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Educação Física

 

OBJETIVOS DO CURSO

O profissional formado em Educação Física está apto a promover a manutenção e o restabelecimento da saúde humana.

O educando desse curso adquire conhecimentos sobre os níveis de atenção à saúde, desde o profilático até a reabilitação. Nosso curso fornece uma visão ampla para que o profissional de área possa atuar em todos os campos de sua profissão.

Ministrar aulas nas escolas, universidades ou academias, visando ao aprimoramento do condicionamento físico e à prevenção de doenças; bem como orientar, em nível público ou privado, programas de ginástica para manter a capacidade das pessoas no desempenho de suas atividades diárias; e ainda desenvolver e orientar programas de treinamento para atletas são algumas atividades desse profissional.

MERCADO DE TRABALHO

O mercado de trabalho para esse profissional é crescente, principalmente pelo elevado grau de diversificação e de demanda dentro da comunidade. Hoje, esses profissionais são muito requisitados para a função de treinadores, instrutores em academias ou personal training.

DURAÇÃO DO CURSO

8 semestres

GRADE CURRICULAR (LICENCIATURA)

Anatomia

Anatomia dos Sistemas

Aprendizagem e Desenvolvimento Motor

Atividades Acadêmico-Científico-Culturais

Atletismo: Aspectos Pedagógicos e Aprofundamentos

Basquetebol: Apectos Pedagógicos e Aprofundamentos

Biologia (Citologia)

Biomecânica Aplicada a Atividade Motora

Ciências Sociais

Comunicação e Expressão

Crescimento e Desenvolvimento Humano

Didática Específica

Didática Geral

Estágio Curricular Supervisionado

Educação Física Adaptada

Educação Física Infantil

Educação Física no Ensino Fundamental

Educação Física no Ensino Médio

Estrutura e Funcionamento da Educação Básica

Filosofia e Dimensão Histórica da Educação Física

Fisiologia à Atividade Motora: Aspectos de Saúde

Futebol e Futsal: Apectos Pedagógicos e Aprofundamentos

Gestão e Empreendedorismo

Ginástica Artística

Ginástica Geral

Handebol: Aspectos Pedagógicos e Aprofundamentos

Homem e Sociedade

Interpretação e Produção de Textos

Libras (optativa)

Marketing Pessoal (optativa)

Metodologia do Trabalho Acadêmico

Metodologia do Treinamento Físico

Métodos de Pesquisa

Natação: Aspectos Pedagógicos e Aprofundamentos

Planejamento e Políticas Públicas da Educação

Prática de Ensino: Componente Curricular

Prática de Ensino: Estágio Supervisionado

Prática de Ensino: Observação e Projetos

Prática de Ensino: Reflexões

Prática de Ensino: Trajetória da Práxis

Prática de Ensino: Vivência no Ambiente Educativo

Práticas de Gestão e Resultados

Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem

Recreação

Ritmo e Dança

Voleibol: Aspectos Pedagógicos e Aprofundamentos

Fonte: www.cesufoz.edu.br

Educação Física

O Curso de Graduação

Licenciatura em Educação Física, visa formar profissionais críticos e criativos, com sólida formação, abrangendo a compreensão da realidade e conhecimentos gerais e específicos da Educação Física para estabelecer relação com as áreas de intervenção profissional, no âmbito da educação escolar, da saúde, do lazer e do esporte, com competência técnica, humana e científica.

Fonte: www.ufvjm.edu.br

 

 

 

 

Educação Física

A JÁ REGULAMENTADA PROFISSÃO EDUCAÇÃO FÍSICA E AS ARTES MARCIAIS

Historicamente a Educação Física no Brasil sempre teve estreita ligação com o ambiente escolar - até 1987 só se formavam licenciados.

Nos últimos quinze anos porém tem crescido, sobremaneira, a atuação dos graduados da área em clubes, academias, clínicas e outras instituições não escolares.

No entanto, mesmo no ambiente escolar, era - e continua sendo - raro o professor de Educação Física que, além dos costumeiros esportes coletivos de quadra, apresentasse também aos educandos algum conteúdo relacionado as artes marciais, como o judô - esporte olímpico com tradição de conquistas de medalhas ou a capoeira - com profundas raízes histórico-culturais em nosso país e considerada esporte de criação nacional.

Ocorre que são raros os cursos de graduação em Educação Física, quer seja de licenciatura, quer seja de bacharelado, que possuam em sua grade curricular alguma disciplina - obrigatória ou optativa - relacionada as lutas, resultando em certo distanciamento do profissional de Educação Física do universo cultural das artes marciais.

Por outro lado, são bem conhecidas as sessões de treinamento destas artes marciais em academias, clubes ou entidades esportivas, ministradas, em geral, por atletas ou praticantes - com formação restrita e pouco suficiente - que, quando muito, freqüentaram algum curso (in)formativo em uma academia ou na respectiva federação, não levando em consideração a objetividade (para que se destina dado conjunto de exercícios) e tampouco a individualidade (o conjunto de exercícios ministrados são executados no mesmo ritmo e número de repetições por todos).

Assim, se por um lado há uma vasta vivência das lutas em si por parte dos atletas e praticantes, por outro lado é frágil o conhecimento dos mesmos acerca do desenvolvimento do processo de ensino e de aprendizagem, considerando, por exemplo, a seleção de estratégias metodológicas, as exigências fisiológicas solicitadas (ou ‘’impostas’’), a adequação das atividades para dada faixa etária, o respeito a individualidade...

Outra questão a ser considerada diz respeito a estrutura de poder existente nas organizações administrativas das artes marciais em geral, nas quais existe pouca participação direta das instituições de Educação Física, o que parece ser um dos motivos que faz com que as artes marciais perpetuem a reprodução de práticas (tanto na chamada capoeira angola como no judô se faz sempre a mesma seqüência de exercícios calistênicos durante o aquecimento, independente do conteúdo específico que será desenvolvido posteriormente), de crenças (desenvolvimento espiritual-corporal atingido através da dor e sofrimento nas sessões de treinamento), e de hierarquias (imposição de poder através da hipervalorização da faixa - no judô - ou do cordão - na capoeira regional) no campo das lutas, hoje questionáveis, inclusive em estudo recente de MESQUITA (1994).

Seguindo este raciocínio, a regulamentação da profissão de Educação Física interfere numa área que histórica e culturalmente esteve sempre isolada e cujos interesses podem resultar conflitantes neste novo contexto. Em outras palavras a Educação Física como área de estudo e profissão pouco se relacionou com as artes marciais até o presente.

Segundo a Lei Federal 9.615/98, que institui normas gerais sobre o desporto, em seu artigo 20, determina que:

‘’as entidades de prática desportivas e as entidades nacionais de administração do desporto, bem como as ligas que se trata o art. 20 da Lei 9.615/98, são pessoas jurídicas de direito privado, com organização e funcionamento autônomo, e terão competência em seus estatutos’’

Essas entidades são responsáveis pela organização esportiva em nível nacional ou regional, organizadas em Federações, Confederações e Ligas.

