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Burj Al Arab

 

Burj Al Arab

Burj Al Arab é um arranha-céu, atualmente é o 18.º arranha-céu mais alto do mundo e foi o hotel mais alto do mundo, com 321 metros (1.053 pés), perdendo esse título para o Rose Rotana Suites, com 330 metros de altura. Edificado na cidade de Dubai, Emirados Árabes Unidos, foi concluído em 1999 com 60 andares, também sendo um dos maiores hotéis do mundo.

Sendo classificado como um hotel de 7 estrelas, ganhando o título de ser o hotel mais luxuoso da face da terra. Tendo também um restaurante que serve qualquer coisa que você quiser, caso eles não tenham no cardápio eles mandam buscar em qualquer parte do mundo. Com comidas diversificadas típicas de qualquer país é uma excelente estadia para quem tem como pagar a diária.

O interior do Hotel é magnífico, dando uma visão até o topo do prédio, e com uma escada com água em cascata e com jatos da mesma que formam um show à parte. Na entrada existe uma fonte de água que com técnicas de última geração, utilizando oxigênio, eles conseguem manter a água pegando fogo! A diária do mesmo varia, podendo chegar a 14.000 dólares.

Fonte: www.geocities.com

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Você já dormiu na torre Eiffel? Já jantou no Big Ben? Quem sabe, fez um spa no alto do Empire State? Claro que não. Mas agora, você vai conhecer a sensação de fazer tudo isso num ícone, num símbolo de um país, de uma cidade. E de um estado de espírito. Neste lugar mágico, você não fica hospedado num hotel, mas num ícone. Bem-vindo ao Burj Al Arab, o mais espetacular hotel do mundo.

Os Emirados Árabes Unidos S.A. formam uma nação-empresa composta por sete pequenos emirados que, à exceção de Abu Dhabi, não nadam em petróleo. Uma geração atrás, um punhado de clãs ainda se dividiam sob o jugo colonialista britânico, enfrentando-se em atávicos feudos tribais. Junto com a independência, veio o bom senso. Em 1971, selaram uma trégua que, apesar de algumas tensões e ciúmes aqui e acolá, perdura até hoje.

A estabilidade política contribuiu para que a economia do pequeno país (aproximadamente do tamanho dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, somados) decolasse. Desde então, os Emirados arrancaram da areia do deserto para se converterem na mais dinâmica economia do mundo, com taxas anuais de crescimento acima de 16%.

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Dentre todos os Emirados, Dubai foi o que mais ousou. O Sheik Rashid, seu monarca e artífice do modelo Capitalismo-Com-Turbante, vislumbrou um futuro brilhante para o Emirado. Apegando-se às tradições de seu passado milenar, Dubai traz em seu DNA a tradição de ser o centro de comércio da região.

Sob as ordens de Rashid, em pouco mais de duas décadas, a cidade transformou-se de pequeno e sonolento porto num centro econômico, comercial e financeiro de alcance global, com 2.6 milhões de habitantes, 80% dos quais estrangeiros.

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Talvez esteja aí a grande diferença de Dubai com o resto de nossa civilização ocidental: a visão otimista dos Sheiks, para quem o futuro é um lugar muito melhor que o presente. Futuro que precisa ser construído rápido - e bem. "Busque a excelência. Ao encontrá-la, faça-a ainda melhor" ensinava Sir Henry Royce. Poderia perfeitamente servir de slogan para os Emirados e para oseu hotel mais luxuoso, o Burj Al Arab.

Não há check-in: os hóspedes são recebidos na porta do avião, no aeroporto de Dubai, por um funcionário que se encarrega de todas as formalidades de imigração e alfândega. A única preocupação de quem chega é embarcar no Rolls Royce ou BMW Série 7 - (opção pode ser helicóptero) que vai levá-lo à essa jóia arquitetônica de 321 metros de altura, 15º edifício mais alto do mundo, construído numa ilha artificial de 150m de diâmetro.

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No meu caso, eram quase duas horas da manhã quando o Rolls-Royce encostou em frente à magnífica torre em forma das velas dos Dhonis, barcos mercantes árabes. Seis pessoas me saudaram pelo nome e, segundos depois, já estava no 21º andar, recebendo as atenções da alemãzinha Sabine, minha personal manager, secretária particular e chefe-do-cerimonial pelas 48 horas seguintes.

Entrei na suíte mais pobrezinha do hotel, 169 metros quadrados com mais ouro, badulaques e brilhos que amante de deputado. Na entrada, um escritório completo, computador plugado na internet, fax, impressora. Uma sala de estar e home-theater. O Mini Bar não é mini coisa nenhuma e somente conta com garrafas full size. Há ainda um lavabo maior que o banheiro da minha casa e uma despensa.

