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Magnetismo

O magnetismo é uma força de atração ou replusion que atua à distância. É devido a um campo magnético, que é causada pelo movimento de partículas carregadas eletricamente. Também é inerente objetos magnéticos, tais como um íman.

Um ímã é um objeto que apresenta um forte campo magnético e atrair materiais como ferro-lo. Ímãs têm dois pólos, chamados de norte (N) e Sul (S) pólos. Dois ímãs serão atraídos por seus pólos opostos, e cada um irá repelir o pólo como do outro ímã. Magnetismo tem muitos usos na vida moderna.

Perguntas que você pode ter são:

O que é o campo magnético?
O que é uma força magnética?
Qual é a relação entre magnetismo e eletricidade?

Campo magnético

Um campo magnético é constituído por linhas imaginárias de fluxos provenientes de mover ou girar partículas eletricamente carregadas. Exemplos incluem a rotação de um protão e o movimento dos electrões através de um arame de um circuito eléctrico.

O que um campo magnético na verdade consiste de um pouco de um mistério, mas sabemos que é uma propriedade especial do espaço.

Magnetismo
Campo magnético ou linhas de fluxo de partículas carregadas em movimento

Os nomes dos pólos

As linhas de fluxo de fluxo magnético de uma das extremidades do objeto para o outro. Por convenção, chamamos uma extremidade de um objeto magnético N ou Norte em busca de pólo e outro, o S ou do Sul em busca de pólo, em relação ao Norte da Terra e os pólos magnéticos do sul. O fluxo magnético é definida como movendo-se a partir de N a S.

Nota: A Terra não segue a configuração magnética na ilustração aboce. Em vez disso, as linhas de fluxo são opostas a partir de uma partícula carregada em movimento.

Ímãs

Embora as partículas individuais como os electrões podem ter campos magnéticos, objetos maiores, tais como um pedaço de ferro também pode ter um campo magnético, tal como uma soma dos campos das suas partículas. Se um objeto maior apresenta uma suficientemente grande campo magnético, é chamado um ímã.

Força magnética

O campo magnético de um objeto pode criar uma força magnética sobre outros objetos com campos magnéticos. Essa força é o que chamamos de magnetismo.

Quando um campo magnético é aplicado a uma carga eléctrica em movimento, tal como um protão em movimento ou a corrente eléctrica no fio, a força sobre a carga é chamada de força de Lorentz.

Atração

Quando dois imans ou objetos magnéticos estão próximos uns aos outros, existe uma força que atrai os pólos juntos.

Magnetismo
Força atrai N a S

Ímãs também atraem fortemente materiais ferromagnéticos, como o ferro, níquel e cobalto.

Repulsão

Quando dois objetos têm como pólos magnéticos frente para o outro, a força magnética empurra-los.

Magnetismo
Força empurra objetos magnéticos além

Ímãs também pode fracamente repelir materiais diamagnéticos.

Campos magnéticos e elétricos

Os campos magnéticos e elétricos são ambos semelhante e diferente. Eles também estão inter-relacionados.

Cargas elétricas e magnetismo semelhante

Assim como o lado positivo (+) e negativo (-) cargas elétricas se atraem, os pólos N e S de um ímã atraem-se mutuamente.

Em eletricidade como cargas se repelem, e no magnetismo como pólos se repelem.

Cargas elétricas e magnetismo diferente

O campo magnético é um campo dipolar. Isso significa que cada ímã deve ter dois pólos.

Por outro lado, um positivo (+) ou negativo (-) carga elétrica pode ficar sozinho. Cargas elétricas são chamados monopolos, uma vez que pode existir sem a carga oposta.

Resumo

O magnetismo é uma força que atua à distância e é causada por um campo magnético. A força magnética atrai fortemente um pólo oposto de outro ímã e repele um pólo como. O campo magnético é similar e diferente de um campo eléctrico.

Ron Kurtus

Fonte: www.school-for-champions.com

Magnetismo

O que é o magnetismo?

O magnetismo termo descreve a força de repulsão e atração entre as diferentes substâncias, tais como ferro e outros metais. Em magnetismo, o movimento de partículas carregadas é responsável pela atração ou repulsão entre as substâncias. Objetos que são atraídos para o outro ilustrar os princípios magnéticas de ferromagnetismo e paramagnetismo , enquanto diamagnetismo descreve a repulsão de campos magnéticos.

Um objeto que é comumente associado com o magnetismo é chamado um ímã, que produz um campo magnético estático.

Alguns dos tipos mais comuns de imans, tais como a variedade do refrigerador, são considerados permanentes devido à sua capacidade para gerar o seu próprio campo magnético.

Ímãs têm dois pólos: um ao norte (N) e um pólo sul (S). Os pólos de atrair ou repelir objetos usando a força magnética.