Por outro lado a Lei 9.696/98, no seu Art. 3º afirma que compete ao profissional de Educação Física:

‘’coordenar, planejar, programar, supervisionar, dinamizar, dirigir, organizar, orientar, ensinar, conduzir, treinar, administrar, implantar, implementar, ministrar, analisar, avaliar e executar atividades, estudos, trabalhos, programas, planos, projetos e pesquisas; executar treinamentos especializados; prestar serviços de auditoria, consultoria e assessoria; participar de equipes multidisciplinares e interdisciplinares; elaborar informes técnicos, científicos e pedagógicos; prestar assistência e educação corporal a indivíduos ou coletividades, em instituições privadas ou públicas; prestar assistência e treinamento especializado; coordenar, organizar, supervisionar, executar e ministrar cursos e atividades de orientação, reciclagem e treinamento profissional nas áreas da atividade física e desportiva’’

A interação dessas leis é motivo, no mínimo, de preocupação, pois o quadro técnico e a formação de instrutores e preparadores físicos eram determinados exclusivamente pelas entidades esportivas e, após a Lei 9.696/98, torna-se necessária a inscrição nos Conselhos Regionais de Educação Física, possibilitando a fiscalização deste profissional por esses conselhos. Cria-se então uma nova realidade e com isso conflitos podem emergir.

Neste sentido uma das expressões mais agudas pode ser encontrada no Manifesto Nacional das Confederações Brasileiras de Lutas e Artes Marciais, constituída pelas Confederação Brasileira de Capoeira, Confederação Brasileira de Judô, Confederação Brasileira de Karatê, Confederação Brasileira de Karatê Interestilos, Confederação Brasileira de Tae Kwon-Do, Confederação Brasileira de Jiu-Jítsu, Confederação Brasileira de Boxe e Confederação Brasileira de Lutas, que cientifica ao Conselho Federal de Educação Física - CONFEF - suas posições quanto à matéria de objeto da lei de regulamentação, conforme destaque abaixo:

‘’...Enfatizamos ser de absoluta e exclusiva prerrogativa das Confederações Brasileiras de Lutas e Artes Marciais, a formação técnica daqueles que atuam no ensino de tais modalidades... ...Chamamos a atenção do CONFEF para a existência de raríssimos Mestres e Doutores aptos ao ensino das Lutas e Artes Marciais nas Faculdades de Educação Física, e ainda que o tivéssemos, estaríamos condicionados ao oferecimento opcional de todos estes desportos nas grades curriculares por parte das respectivas Faculdades. Com isto pretendemos fundamentar o grande risco existente para a sobrevivência de tais desportos praticados por milhões de brasileiros...’’

Como já comentado, a falta de vivência reflexiva (ou mesmo alienada) dos profissionais de Educação Física com relação as artes marciais deve ser sanada. Isto pode acontecer através da busca de interação de conhecimento destes profissionais com os atletas/praticantes de lutas.

Cremos que, de modo mais urgente - considerando que o Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) já regulamentou as determinações da Lei 9.696/98 observando como os indivíduos, mesmo não formados, podem atuar na área, desde que comprovem ter trabalhado ao longo de três anos anteriores a data de publicação da citada lei: 01/09/1998 - o sistema CREF/CONFEF deve estimular a realização de cursos pelas Instituições de Ensino Superior em convênio com as diversas Federações de artes marciais, bem como a organização de fóruns para discutir, conjuntamente, a temática das artes marciais para que alcancemos a tão propalada qualidade na orientação destas atividades físicas, melhorando a qualidade dos serviços prestados à sociedade, ao que parece, interesse de todos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FERREIRA, Aurélio B. de H. (1986) Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira.

BRASIL. Congresso Federal. Lei nº.9.696 de 1º de set. de 1998. D.O.U. nº.168 de 02/09/98. Dispõe sobre a regulamentação da profissão de educação física e cria os respectivos conselhos federal e regional de educação física.

BRASIL. Congresso Federal. Lei Federal 9.615/98 de 24 de mar. de 1998. D.O.U. nº.81 de 25/03/98. Institui normas gerais sobre desporto e dá outras providências.

MANIFESTO NACIONAL DAS CONFEDERAÇÕES BRASILEIRAS DE LUTAS E ARTES MARCIAIS AO CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA - CONFEF, 2000 (mimeo).

MESQUITA, C.W. Identificação de incidências autoritárias existentes na prática de judô e utilizada pelo professor. Escola de Educação Física da UFRJ (Dissertação de Mestrado), 1994.

Fonte: www.ufscar.br

Educação Física

A EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL

Com uma visão transformadora na educação básica, transpirando menos e pensando mais.

A Educação Física no que tange à Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio), proclama insistentemente seu papel educativo, que reflete sobre o corpo em movimento, sobre toda uma cultura corporal construída historicamente, que constitui um acervo de forma representacional do mundo. A partir disto a faz-se uma análise sobre o saber que precisa ser transmitido pela escola e não somente a reprodução do gesto sem o entendimento do porquê se faz e para que se faz.

A nova Educação Física entra em campo. Ao contrário de apenas “bater uma bolinha na quadra”, os alunos fazem pesquisa sobre a história dos esportes, avaliam as partidas dos colegas com relatórios ou desenhos, participam de debates e recriam os regulamentos dos jogos, tornando assim as aulas mais animadas e sedutoras pois a teoria e prática caminham de mãos dadas.

Com uma abordagem mais ampla da atividade Física, uma geração de professores procura ensinar não só a arte de competir e ganhar, mas acima de tudo a chamada cultura corporal, que trata na teoria e na prática, da história e dos significados dos movimentos humanos.

A nova forma de ensinar Educação Física dá um “ponta pé no passado” e exige diálogo e planejamento junto aos alunos, em busca de objetivos comuns. As tradicionais aulas sob comando, com exercícios de repetição e ênfase no treinamento físico aplica-se a soldados, não a estudantes em fase de desenvolvimento físico, afetivo e intelectual, sendo assim, no enfoque de ontem o aluno buscava a perfeição através da mera repetição e não atingindo seus objetivos, ficava aborrecido e evadia-se das aulas. Hoje os alunos não estão mais interessados nas aulas tradicionais que causam conflitos e indisciplinas.

Procura-se, portanto, uma identidade para a Educação Física, que venha ao encontro da nossa realidade socio-econômica, sendo esta, uma preocupação que além da Educação Física, abrange outras áreas do conhecimento.

Assim, este trabalho consiste na elaboração de uma fundamentação histórico-cultural para Educação Física na Educação Básica, resgatando os conteúdos incorporados por aquela, enquanto implantada formalmente no ensino da Educação Básica. Este trabalho desenvolveu-se através da realização de pesquisa bibliográfica, pois constata-se a necessidade de se colocar em prática uma nova Educação Física e oficializa-la a Educação Física na Educação Básica, conforme a Lei 9394/96 de 20 de dezembro, ministrada por um profissional da área, especializado.

Ainda há longo caminho a percorrer. No entanto, tal caminho já encontra-se em discussão para sua delimitação, facilitando, desse modo, a chegada a um ponto ideal. Cabe destacar que, a partir de 1500-1822 no Brasil Colônia apenas os índios praticavam a Educação Física, através de sua vida natural e livre.