À direita da entrada, uma escada que deve ter sido retirada do set de E O Vento Levou, conduzia ao andar superior: suíte, um closet de proporções suficientes para Dasluzete nenhuma botar defeito. O banheiro, com metragem mais apropriada para uma estação rodoviária, completava as modestas instalações. Se você acha pouco, fique tranquilo: as duas suítes reais do Burj Al Arab têm 780 metros quadrados, cada uma.

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Malas? A última vez que as ví estavam na esteira do aeroporto. Elas agora pertenciam a Nagesh, meu mordomo particular, que tratou de desfazê-las. Animado, em seguida Nagesh dedicou-se a explicar o funcionamento de tudo que podia ser comandado pelo controle remoto, ele inclusive. Abrir cortinas. Fechar portas. Ligar o DVD. Aquecer a Jacuzzi. Programar o CD para tocar num andar sim, no outro não. Vice Versa. Monitorar a porta pelo sistema de circuito fechado de TV. Pedir uma pizza. Caviar. Setenta toalhas felpudas. Um golfinho albino.

Eram quase três da manhã e Nagesh insistia em me transformar num novo Steven Jobs. Implorei por clemência e ele saiu, decepcionado.

Acordei na mais confortável cama do mundo. Com o controle remoto, abri as cortinas para observar o Golfo Pérsico, 150 metros abaixo de meus pés. Justamente quando ia gritar "I`m The Sheik Of The World!" a realidade bateu à porta, vestida de fraque. "Breakfast, Mr. Beting." Era Nagesh entrando com o desjejum. Mordomos não dormem, sobretudo aqueles acionados por controle remoto.

As frutas frescas, os pães quentinhos e as flores perfumadas competiam pela atenção dos sentidos. A realidade se fez sentir na hora de assinar a conta: um rápido cálculo e constatei que, pelo preço daquela continha, já havia passado mais de uma semana viajando pela Europa. Afinal, quem mandou querer brincar de sheik? No Burj Al Arab, a fração minima é a centena. Paciência. No final das contas, o custo final de se hospedar no Burj Al Arab é simples: você dorme algumas noites e paga o preço de mil e uma.

Em compensação, está tudo lá: do heliporto 212 m acima das ondas a um incrível restaurante submarino, 60 metros abaixo das azuis águas do golfo. Detalhes tão extensos quanto magníficos: foram usadas 9.000 toneladas de aço na estrutura do hotel; 43.000 metros quadrados de vidro, 13.000 de mármore de Carrara e 12.000 do brasileiríssimo granito Azul-Bahia. E nada menos que 1.800 metros quadrados de folhas de ouro 24 quilates.

O Burj al Arab faz mesmo justiça à classificação de sete estrelas, única no mundo. Um hotel digno desta incrível cidade que resolveu ser superlativa. Em que outro lugar no mundo, por exemplo, encontra-se uma pista de ski artificial, com teleférico e tudo, construída dentro de um shopping center? Ou um loteamento construído sobre ilhas artificiais na forma do mapa mundi, onde cada lote é um país? Do maior mercado de ouro ao prédio mais alto do mundo (Burj Dubai, 800 metros de altura, a ser concluído em 2008) Dubai representa o que há de mais exagerado, opulento, absoluto no planeta.

Num mundo que usa estrelas, pontos e tantas outras métricas para medir a excelência de qualquer coisa, as sete estrelas do Burj Al Arab parecem pouco. Um céu estrelado, como só se vê nas noites do deserto, faria mais justiça para classificar esse fantástico hotel. E essa incrível cidade-empresa, Dubai.

Fonte: www.jetsite.com.br

Burj Al Arab

O hotel mais caro e luxuoso do mundo, o Burj al Arab, é a grande atração em Dubai. Parece um veleiro ancorado. Tem 321 metros de altura, mais alto que a Torre Eiffel e é o hotel mais alto do mundo, levou quatro anos para ficar pronto e custou US$ 6 bilhões.

Situado 15 km ao Sul da cidade de Dubai, o hotel Burj al Arab e o parque aquático Wild Wadi são parte de uma ilha artificial distante 280 metros da praia à qual está ligada por uma via de acesso em curva.

O prédio, em formato de um veleiro, compreende um heliponto no 28° andar e um restaurante panorâmico semi-suspenso no ar, com uma vista única sobre o deserto, tornando-se um ícone de referência na paisagem de Dubai.

A fachada que dá a forma ao veleiro foi produzida em tela dupla de fibra de vidro protegida com Teflon, sendo a primeira vez que tal tecnologia foi usada verticalmente dessa forma e nessa extensão em qualquer edifício do mundo.

Mantém-se branca durante o dia e é usada para formar um arco-íris de mostradores iluminados à noite "criando um brilhante prólogo para as maravilhas que esperam o hóspede em seu interior", como explicam os responsáveis pelo empreendimento.

Fica numa ilhazinha em Jumeira Beach, a praia dos milionários, ligado ao continente por uma ponte. Para entrar, só sendo hóspede, e o cliente escolhe: chegar de helicóptero ou de limusine Rolls-Royce Silver Seraph.

