Quanto ao processo educativo, tem-se registros sobre a Literatura Sapiencial, (estudos morais e comportamentais), também comum as outras culturas do Oriente Próximo, e que era restrita às classes dominantes.
Estes ensinamentos eram transmitidos sob forma de "conselhos de pai para filho ou de escriba para discípulo".
A educação estava voltada para o desenvolvimento da fala, da obediência e da moral. A fala não deve ser entendida apenas no sentido estético, o falar bem em especial, mas também os outros ensinamentos, eram as "bases" para a conquista e a garantia do poder político. A obediência liga-se intimamente ao comando e, necessariamente um governante deve saber comandar. Num reino autocrático a subordinação é constante e para isso faz-se necessário o uso do castigo .
Assim percebe-se que a educação era transmitida rigidamente com aplicações de penas aos que não aprendem corretamente.
" Pune duramente e educa duramente ! " ( Br. 43 ); ( Manacorda, 15 ).
A cultura restringe-se apenas "aos filhos do rei" e aos nobres como forma de garantir a continuidade do poder à nobreza.
Encontramos então, a existência de uma definição de classes sociais com relação entre "domínio – produção" e "cultura – trabalho" ( classe dominante – classe dominada ). A classe dominante possuidora das técnicas de dominação e a classe dominada possuidora das técnicas de produção.
Fonte: www.angelfire.com