No Brasil Império, tivemos o primeiro livro brasileiro de educação Física em 1828, escrito por Joaquim Jerônimo Serpa o “Tratado de Educação Física – Moral dos meninos”, que demonstra a saúde do corpo e a cultura do espírito. Em 1867, o Dr. Eduardo Pereira de Abreu publica “Estatutos Higiênicos sobre a Educação Física, Intelectual e Moral do Soldado”, que colocava o valor da Educação Física para o soldado, tratando dos exercícios sobre a moral das tropas.

Um dos fatos mais notáveis durante o Brasil Império, foi o parecer de Rui Barbosa, sobre o projeto de “Reforma do Ensino Primário”, onde ele coloca a Educação Física como elemento indispensável à formação integral da juventude e mostra a evolução da Educação Física nos países mais avançados do mundo, defendendo-a como elemento de formação intelectual, moral e espiritual da juventude.

No Brasil República em uma primeira fase encontramos o Ginásio Nacional com a prática de tiro ao alvo, saltos, peteca, tênis, etc... Em 1891, é fundada a ACM (Associação Cristã de Moços)do Rio de Janeiro, a qual nos Estados Unidos deu uma grande contribuição aos desportos. Após a Revolução de 1930, já em 1931, a Reforma Francisco Campos, torna a Educação física obrigatória no ensino secundário. Surgem aí, as primeiras escolas superiores de Educação Física. Getúlio Vargas cria o Estado Novo e a Constituição outorgada é a primeira a ter a Educação Física inserida em seu contexto.

Após a 2ª Guerra Mundial e a queda de Getúlio Vargas, o povo, cansado da opressão, deixou de lado os desfiles escolares, as paradas, as demonstrações de ginástica, a disciplina etc... Após alguns anos, a Educação Física escolar passou a ser praticada por milhares de alunos , sendo desvinculada de seu caráter militar e político.

Contudo, observa-se na história da Educação Física uma distância entre as concepções teóricas e a prática real nas escolas. Isto é, nem sempre os processos de ensino e aprendizagem acompanham as mudanças, às vezes bastante profundas, que ocorreram no pensamento pedagógico desta área. Como exemplo, a educação em comum para meninos e meninas numa mesma turma, que era uma proposta dos escola-novistas desde a década de 20, porém essa discussão só alcançou a Educação Física escolar muito tempo depois. Hoje com a Nova LDB as aulas são mistas.

Segundo a Lei 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação, quanto à referência é a obrigatoriedade da disciplina Educação Física, cita:

Art. 26 – Os currículos do Ensino Fundamental e Médio devem ter uma base nacional comum a ser completada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.

§ 3º - A Educação Física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular da Educação Básica, ajustando-se às faixas etárias e às condições da população escolar, sendo facultativa nos cursos noturnos. (BRITO, 1997:12).

É fundamental, portanto, que a escola, a comunidade de pais e alunos e principalmente o professor valorizem-se e sejam valorizados, assumindo a responsabilidade da integração desta área de conhecimento humano ao projeto pedagógico de cada escola, exigindo plenas condições para o exercício de seu trabalho garantindo para o aluno a manutenção dé número adequado de aulas e de condições efetivas para a aprendizagem.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais se propõem a contribuir nessa construção, como:

Em relação ao âmbito escolar, a partir do decreto n.º 69.450, de 1971 a Educação Física passou a ser considerada como “a atividade que, por seus meios, processos e técnicas, desenvolve e aprimora forças físicas, morais, cívicas, psíquicas, e sociais do educando”. O decreto deu ênfase à aptidão física, tanto na organização das atividades como o seu controle e avaliação, e a iniciativa esportiva, a partir da Quinta série, se tornou um dos eixos fundamentais de ensino; buscava-se a descoberta de novos talentos que pudessem participar de competições internacionais, representando a pátria. (PCN – educação Física, 1998:21).

Por sua vez, o processo pedagógico atual está diretamente ligado aos objetivos da Educação Física brasileira que se resume em duas formas de ensinar esta disciplina: uma na Abordagem Tradicional e a outra em uma Nova Abordagem, demonstrando, assim, as duas faces da mesma disciplina.

Os objetivos na Abordagem tradicional, estimula a busca de resultados e o desenvolvimento de capacidades físicas como: força, agilidade e velocidade. Dando bastante atenção à saúde física e à higiene. O corpo é tratado do ponto de vista essencialmente biológico. Já na Nova Abordagem coloca-se em primeiro plano a variedade e a história dos movimentos humanos. Procura-se adequar as atividades físicas aos gostos, às necessidades e aos interesses individuais. O foco não é somente o corpo: os cuidados com a saúde e com a higiene são tão importantes quanto o prazer pelo movimento corporal em geral.

As atividades da Educação Física na Abordagem Tradicional, limitamse às práticas esportivas: voleibol, futebol, handebol, etc... Essas atividades restringem-se à quadra. Porém na Nova Abordagem além dos jogos, inclui aulas de ginástica, dança, lutas, artes cênicas, brincadeiras e jogos populares. Os exercícios em quadra, são complementados com atividades em sala de aula, pesquisas, debates, palestras, filmes, entrevistas e estudos de campo.

A metodologia na Abordagem Tradicional consiste em aulas sob comando, com alunos organizados em fileiras e colunas. Meninos e meninas têm aulas separadas. Os alunos fortes ou com bom desempenho físico são mais valorizados que os outros. O professor controla a classe com disciplina rígida, concentra o poder de decisão e assegura o cumprimento das regras, sem questionamentos ou modificações.

Enquanto que na metodologia da Nova Abordagem nas aulas enfatiza-se outros tipos de movimentos e exercícios além dos competitivos, como os cooperativos, os expressivos e os criativos. As turmas são mistas. Todos os alunos tem oportunidades de participar das atividades. O professor conduz a aula de modo flexível e divide o poder de decisão com a classe. As regras são construídas em conjunto.

Nos resultados da prática da Educação Física, na Abordagem Tradicional acentua-se o espírito competitivo. O aluno é levado a repetir gestos esportivos, sem desenvolver a autonomia e a criatividade nos movimentos. Na Nova Abordagem realçase o senso de cooperação e a solidariedade. O aluno adquire autonomia para lidar com as regras segundo seus interesses e conquistas formas próprias de lazer, sem se prender a modelos de desempenho físico.

Vale ressaltar o que deve ficar claro na Educação Física é o elo entre ação e reflexão que os profissionais vão retirar dos elementos que servirão de alavanca na mudança desta realidade por uma outra.

A procura de pessoas interessadas no curso de Educação Física deve-se, na maioria das vezes, ao fato destas terem sido atletas, ainda o serem, ou possuírem alguma afinidade com a prática de esportes, despertando assim o desejo de se tornarem técnicos. Essa perspectiva induziu à formação do nome inicial do curso: Licenciatura em Educação Física e Técnico Desportivo, depois desdobrado em Licenciatura e Bacharelado.