Este Hotel é um espetáculo. No hall, uma fonte de vários lances, dispostos como degraus, solta jatos d'água numa coreografia sincronizada, iluminada à noite por luzes coloridas. De cada lado, aquários altíssimos, com peixes de água salgada, fazem às vezes de parede.

Como se tratava de um lugar das "mil e uma noites", todo o hotel é um espanto. As fachadas brancas são compensadas pelo exuberante colorido interior. Dentro, o dourado domina. Nos mosaicos dos pisos e das paredes, nas largas molduras de quadros e de elevadores, nos metais, nos detalhes e nos objetos decorativos, e tudo o que brilha é banhado a ouro. Tapetes e carpetes feitos à mão, macios; os sofás, suntuosos. O luxo é evidente, avassalador, é o único lugar que ostenta o mérito de ser considerado um " 7 estrelas ".

Burj al Arab não tem quartos, conta somente com 202 suítes duplex de luxo com um serviço inteiramente personalizado para cada cliente, com recepções privadas em cada andar e com brigadas de mordomos.

Todas as suítes estão equipadas com a ultima tecnologia, computadores com acesso a Internet, televisores de telas planas de plasma.

Além de todo este luxo, os clientes podem escolher entre sete fantásticos restaurantes. Entre eles, o Al Mahara, um restaurante submarino onde você irá comer acompanhado de um autêntico ambiente marinho, com tubarões, corais e outras espécies que lhe fará sentir uma sensação excitante no lugar mais profundo do mar; outro o Al Muntaha que dá a sensação de estar suspenso no ar.

Se você deseja conhecer este deslumbrante hotel que foi premiado em 1999 como o melhor hotel do mundo.

Fonte: www.sulamericaturismo.com.br

Burj Al Arab

Frota de Rolls-Royce, TVs de plasma de 42 polegadas nos quartos, mordomos 24 horas por dia e serviço que borrifa água francesa nos hóspedes na praia. Assim é um dia comum no Burj Al Arab, o hotel mais luxuoso do mundo

A respeito do Burj Al Arab ("Torre das Arábias", em português), costuma-se dizer o seguinte: se algo parece ouro, então é ouro. Soa como uma fábula dos contos das mil e uma noites, não? Pois é tudo verdade. Na decoração da construção, localizada em Dubai, nos Emirados Árabes, foi usado ouro suficiente para cobrir um campo de futebol oficial.

O mesmo estilo nababesco permeia todos os outros detalhes do hotel, erguido para hospedar o clube de felizardos que podem pagar por uma diária mínima de 2 000 dólares (na estratosfera da tabela de preços do estabelecimento encontra-se a suíte real, com diárias de 13 600 dólares). Famosos como o casal de astros hollywoodianos Brad Pitt e Angelina Jolie já passaram as férias por lá.

O lugar também foi o escolhido pela modelo inglesa Naomi Campbell para celebrar a chegada de seus 36 anos. Na festança, ocorrida em maio do ano passado, o hotel funcionou exclusivamente para os convidados da aniversariante, durante três dias. A conta de 2 milhões de dólares foi bancada pelo então namorado de Naomi, o bilionário árabe Badr Jafar. "O Burj Al Arab está para Dubai assim como a Torre Eiffel está para Paris", afirmou a EXAME o francês Luc Delafosse, gerente-geral do hotel. "Ele virou o grande símbolo da cidade."

Tudo ali foi concebido para superar de longe o que a concorrência oferece de melhor em termos de luxo. Seus administradores criaram até uma nova categoria para defini-lo: sete estrelas. O festival de mordomias começa no traslado do aeroporto de Dubai ao Burj Al Arab -- o serviço é feito a bordo de helicópteros ou de Rolls-Royce (veja quadro na pág. 36). O saguão do hotel tem o átrio mais alto do mundo, com 180 metros.

O check-in é realizado diretamente nos quartos. As suítes mais "apertadas" possuem 170 metros quadrados, enquanto as mais luxuosas ocupam uma área quatro vezes maior. Todas são no padrão dúplex, com vista privilegiada para o Golfo Pérsico, e vêm equipadas com laptops, TVs de plasma de 42 polegadas e um menu que permite aos ocupantes escolher entre 13 opções de travesseiro. Há também um mordomo por andar à disposição dos hóspedes, 24 horas por dia.

O Burj Al Arab reúne atrações típicas dos grandes resorts. Sua área de gastronomia, por exemplo, possui seis restaurantes. Um dos mais badalados é o Al Mahara, onde as mesas estão dispostas ao redor de um aquário gigante com tubarões e enguias, entre outras espécies. O complexo de lazer inclui três piscinas e um health club com personal trainers.