Quando dois ímans com pólos opostos estão próximos uns aos outros, a força magnética atrai los um ao outro. O oposto é verdadeiro quando pólos opostos estão em estreita proximidade. Ímãs também pode atrair vários objetos magnetizados. O comportamento dos objetos magnetizados na direção do ímã é determinada por material do objeto.

Os materiais tais como ferro, níquel e cobalto são fortemente atraídas para imans devido às suas propriedades ferromagnéticas. Substâncias como a platina, o alumínio e de oxigénio são considerados como sendo fracamente paramagnético e são atraídas por um íman. diamagnético materiais, incluindo o cobre, água e material plástico, são fracamente repelidos por ímans.

Objetos ferromagnéticos têm a maior força magnética dos três tipos magnéticos. Os ímãs do refrigerador são um bom exemplo de um objeto ferromagnético que é magnetizado por um campo magnético externo. Quando o campo é removido o íman permanece magnetizado. Os objetos que permanecem magnetizados são chamados de ímãs permanentes.

Ao contrário de ferromagnetismo, paramagnetismo só ocorre quando um campo magnético externo é aplicado a um objeto. Objetos paramagnéticos tendem a ter uma concha interna de elétrons incompleta que faz com que os elétrons desemparelhados para girar e órbita de uma maneira específica.

Para explicar mais detalhadamente: camadas eletrônicas descrever o conceito de um campo em torno de um átomo núcleo . Cada concha ou órbita só pode conter uma quantidade específica de elétrons. Estes reservatórios de electrões incompletos tendem a alinhar aleatoriamente e reforçar um campo aplicado, que é a razão paramagnetismo só pode ocorrer quando um campo magnético é presente.

Outra diferença entre os dois é que um objeto paramagnético não mantém qualquer magnetização quando a entidade de magnetização externa é tirado. A razão é que os objetos paramagnéticos são centenas de milhares de vezes mais fracas do que o material ferromagnético. Em contraste, os objetos diamagnéticos são repelidos pelo norte de um ímã e pólos sul. Materiais diamagnético criar um campo magnético oposto contra o campo magnético externo aplicado, causando um efeito repulsivo.

O que é o ferromagnetismo?

Ferromagnetismo é uma propriedade de um material em que as partículas chamadas momentos magnéticos organizar paralelos um ao outro, quando existe um campo magnético. Essas partículas permanecem no local mesmo quando o ímã é retirado. magnetismo ocorre em um nível atômico, com o campo ter um efeito direto sobre os elétrons em um átomo. Elétrons que giram em direções opostas podem ser na mesma órbita do átomo, e até mesmo alterar as órbitas, levando-os a ter uma repulsa mais forte. Chamado Coulomb repulsão, isto permite que os electrões a serem dispostos em paralelo e resulta na estrutura paralela dos materiais ferromagnéticos tais como o ferro e níquel.

A temperatura tem uma forte influência sobre materiais ferromagnéticos bem. Dependendo do material, torna-se paramagnético a uma determinada temperatura, em que os momentos magnéticos apontam em direções aleatórias. A ordem é rompida pela energia térmica. A que temperatura este fenômeno ocorre é determinada pelas equações derivadas do Curie -Weiss Lei de ferromagnetismo.

Em ferromagnetismo, um material não está completamente cheia com electrões paralelas. Existem domínios onde os electrões são dispostas como tal, mas a energia magnético total é também influenciada pela forma de um objeto, a partir do qual a energia é derivada magnetostático. Um material ferromagnético também é afetada pela estrutura atômica, então a energia magnetocristalina pode variar ao longo de diferentes eixos. Magnetostritivo energia é a que faz com que pequenas alterações no comprimento de materiais que, quando são magnetizados. Sempre que faz com que a energia magnética que a direção de magnetização para deslocar é chamado uma parede de domínio, que é observada em ferromagnetismo de estruturas cristalinas.

A capacidade dos materiais ferromagnéticos reverter para arranjos anteriores tem sido utilizado como base para a memória do computador. Memória de acesso aleatório (RAM) na década de 1970 usado de ferro para criar polares forças magnéticas que serviram como uma maneira de criar sinais binários durante o armazenamento de memória. A histerese é uma propriedade magnética utilizada para tirar vantagem do fato de a magnetização pode ser invertida ou não. Não está presente nos materiais ferromagnéticos que são reversíveis e retornar a um estado desmagnetizado quando os campos magnéticos são removidos.

Um íman permanente permanece magnetizado e, quando um campo suficientemente forte no sentido contrário ao da primeira é aplicado, pode inverter a polaridade. O momento em que isto ocorre não é dependente de valores matemáticos específicos, mas é representada por uma curva gráfica para a histerese.