Na realidade a Educação Física é uma disciplina relativamente nova enquanto área de estudo, e a sua originalidade exige um compromisso com a prática. Entretanto, à medida que alcança certo nível de desenvolvimento acadêmico, exigindo de seus docentes uma capacidade intelectual, ou seja, a necessidade de desenvolvimento com aspectos filosóficos, sócio-culturais e psicológicos, os aspectos teóricos começam a estabelecer novo paradigma na construção da Educação Física.

Apoiada e intimamente associada aos valores da Educação que, como ciência, otimiza e valoriza o potencial humano, pois tem como objetivo o casamento harmonioso dos aspectos intelectual, psíquico e físico, respeitando as leis do desenvolvimento humano.

Levando a compor sobre a evolução desta disciplina que deixa de utilizar o movimento de forma mecânica e sistemática, observando apenas seus aspectos biológicos, para uma visão transformadora e ampla, transpirando menos e pensando mais, respeitando o indivíduo como ser inteiro, contribuindo para a qualidade da Educação, sobretudo para melhoria de qualidade de vida, proporcionando maior interação às aulas, fazendo com que os educandos possam demonstrar maior interesse pela sua autoestima.

Após um cuidadoso estudo, análise e pesquisa, os aspectos trabalhados pela Educação Física devem ser relacionados à vida dos alunos; que não podem ser vistos dentro de uma metodologia tradicional nem estarem atrelados ou serem totalmente dependentes de outras áreas do conhecimento humano.

Os educandos devem ser acompanhados de objetivos coerentes, de procedimentos metodológicos adequados e de uma avaliação que reflita toda esta prática de forma positiva. O agente responsável por esta prática metodológica deve ser o professor de Educação Física habilitado, porque ele reúne os conhecimentos necessários para trabalhar com o indivíduo. Estes devem estar relacionados com as necessidades e realidades dos alunos. Qualquer atividade, portanto, poderá ser ou não responsável por uma transformação, dependendo da forma como o professor realiza.

Espera-se que este artigo venha contribuir para uma reflexão acerca da Educação Física no sentido de deliberar o poder criador dos indivíduos. Evidentemente essa inovação aos conhecimentos da Educação, nos leva a ministrá-la de maneira interdisciplinar, pelo fato de conter pontos em comum com várias outras áreas do conhecimento.

É importante analisar a capacidade de vencer as dificuldades físicas e raciocínio, modificando a sua atuação para promover uma alternativa de Educação Integral do ser humano.

Nesses termos, esta pesquisa busca fornecer subsídios para uma nova Educação Física numa visão transformadora: transpirando menos e pensando mais, mesmo de uma forma sucinta, embora modesto, nesta caminhada que é de todos nós que fazemos a Educação de nosso País.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRITO, Ana Rosa Peixoto de . LDB: da “Conciliação” possível à lei “proclamada”. Belém, Pará: Graphitte, 1997 p.12

GARCIA, Hamílcar de (Org.). Dicionário moderno da língua portuguesa. 2ª ed. São Paulo: Rideel, 1978.

TEIXEIRA, Elizabeth.As 3 metodologias.Belém, 1998.78 p.(MIMEO)

FIORAVANTI, Carlos. Mude as regras de jogo. Nova Escola, São Paulo, ano 12, n.106,p.40-5, out.1997.

MEDINA, João Paulo Subirá. A Educação Física Cuida do Corpo...e “Mente”. Coleção Krisis,13ª ed. Campinas, SP: Papirus, 1995 p.83

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Educação Física: Ensino de quinta e oitava séries. Brasília: MEC/ SEF, 1998 P.21

RIBEIRO, Yone Barbosa (Org.). Educação Física numa visão transformadora: psicomotricidade desenvolvida através de jogos cooperativos. Revista do professor, Porto alegra, ano 13, n. 51, p.40-5, jul./set. 1997 TOSETI, Solange. A Educação Física. São Paulo: Edelbra p.11-2

VERALDO, Ivete Mara. Conteúdo da Educação Física no Ensino de 1º grau – da 1ª à 4ª Série. Educação Física/UEM, Maringá, Paraná, v.3,n.1, p.13-20.1992.

Fonte: www.nead.unama.br

Educação Física

É uma área de conhecimento que trata da cultura de movimento, estudando e atuando sobre o complexo conjunto de práticas corporais produzidas pelos seres humanos ao longo de sua existência: os jogos, as ginásticas, as lutas, as danças e os esportes.

O licenciado é o profissional qualificado para atuar no campo da Educação Física Escolar, nos ensinos infantil, fundamental e médio.

Ele poderá atuar como profissional, podendo também formular, realizar e avaliar projetos educativos em diversos campos, como:

No setor público

Em escolas municipais

Estaduais e federais

Universidades

Secretarias de Governo

Ministérios.

Setor privado

Em hotéis de lazer

Clubes

Acampamentos

Academias

Escolas de esportes

Escolas particulares.

Terceiro setor

Organizações Não-Governamentais

Associações comunitárias

Sindicatos.

A atuação dos professores de Educação Física é dirigida a pessoas ou grupos de pessoas de diferentes faixas etárias, que apresentam condições corporais distintas e/ou necessidades de atendimentos especiais e se desenvolve de forma individualizada e/ou em equipe multiprofissional formada por médicos, psicólogos e fonoaudiólogos

MERCADO DE TRABALHO

Quem se forma em Educação Física não tem dificuldade para encontrar emprego. E o mercado deve continuar em ascensão nos próximos anos.

O aumento do número de postos de trabalho está relacionado principalmente com a conscientização da importância dada às práticas corporais como forma de garantir uma vida mais saudável e prazerosa.

O setor de ensinos fundamental e médio é estável e geralmente funciona como um trabalho paralelo além disso, no Espírito Santo houve um aumento significativo da demanda no ensino infantil.

Há boa oferta de emprego nas regiões Sudeste e Sul, mas as vagas crescem também nas regiões Norte e Nordeste.

O número de cursos dobrou nos últimos cinco anos no país em razão da forte demanda do mercado, o que eleva a possibilidade de empregos também na área acadêmica.

Fonte: www.faculdadesalesiana.edu.br

Educação Física

Descrição

O profissional da Educação Física pode se dedicar a diversas áreas desde recreação, como também condicionamento físico ,ensino e treinamento esportivo.

A finalidade será sempre a de desenvolver o hábito da atividade física, educar os movimentos e dar preparo físico e condicionamento.

De acordo com a especialização cursada poderá organizar , dirigir e promover a prática esportiva. Atualmente, com o interesse crescente na prática das mais diversas modalidades e atividades esportivas o professor de Educação Física também pode exercer a função de Personal Training.

Currículo Básico

Fisiologia, Psicologia, Ortopedia, Biologia, Anatomia, Biometria, Socorros Urgentes

Aptidões Desejáveis

O Professor de Educação Física necessita antes de tudo gostar de práticas esportivas. Por isso, é indispensável ter coordenação motora, ser dinâmico, criativo e capacidade de liderança. E também se manter em constante atualização sobre novos métodos e técnicas esportivas.

Especializações possíveis

Especialização em: Lazer (FEF - Unicamp), Atividade Física (UniCastelo), Atividade Física Adaptada e Saúde, Recreação e Lazer, Educação Física Escolar.

