de lavanderias institucionais
Desenvolver e implementar programas de educação para o consumo visando o consumo sustentável e a educação do consumidor, nos diversos segmentos da sociedade
Participar de programas de educação e segurança alimentar
Elaborar cardápios e administrar serviços de alimentação para coletividades sadia
Desenvolver programas de administração, assessoria e capacitação de recursos humanos para serviços gerais
Coordenar e executar projetos de desenvolvimento social nas áreas rural e urbana objetivando a melhoria da qualidade de vida das famílias e comunidades
Planejar, coordenar, dirigir e avaliar Instituições de Educação Infantil
Participar de projetos pedagógicos relativos ao desenvolvimento e à aprendizagem na Educação Infantil e Educação Profissional.
Fonte: www.unioeste.br
Engana-se quem imaginar que economia doméstica tenha alguma relação com as atividades atribuídas às donas de casa. Na verdade, o profissional dessa área tem funções no comércio, na indústria, em escolas, em creches e até no setor de habitação popular. Nas empresas de médio e grande porte, cresce a procura por especialistas em economia doméstica com boa visão administrativa. Eles simplificam a rotina dos serviços, ajudando a aproveitar melhor os recursos - na de alimentação, por exemplo, o economista doméstico é responsável pelo planejamento de cardápios para os trabalhadores e pelas condições de higiene em que são mantidos os alimentos e os refeitórios. Ele também orienta sobre a melhor maneira de aproveitar os alimentos, reduzindo desperdícios e garantindo a qualidade do que é consumido. As mesmas funções podem ser desempenhadas em lanchonetes, restaurantes, escolas e creches.
Nas indústrias, o papel do economista doméstico é interpretar as necessidades do consumidor e contribuir para o aperfeiçoamento de produtos. Ele ajuda a aperfeiçoar a funcionalidade de eletrodomésticos, por exemplo, ou contribui para o controle de qualidade de peças de vestuário. Tudo isso visando a satisfação do consumidor. O atendimento ao público, aliás, é um campo que tende a crescer, com a valorização de programas de educação e orientação ao consumidor.
Para dar conta de tantas tarefas, o economista doméstico precisa ter formação multidisciplinar. Por isso, os cursos de graduação enfatizam disciplinas como organização e administração, educação do consumidor, enfermagem, puericultura, sociologia, e psicologia, equipamentos domésticos, têxteis, vestuário e composição de interiores. "Há muita desinformação sobre as atividades relacionadas à profissão", afirma Neide Bellandi, coordenadora do curso de Economia Doméstica da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, em Cascavel. A maior parte dos que entram na faculdade não tem a menor idéia das possibilidades que a profissão oferece. "Muitos chegam a se espantar quando são informados de que o profissional graduado é aceito como agente do sistema habitacional, podendo dar orientações sobre planos populares para a compra da casa própria", afirma Neide.
Outras atividades insuspeitadas do economista doméstico: ele pode integrar equipes de engenheiros e arquitetos para ajudar na elaboração de projetos de residências de baixo custo. Ou optar pela área rural, onde ajuda as comunidades agrícolas regionais que vivem de pequenas empresas de agricultura familiar.
Quem se interessar pelo magistério deve fazer a licenciatura, que dá Economia Doméstica a lecionar no ensino Médio. O nível de especialização começa a se expandir, com o surgimento de cursos de pós-graduação. Abre-se, assim, um vasto campo para a pesquisa. Outras chances de boas colocações estão em ministérios, prefeituras, secretarias de agricultura e ONGs (organizações não governamentais).
O economista doméstico planeja, implanta e supervisiona programas de desenvolvimento social nas áreas de alimentação, Economia Domésticas do consumidor, economia familiar, habitação, saúde e até vestuário. Avalia produtos de uso doméstico lançados no mercado e elabora programas de esclarecimento ao consumidor. Desenvolve e ministra cursos para comunidades, ensinando noções de higiene, economia doméstica e cozinha, para evitar o desperdício de alimentos e melhorar a nutrição de grupos de baixa renda. Em empresas e indústrias, gerencia restaurantes coletivos e organiza espaços de convivência para os funcionários. A crescente valorização da ética nas empresas valoriza esse profissional, que é obrigado a ter o registro no Conselho Regional de Economia Doméstica para exercer a profissão.
Interesse por questões sociais e econômicas, facilidade de se comunicar e de lidar com pessoas, capacidade de analisar problemas, equilíbrio, dedicação.
Quatro anos
Fonte: www1.uol.com.br