Ferromagnetismo é que os materiais permaneçam magnetizado, devido à sua estrutura interna e é um dos mais estudados os princípios de magnetismo.

Fonte: www.wisegeek.com

Magnetismo

Magnetismo, um dos aspectos do eletromagnetismo, que é uma força fundamental da natureza que afeta os corpos carregados eletricamente. As forças magnéticas são produzidas pelo movimento de partículas carregadas, o que indica sua estreita relação com a eletricidade. O marco que une ambas as forças se denomina teoria eletromagnética. A manifestação mais conhecida do magnetismo é a força de atração ou repulsão que atua entre os materiais magnéticos, como o ferro. 

A unificação plena das teorias da eletricidade e do magnetismo se deve ao físico britânico James Clerk Maxwell, que predisse a existência de ondas eletromagnéticas e identificou a luz como um fenômeno eletromagnético.

Uma barra imantada ou um cabo que transporta corrente podem influenciar outros materiais magnéticos sem tocá-los fisicamente, porque os objetos magnéticos produzem um campo magnético que costuma ser representado por linhas de força. Esses campos agem sobre os materiais magnéticos e as partículas carregadas em movimento. 

Magnetismo
Imã

Uma das classificações dos materiais magnéticos divide-os segundo sua reação ante um campo magnético, em diamagnéticos (quando se induz neles um momento magnético de sentido oposto ao campo magnético), em paramagnéticos (quando o campo magnético aplicado alinha todos os momentos magnéticos já existentes nos átomos ou nas moléculas individuais que compõem o material) e em ferromagnéticos (os que, como o ferro, mantêm um momento magnético, inclusive quando o campo externo é nulo). 

Têm surgido numerosas aplicações do magnetismo e dos materiais magnéticos. O eletroímã, por exemplo, é a base do motor elétrico e do transformador. O desenvolvimento de novos materiais magnéticos tem influído notavelmente na revolução dos computadores. Também são componentes importantes das fitas e discos para armazenar dados. Os trens de levitação magnética usam poderosos ímãs para flutuar acima dos trilhos e evitar o atrito. No exame mediante ressonância magnética nuclear, uma importante ferramenta de diagnóstico empregada pelos médicos, utilizam-se campos magnéticos de grande intensidade. Os ímãs supercondutores são empregados nos aceleradores de partículas mais potentes. 

Eletroímã, dispositivo que consiste em um solenóide (uma bobina cilíndrica de arame), em cujo interior coloca-se um núcleo de ferro. Se uma corrente elétrica percorre a bobina, cria-se um forte campo magnético no interior, paralelo ao eixo.
Os eletroimãs são muito usados em aplicações tecnológicas. São empregados em freios e embreagens eletromagnéticos e para levantar ferro e sucata. 

Trem de levitação magnética Maglev, veículo de alta velocidade que levita sobre um trilho chamado de trilho-guia e é impulsionado por campos magnéticos (Magnetismo). A tecnologia de trens de levitação magnética já pode ser utilizada para trajetos urbanos a velocidades médias (menos de 100 km/h). Mas o maior interesse recai sobre os sistemas Maglev de alta velocidade, que poderão proporcionar velocidades superiores a 500 km/h quando os problemas tecnológicos estiverem resolvidos. 

Distinguem-se duas abordagens diferentes quanto aos sistemas de trens de levitação magnética. A primeira, denominada suspensão eletromagnética (EMS), usa eletroímãs convencionais, situados nos extremos de um par de estruturas sob o trem. O segundo desenho, denominado suspensão eletrodinâmica (EDS), usa a força de oposição que se produz entre os ímãs do veículo e as bandas ou bobinas elétricas do trilho-guia para fazer o trem levitar. Ambos os sistemas utilizam uma onda magnética que se desloca pelo trilho para proporcionar energia ao trem enquanto este está suspenso sobre o trilho. 

Radiação eletromagnética, ondas produzidas pela oscilação ou aceleração de uma carga elétrica. Essas ondas têm componentes elétricos e magnéticos. Por ordem decrescente de freqüência (ou crescente de comprimento de onda), o espectro eletromagnético é composto por raios gama, raios X ‘duros’ e ‘moles’, radiação ultravioleta, luz visível, raios infravermelhos, microondas e ondas de rádio. Não necessitam de um meio material para propagar-se e se deslocam no vazio a uma velocidade de c = 299.792 km/s. Apresentam as propriedades típicas do movimento ondulatório, como a difração e a interferência. O comprimento de onda (ë) e a freqüência (f) das ondas eletromagnéticas, sintetizados na expressão ë • f = c, são importantes para determinar sua energia, sua velocidade e seu poder de penetração.

Fonte: www.colegioweb.com.br

Magnetismo

O QUE É O MAGNETISMO ?

É uma propriedade da matéria manifestada por algumas substâncias.

