No final do século XIX, um tratado entre a Grã-Bretanha e os principais xeques do golfo Pérsico dá aos britânicos o controle sobre os emirados. Iniciando em 1820, a Grã-Bretanha entrou em atrito com vários líderes na área para proteger os seus navios no Golfo e no Oceano Índico.
A área ficou conhecida como "Trucial Oman" ou "Trucial States" porque houve uma trégua de guerra marítima, de acordo com as leis árabes, assinadas pela Inglaterra, em 1853 (a palavra inglesa "truce" significa trégua, suspensão temporária das hostilidades).
A partir do final da II Guerra Mundial, muitos países de dominação britânica no Oriente Médio também conquistam sua independência, os Emirados em 1971, pois neste ano, as tropas britânicas retiram-se e os sete emirados formam uma federação, com o nome de Emirados Árabes Unidos.
A Presidência é entregue ao xeque Zayed bin Sultan an-Nahyan, do emirado Abu Dhabi, enquanto o posto de primeiro-ministro fica com o dirigente de Dubay, o xeque Rashid Maktoum (sucedido após a morte, em 1990, por seu filho, Maktoum bin Rashid al-Maktoum).
Em 1981, aliam-se a países vizinhos no Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), do qual também fazem parte Arábia Saudita, Catar, Omã, Barein e Kuweit. Em junho de 1997, o CCG assina acordo com a Síria e o Egito para iniciar a criação de um mercado comum na região.
Os EAU mantêm uma disputa territorial com o Irã em torno da posse de três ilhas. Em 1992, o Irã expulsa os moradores árabes de uma das ilhas. Nessa ocasião, o país compra equipamentos militares no valor de US$ 3,75 bilhões. Até hoje o litígio continua sem solução.
Em abril de 1995, o governo introduz a pena de morte por crucificação para quem disseminar a Aids conscientemente. Em junho de 1996, o Conselho Nacional Federal torna permanente a Constituição provisória, que vinha sendo renovada desde 1986.
Em março de 1997, o xeque Maktoum apresenta sua renúncia e de seu gabinete ao presidente Zayed, que o confirma no cargo e pede que forme nova equipe de governo...
Al Kawini faz uma nova classificação segundo os meios de defesa
de cada animal.
Um século depois, Kamal al-Din al-Farisi escreve O grande livro sobre
a vida dos animais, o mais importante trabalho mulçulmano de zoologia.
Cidade de Al-Ain: Essa região é muito fértil e rica em greenery, with plenty of farms e parques públicos. Muito rca também em ground water, with very numerous artesian wells. The most attractive land marks na região são os parques Ain-Faydah, a Montanha Haffeet, a Cidade Hili Fun, o Zoológico, o Forte Al-Jahili e o Museu Al-Ain.
Área Jabel Ali: é considerada uma das mais significantes das áreas de industria e comércio no the whole country. It has the biggest free trade zone in the Middle East.
Fonte: www.sergiosakall.com.br
Pra quem colou na aula de Geografia e não se lembra mais, os Emirados Árabes Unidos são uma federação formada por sete Estados árabes, situado no sudoeste da Ásia, ao longo da costa leste da península Arábica, no extremo sul do Golfo Pérsico, cada um deles chefiados por um governante denominado emir, daí o nome emirados.

No final da década de 1950 a descoberta de petróleo proporcionou súbita riqueza que ocasionou o igualmente rápido crescimento e a construção de cidades modernas, o que, também, infelizmente, fez com que a maioria do povo abandonasse seus modos de vida tradicionais para trabalhar na indústria petrolífera e em outros campos, o que, turisticamente falando, é uma pena, já que muita tradição se perdeu.

A maior parte da costa norte dos Emirados é formada por pântanos e charcos salgados. Já o interior é um deserto com clima é quente e poucas chuvas. A região que hoje formada pelos Emirados Árabes Unidos é habitada há milhares de anos por tribos árabes cujos chefes estabeleceram um controle gradual da região, sendo que a maioria da população tornou-se muçulmana durante o século VII.

