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Endoscopia

Critérios para a indicação de endoscopia digestiva:

Sinais de alerta:

Disfagia, odinofagia, rouquidão, emagrecimento, anorexia, hematêmese ou melena, vômitos recorrentes, massas palpáveis, dor abdominal intratável, linfoadenopatia, febre de origem obscura, icterícia, história familiar de câncer, principalmente parente em 1º grau portador de câncer gástrico.

Sintomas persistentes após tratamento clínico

Estado geral do paciente (síndrome consuptiva)

Acompanhamento evolutivo de diagnósticos anteriores (ex: tumores submucosos) e seguimento de patologias com potencial de transformação maligna (ex: metaplasia intestinal, displasia, lesões adenomatosas, gastrite atrófica, megaesôfago)

Procedimentos terapêuticos específicos (polipectomia, dilatação, escleroses, mucosectomia, ablações)

Pacientes com DRGE (Doença do refluxo gastro-esofágico):

Idade menor de 45 anos, que persiste sintomático: após medidas de comportamento (ANEXO I) e teste terapêutico por 15 dias com inibidor de bomba (Omeprazol 40 mg/dia em jejum pela manhã).

Sintomático: apresenta sintomas com freqüência maior que 2 vezes por semana, por período maior de 30 dias.

Idade maior que 45 anos, sem necessidade de tratamento prévio

Esofagites erosivas:

Com classificação em exame endoscópico prévio: Graus A e B de Los Angeles: não necessitam de acompanhamento endoscópico. Repetir exame se apresentar sinais de alerta.

Graus C e D : Controle após tratamento

Esofagites erosivas - Classificação de Los Angeles (1994):

GRAU A: uma (ou mais) solução de continuidade da mucosa confinada às pregas mucosas, não maiores que 5 mm cada

GRAU B: pelo menos uma solução de continuidade da mucosa com mais de 5 mm de comprimento, confinada às pregas mucosas e não contíguas entre o topo de duas pregas

GRAU C: pelo menos uma solução de continuidade da mucosa contígua entre o topo de duas (ou mais) pregas mucosas, mas não circunferencial (ocupa menos que 75% da circunferência do esôfago)

GRAU D: uma ou mais solução de continuidade da mucosa circunferencial (ocupa no mínimo 75% da circunferência do esôfago).

Com complicações:

I. ÚLCERA: controle após tratamento

II. BARRETT:

Sem displasia: controle a cada 2 a 3 anos com biópsias seriadas

Com displasia de baixo grau: controle a cada 6 meses

Com displasia de alto grau: confirmar diagnóstico com pelo menos 2 outros patologistas e encaminhar para cirurgia. Para pacientes sem condições cirúrgicas, encaminhar para mucosectomia endoscópica ou controle a cada 3 meses.controle após tratamento

III. ESTENOSES : tratamento cirúrgico

Investigação de Hipertensão Portal:

EDA anterior sem varizes esofagogástricas: repetir em 2 anos.

EDA com varizes: repetir em 1 – 2 anos.

Obs.:

1) Os pacientes com varizes de grosso calibre ou médio calibre com sinais de cor vermelha deverão iniciar esquema de tratamento com betabloqueador (Propranolol) em doses diárias de 10 a 40 mg até que se diminua a freqüência cardíaca em 25%.

2) Pacientes com contra-indicação da droga (asma, DPOC, diabético insulino-dependente, etc) e com episódio anterior de hemorragia digestiva deverão ser encaminhados ao especialista para provável tratamento endoscópico (ligadura elástica / escleroterapia).

Megaesôfago: controle anual com teste de aspersão de lugol 2%.

Seqüela de esofagites cáusticas/químicas: 3, 6, 9 e 12 meses após a ingestão ou última sessão de tratamento dilatador, seguido de controle anual com teste de aspersão de lugol 2% (obs: o retorno da disfagia no período de seguimento requer nova avaliação endoscópica).