Como o Burj Al Arab fica numa ilha artificial a 280 metros da praia, existe uma frota de carros elétricos que transportam os hóspedes por uma ponte até o continente. Lá, instalados na areia, eles recebem toalhas geladas e, de tempos em tempos, jatos de spray da água francesa Evian para suportar a temperatura que, no verão, bate na casa dos 40 graus centígrados. "Desfrutar de todas essas mordomias é uma experiência inigualável", afirma o arquiteto brasileiro Luiz Fernando Rocco, que passou as férias ali em 2005.

A idéia da construção desse oásis de mordomia no meio do deserto foi do xeque árabe Mohammed bin Rashid Al Maktoum, príncipe herdeiro de Dubai. Em 1993, o arquiteto Thomas Wills Wright, do escritório britânico WS Atkins, um dos maiores do mundo na área de engenharia e arquitetura, assinou contrato para desenhar o projeto. Mais de 70 000 metros cúbicos de concreto e 9 000 toneladas de aço foram usados para erguer a torre de 321 metros de altura em formato de vela de barco -- um tributo à tradição marítima da região.

Até hoje permanece em segredo o valor gasto no projeto. Algumas estimativas falam em algo perto de 600 milhões de dólares. Sua inauguração ocorreu em 1999 e, desde então, os proprietários não têm poupado esforços para promovê-lo. Em 2005, por exemplo, o heliponto do Burj Al Arab foi transformado numa quadra de tênis para um jogo de exibição entre o americano Andre Agassi e o suíço Roger Federer.

Algumas das melhores publicações do mundo na área de turismo, entre elas a americana Condé Nast Traveler e a inglesa Business Traveller Magazine, já reconheceram a excelência do hotel, concedendo-lhe prêmios pelo projeto arquitetônico e pela qualidade dos serviços.

A construção do Burj Al Arab faz parte de um pacote maior, destinado a colocar Dubai no centro do mapa turístico mundial. Preocupada com o fim das reservas de petróleo, viga de sustentação das finanças da cidade-estado até meados dos anos 90, a família real vem investindo para livrar a economia local da dependência do dinheiro do combustível. Atrair mais visitantes estrangeiros é um dos objetivos principais desse plano.

Depois da inauguração do Burj Al Arab, outras obras gigantescas começaram a sair do papel. Uma delas é o The World, arquipélago artificial com o formato de um mapa-múndi. Orçada em 1,8 bilhão de dólares, a obra deve ficar pronta até 2008. A cidade também está construindo um novo aeroporto, o Dubai World Central International Airport, planejado para ser o maior do mundo, com capacidade para 120 milhões de passageiros por ano.

Os números mostram que a política de investimentos de Dubai é um sucesso. Nos últimos dez anos, o número de visitantes saltou de 1,9 milhão para 6,3 milhões. A meta é chegar ao total de 15 milhões de turistas até 2010. Antes insignificante, a receita com turismo já responde hoje por 20% do PIB. Ele é tão importante atualmente para o país quanto o mercado imobiliário. Esse cenário vem atraindo outros grandes investimentos na área de hotelaria.

No ano que vem, os estabelecimentos Palazzo Versace e o Dubai Armani Hotel serão inaugurados lá. Ambos fazem parte da política de expansão dos negócios das grandes grifes de moda Versace e Armani para o mercado de turismo. Apesar dos nomes envolvidos nesses projetos, dificilmente algum deles terá a capacidade de ofuscar o brilho do Burj Al Arab.

Mordomia das arábias

Algumas das atrações e serviços diferenciados do hotel Burj Al Arab

Acomodações

O hotel possui 202 apartamentos, que têm entre 170 e 780 metros quadrados, equipados com laptops e TVs de plasma de 42 polegadas. Um menu oferece 13 diferentes travesseiros aos hóspedes

Traslado

Para o transporte entre o hotel e o aeroporto estão à disposição dos hóspedes 16 Rolls-Royce e um helicóptero. Durante o trajeto é servida uma garrafa de champanhe

Funcionários

Cada um dos 28 pavimentos do hotel tem mordomos 24 horas para atender aos desejos dos clientes, como desfazer e arrumar suas malas, passar suas roupas e preparar banhos aromáticos

Gastronomia

O hotel possui bares e restaurantes. Um dos mais luxuosos, o Al Mahara, é decorado com um aquário gigante. O Al Iwan é adornado por colunas de ouro 22 quilates

Fonte: portalexame.abril.com.br

Burj Al Arab

Recentemente, o hotel Burj-al Arab foi palco de uma romântica cena, digna dos filmes de Hollywood. Nele se hospedaram o mais badalado casal de astros cinematográficos do momento: Brad Pitt e Angelina Jolie, juntamente com os dois filhos adotivos da atriz.

O assunto foi tema de diversos tablóides, principalmente porque, como atestam alguns, o ator Brad Pitt teria reservado a suíte Royal, para a hospedagem da família feliz, à módica quantia de US$ 8,5 mil por noite, o que daria algo em torno de R$ 12,7 mil.