Campos de Atuação

Magistério de 1º e 2º graus, academias de ginástica, clubes, associações esportivas, grandes empresas, clínicas de recuperação.

Fonte: www.guiadasprofissoes.com.br

Educação Física

Licenciatura

O curso de Licenciatura em Educação Física forma profissionais para a prática docente na Educação Básica, capazes de planejar, orientar, supervisionar, executar e avaliar o ensino da Educação Física escolar a partir das diferentes formas da atividade física (exercício físico, ginástica, jogos, esportes, lutas marciais e atividades rítmicas e expressivas), buscando a formação integral dos alunos e a promoção da saúde respeitando as diversidades.

Educação Física

Atuação Profissional

O licenciado em Educação Física estará apto a atuar em todos os níveis da Educação Básica (escolas de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, ensino técnico, educação de jovens e adultos ).

Bacharelado

O curso de Bacharelado em Educação Física forma um profissional com conhecimento técnico e científico, capacitado para atuar com autonomia e visão crítica em todos os níveis de atenção à saúde humana, a partir das diferentes formas da atividade física (exercício físico, ginástica, jogos, esportes, lutas marciais e atividades rítmicas e expressivas), na promoção de um estilo de vida fisicamente ativo e saudável.

Atuação Profissional

O bacharel em Educação Física estará apto a atuar nas atividades relacionadas à gestão do movimento humano e à atividade física (iniciação e treinamento desportivo, lazer na iniciativa pública e privada, atividades físicas em clubes, hotéis, centros de lazer, parques, condomínios, academias, unidades básicas de saúde, hospitais, associações, empresas, indústrias, treinamento personalizado).

Perfil do Profissional

Profissional capacitado a atender às diferentes manifestações da cultura do movimento presentes na sociedade, considerando as características regionais e os diferentes interesses identificados com o campo de atuação profissional.

Espera-se, portanto, que o perfil profissional constitua-se por:

Responsabilidade da ação social, política e pedagógica no contexto no qual está inserido

Fundamentação teórica contínua no que diz respeito às correntes pedagógicas, filosóficas e científicas

Entendimento sobre os diferentes contextos, visão crítica e como professor pesquisador

Reflexão sobre sua condição profissional enquanto agente transformador, facilitador, orientador e cidadão

Conhecimento para poder abranger o ser humano como um todo, diferenciado, com suas potencialidades e diversidades.

Mercado de Trabalho

Licenciatura

O licenciado em Educação Física estará apto a atuar em todos os níveis da Educação Básica (escolas de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, ensino técnico, educação de jovens e adultos ).

Bacharelado

O bacharel em Educação Física estará apto a atuar nas atividades relacionadas à gestão do movimento humano e à atividade física (iniciação e treinamento desportivo, lazer na iniciativa pública e privada, atividades físicas em clubes, hotéis, centros de lazer, parques, condomínios, academias, unidades básicas de saúde, hospitais, associações, empresas, indústrias, treinamento personalizado).

Fonte: www.feevale.br

Educação Física

O profissional formado em Educação Física está apto a promover a manutenção e o restabelecimento da saúde humana.

O educando desse curso adquire conhecimentos sobre os níveis de atenção à saúde, desde o profilático até a reabilitação.

O curso de Educação Física fornece uma visão ampla para que o profissional da área possa atuar em todos os campos de sua profissão.

Atividades Principais

Ministrar aulas de ginástica individual ou coletiva para todas as idades, visando aprimorar o condicionamento físico e a prevenção de doenças;

Orientar, em nível privado e público, programas de ginástica para manter a capacidade das pessoas no desempenho de suas atividades diárias;

Fazer parte de equipes de saúde para manter e melhorar o desempenho muscular, cardiorrespiratório e a flexibilidade para atletas e comunidade em geral;

Atuar em equipes de saúde, na recuperação de pacientes cardiopatas, politraumatizados e deficientes;

Desenvolver e orientar programas de treinamento para atletas;

Ministrar, nas escolas, universidades e academias, programas de educação física.

Mercado de Trabalho

O mercado de trabalho para esse profissional é crescente, principalmente pelo elevado grau de diversificação e de demanda dentro da comunidade. Hoje, esses profissionais são muito requisitados para a função de treinadores, instrutores em academias ou para personal training.

Duração do Curso

4 anos

Fonte: www.curso-objetivo.br

Educação Física

SÍMBOLO DA EDUCAÇÃO FÍSICA - DISCÓBOLO DE MYRÓN

Discóbolo ("O arremessador do disco") do escultor grego Miron, feito em mármore, datado de 450 a.C. (Século V. A.C.) Atualmente, encontra-se no Museu Nazionale Romano em Roma, Itália.

Educação Física

O arremesso do disco, criada na Grécia mitológica, é considerada a mais antiga prova de arremesso do atletismo. Supõem-se que os primeiros discos eram de pedra e não tinham o formato atual, ou seja, os implementos vêm sofrendo aperfeiçoamentos através dos tempos até alcançarem o formato circular de hoje. Esse esporte tornou-se bastante popular na Grécia antiga (inclusive levando vários artistas daquela época a estudá-lo), presumi-se devido a variedade de posições que o corpo adotava durante o arremesso. Foram criadas várias obras de arte fundamentais, entre as quais: os discóbolos de Alcamenes e Miron, além de outros anônimos (FERNANDES, 1978, p. 77)

CONFEF aprova como símbolo oficial dos Profissionais de Educação Física do Brasil, no Art. 1º , em seu parágrafo 1º - SÍMBOLO: Discóbolo - por estar baseado nos movimentos do corpo humano em ação. O Discóbolo de Myrón é a mais célebre das estátuas atléticas. Segundo pesquisa: "...o corpo revela um cuidadoso estudo de todos os movimentos musculares, tendões e ossos que fazem parte da ação; as pernas, os braços e o tronco inclinam-se para imprimir maior impulso ao golpe; o rosto não parece contorcido pelo esforço, mas calmo e confiante na vitória". RESOLUÇÃO CONFEF nº 49/2002, Rio de Janeiro, 10 de Dezembro de 2002.

DISCÓBOLO DE MYRON

Descrição

O Discóbolo é uma escultura grega antiga, a qual representa um atleta helênico no ato que antecede o lançamento de um disco.

Origem e Desenvolvimento

O Discóbolo foi uma criação do escultor grego Myron, que realizou esta obra histórica no século V a.C.

Não existe mais a escultura original de Myron em bronze. Entretanto, existem muitas réplicas em mármore, produzidas principalmente na Itália e na Grécia.

Um dos escultores famosos das réplicas do Discóbolo de Myron é o italiano A. Santini.

Discóbolo de Myrón

Titulo:Discóbolo,

Cronologia:450 a.C. (século V a.C.)

Autor:Myrón de Eleuteras

Original:Existe muitas réplicas, comenta-se o original, copia romana estava na Itália e pertencia a Colección Townly, e se encontra no Museo Británico.