Desde a Antiguidade que os chineses conheciam esta propriedade e a utilizavam em bússolas que usavam para se orientarem nas suas deslocações, nomeadamente militares, já que as agulhas magnéticas se orientam no sentido do eixo terrestre Norte-Sul magnético, que é próximo do eixo terrestre Norte-Sul geográfico.

O nome de magnetismo resultou do nome de Magnésia , cidade da Ásia Menor (onde hoje é a Turquia), onde existia na Antiguidade um minério chamado magnetite (também chamada pedra-íman ou pedra magnética) que possuía a propriedade de atrair objetos ferrosos à distância (sem contato físico).

O QUE É UM CAMPO MAGNÉTICO ?

Campo magnético é uma região do espaço onde se manifesta o magnetismo, através das chamadas ações magnéticas. Estas ações verificam-se à distância e apenas algumas substâncias são influenciadas pelo campo magnético. Por exemplo, o cobre não tem propriedades magnéticas. Pelo contrário, os materiais ferrosos são fortemente influenciados. As substâncias que têm propriedades magnéticas chamam-se, por isso, ferromagnéticas.

Chama-se íman a um objeto com propriedades magnéticas.

Verifica-se que um íman possui duas zonas distintas, que se chamam pólos magnéticos. Designam-se por pólo Norte e pólo Sul. Se aproximarmos pólos do mesmo nome, eles repelem-se. Se forem de nomes contrários, atraem-se.

Magnetismo
Campo magnético

É possível visualizar a ação das forças num campo magnético, deitando limalha de ferro sobre uma folha de papel, por baixo do qual existe um íman.

Magnetismo
Espetro magnético

Com base na observação do espetro magnético, é fácil imaginar linhas de força, ao longo das quais se orientam as partículas de limalha de ferro. São as linhas de força do campo magnético. Um material magnético como, por exemplo, uma agulha magnética, que se coloque nesta zona orienta-se de acordo com os sentidos das forças indicados atrás, de forma que as linhas de força entram pelo seu pólo Sul e saem pelo seu pólo Norte.

Fonte: elektron.no.sapo.pt

Magnetismo

O mais antigo livro de Medicina que se conhece, escrito cerca de 1000 anos antes de Cristo — o "Livro de Medicina Interna do Imperador Amarelo" — faz referência ao uso do magnetismo nas artes da cura. Há evidências, em obras hindus, egípcias e persas, de que as propriedades da magnetita eram conhecidas mesmo em épocas ainda mais remotas.

Quando se descobriu a eletrização por atrito, começou-se a suspeitar de uma possível relação entre esse fenômeno e o magnetismo, já que ambos apresentavam a característica da atração. Mas não existiam meios para investigar se a suposição tinha fundamento.

Tendo observado que pedaços de magnetita, quando em formas mais ou menos semelhantes a cilindros ou barras, apresentavam a tendência de se orientar na direção (aproximada) norte-sul, os chineses inventaram a bússola. Originalmente as bússolas não possuíam indicadores delgados como as atuais "agulhas imantadas"; tinham uma base em feitio de tigela rasa, sobre a qual repousava uma "concha de sopa" feita de magnetita. Essa concha era construída de tal maneira que o cabo não se apoiava na beirada da tigela, mas ficava livre para se mover, e sempre acabava apontando no sentido sul.

Nos séculos seguintes descobriram-se alguns fatos intrigantes: os ímãs (que nada mais eram do que os tais cilindros ou barras de magnetita) dispõem de "pólos", em número de dois, e opostos.

O comportamento de dois ímãs, ao serem aproximados, depende dos tipos de pólos em aproximação: os opostos se atraem e os semelhantes se repelem.

E talvez o maior mistério de todos: não se podem obter pólos isolados ("monopolos magnéticos")! Sempre que um ímã é quebrado, instantaneamente aparecem pólos opostos nas extremidades partidas. Cada fragmento do ímã original é também um ímã completo, não importando em quantos pedaços tenha sido quebrado — ou esmigalhado — o primeiro.

A relação entre eletricidade e magnetismo, comprovada em 1820, autorizou Ampère a sugerir a existência de correntes elétricas microscópicas e permanentes na matéria imantada.

Quanto ao fenômeno da orientação espontânea na direção (aproximada) norte-sul, a hipótese de que o planeta Terra é um grande ímã, como sugeriu William Gilbert, parece razoável: uma vez que pólos diferentes se atraem, o sul magnético da Terra atrai o norte do ímã, e vice-versa.

Maricourt batizou os pólos do ímã de acordo com o sentido para o qual apontavam; concluimos então que o norte geográfico corresponde (aproximadamente) ao sul magnético da Terra, e vice-versa. Só falta descobrir o que está provocando o magnetismo do planeta.