Considerado o hotel mais caro do mundo, o Burj-al Arab, situado 15 km ao Sul da cidade de Dubai, nos Emirados Árabes é um espetáculo. O prédio, em formato de veleiro ancorado sobre uma ilha artificial em Jumeira Beach (a praia dos milionários), distando 280 metros da praia, levou quatro anos para ser construído e custou a bagatela de US$ 6 bilhões. Com 321 metros de altura, o hotel é mais alto que a Torre Eiffel e apenas 60 metros menor que o edifício Empire State, de Nova York.

O prédio compreende um heliporto no 28º andar e um restaurante panorâmico semi-suspenso no ar, tornando-se um ícone de referência na paisagem de Dubai. A fachada, que tem a forma de um veleiro, foi produzida em tela dupla de fibra de vidro protegida com Teflon. É a primeira vez que esta tecnologia é utilizada verticalmente. Durante o dia, a fachada é branca, sendo usada para forma um arco-íris de mostradores iluminados à noite.

Dotado de um rigoroso sistema de segurança, o hotel Burj-al Arab, como garantem os seus funcionários, é um porto seguro, longe dos holofotes, para as celebridades e milionários de todo o mundo.

O complexo do hotel se liga ao continente por uma ponte. Para entrar, só sendo hóspede ou com guia. No hall, uma fonte de vários lances, dispostos em degraus, solta jatos d'água numa coreografia sincronizada, iluminada, à noite, por luzes coloridas. De cada lado, aquários altíssimos, com peixes de água salgada, faze às vezes de parede.

Todo o hotel é um assombro. As fachadas brancas são compensadas pelo exuberante colorido interior. Dentro, o dourado domina. Nos mosaicos dos pisos e das paredes, nas largas molduras de quadros e de elevadores, nos metais, nos detalhes e nos objetos decorativos. E tudo o que brilha é banhado a ouro. Tapetes e carpetes feitos à mão são macios; os sofás, suntuosos. O luxo é evidente e avassalador.

Fonte: www.soarquitetura.com.br

Burj Al Arab

Descrição

Não pense que isso é sem razão, o Burj al Arab, é a grande atração em Dubai e vale cada centavo. Parece um veleiro ancorado. Tem 321 metros de altura, levou quatro anos para ficar pronto. Situado 15 km ao Sul da cidade de Dubai, o hotel e o parque aquático Wild Wadi são parte de uma ilha artificial distante 280 metros da praia, à qual está ligada por uma via de acesso em curva. A construção começou em 1994, sobre pilares enterrados a até 40 metros abaixo do leito subaquático.

Com 321 metros de altura, é mais alto que a Torre Eiffel e apenas 60 metros menor que o edifício Empire State, de New York. Boa parte do hotel é banhada a ouro e seu colorido interno é quase hipnótico. No Burj Al Arab todas as suítes bem como seus serviços podem ser considerados luxo, até porque de standard ele não possui nada.

O que você precisa saber?

O hotel possui suítes equipadas com alta tecnologia, tendo uma vista indescritível do golfo e várias opções para aumentar seu conforto, que vão desde inúmeras opções de travesseiro até os óleos e as músicas que acompanham seu banho.

O que levar

Levar roupas frescas, óculos de sol e protetor solar (pela proximidade do deserto, a temperatura é inevitavelmente quente), além de roupas de banho.

Condições climáticas

Altas temperaturas o ano todo

Observações adicionais

O jantar pode ser solicitado no quarto 24hs por dia e o cardápio pode ser personalizado.

Fonte: www.guiadeexperiencias.com.br

Burj Al Arab

O hotel mais caro do mundo, o Burj al Arab, é a grande atração em Dubai. Parece um veleiro ancorado. Tem 321 metros de altura, levou quatro anos para ficar pronto e custou a ninharia de US$ 6 bilhões.  Fica numa ilhazinha em Jumeira Beach, a praia dos milionários, ligado ao continente por uma ponte. Para entrar, só sendo hóspede ou com guia, a US$ 15 por cabeça. E o cliente escolhe: pode chegar de helicóptero ou de limusine Rolls-Royce Silver Seraph.

É um espetáculo. No hall, uma fonte de vários lances, dispostos como degraus, solta jatos d'água numa coreografia sincronizada, iluminada, à noite, por luzes coloridas. De cada lado, aquários altíssimos, com peixes de água salgada, fazem às vezes de parede.

Todo o hotel é um espanto. As fachadas brancas são compensadas pelo exuberante colorido interior. Dentro, o dourado domina. Nos mosaicos dos pisos e das paredes, nas largas molduras de quadros e de elevadores, nos metais, nos detalhes e nos objetos decorativos. E tudo o que brilha é banhado a ouro. Tapetes e carpetes feitos à mão são macios; os sofás, suntuosos. O luxo é evidente, avassalador.