Outra versão é que a original esta no Museu: Museo de las Termas de Roma

Cidade:Roma - Itália

Características:em Bronze, 1,55 cm. altura

Estilo:Grego

Símbolo:Oficial dos Profissionais de Educação Física

Bibliografía:

Bozal, V. (1992), La escultura. Vol. 2 de la Historia del arte. Barcelona. Carroggio S.A. de Ediciones. Pàgs. 100-102
Susan Woodford (1995), Introducción a la historia del arte. Grecia y Roma. Barcelona. Gustavo Gili. 4ª ed.
Resolução do CONFEF nº 49/2002 - www.confef.com.br
DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO TUBINO DO ESPORTE
http://www.biografiasyvidas.com/biografia/m/miron.htm

DISCÓBOLO DE MYRÓN EM FOZ DO IGUAÇU/PR
O Projeto da CASA DA EDUCAÇÃO FÍSICA – FIEP, instalada em Foz do Iguaçu/PR – Brasil, apresentado para os profissionais de Foz no dia 1º de setembro para comemorar o Dia do Profissional de Educação Física, com a inauguração da réplica do DISCOBOLO DE MYRON (símbolo oficial dos Profissionais de Educação Física) que foi construída pelo artista plástico e escultor Giovanni Vissotto, que será inaugurada oficialmente no mês de Janeiro/2006, durante o 21º Congresso Internacional de Educação Física da FIEP em Foz do Iguaçu/PR

Fonte:www.pratiquesaude.net

Educação Física

É a promoção da saúde e da capacidade física por meio da prática de exercícios e atividades corporais. O bacharel ou licenciado em Educação Física organiza, executa e supervisiona programas de atividades físicas para pessoas ou grupos.

Prepara crianças e adultos para as inúmeras modalidades de esporte. Auxilia no tratamento de portadores de deficiência, aplicando exercícios especiais.

Pode trabalhar com grupos, em escolas, clubes e academias de ginástica, ou prestar atendimento individual, como personal trainer. É possível, ainda, atuar sozinho ou participar de equipes multiprofissionais com médicos, psicólogos e fonoaudiólogos. Para exercer a profissão é obrigatório o registro no Conselho (Confef/Crefs).Para lecionar, é necessário o diploma de licenciatura.

O mercado de trabalho

Quem se forma em Educação Física não tem dificuldade em encontrar emprego, e o mercado deve continuar em ascensão nos próximos anos. A área de ensino (fundamental e médio) é somente um dos campos de atuação, mas onde mais se concentram as oportunidades de trabalho formal.

O aumento do número de vagas está relacionado principalmente à conscientização da importância da atividade física para garantir uma vida mais saudável. O Conselho Federal de Educação Física (Confef) contabiliza 12 mil academias de ginástica no país. Além do público em geral, um novo grupo as tem procurado: idosos que buscam condicionamento físico e qualidade de vida.

O trabalho como personal trainer está em alta, tanto em academias como em aulas particulares. As universidades dão boas chances para a realização de projetos de pesquisa sobretudo nas áreas de adaptação e saúde, terceira idade e treinamento. Na saúde, o profissional integra equipes médicas em clínicas e hospitais, onde atua, por exemplo, na prevenção e na recuperação de pacientes cardíacos, controle da diabete e da obesidade, principalmente com crianças e idosos.

O mercado corporativo também absorve educadores nos segmentos de prevenção, qualidade de vida e ginástica laboral. Especializações em biomecânica, desenvolvimento humano e esportes estão em alta. Há boa oferta de emprego nas regiões Sudeste e Sul, mas as vagas crescem também no Norte e no Nordeste.

O curso

Ao longo do curso, você encontra muitas matérias da área de biológicas, como anatomia, fisiologia e ortopedia. Aprende, ainda, estatística, administração e economia, afora disciplinas específicas, como desenvolvimento motor. Além do estágio, algumas escolas exigem uma monografi a de conclusão.

Para dar aula é preciso fazer licenciatura. Mas isso não representa problema: a maioria dos cursos de Educação Física do país habilita em licenciatura.

Duração média: três anos.

Outros nomes:Atividade Fís. e Esporte; Ciên. da Atividade Fís.

O que você pode fazer

Condicionamento físico

Auxiliar na realização de exercícios individuais como personal trainer e também em clubes ou academias de ginástica, para melhorar as condições de saúde das pessoas.

Ensino

Dar aulas nos ensinos fundamental e médio.

Grupos especiais

Instruir e acompanhar idosos, gestantes, adultos e crianças defi cientes, cardíacos e doentes em atividades físicas que beneficiem a saúde.

Recreação

Entreter hóspedes, associados e turistas em hotéis, spas e clubes.

Fonte: guiadoestudante.abril.com.br

Educação Física

Profissional de educação física

"Profissional responsável em formar hábitos e atitudes que promovam o desenvolvimento harmonioso do corpo humano, mediante instrução sobre higiene corporal e mental e mediante vários e sistemáticos exercícios, esportes e jogos”

O que é ser um profissional de educação física?

Profissionais de educação física são professores, preparadores físicos e técnicos, responsáveis por promover a prática da ginástica, jogos e atividades físicas em geral e ensinar os princípios e regras técnicas de atividades esportivas a estudantes e outras pessoas interessadas. Definem a atividade física mais indicada para cada pessoa, orientando-a quanto a postura, intensidade e freqüência de cada exercício. Treinam atletas nas técnicas de diversos jogos e esportes e acompanham e supervisionam as práticas desportivas.

Quais as características necessárias para ser um profissional de educação física?

O Professor de Educação Física necessita antes de tudo gostar de práticas esportivas. Por isso, é indispensável ter coordenação motora, ser dinâmico, criativo e capacidade de liderança. E também se manter em constante atualização sobre novos métodos e técnicas esportivas.

Características desejáveis:

Boa coordenação motora

Boa disposição física

Boa saúde

Bom reflexo

Capacidade de liderança

Determinação

Espírito competitivo

Interesse pelo corpo humano

Resistência física

Sociabilidade

Qual a formação necessária para ser um profissional de educação física?

Com a recente regulamentação da profissão, para se atuar na área, seja como professor, seja como preparador, o curso superior em educação física, com duração de 4 anos, passou a ser obrigatório.

Principais atividades de um profissional de educação física

As atividades dos profissionais diferem muito de acordo com a área em que atuam. De modo geral, suas funções são:

Efetuar testes de avaliação física;

Estudar as necessidades e a capacidade física de alunos, soldados ou atletas, de acordo com suas características individuais;

Elaborar programas de atividades esportivas, de acordo com a necessidade, capacidade e objetivos visados pela pessoa a que se destinam;

Instruir alunos, soldados e atletas sobre exercícios e jogos programados, inclusive sobre a utilização de aparelhos e instalações de esportes;

Atuar em exercícios de recuperação de indivíduos portadores de deficiências físicas, através de exercícios corretivos;

Desenvolver e coordenar práticas esportivas específicas para o bom desempenho do atleta em competições esportivas e atividades similares.