Por volta de 1600 Gilbert ainda pensava em "eflúvios" na tentativa de entender o magnetismo, mas, um século depois, idéias semelhantes a essa estavam banidas do pensamento científico devido ao prestígio da obra publicada por Isaac Newton em 1687, Philosophiae Naturalis Principia Mathematica (Princípios Matemáticos da Filosofia Natural), um tratado de Mecânica Clássica que incluía a Teoria da Gravitação Universal.

Essa teoria, que teve grande sucesso em explicar fenômenos até então incompreendidos, passou a ser aceita livremente, e a filosofia na qual se baseava acabou sendo estendida a campos não abrangidos por ela, como por exemplo a Eletricidade e o Magnetismo.

O fato é que a Teoria da Gravitação Universal de Newton supunha a atração gravitacional como uma força que agia à distância — ou seja, sem necessidade da existência de coisa nenhuma entre os dois corpos em interação. Dispensava eflúvios, almas, ou qualquer coisa que emanasse dos objetos. Bastava haver um corpo de massa m1 aqui, outro de massa m2 ali, e pronto! os dois atraíam-se instantaneamente com uma força proporcional ao produto das massas, e inversamente proporcional ao quadrado da distância.

A respeitabilidade (até hoje indiscutível) dos trabalhos de Newton influenciou o modo de pensar dos outros estudiosos, e foram elaboradas fórmulas parecidas com a da Lei da Gravidade tanto para as interações magnéticas (John Michell, 1750) quanto para as interações elétricas (Augustin Coulomb, 1785). Hoje se sabe que essas expressões — baseadas não só na Mecânica de Newton como também em cuidadosas medições — não estão erradas; no entanto (como a própria teoria em que foram inspiradas), são úteis em um número limitado — embora grande — de casos, não tendo validade universal.

As evidências da correlação entre eletricidade e magnetismo, obtidas por Oersted, Faraday e outros, eram experimentais (fundamentadas em experiências), sem sustentação em nenhuma teoria que lhes desse legitimidade matemática. Essa teoria — o Eletromagnetismo — foi construída depois por James Clerk Maxwell, que se baseou principalmente nos experimentos de Faraday, e na sua própria criatividade e erudição.

USO DO MAGNETISMO PELOS POVOS ANTIGOS

Existem indícios, na antiga literatura de vários povos (hebreus, árabes, hindus, egípcios e chineses), de que o fenômeno do magnetismo é conhecido há alguns milhares de anos.

A magnetita era usada com finalidades terapêuticas; as doenças tratadas iam desde reumatismo e espasmos musculares (câimbras) até prisão de ventre. Os médicos chineses usavam as pedrinhas magnéticas juntamente com a acupuntura, na tentativa de aliviar dores e de restabelecer a saúde de seus pacientes.

Quando a bússola foi inventada, seu uso não se destinava à orientação dos viajantes, mas sim à prática do Feng Shui, uma arte chinesa exercida ainda hoje. Os praticantes do Feng Shui acreditam que a construção de edifícios, túmulos e monumentos, e também a disposição dos móveis e objetos dentro destes, devem obedecer a uma certa orientação em relação aos pontos cardeais. O objetivo é harmonizar os ambientes para a obtenção de bem-estar e felicidade.

Atualmente comercializam-se muitos objetos magnéticos para tratamento de saúde: braceletes, calçados, adesivos, colchões, etc. Porém não há, até agora, nenhuma evidência científica (isto é, obtida por meio do "método científico") de que esses métodos sejam realmente eficazes.

Fonte: www.geocities.com

Magnetismo

O magnetismo estuda os objetos que tendem atrair ou repelir outros elementos. Os primeiros indícios de pesquisas a esse respeito se deram na Grécia Antiga.

Porém, o interesse só começou a ser fomentado a partir do século XIII. Há historiadores que afirmam ter começado com Tales de Mileto, em uma de suas viagens, chegou até a província da Magnésia, onde, possivelmente, foi descoberto o elemento com propriedades magnéticas.

A partir do século XIII, surgiram as bússolas, que eram utilizadas em viagens. Esses aparatos continham atributos do magnetismo. Mais de oito séculos se passaram até que os cientistas se atentassem a esse elemento. Oersted e Maxwell conseguiram discorrer sobre o assunto, tanto no desenvolvimento teórico, quanto no conhecimento empírico.

O magnetismo não pode ser estudado separadamente do eletromagnetismo, uma vez que ambos têm propriedades do movimento dos elétrons. A tecnologia do magnetismo é utilizada em motores, transformadores, dínamos, em geral, nos equipamentos eletrônicos. Os materiais magnéticos são atraídos, principalmente, pelos elementos ferrosos. O objeto que está presente no cotidiano das pessoas e que representa muito bem a propriedade magnética são os ímãs.