Mas a partir do século XVI diversas nações européias estabeleceram postos de comércio na região, as quais disputavam o controle do comércio no Golfo, não apenas com os árabes, mas com os persas e os turcos. Com o passar do tempo a Inglaterra tornou-se a maior potência européia no Golfo e os navios ingleses ancoravam nos portos da região em suas viagens à Índia.

Do final do século XVIII ao início do século XIX ocorreram freqüentes batalhas entre navios ingleses e navios árabes e em 1820, depois de um ataque inglês a Ras al Khaymah, os governantes dos Estados do Golfo assinaram um tratado com a Grã-Bretanha para evitar as manobras de guerra no mar mas diversas rivalidades e conflitos surgiram entre a Grã-Bretanha e as tribos locais.
A região permaneceu subdesenvolvida até meados do século XX, quando companhias de petróleo estrangeiras começaram a procurar óleo na região, as quais tiveram êxito na descoberta, em 1958, no Estado de Abu Dhabi. Oito anos mais tarde, grandes depósitos de petróleo foram encontrados em Dubai e o dinheiro da produção petrolífera permitiu que Abu Dhabi e Dubai se transformassem em Estados modernos.

Em 1971, os Estados da Trégua tornaram-se totalmente independentes da Grã-Bretanha e, apesar das rivalidades tradicionais, todos eles, exceto Ras al Khaymah, juntaram-se para formar os Emirados Árabes Unidos, em 2 de dezembro de 1971. Ras al Khaymah juntou-se à federação em fevereiro de 1972.
Em 1991, os Emirados Árabes Unidos participaram da coalizão internacional que lutou contra o Iraque na Guerra do Golfo. A partir dessa data, a federação buscou expandir suas relações internacionais e passou a exercer um importante papel em diversas questões relativas ao Golfo Pérsico. Em 1992, os Emirados Árabes entraram em conflito com o Irã pela disputa de terras (três ilhas). Desde então, o governo vem investindo maciçamente em equipamentos bélicos. Em 1994, a federação assinou um acordo militar de defesa com os EUA e, no ano seguinte, com a França.