Áreas de atuação e especialidades

Condicionamento Físico

Dá aulas de ginástica coletiva e individual, visando a melhoria da condição muscular e cardiovascular, principalmente para adultos e idosos. É responsável pelo planejamento e desenvolvimento de atividades físicas individuais e coletivas em escolas, academias de ginástica e de musculação, ginásios esportivos e piscinas

Consultoria e assessoria

Pode atuar junto a órgãos públicos e empresas privadas para organização e implantação de programas de Educação Física para funcionários. Avalia programas educativos em centros comunitários, parques, hospitais, clínicas, "spas", creches, hotéis, casas de menores e penitenciárias;

Ensino

Leciona em escolas de primeiro, segundo e terceiro graus. Para exercer esta atividade o bacharel deve complementar sua formação com disciplinas do currículo do curso de Licenciatura;

Grupos Especiais

Organiza e implanta atividades recreativas para idosos, deficientes físicos e mentais, pessoas com problemas cardíacos, de coluna ou musculares;

Recreação

É o responsável pelo entretenimento de hóspedes, associados e turistas em hotéis, clubes e "spas";

Treinamento

Desempenha a função de técnico de equipes das mais variadas modalidades esportivas, profissionais ou amadores.

Personal Trainer

Profissional graduado e especializado em determinada área da Educação Física, que presta serviços personalizados, que através de um acompanhamento particular, realiza os objetivos do cliente com mais rapidez e segurança.

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para professores e profissionais de educação física é competitivo, e a oferta de trabalho tende a crescer no setor privado. Há centenas de milhares de profissionais de educação física atuando em todo o país, a grande maioria deles dedicada ao magistério. O quadro vem mudando nos últimos anos devido à conscientização de que condicionamento físico é sinônimo de bem-estar e saúde.

O número de academias cresce a cada ano, e com elas a procura por profissionais da área. Surgem empresas prestadoras de serviços esportivos e franquias, que atendem à demanda criada por hotéis, clubes e condomínios e geram empregos. Com a regulamentação, a demanda por profissionais bem-qualificados deve aumentar, já que profissionais formados que atuam na área esportiva são relativamente poucos.

Além de escolas e academias, empresas também demandam esses profissionais seja para atuar na área de marketing e promoção, seja para treinar suas equipes esportivas ou cuidar de eventos ligados aos esportes. Um outro segmento que também vem experimentando um crescimento acelerado é o do acompanhamento personalizado ou personal training.

A atividade não é nova, mas foi redescoberta por artistas, personalidades e executivos, que por motivos diversos preferem trabalhar exclusivamente com um profissional a ter que freqüentar academias e clubes.
Curiosidades

No Brasil, os precursores das atividades físicas foram os índios, que por necessidade, caçavam, pescavam, corriam, saltavam, nadavam e etc. Havia também, nas festividades aos deuses, a dança, que homenageava o sol, a lua, a natureza. Os jogos também faziam parte da cultura indígena, como as lutas, a peteca, a corrida de troncos, entre outros.

Na época da escravidão, o negro sentiu a necessidade de se defender, sem armas, de seus opressores, e assim foi criada a capoeira, inspirada em movimentos de animais e em suas raízes culturais africanas.

Em 1851, na época do Brasil Império, foi implantada a educação física obrigatória nos currículos escolares, embora sua profissionalização tenha ocorrido só na época do Brasil República.

Em 1946 foi fundado a Fundação Brasileira de Professores de Educação Física.

Na década de 60 o processo ficou limitado à Divisão de Educação Física e ao Conselho Nacional de Desportos. Nos anos 70, época da ditadura militar, era usada para a propaganda do governo, sendo voltada para os esportes de alto rendimento.

Nos anos 80 surgem as grandes empresas patrocinadoras de atletas, somente na área de esportes.E é somente nos anos 90 que a educação física é vista como modo de promoção da saúde acessível a todos. A regulamentação da profissão se deu em 1998.

Fonte: www.brasilprofissoes.com.br

Educação Física

LEI DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA

LEI N.º 9.696, DE 1º DE SETEMBRO DE 1998

D.O.U. - QUARTA-FEIRA, 02 DE SETEMBRO DE 1998

Dispõe sobre a regulamentação da Profissão de Educação Física e cria os respectivos

Conselho Federal e Conselhos Regionais de Educação Física.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei :

Art. 1º O exercício das atividades de Educação Física e a designação de Profissional de Educação Física é prerrogativa dos profissionais regularmente registrados nos Conselhos Regionais de Educação Física.

Art. 2º Apenas serão inscritos nos quadros dos Conselhos Regionais de Educação Física os seguintes profissionais:

I - os possuidores de diploma obtido em curso de Educação Física, oficialmente autorizado ou reconhecido;

II - os possuidores de diploma em Educação Física expedido por instituição de ensino superior estrangeira, revalidado na forma da legislação em vigor;

III - os que, até a data do início da vigência desta Lei, tenham comprovadamente exercido atividades próprias dos Profissionais de Educação Física, nos termos a serem estabelecidos pelo Conselho Federal de Educação Física.

Art. 3º Compete ao Profissional de Educação Física coordenar, planejar, programar, supervisionar, dinamizar, dirigir, organizar, avaliar e executar trabalhos, programas, planos e projetos, bem como prestar serviços de auditoria, consultoria e assessoria, realizar treinamentos especializados, participar de equipes multidisciplinares e interdisciplinares e elaborar informes técnicos, científicos e pedagógicos, todos nas áreas de atividades físicas e do desporto.

Art. 4º São criados o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Educação Física.

Art. 5º Os primeiros membros efetivos e suplentes do Conselho Federal de Educação Física serão eleitos para um mandato tampão de dois anos, em reunião das associações representativas de Profissionais de Educação Física, criadas nos termos da Constituição Federal, com personalidade jurídica própria, e das instituições superiores de ensino de Educação Física, oficialmente autorizadas ou reconhecidas, que serão convocadas pela Federação Brasileira das Associações dos Profissionais de Educação Física - FBAPEF, no prazo de até 90 (noventa) dias após a promulgação desta lei.

Art. 6º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília 1º de setembro de 1998; 177º da independência e 110º da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Fonte:  itabi.infonet.com.br

Educação Física

Uma Criança de 5 anos, faz natação três vezes por semana. Sua mãe o leva à escola e aproveita para ter aulas de hidroginástica. Você conhece casos como esse? A cada dia aumenta a conscientização de que combater o sedentarismo é importante tanto para as crianças quanto para os adultos.

O culto ao corpo, que explodiu nos anos 80 no Brasil e no mundo, resistiu ao modismo e não só permanece como vem se expandindo. É cada vez maior o número de pessoas que praticam exercícios com regularidade para corrigir a postura, melhorar a capacidade cardiorrespiratória, aumentar a flexibilidade e descarregar as tensões de um dia-a-dia estressante.

Como se vê, o mercado está em alta para o educador físico, profissional que detém o conhecimento para se ter boa forma, sabe como planejar programas de exercícios e definir o que é mais adequado para uma pessoa ou para um grupo. Ele é capaz de orientar posturas corporais, calcular a intensidade e a freqüência de cada série de exercícios, aprimorando o condicionamento físico e o desempenho, de atletas ou não.

A figura do personal trainner – instrutor físico particular – está se popularizando. Antes restrita a artistas, empresários e pessoas de alto poder aquisitivo, o personal trainner está se tornando acessível também à classe média, por causa da redução do preço da hora-aula, resultante do aumento do número desses profissionais.