São chamados de paramagnéticos os elementos atraídos pela ação dos ímãs.

Esse fenômeno pode ser explicado da seguinte forma: os elétrons em posições diferentes se deslocam na direção do campo magnético que, como em consequência, perdem a força, o que diminui a energia. Os ferromagnéticos, pelo contrário, mantêm-se emparelhados e são fortemente atraídos pelos ímãs.

Materiais como: ferro, níquel e o cobalto são exemplos de ferromagnéticos.

Os ímãs são elementos que possuem dois polos (norte e sul). Um deles, carregado negativamente e o outro positivamente. Ainda que o ímã seja desmembrado em duas partes, ambas continuarão com as extremidades norte e sul, ou seja, esse material é impossível de ser dividido.

Voltando à ideia da bússola, o cientista, Hans Oersted, através de um experimento com uma agulha e uma pilha elétrica, viu que o mecanismo apontava para o norte. No mesmo período, mais dois pesquisadores descobriram novas propriedades. Domingos Françoise Arago e André-Marie Ampère, criaram, após estudos, o eletroímã (gerador de campo magnético). Com isso, desenvolveram as pesquisas sobre a eletrodinâmica.

Andre-Marie Ampère e publicou uma teoria a respeito da existência de partículas elementares (pequenas partículas que formam outras maiores), mas ele nunca conseguiu provar que tais materiais existem. No entanto, as pesquisas continuaram e, no século XIX, Michael Faraday e James Clark Maxwell conseguiram avançar no eletromagnetismo, eletrodinâmica e na força eletromagnética.

Mais adiante, Joseph John Thomson descobriu, em 1897, os raios catódicos, na presença de um campo elétrico. Deu-se a descoberta dos elétrons. Esses raios são responsáveis pela imagem das telas de microcomputadores e televisores. Hoje, a tecnologia está bem mais avançada. A presença dela é muito forte em caixas eletrônicos, nos alto-falantes. Porém, estamos em um período de pesquisas bem avançadas e os antigos tubos de imagem da televisão são substituídos pelos cristais líquidos, famosos monitores de LCD.    O fenômeno chamado de fluxo magnético é responsável por medir o magnetismo, considerando a  força e a extensão dele, no campo magnético, sobre uma plataforma. Esse estudo foi desenvolvido pelo cientista Michael Faraday. Por meio de suas experiências, percebeu que, ao analisar que uma força eletromotriz, ou voltagem, aparecia no circuito, acontecia alteração de valor no fluxo magnético. Além disso, pode ver que essa força aumentava sua rapidez de acordo com a variação do fluxo. Esse fenômeno, denominou-se indução elertomagnética ou Lei da Faraday da indução eletromagnética.

Faraday criou a seguinte fórmula, através de suas observações:

? = B . A cos ?

Sendo ?, o fluxo; a letra B, o vetor de indução magnética; a letra A, a área da espira, e o cosseno do ângulo ?.

Aplicações do Eletromagnetismo

A parte prática dos estudos acerca do eletromagnetismo pode ser vista em vários aparelhos usados no dia a dia. Quando você chega em casa e o estômago avisa que está na hora de comer, mas você quer ter um alimento quente, rapidamente, pode usar o micro-ondas. Ele, o tempo inteiro, gera campos elétricos que oscilam no tempo.

No momento que você precisa entrar em contato, seja com um ente querido, com a pessoa amada, um parente distante ou um amigo, não é necessário procurar o telefone público, se for possuidor de um telefone móvel. O aparato tecnológico faz parte do nosso dia a dia e tem muita gente que diz não conseguir viver sem ele. Os celulares captam e geram campos eletromagnéticos, através de ondas. Isso permite as comunicações à longa distância.

Aquelas chapas pretas que encontramos em casas modernas, capazes de absorver a energia solar, por incrível que pareça, recebem ondas eletromagnéticas: elas recebem a energia dos raios solares e convertem em energia elétrica. Um ótimo contribuinte para o meio ambiente, uma vez que a energia é limpa.

Nas grandes cidades, existem prédios enormes chamados de arranha céu. Muitos deles chegam a mais de 50 andares. Para subir todos esses andares, só com um preparo físico invejável. Mas, como nem todos podem se preparar – ainda mais para subir escadas – pessoas bem legais criaram os elevadores. Do mesmo modo, o eletromagnetismo entra também em instrumentos usados na medicina, para os cirurgiões, nas máquinas de ressonância e outros.

Fonte: eletromagnetismo.info

Magnetismo

William Gilbert, médico particular da rainha Elizabeth I da Inglaterra, interessou-se pela natureza dos fenômenos magnéticos da matéria e descreveu corretamente a Terra como um gigantesco ímã, cujos pólos magnéticos coincidem de modo aproximado com os de seu eixo de rotação. No entanto, suas tentativas de explicar os movimentos planetários como resultantes de forças magnéticas fracassaram e só mais de meio século depois Isaac Newton os atribuiria à força de gravitação.