Tumores submucosos: Controle endoscópico a cada 6 meses.

Gastrites e úlceras duodenais: controle se intercorrências (sinais de alerta) ou para controle da erradicação de H pylori.

Úlceras duodenais complicadas (com estenose, subestenose, sangramento, profundas): controle pós tratamento.

Úlceras gástricas: 3 e 6 meses após tratamento. Se biópsias evidenciarem lesão péptica (benigna), anual.

Controle de erradicação do H. pylori: 3 meses após o término do tratamento (tempo mínimo para repetir o exame é de 4 semanas após o término do tratamento).

Pólipos gástricos:

1. Hiperplásicos (controverso): controle anual, principalmente se associado à gastrite atrófica e/ou metaplasia intestinal.

2. Pólipos de glândula fúndica (hamartomas): não apresentam potencial maligno, não necessitam de seguimento.

Na ocorrência de polipose (mais de 100 pólipos) de glândulas fúndicas, encaminhar ao gastro ou proctologista devido à probabilidade de coexistir pólipos adenomatosos sincrônicos no cólon.

3. Pólipos adenomatosos: todos devem ser ressecados. Controle anual após a ressecção. Se não houver recidiva, controle a cada 3 anos.

4. Pólipo inflamatório fibróide: não tem potencial maligno, não necessita de seguimento. Devem ser ressecados para confirmação diagnóstica e terapêutica (se sangrarem).

Pâncreas ectópico: não tem potencial maligno, não necessita seguimento.

Pós gastrectomia por doença benigna: controle anual após 15 anos da cirurgia

Pós gastrectomia por doença maligna: controle anual nos primeiros 5 anos após a cirurgia e reiniciar o seguimento anual após 15 anos da cirurgia.

Pré-operatório de transplantes.

Pré-operatório de cirurgia bariátrica (obesidade mórbida).

Pós operatório de cirurgia bariátrica a cada 6 meses no primeiro ano e, após este prazo, a critério do especialista.

Pré-operatório de colecistectomia.

ATENÇÃO: Independente do período de seguimento, todos os pacientes que apresentarem sinais de alerta, deverão ser submetidos à nova avaliação endoscópica.

CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO DE EXAMES ENDOSCÓPICOS:

Os pacientes com quadro agudo (hemorragia digestiva alta / baixa, ingesta de corpo estranho ou cáusticos) deverão ser encaminhados, imediatamente, ao Pronto Socorro.

VERMELHO:

Sinais de alerta

Estado geral do paciente (síndrome consuptiva)

Acompanhamento evolutivo de diagnósticos anteriores (ex: tumores submucosos) e seguimento de patologias com potencial de transformação maligna (ex: metaplasia intestinal, displasia, lesões adenomatosas, gastrite atrófica, megaesôfago)

Procedimentos terapêuticos específicos (polipectomia, dilatação, escleroses, mucosectomia, ablações)

Pré-operatório de transplantes

AMARELO:

Sintomas persistentes após tratamento clínico, sem endoscopia prévia

Pacientes com DRGE (Doença do refluxo gastroesofágico), sem endoscopia prévia

Esofagites erosivas com complicações (úlcera, Barrett, estenoses)

Investigação de Hipertensão Portal

Seqüela de esofagites cáusticas/químicas

Esofagites erosivas Graus C e D da classificação de Los Angeles

Úlceras duodenais complicadas (subestenose, profundas)

Úlceras gástricas

Pólipos gástricos hiperplásicos

Pós gastrectomia por doença maligna

Pré-operatório de cirurgia bariátrica (obesidade mórbida)

Pré-operatório de colecistectomia

VERDE:

Sintomas persistentes após tratamento clínico, com endoscopia prévia

Pacientes com DRGE (Doença do refluxo gastro esofágico), com endoscopia prévia

Gastrites e úlceras duodenais

Controle de erradicação do H. pylori

Pós gastrectomia por doença benigna

Pós operatório de cirurgia bariátrica

ORIENTAÇÕES IMPORTANTES:

Em casos de dor epigástrica / abdominal inespecífica, sempre investigar parasitose intestinal e hábito alimentar previamente à solicitação da endoscopia

Pacientes diabéticos insulino-dependentes: agendá-los prioritariamente nos primeiros horários da manhã

Pacientes hipertensos: é necessário fazer controle diário de PA durante 1 semana e apresentar no dia do exame. Não esquecer de tomar a medicação no dia do exame, no horário habitual, com pouca água.

PREPARO:

Jejum absoluto (inclusive água) 08 horas antes do exame, quando agendado para o período da manhã. Jejum absoluto de 06 horas quando o exame for agendado para o período da tarde.

Neste dia, fazer dieta leve no café da manhã - 1 xícara de chá ou café ou 1 copo de suco acompanhado de 3 bolachas água e sal ou 3 torradas pequenas. Não tomar leite ou derivados.

Comparecer 15 minutos antes do horário agendado, acompanhado de pessoa maior de 18 anos em boas condições de saúde física e mental. Não levar criança.

Levar pedido do exame em SADT e resultado de exames anteriores.

Tomar medicação de rotina com pouca água.

MEDIDAS DE COMPORTAMENTO PARA PACIENTES COM SINTOMAS DE REFLUXO GASTROESOFÁGICO

Procure se alimentar com refeições leves:

Comer em excesso, seja o que for, não é saudável, pois pode sobrecarregar o seu trato digestivo, dificultando a digestão dos alimentos.

Coma devagar:

O trato digestivo possui um ritmo próprio para movimentar os alimentos digeridos. Fazendo as refeições com mais calma, você estará ajudando a digestão e evitando a sensação de empachamento.

Mastigue bem os alimentos:

Pequenas partículas de alimentos são mais facilmente digeridas e absorvidas. Por isso, refeições apressadas e alimentos mal mastigados dão muito mais trabalho.

Evite comidas gordurosas:

Alimentos com muita gordura retardam o esvaziamento gástrico e demoram mais para serem digeridos.

Elevação da cabeceira da cama 15 - 20 cm com tijolo ou madeira.

Não se deve usar 2 travesseiros.

Evite beber líquidos durante as refeições:

Para conseguir um bom esvaziamento gástrico, o estômago não deve ser preenchido apenas por líquidos que podem fazer você se sentir “cheio” antes mesmo de terminar a refeição.

Evite o uso de café:

O café não só compromete o esvaziamento gástrico como também relaxa os músculos que impedem a passagem dos alimentos do estômago para o esôfago. Sob os efeitos da cafeína, alimentos vindos do estômago podem facilmente voltar à garganta. O resultado é a regurgitação e sensação de queimação no estômago.

Evite bebidas alcoólicas, gasosas e fermentadas:

Os gases acumulando-se no estômago, podem causar sensação de empachamento e provocar arrotos.

Evitar alimentos que favoreçam o refluxo:

FRITURAS

GORDURAS

TOMATES, MOLHOS DE TOMATE

ALHO, CEBOLA

DOCES, CHOCOLATES

MENTOLADOS

REFRIGERANTES E BEBIDAS GASOSAS BEBIDAS ALCÓOLICAS

CAFÉ, CHÁ PRETO E MATE

Evite deitar-se nas 2 horas posteriores às refeições:

Deitando, a possibilidade de regurgitações é maior e sobrecarrega o seu estômago.

Usar medicamentos que agridam a mucosa e aqueles considerados de risco SOMENTE sob orientação médica:

TEOFILINA ANTICOLINÉRGICOS BETA BLOQUEADORES NITRATOS BLOQUEADORES DE CANAL DE CÁLCIO QUINIDINA DOXICICLINA AAS / AINES

Fonte: campinas.sp.gov.br

Endoscopia

Endoscopia

O que é a endoscopia digestiva alta ?