Após os atentados de 11 de setembro de 2001 contra os EUA, os Emirados foram apontados pelos norte-americanos como um dos centros financeiros da Al Qaeda. Imediatamente, o governo dos Emirados deixou de reconhecer o governo taliban do Afeganistão, congelou contas bancárias dos suspeitos de ligação com a rede terrorista e adotou medidas para impedir a lavagem de dinheiro. Em 2003, tropas dos EUA postaram-se no território dos Emirados durante a guerra do Iraque, e bases no país foram usadas por aviões norte-americanos de vigilância e reabastecimento.
A composição política do governo pela Federação de Monarquia Islâmica, dividida em sete emirados, possui como chefe de estado o xeque Zayed bin Sultan an-Nahyan (eleito em 1971 e reeleito cinco vezes desde então). O chefe de governo é o xeque Maktoum bin Rashid al-Maktoum (no cargo desde 1990).
Fonte: interata.squarespace.com
Apesar da acentuada aridez, o território outrora conhecido como Costa dos Piratas, depois Omã da Trégua, Estados da Trégua e finalmente Emirados Árabes Unidos, alcançou uma das rendas per capita mais elevadas do mundo na segunda metade do século XX, graças à exploração do petróleo.
Os Emirados Árabes Unidos são uma federação independente formada por sete emirados: Abu Dhabi (que compreende mais da metade do território da união), Dubai, Sharja, Ajman, Umm al-Qaiwain, Ras al-Khaima e Fujaira, que se situam numa estreita faixa litorânea do nordeste da península arábica. O país limita-se a noroeste com Qatar, ao sul e a oeste com a Arábia Saudita, a leste com Omã, a nordeste com o golfo de Omã e ao norte com o golfo Pérsico. Ocupa uma superfície de 77.700km2, na qual se incluem 200 ilhas.
Geografia física. O território da federação é formado por grande extensão desértica, coberta por salinas e areais. Essa paisagem só é quebrada pela presença das últimas ramificações dos montes al-Hajar, que se estendem pelo território de Omã.
O clima é quente e seco, com temperaturas que oscilam entre 15 e 21º C, no inverno, e entre 32 e 46º C, no verão, na costa e no interior, respectivamente. A precipitação média se situa entre 75 e 100mm anuais. Devido à aridez da região, os rios são praticamente inexistentes, e a presença de água reduz-se a pequenos oásis, onde crescem palmeiras e tamareiras.
População. Ao lado da população árabe convivem numerosos contingentes de iranianos, paquistaneses e indianos. A língua oficial é o árabe. O país, pouco povoado, apresentou um ritmo de crescimento demográfico muito elevado nas últimas décadas do século XX, devido sobretudo à política de estímulo à natalidade adotada pelo governo para compensar a enorme saída de imigrantes.
A população é eminentemente urbana e concentra-se nas cidades do litoral e em alguns oásis do interior. Os principais núcleos urbanos são a capital, Dubai e Sharja.
Economia. Dadas as condições inóspitas do meio ambiente, tanto a agricultura como a pecuária e a exploração florestal são bastante deficientes. Já o setor pesqueiro é particularmente rico.
Os principais recursos minerais são o petróleo e o gás natural, que permitiram o desenvolvimento de uma vigorosa indústria, principalmente siderúrgica e metalúrgica. A produção de petróleo e de gás natural, iniciada na década de 1960, concentra-se em Abu Dhabi (quatro quintos do total) e nos emirados de Dubai e Sharja. Outros recursos minerais são o mármore, extraído em Ajman, e vários materiais de construção, como areia e calcários. A abundância de petróleo permite uma considerável produção de energia em centrais termelétricas.
O crescimento da atividade comercial e financeira, relacionada com a exploração petrolífera, refletiu-se na multiplicação da rede bancária nacional e estrangeira. Além disso, como conseqüência direta da expansão econômica, verificou-se grande desenvolvimento no setor de transportes, tanto terrestre (rodovias), como aéreo (aeroporto de Dubai) e marítimo (portos de Abu Dhabi e Dubai).
História. A arqueologia assinalou a existência de importantes entrepostos comerciais nas costas do golfo Pérsico, já no tempo dos sumérios. A região manteve-se vinculada ao resto da Arábia até o século XVI, quando os portugueses desembarcaram no litoral. Cem anos depois, chegou a companhia inglesa das Índias Orientais, cujos funcionários foram continuamente hostilizados por piratas, donde a designação de Costa dos Piratas. Os ingleses reagiram, e em 1853 firmaram com os xeques um tratado que estabelecia uma trégua marítima. Assim, a região passou a denominar-se Omã da Trégua. O território esteve sob protetorado inglês de 1892 a 1960, quando se formou o governo dos Estados da Trégua. A situação se manteve assim até 1971, quando o Reino Unido retirou suas tropas do país. Em 2 de dezembro de 1971 nasceu a federação dos Emirados Árabes Unidos como nação independente. No início, só seis estados integravam esse grupo; depois, em 1972, Ras al-Khaima incorporou-se à federação, enquanto Bahrein e Qatar optaram por formar seus próprios estados.
Com a conquista da independência, promulgou-se, em dezembro de 1971, uma constituição provisória, reformada em 1976 e 1981, que concedeu a máxima autoridade a um conselho supremo composto pelos xeques de cada emirado. Além disso, instituiu-se uma série de organismos aos quais se outorgaram os poderes executivo e judiciário, embora de caráter federal, já que cada emirado mantinha sua autonomia em matéria legislativa, tributária, criminal etc.
Os Emirados Árabes Unidos fazem parte da Liga Árabe, da Organização de Países Exportadores de Petróleo, do Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico, do Movimento de Países não-Alinhados e da Organização das Nações Unidas.
Sociedade e cultura. A situação social do país apresenta graves contrastes devido às diferenças existentes entre os emirados. Não obstante, a federação destina grande parte de seu orçamento à melhoria dos serviços sociais, tanto na saúde como na educação.
Os Emirados integram o mundo árabe, com cultura e religião islâmicas. Graças à prosperidade da indústria petrolífera, o país modernizou-se bastante, embora ainda subsistam formas tradicionais de vida e organizações tribais patriarcais.
Fonte: www.coladaweb.com