Magnetismo é o fenômeno físico que consiste nas forças de atração e repulsão exercidas por certos metais, como o ferro-doce, o cobalto e o níquel, devido à presença de cargas elétricas em movimento. Dá-se também esse nome à disciplina da física que estuda a origem e as manifestações de tais fenômenos magnéticos.

História

As civilizações antigas conheciam a magnetita, mineral que atrai o ferro. Até o início do século XVII tais fenômenos não haviam sido estudados de forma sistemática, o que foi feito pela primeira vez por William Gilbert, autor de De magnete (1600; Sobre os ímãs), que enunciou suas propriedades fundamentais e descobriu o campo magnético terrestre utilizando bússolas rudimentares.

No final do século XVIII, Charles-Augustin de Coulomb elaborou para a magnetostática leis semelhantes às que regiam os movimentos de atração e repulsão entre cargas elétricas em repouso. Assim, postulou que uma força magnética era diretamente proporcional a grandezas que denominou unidades de magnetização, ou intensidades de pólo magnético, e inversamente proporcional ao quadrado da distância que separa os objetos imantados.

No século XIX, em decorrência dos experimentos realizados pelo dinamarquês Hans Christian Ørsted e pelo britânico Michael Faraday, e das expressões matemáticas do britânico James Clerk Maxwell, unificaram-se as leis da eletricidade e do magnetismo e este passou a ser considerado uma manifestação das cargas elétricas em movimento.

Fundamentos físicos

Tradicionalmente, em física estudam-se dois tipos de fontes de fenômenos magnéticos: os ímãs e as cargas livres nos condutores, que transmitem uma corrente elétrica. Denomina-se campo magnético à perturbação sofrida pelo espaço próximo a uma dessas fontes magnéticas. A magnitude fundamental do campo magnético é a indução de campo, representada habitualmente pelo símbolo B e dotada de caráter vetorial, já que depende tanto de seu valor numérico como da direção e sentido de máxima variação do campo. O vetor intensidade de campo magnético B é definido como uma derivação da indução magnética, e a razão pela qual possui a denominação reservada normalmente aos vetores básicos de campo é puramente histórica.

A detecção de um campo magnético em um meio é feita pela influência que exerce sobre uma bússola ou carga elétrica em movimento. Assim, pode-se definir a indução de campo magnético como a força que este exerce perpendicularmente sobre uma carga unitária de velocidade, também igual a um.

A expressão matemática desta relação, chamada de Lorentz, é:

F = q v x B

em que a força F, a velocidade v e a indução B possuem caráter vetorial, a carga q é um número positivo ou negativo, e o símbolo x representa um produto vetorial que significa que a força resultante é perpendicular tanto à velocidade da partícula carregada como ao campo magnético visto como um conjunto de linhas na direção do vetor B em cada ponto do espaço.

A unidade fundamental de indução magnética no sistema internacional é o tesla, equivalente à unidade de força definida por unidade de carga e de velocidade. O gauss representa um dez mil avos do tesla e constitui a unidade básica no sistema CGS (centímetro, grama, segundo).

Também relevante no estudo do magnetismo é o chamado fluxo magnético, representado graficamente por linhas de indução através das quais se define a unidade de fluxo. Assim, um campo magnético de indução B de um tesla é representado como uma linha de indução por metro quadrado, denominada weber. A indução corresponde ao fluxo por unidade de superfície perpendicular ao campo e é também chamada densidade de fluxo. Além do weber, unidade internacional, emprega-se também como unidade de fluxo do sistema eletromagnético o maxwell, segundo  a relação 1 weber = 108 maxwells.

A estrutura elétrica mais simples que se pode conceber é uma carga isolada, de modo que duas cargas de sinais contrários formam um dipolo elétrico, caracterizado por um momento de força ou magnitude física equivalente à que provoca o giro de uma barra rígida apoiada em um ponto fixo. Por analogia, definem-se os dipolos magnéticos, formados por dois pólos (norte e sul) que geram perturbações específicas acentuadas a seu redor, as quais se transmitem ininterruptamente entre ambos. A inexistência, porém, desses pólos magnéticos isolados constitui um dos aspectos fundamentais da ciência do magnetismo.

Em escala microscópica, o campo magnético mais simples é o produzido pelo movimento de rotação dos elétrons em torno de si mesmos. Esse fenômeno, conhecido como spin, é representado na física quântica pelos números +1/2 e -1/2, de acordo com o sentido do giro do elétron.