A demanda cresce, principalmente nos grandes centros. “O mercado hoje absorve tanto o profissional com formação específica em aeróbica, dança, ginástica olímpica, quanto o generalista”, ressalta o presidente do Conselho Regional de Educação Física dos Estados de Minas Gerais, Paraná e Região Centro-Oeste, Cláudio Augusto Bosch.

Esse profissional pode atuar também em clubes, spas, academias. “O Hospital das Clínicas da USP contrata educadores físicos”, exemplifica Bosch. Em geral, nesses locais o profissional orienta grupos especiais como idosos, cardíacos, deficientes.

Outro segmento promissor é o de lazer e entretenimento. Hotéis, resorts e centros recreativos sabem que pouco adianta a infra-estrutura – quadras, piscinas, sala de musculação – sem um profissional apto a orientar as atividades. O turismo ecológico – como montanhismo e exploração de cavernas – é um setor que também tem contratado profissionais da área. E dar aulas em escolas de ensino médio e fundamental – tradicional campo de atuação dos educadores físicos – é mais uma alternativa.

A regulamentação da profissão de bacharel em Educação Física, em 1998, livra esses profissionais de disputar vagas com curiosos que exerciam a profissão mesmo sem ter formação adequada.

O educador físico precisa de uma formação sólida sobre as atividades biológicas e psicológicas do ser humano e de uma boa didática para ensinar os exercícios de uma maneira criativa e estimulante. No curso de Educação Física, os alunos estudam o funcionamento do corpo humano em aulas de anatomia, biologia, fisiologia, bioquímica. As aulas práticas incluem condicionamento físico, recreação e movimento. O salário inicial da categoria está em torno de R$ 1,2 mil.

Duração média do curso

Quatro anos

A profissão

O bacharel em Educação Física organiza, executa e supervisiona programas de atividades físicas e esportivas para pessoas ou grupos. Também prepara crianças e adultos para as diferentes variedades de esportes. Auxilia no tratamento de portadores de defeitos físicos, elaborando e aplicando exercícios especiais.

As academias de ginástica, que crescem em todo o país, são um bom campo de trabalho. O profissional encontra colocação também em escolas, clubes, associações esportivas, hotéis, condomínios e empresas preocupadas com a saúde e a boa forma de seus funcionários.

Para exercer a profissão é necessário o registro no Conselho Federal de Educação Física e, para lecionar, é preciso o diploma de licenciatura.

Características que ajudam na profissão

Boa coordenação motora, preparo físico, concentração, facilidade em comunicar-se e lidar com o público, concentração, atenção, paciência, meticulosidade.

Fonte: www1.uol.com.br

Educação Física

O PROFISSIONAL

A Educação Física promove a saúde e a capacidade física das pessoas, por meio de atividades corporais e exercícios físicos. O profissional prepara a criança ou adulto para o esporte.

Ele é encarregado das atividades que envolvem esforços físicos, definindo a atividade mais adequada para cada tipo de pessoa.

Orienta a postura, a intensidade dos exercícios e sua freqüência. Utiliza-se de técnicas científicas para melhorar o desempenho muscular, cárdio-respiratório e a flexibilidade de estudantes e atletas.

O MERCADO DE TRABALHO

“O mercado para esse profissional aumentou, isso porque nos últimos anos, a atividade física começou a ser reconhecida como uma importante aliada da saúde e da estética. Mas se o campo de trabalho aumentou, por outro lado, o mercado ficou muito mais exigente, buscando profissionais altamente preparados.

Hoje, um grande nicho para o professor de educação física é trabalhar como “personal trainer”, que é aquele que orienta individualmente com exercícios personalizados, e até dietas apropriadas. Outra área em destaque é a do lazer, em clubes, hotéis, academias, etc.”

Prof.ª Rosa Amélia Damiati.

A profissão foi regulamentada pela Lei 9.696. É representada pelo Conselho Federal de Educação Física e pelos Conselhos Regionais.

O CURSO

A duração média é de quatro anos. Os primeiros anos são dedicados ao conhecimento do corpo, estuda-se anatomia, ortopedia, biologia, fisiologia, entre outras. A partir do segundo ano, começam as disciplinas de modalidades esportivas. O estágio é obrigatório.

Fonte: educaterra.terra.com.br

Educação Física

O QUE FAZ

Promove a saúde e a capacidade física das pessoas através de exercícios e atividades corporais.

Prepara crianças e adultos para a prática de esportes e busca o desenvolvimento potencial do corpo humano, visando uma melhor qualidade de vida.

Seu trabalho se destina, também, a criar o hábito da atividade física, educar os movimentos, aumentar a flexibilidade e prevenir atrofias musculares.

Cuida ainda, da preparação de atletas para esportes individuais e coletivos, sejam profissionais ou amadores.

Atua na área médica, ajudando na recuperação de indivíduos portadores de deficiências físicas, entre outras atividades.

CAMPO DE TRABALHO

Condicionamento Físico

Dá aulas de ginástica coletiva e individual, visando a melhoria da condição muscular e cardiovascular, principalmente para adultos e idosos.

É responsável pelo planejamento e desenvolvimento de atividades físicas individuais e coletivas em escolas, academias de ginástica e de musculação, ginásios esportivos e piscinas.

Consultoria e assessoria

Pode atuar junto a órgãos públicos e empresas privadas para organização e implantação de programas de Educação Física para funcionários. Avalia programas educativos em centros comunitários, parques, hospitais, clínicas, "spas", creches, hotéis, casas de menores e penitenciárias.

Ensino

Leciona em escolas de primeiro, segundo e terceiro graus. Para exercer esta atividade o bacharel deve complementar sua formação com disciplinas do currículo do curso de Licenciatura.

Grupos Especiais

Organiza e implanta atividades recreativas para idosos, deficientes físicos e mentais, pessoas com problemas cardíacos, de coluna ou musculares.

Recreação

É o responsável pelo entretenimento de hóspedes, associados e turistas em hotéis, clubes e "spas".

Treinamento

Desempenha a função de técnico de equipes das mais variadas modalidades esportivas, profissionais ou amadores.

REGULAMENTAÇÃO

A lei 9696/98 regulamenta a profissão de Educação Física e cria conselhos federal e regionais.

DURAÇÃO

4 anos, com estágio obrigatório.

Algumas escolas exigem ainda a apresentação de uma monografia para a conclusão do curso.

CONTEÚDO

O currículo engloba uma série de matérias da área de Ciências Biológicas, como Bioquímica, Fisiologia, Anatomia e Ortopedia, além de aulas de Psicologia, Sociologia, Filosofia, Estatística, Administração e Economia.

Nas aulas práticas, o aluno tem a oportunidade de estudar diversos exercícios físicos, técnicas esportivas, desenvolvimento motor e ginástica para as diferentes faixas etárias.

Trabalhos em laboratórios, pesquisas e muita leitura também estão incluídos no curso.

Para dar aulas em escolas, o aluno precisa obter a Licenciatura em Educação Física; para atuar em clubes, academias, condomínios e empresas é necessário o Bacharelado.

TITULAÇÃO

Bacharel ou Licenciado em Educação Física.

Fonte:  www.10emtudo.com.br

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