A endoscopia digestiva alta, também chamada de gastroenteroscopia, gastroduodenoscopia ou simplesmente endoscopia, permite ao médico examinar a mucosa da parte superior do seu trato gastrintestinal, que inclui esôfago, estômago e duodeno (primeira porção do intestino delgado). É utilizado um tubo fino e flexível, chamado endoscópio, que possui lentes e luz próprias, permitindo a visibilização da mucosa através da outra extremidade do aparelho ou de um monitor de vídeo. Se seu médico recomendou uma endoscopia digestiva alta, este folheto poderá esclarecer alguns tópicos básicos sobre este procedimento – como é realizado, como pode ajudar e que efeitos colaterais você pode experimentar. Se ficar com alguma dúvida, pergunte ao médico ou ao profissional de enfermagem.

Porque a endoscopia digestiva alta é realizada ?

Este exame permite ao seu médico avaliar a causa de, entre diversos sintomas, dor abdominal, náusea, vômitos e dificuldades de engolir. Também é um teste excelente para descobrir a causa de sangramentos do trato gastrintestinal alto. É mais preciso que raios-x para detectar inflamações, úlceras e tumores. Seu médico também pode solicitar a endoscopia digestiva alta para obter biópsias (pequenas amostras de tecido) para diversos fins, como diagnosticar a presença de Helicobacter pylori, uma bactéria que causa gastrites e úlceras. A endoscopia também pode ser utilizada para o tratamento de diversas doenças, como dilatação de áreas estreitadas, interromper sangramento de úlceras, ocluir varizes no esôfago e retirada de tumores benignos e malignos, com pouco ou nenhum desconforto.

O que devo fazer antes do exame ?

Ao final deste texto, está descrito o preparo recomendado.

Posso tomar minhas medicações habituais ?

A maioria dos remédios pode ser utilizada normalmente, mas algumas podem interferir com o preparo do exame. Informe seu médico sobre os medicamentos que está tomando, especialmente AAS e similares, medicações para reumatismo, anticoagulantes, insulina, calmantes e antidepressivos. Também não esqueça de avisar sobre alergias e reações anteriores a medicamentos.

Quem não pode realizar o exame ?

Todos podem realizar este exame, mas alguns cuidados a mais devem ser tomados em quem tem problemas cardíacos, respiratórios, neurológicos, nas gestantes e aqueles com alergia a medicações. Se você estiver em qualquer uma dessas situações, deve avisar o médico antes de agendar o exame. Em pacientes idosos, portadores de doença cardíaca ou pulmonar, recomenda-se a avaliação prévia com clínico geral (ou geriatra) e com o cardiologista, sendo necessário trazer a liberação para o exame por escrito no dia agendado para a sua realização.

O exame pode ser realizado em gestantes ou mulheres que amamentam ?

Não se recomenda realizar esse exame durante a gestação. Ele só é realizado se os riscos forem considerados menores que os potenciais benefícios do exame, após discussão entre a paciente e o seu médico. Se estiver grávida ou amamentando, algumas medicações não podem ser utilizadas, portanto essa informação deve ser fornecida ao agendar o exame. Após a realização do mesmo, recomenda-se que o leite seja retirado completamente por bombinha após 4 a 6 horas da realização do exame e descartado. Depois disso a amamentação pode ser realizada sem riscos ao bebê.

O que acontece durante a endoscopia digestiva alta ?

A primeira coisa após deitar-se na mesa de exames é receber uma medicação em spray na garganta, anestésico local que deixará sua garganta dormente para diminuir a reação de náusea provocada pelo aparelho. Poderá ainda tomar uma medicação líquida para diminuir os gases após o exame e retirar a espuma que recobre o estômago, facilitando o exame. Em geral, utiliza-se um sedativo aplicado pela veia para ajudar a relaxar e, na maioria das vezes, dormir durante o exame. A endoscopia pode ser realizada sem isso, mas recomenda-se que seja feita, pois o desconforto torna-se muito menor. Se optar por realizar o exame com sedação, esta será administrada lentamente até a dose adequada e você esteja sonolento ou dormindo. A sedação é sempre aplicada pelo médico e sob observação e monitorização do pulso e oxigênio do sangue através de aparelhos.