Alta gastronomia - No Burj al Arab, os seis restaurantes são outra fonte de prazer. Do Al Muntaha, a 200 metros de altura, o hóspede tem uma vista formidável de Dubai e do golfo. O Al Mahara fica num dos andares subterrâneos. No cardápio, pescados da região e frutos do mar.

O hotel é uma cidade. Tem um belíssimo spa, onde homens e mulheres malham ou fazem sauna, separados. São duas as suítes reais e duas as presidenciais.

Para os (quase) comuns, as suítes são duplex e muito chiques. A diária começa em US$ 900.

Ainda não sabem quantas estrelas ele terá. Hoje, as que existem não lhe bastam. Como todo muçulmano tem de visitar Meca uma vez na vida, diz-se que todo rico, famoso ou emergente que se preze tem de se hospedar lá em algum momento de euforia.

A hotelaria, nos Emirados Árabes, é de primeira linha. Há uma coleção de hotéis beirando as praias e há resorts perdidos nas areias do deserto. O conforto é privilegiado em todos. Olhar fotos e folhetos em seu agente de viagem e comparar as opções é um bom começo. Dependendo do gosto - e do bolso -, vale a pena conhecer pelo menos dois.

Irmão menor - Na praia, em frente ao Burj al Arab, fica o The Jumeirah Beach Hotel, do mesmo grupo, o Jumeirah International. Parece uma escuna. A forma dos dois se funde na paisagem, sem agredi-la. Parecem veleiros ancorados um ao lado do outro.

A vista é um êxtase. O mar e o céu azul, a marina particular e o parque aquático, com piscinas, corredeiras e cascatas artificiais, compõem uma moldura perfeita. Nesse parque, com uma parte dedicada às crianças, decorada com imagens do marujo Simbad, o número de salva-vidas impressiona. Qualquer um pode se divertir tranqüilo, nadando ou se deixando levar pelas correntezas, sobre bóias gigantes.

Andar pelos jardins é tentação que o calor se encarrega de frustrar. Mas carrinhos motorizados circulam o tempo todo, salvando o turista ou levando-o de um ponto ao outro.

O ótimo café da manhã é servido no térreo, numa série de restaurantes self-service. Um oferece pães, outro queijos e frios e assim por diante. As mesas são comuns a todos. Pode-se jantar ali também. À noite, cada um serve um tipo de comida e o cliente fica à vontade para escolher. Se quiser a entrada ou prato principal e depois a sobremesa, gastará em torno de US$ 28.

Se optar pelos três, o preço sobe para US$ 38.

O irmão menor do Burj al Arab conta com quadras de tênis e squash, ginásio com saunas e salas de massagem, e área reservada para esportes aquáticos, como windsurfe e mergulho. Desembolsa-se a partir de US$ 430 pela diária nos apartamentos duplos. Quem quiser ficar na suíte mais cara, pagará em torno de US$ 1.500.

Tendas - Quem procura paz, silêncio e quer privacidade, tem no Al Maha, no meio do deserto, a 45 minutos de Dubai, o lugar perfeito.

Nele, crianças não entram. Extremamente seguro, tem um corpo central e os chalés "de beduínos", projetados como tendas. Eles têm tudo o que é preciso, até piscina particular, e decoração sofisticada. O bom gosto é absoluto.

Ao lado de guias do hotel, excursiona-se pelo deserto. E a escolha é sua: o passeio pode ser feito em lombo de dromedário e cavalo ou sobre quatro rodas e com ar-condicionado.

Fonte: www.terra.com.br

Burj Al Arab

Em muito pouco tempo, o Burj al Arab, o hotel mais alto do mundo e o único de 7 estrelas, chegou a ser a referência de Dubai, a segunda cidade dos Emiratos Árabes e com o rendimento per capita mais alto do mundo.

No inóspito clima do deserto, o ar condicionado do hotel era um dos aspectos de primordial importancia. Com a objetivo de proteger as tubagens de água fria do sistema de ar condicionado contra a condensação e mantener as perdas de energia ao mínimo, decidiu-se utilizar Armaflex como material de isolamento térmico.

A ideia do Xeque Mohammed bin Raschid Al Maktoum, príncipe herdeiro de Dubai, de construir um super luxoso hotel-torre no inóspito clima desta metrópole do deserto apresentou um dos maiores reptos arquitetônicos da atualidade.

Uma equipa de 150 pessoas sob a direção de Tom Wright, membro da sociedade de arquitetos britânicos WS Atkins, foi o artífice desta ideia. El Burj al Arab representa o “top” das novas tecnologias em todos os seus aspectos. Na sua construção utilizaram-se unicamente os melhores materiais disponíveis no mercado.

