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Bário

Ba

Elemento reativo branco prateado pertencente ao grupo dos metais alcalinos terrosos da Tabela Periódica. Z = 56; configuração eletrônica: [Xe]6s2; MA = 137,34; d = 3,51g.cm-3; PF = 725°C, PE = 1640°C. Ocorre na natureza nos minerais barita (BaSO4) e witherita (BaCO3). A extração é por redução a alta temperatura do óxido de bário com alumínio ou silício a vácuo ou por eletrólise do cloreto de bário fundido. Por ser altamente reativo, o metal é usado em sistemas de vácuo para se combinar quimicamente com gases residuais e aumentar o vácuo. Ele se oxida rapidamente no ar e reage com etanol e água. Compostos solúveis de bário são extremamente venenosos. Ele foi identificado em 1774 por Karl Scheele e extraído por Humphry Davy em 1808.

Bário
Amostra de barita, BaSO4. Encontrado no Brasil

América do Norte e Europa.

Bário
Pedras facetadas de barita

BaSO4. Nos planos de clivagem, seu brilho é semelhante ao da madrepérola.

Bário
Pedras facetadas de witherita, BaCO3. O pós de witherita é venenoso.

Fonte: www.cdcc.sc.usp.br

Bário

Observado já no princípio do século XVII na baritina, o bário despertou interesse devido à fosforescência que apresenta quando calcinado, no escuro, em presença de combustíveis.
Bário é um elemento químico metálico, de símbolo Ba, pertencente ao grupo IIa da tabela periódica. Metal branco-prateado, parecidíssimo com o cálcio, porém mais enérgico em suas reações, o bário se oxida rapidamente no ar, inflamando-se quando finamente dividido, e por isso deve ser guardado em hidrocarbonetos líquidos, livres de oxigênio. É mais reativo do que os homólogos que o precedem e decompõe o álcool e a água. Tem mais de 16 isótopos, sendo sete deles encontrados na natureza.

O bário ocorre sempre em forma de baritina (BaSO4) ou de viterita (BaCO3); conhece-se, também, o psilomelano (óxido de bário e manganês), de menor importância no Brasil. A baritina ocorre em Minas Gerais, Paraná, Paraíba e Bahia, onde existe a maior mina do mundo, com cerca de 2.000.000 de toneladas. O bário metálico é preparado pela eletrólise do seu cloreto fundido. Pode ser obtido também pela redução de seu óxido por silício de alumínio, a 1.200º C, em vácuo.

Alguns compostos de bário, como a baritina, são utilizados em pigmentos e contrastes para exames com raios X e na fabricação de vidros. É usado também como umedecedor na perfuração de poços de petróleo e na fabricação de borracha e papel. Os sais de bário, geralmente insolúveis, são tóxicos.

Fonte: biomania.com

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