Depois disso, será colocada uma peça oca na boca, através da qual o endoscópio é introduzido pela sua boca e garganta até o esôfago, estômago e duodeno.O endoscópio não prejudica a respiração, mas é possível que apresente náuseas, que melhoram depois que aparelho passou pela garganta. Para analisar o estômago adequadamente, é necessário que ele esteja cheio de ar, o que é feito pelo endoscópio. Isso pode causar a sensação de peso e vontade de arrotar, mas procure manter o ar no estômago até o final do exame, se estiver consciente. Um exame comum dura menos de 10 minutos, sendo muito bem tolerado pela maioria das pessoas.

O que acontece após a endoscopia digestiva alta ?

Você será monitorizado por profissional qualificado e aparelhos até que a maioria dos efeitos da medicação desapareça. Sua garganta pode ficar um pouco desconfortável e pode sentir necessidade de arrotar pelos gases que foram introduzidos no seu estômago durante o exame. Se recebeu sedativos para a realização do exame, alguém deve levá-lo para casa e ficar com você. Mesmo que esteja acordado e disposto, seu raciocínio e reflexos podem ficar prejudicados pelo resto do dia, não sendo possível dirigir ou operar máquinas. Além do efeito calmante e hipnótico (sono), o sedativo costuma causar amnésia, portanto é comum não se lembrar depois da realização do exame e de alguns episódios ao longo das horas seguintes. Você pode comer normalmente após o exame, só devendo aguardar que a anestesia da garganta perca o efeito para não correr o risco de engasgar. Quais são as possíveis complicações da endoscopia digestiva alta ?

Apesar de possíveis, as complicações são raras quando é realizada por médicos que foram especialmente treinados e experientes nestes procedimentos. A mais comum é o sangramento local após uma biópsia (retirada de fragmento da mucosa para exame) ou polipectomia (retirada de pólipos), mas geralmente é pequeno e pára sozinho. Outros riscos potenciais incluem reação aos sedativos utilizados, complicações de doenças do pulmão ou coração e perfuração. É importante reconhecer sinais iniciais das complicações. Se você apresentar febre, dificuldades para engolir e dor na garganta, no peito ou no abdome que seja intensa ou que aumente progressivamente, contate seu médico.

Qual a necessidade de levar acompanhante no dia do exame ?

Como o exame é realizado sob sedação, isso inabilita a pessoa a conduzir veículos e pode causar lapsos de memória e concentração nas horas seguintes. Por esses motivos, o acompanhante é responsável por conduzi-lo de volta para casa em segurança e, na eventualidade do médico endoscopista precisar de autorização para algum procedimento adicional ou discutir achados do exame ou dar orientações específicas após o mesmo, o acompanhante torna-se responsável pela autorização e por transmitir as orientações dadas. Na ausência de acompanhante desde a entrada até a saída do paciente, não é realizada endoscopia com sedação.

PREPARO PARA ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA

Para a realização do exame de endoscopia digestiva alta, é necessário:

Vir acompanhado de pessoa maior de idade

Permanecer em jejum nas 10 horas anteriores ao exame

Até 4 horas antes do exame, está liberado tomar água e isotônicos (gatorade® ou similar) desde que claros (incolores ou amarelo claros) – é necessário jejum absoluto nas 4 horas anteriores ao exame

Não retornar dirigindo ou de motocicleta a menos que tenha optado fazer o exame sem sedação.

Stéfano Gonçalves Jorge

Fonte: www.cccastelo.com.br

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