Construído sobre a areia

Após exaustivos estudos geográficos, o projeto iniciou-se em 1995 com a construção de uma ilha artificial a 29 m da costa do Golfo Pérsico. Ancoraram-se 250 pilares de betão (cada um deles de 1,5m de largura) a 45m abaixo da superfície do mar, sobre a areia e não sobre rocha, como é habitual no caso de grandes edifícios.

Os cabos transversais do edifício chegam a ter 85m de longitude (ou seja, a comprimento de um campo de futebol) e um peso de 165 toneladas (aproximadamente como 20 autocaros de dois pisos). Exportaram-se para os Emiratos camiões de 80 rodas especialmente destinados a transportar os cabos transversais desde Dubai capital.

Empregou-se um total de 36.000m³ de betão na estrutura do edifício. A fachada exterior é constituida por painéis de vidro incrustados em caixilhos de alumínio para os quais se utilizaram 50.000m² de vidrio e 35.000m² de alumínio.

Distribuídos por 321m de altura, existem 28 pisos de altura dupla (56 pisos) cada uma delas com um pé direito de 7m. Construiu-se um heliporto a uma altura de 21 m e no piso 27 do edifício há um restaurante suspenso sobre o mar. O Burj al Arab tem uma superfície de 1,2 milhões de metros quadrados. Fiel à história de Dubai como potência do comércio marítimo, o edifício tem forma de vela enfundada pelo vento.

O efeito fica realçado pelo muro de fibra de vidro tecida, recoberta de teflon que fica voltada para a costa. S ilha está unida ao continente mediante um molhe e está situada a cerca de 15km ao sul de Dubai. À nioite, o hotel está profusamente iluminado em várias cores. O surrealista cenário é acompanhado por espectáculos de fogo e água que dão as boas vindas aos hóspedes quando estes chegam à ponte. O hotel dispõe de uma frota de Rolls Royce para transportar os seus hóspedes.

Encontro do Oriente com o Ocidente

O Burj al Arab simboliza a essência de Dubai: a combinação de oriente e ocidente, do atual e o antigo, do moderno e o tradicional. Não há dúvida que todos os visitantes perdem a fala ao entrar pela primeira vez no edifício. O átrio do hotel maior do mundo, com uma altura de 182m, no qual se podeira colocar facilmente a Estátua da Liberdade, e apresenta um incrível caleidoscópio de cores que refletem os quatro elementos.

A cada meia hora, uma fonte de 30m de altura levanta-se por cima da cascata. Os limites do átrio são formados por balcões das dependências dos hóspedes de um lado, e por painéis de fibra de vidro recoberta com PTFE (politetrafluoroetileno) no lado oposto. Durante o dia, esta membrana filtra o intenso sol do deserto, proporcionando uma luz suave, brilhante e dourada.

À noite utiliza-se como superfície projetora de um incrível espectáculo de luzes. Utilizou-se um total de 8.700m² deste material que foi especialmente eleito pela sua facilidade de integração na envolvente.

No lado do átrio onde se encontram os balcões das dependências dos hóspedes, colocaram-se painéis construídos com uma combinação de vários materiais: GRP (poliéster reforçado com fibra de vidro e pirorretardantes) de 3mm, polipropileno de 25mm, ainda assim tratado com priorretardantes, outra camada adicional de GRP de 3mm, lã mineral de 60mm e uma camada protetora interior de GRP de 1mm.

Esta é a primeira aplicação na qual se utilizou GRP/Honeycomb como barreira contra incêndios e que atua simultaneamente como esdudo de carga. Os painéis têm um tamanho aproximado de 110m² e um peso de 3,5 toneladas.

Aqui, é ouro tudo o que reluz

Três elevadores, um dos quais é o mais rápido do mundo com uma velocidade de 7m por segundo, levam os hóspedes a uma das 202 suites. Não há quartos, só suites de dois pisos, a mais pequenas das quais tem 169m². O piso superior está ocupado pelas duas suites reais (cada uma delas com uma superfície de 780m²), às quais se acede por um ascensor privado. Cada suite real tem a sua próprio sala de cinema.

Também nas suites, o Burj al Arab reúne elementos modernos e tradicionais: todas elas estão equipadas com as últimas tecnologias em telecomunicações (acesso à Internet e computadores portáteis), mas os projetos, cores e materiais permanecem fieis à idiossincrasia do mundo árabe.

O projeto do interior foi levado a cabo por uma grande equipa de 40 pessoas dirigida pelo projetista de interiores Khuan Chew da KCA International. Khuan Chew redefiniu o luxo: carvalho inglês, vidro siciliano, tecidos irlandeses, mármore toscano, brocado, seda... luxo e ouro em tudo o que a vista alcança.

Aqui sim, pode dizer-se que é ouro todo o que reluz: utilizou-se um total de 2.000m² de folha de ouro de 22 quilates para decorar paredes, tetos e colunas. Os hospedes têm à sua disposição um mordomo privado 24 horas por dia. A proporção de empregados do hotel cada hóspede é de cinco para um.