Tipos de magnetismo

A física considera a existência de três tipos de material, segundo seu comportamento em presença de campos magnéticos:

1) substâncias ferromagnéticas, como o ferro, o cobalto, o níquel, o gadolínio, o disprósio e as ligas, minerais e derivados desses elementos, que ficam permanentemente imantadas ainda que se retire o agente do campo

2) substâncias paramagnéticas, que apresentam uma imantação temporária e tênue, que desaparece ao eliminar-se o campo; (3) substâncias diamagnéticas, que são repelidas pelos ímãs de forma indiscriminada.

A explicação desses comportamentos é dada pela física microscópica, segundo a qual a maioria das substâncias apresenta diamagnetismo ou atividade magnética nula na ausência de perturbações externas. O ferromagnetismo e o paramagnetismo são fenômenos determinados pela existência prévia de uma orientação generalizada dos campos magnéticos eletrônicos ou spins, que se reforça temporária ou permanentemente sob a influência dos ímãs.

Magnetismo terrestre

O campo magnético terrestre, detectável por uma simples bússola, possui duas peculiaridades: sua irregularidade, dependente da latitude; e sua mudança gradual no tempo, conseqüência da variação contínua do eixo magnético. Segundo a teoria dinâmico-magnética, a origem do magnetismo terrestre está nas correntes elétricas do núcleo metálico do planeta, e sua variabilidade indica que esse núcleo encontra-se em movimento, de modo que os rios de metal fundido assumem o papel de espirais condutoras que criam campos magnéticos.

Fonte: www.biomania.com.br

Magnetismo

Magnetismo é o ramo da Física que estuda os materiais magnéticos, ou seja, que estuda materiais capazes de atrair ou repelir outros.

A primeira referência conhecida sobre uma substância capaz de atrair outras é a de Tales de Mileto. Segundo ele os habitantes de Magnésia, uma região da Grécia, conheciam um material com tal propriedade.

Mas esse fenômeno nunca despertou um grande interesse, até o século XIII, quando a bússola passou a ser usada. Algumas pessoas tentaram explicar o magnetismo durante essa época, mas só no século XIX, quando Oersted iniciou o Eletromagnetismo e Maxwell formulou leis que descreviam esses fenômenos, que um estudo mais completo se iniciou.

Atualmente, estudar isoladamente o magnetismo e o eletromagnetismo não faz muito sentido. Materiais magnéticos são amplamente utilizados em motores, transformadores, dínamos, bobinas, etc, ou seja, em equipamentos elétricos e o próprio magnetismo é explicado em termos do movimento dos elétrons.

O magnetismo está intimamente ligado ao movimento dos elétrons nos átomos, pois uma carga em movimento gera um campo magnético. O número e a maneira como os elétrons estão organizados nos átomos constituintes dos diversos materiais é que vai explicar o comportamento das substâncias quando sobre influência de um campo magnético de uma segunda substância (leia sobre a Teoria dos Spins).

A maneira para determinar se um material é magnético ou não é colocá-lo sobre a influência de um campo magnético (campo criado pelo movimento de cargas elétricas). Se aparecerem forças ou torques, se trata de uma substância magnética. Isso é verdadeiro para todas as substâncias, mas em algumas o efeito é bem mais evidenciado, e essas são chamadas de magnéticas.

Materiais diamagnéticos são aqueles que são repelidos pelos ímans. O campo magnético gerado pelo imã faz com que o movimento dos elétrons se altere, como se uma corrente elétrica estivesse passando pelo material, e assim gerando um outro campo magnético. Esse campo se alinha em direção oposta ao do imã, e isso causa a repulsão.

Os paramagnéticos são os materiais que são atraídos pelos imãs. Eles possuem elétrons desemparelhados que se movem na direção do campo magnético, diminuindo a energia. Sem a influência do campo, o material mantém os spins de seus elétrons orientados aleatoriamente. Essa última frase é a que diferencia as substâncias paramagnéticas das ferromagnéticas. Essas últimas mantêm os spins de seus elétrons alinhados da mesma maneira, mesmo que sejam retiradas da influência do campo magnético. Esse alinhamento produz um outro campo e por isso materiais ferromagnéticos são usados para produzir magnetos permanentes.

Materiais ferromagnéticos são: O Ferro, o Níquel, o Cobalto e ligas que contenham, pelo menos um desses elementos.

Os materiais diamagnéticos e paramagnéticos costumam ser classificados como não-magnéticos, pois seus efeitos, quando sob influência de um campo magnético, são muito pequenos. Já os ferromagnéticos são as substâncias magnéticas.

É importante saber que campos magnéticos são diferente de campos elétricos. Como já explicado, o primeiro se origina do movimento de cargas elétricas, enquanto que o campo elétrico surge apenas com uma carga, não importando seu momento. O campo magnético é perpendicular ao campo elétrico.

Fonte: pt.wikipedia.org

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