Para além de um salão de baile, espaçosas salas de conferências, o balneário Asswan, luxosas instalações termais onde se pode desfrutar de qualquer tratamento imaginável (com uma zona exclusiva para senhoras), pistas de squash, duas salas de fitness, clube de aeróbica, piscina exterior, biblioteca e boutiques de estilistas internacionales. O Burj al Arab também ofrece vários restaurantes, bares e salões.

Tanto prefira cozinha mediterrânica por baixo das estrelas no restaurante Al Mauntaha, suspenso a uma altura de 200m, como se deseje saborear especialidades de peixe no restaurante Al Mahara, situado abaixo do mar, há sempre algo que se adapta ao gosto de cada comensal. Os hospedes são transportados à praia privada por pequenos automóveis elétricos do hotel.

As condições naturais mais difíceis

Uma estadia no Burj al Arab é tão cómoda que rapidamente os hospedes esquecem que o deserto se encontra a um só passo.

O hotel também é símbolo da aspiração do homem a vencer as barreiras naturais mediante os avanços tecnológicos. Os obstáculos amientais encontrados ao realizar este projeto foram enormes: Dubai está situado numa zona de alto risco de terramotos, com altas concentrações de cloretos e sulfatos no mar; há areia do deserto na atmosfera, as temperaturas podem alcançar 50ºC com grandes flutuações de temperatura e humidade, condições que não só dificultam a construção do hotel mais impressionante do mundo, como também conferem uma importância especial ao ar condicionado do edifício. O sistema de ar condicionado foi fornecido pela McQuay-Itália e instalado por B.K. Gllf, responsável por todas as instalações elétricas.

Isolamento eficaz com material elastomérico

Com o objetivo de proteger as tubagens de água fria do sistema de ar condicionado contra a condensação e manter as perdas de energia ao mínimo, aquelas foram isoladas com tubos e placas Armaflex, da Armacell. Elegeu-se material de isolamento elastométrico porque comparado com outros, não só possui excelentes propriedades térmicas (resistência à transmissão do vapor de água e condutividade térmica), mas também por ser muito fácil de instalar.

Uma das funções principais do isolamento nos sistemas de ar condicionado é evitar a formação de condensação. Os sistemas de ar condicionado funcionam em grande medida com temperaturas médias que são inferiores ao ponto de orvalho do ar ambiente.

Portanto, existe o perigo de formação de humidade na superfície das tubagens, depósitos e arrefecedores, o que, por sua vez, pode provocar corrosão ou consideráveis “danos causados pela água”. Um isolamento com as dimensões corretas evita que isto ocorra ao aumentar a temperatura da superfície acima do ponto de orvalho.

Devido à diferença de temperatura entre o ar frio e a ar ambiente quente, também há uma diferença na pressão do vapor dos sistemas de ar condicionado que afeta o isolamento exterior. Como consequência, existe o perigo de que o vapor de água contido no ar atravesse a camada isolante, condensando-se e empapando rapidamente o material isolante.

As consequências seriam um grave deteriorar das propriedades isolantes, perdas de energia, uma descida da temperatura da superfício abaixo do ponto de orvalho, corrosão e outros danos colaterais. O Armaflex é um material de célula fechada com uma alta resistÊncia à transmissão de vapor de água.

A sua espuma altamente flexível adapta-se inclusive a formas complexas e pode ser unida sem nenhuma dificuldade, mesmo em lugares difíceis (inserções, uniões, etc), criando-se assim uma alta resistência em toda a camada isloante.

Contrariamente aos materiais de isolamento de célula aberta ou aos materiais de célula fechada com baixa resistência à transmissõão de vapor de água, o uso de Armaflex torna desnecessária a instalação de uma barreira adicional para o vapor.

Para além da sua alta resistência à transmissão de vapor de água, o material de isolamento elastomérico também tem um baixo grau de condutividade térmica, reduzindo as perdas de energia ao mínimo. No Burj al Arab instalou-se um total de 15.00 coquilhas Armaflex com espessuras de parede de 19,25 e 32 mm, assim como 5.000m² de placas Armaflex com um espessura de 25mm.

O material foi fornecido pela empresa fornecedora dos construtores Bin Dasmal Trad. Est., distribuidor exclusivo dos produtos Armacell nos Emiratos Árabes Unidos e concessionário para o Médio Oriente. Kishore Deotorase, diretor de Vendas de Bin Dasmal, comenta: “Só se utilizaram os melhores materiais na construção del Burj al Arab, motivo pelo qual a Armaflex era a única opção possível para o isolamento térmico.

Estamos muito orgulhosos de termos contribuído para a construção do mais formoso hotel do mundo”. O projeto foi dirigido no local por Emanuele Agro, diretor técnico da Armacel-Itália e diretor de Exportação da referida zona de vendas.

Fonte: www.armacell.com

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