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Endoscopia

Endoscopia digestiva alta

A endoscopia digestiva alta ou esofagogastroduodenoscopia é o método diagnóstico de escolha para a visualização do revestimento do esôfago, estômago e primeira porção do intestino delgado (chamada também de “duodeno”). É um dos procedimentos diagnósticos mais comuns em todo o mundo.

O exame é realizado pela da passagem de um videoendoscópio (tubo flexível com uma câmara na extremidade) através da boca.

Indicação

Desconforto abdominal refratário a tratamento

Desconforto abdominal com sinais de alarme (por exemplo: emagrecimento)

Disfagia (dificuldade de deglutição) e odinofagia (dor à deglutição)

Refluxo gastroesofágico recorrente (ou refratário ao tratamento)

Náusea e vômito persistentes

Pacientes com suspeita de neoplasia

Acompanhamento de condições pré-malignas

Anemia crônica (por sangramento oculto)

Biópsia de intestino delgado

Avaliação de pacientes cirróticos

Após ingestão de substâncias cáusticas

Dor abdominal de origem desconhecida

Esclarecimento de achado de outros exames

Seguimento: pólipos, após cirurgias etc.

Hemorragia digestiva alta

Como é feito?

No Hospital Israelita Albert Einstein os exames são realizados, rotineiramente, sob anestesia, sempre com a presença de um anestesiologista.

Para maior conforto e segurança contamos com o que há de mais moderno em suporte e monitorização. Nestas condições, o procedimento é praticamente indolor. Em alguns casos a endoscopia digestiva alta pode ser realizada sem sedação (a pedido do paciente) ou sob anestesia geral (por exemplo, em crianças).

O exame tem duração aproximada entre 5 e 10 minutos. Dependendo da necessidade de algum procedimento associado, este tempo pode aumentar. Devido à sedação/anestesia recebida, é indispensável a presença de um acompanhante.

Antes do exame, médicos e enfermeiras da endoscopia estarão à sua disposição para esclarecimento de dúvidas.

É importante que você informe sobre exames realizados anteriormente, se tem alergias ou se já apresentou reações a algum tipo de medicação. Será necessária a assinatura de um termo de consentimento, autorizando a realização do exame e da anestesia.

Após ser colocado em uma posição confortável (decúbito lateral esquerdo), uma veia será puncionada para a administração dos sedativos e/ou anestésicos. Um bocal de plástico será colocado entre seus dentes e um cateter de oxigênio será instalado abaixo do nariz.

Ao término do exame permanecerá na sala de recuperação até seu total restabelecimento (geralmente 1 hora) e término do desjejum que lhe será oferecido.

Poderá sentir um leve desconforto abdominal causado pela insuflação de ar. É importante não dirigir, operar máquinas ou tomar decisões importantes logo após o procedimento.

Contraindicação

Gestação

Preparo

É necessário jejum de, no mínimo, 8 horas (para uma correta avaliação da mucosa). Caso o paciente faça uso continuado de qualquer medicação, é importante consultar sob como proceder. Se for necessária a administração de algum medicamento, tome-o apenas com um pequeno gole de água.

Outras informações

As biópsias e coletas de material para cultura serão realizadas sempre que seu médico ou o endoscopista responsável pelo seu exame julgarem necessário, por exemplo: pólipos, úlceras gástricas, infecções, tumores. Estes procedimentos são feitos por meio da passagem de uma pinça pelo interior do aparelho, com coleta de pequenos fragmentos da mucosa. Estes fragmentos são enviados ao Serviço de Anatomia Patológica ou Laboratório para os estudos que forem necessários.

Para a pesquisa do Helicobacter pylori (bactéria que pode ser encontrada no estômago e que está associada ao risco de úlcera), dois pequenos fragmento da mucosa gástrica são colhidos e enviados ao laboratório ou colocados em uma solução de ureia.

A pesquisa está indicada nas seguintes situações:

Úlcera gástrica

Úlcera duodenal

Duodenite erosiva

Cicatriz de úlcera

Quando o seu médico assistente solicitar

Procedimentos terapêuticos

Nas últimas décadas a endoscopia digestiva alta evoluiu de um exame puramente diagnóstico para um procedimento terapêutico ou curativo minimamente invasivo. Muitas vezes, um tratamento endoscópico pode evitar uma cirurgia ou tratamentos mais agressivos.

Atualmente, a endoscopia digestiva alta é indicada também para:

Retirada de pólipos (polipectomias): quando são encontrados certos tipos de pólipos durante seu exame. Após uma criteriosa avaliação dos achados, o endoscopista responsável pelo exame passa uma alça de polipectomia pelo aparelho, apreende a lesão e a corta empregando um bisturi elétrico. Todo material retirado é enviado para estudo. Quando uma lesão plana superficial é encontrada, a mesma pode ser retirada pela técnica de mucosectomia. Esta difere da polipectomia clássica, pois requer a injeção de uma solução abaixo da lesão antes da retirada com a alça.

Tratamento de lesões sangrantes: hemostasia endoscópica é empregada sempre que se depara com um sangramento nos órgãos examinados. Existem várias técnicas disponíveis, como a injeção de substâncias, colocação de clipes metálicos, anéis elásticos, alças plásticas ("endo-loops"), uso de cateteres de coagulação ou laser.

Ligadura elástica / escleroterapia de varizes esofágicas: A ligadura elástica das varizes esofágicas consiste na colocação de anéis elásticos sobre os cordões varicosos, causando trombose e consequente erradicação das varizes. Podem ser indicadas de forma eletiva ou realizadas durante sangramento ativo.

Geralmente algumas sessões são necessárias até a erradicação.

Remoção de corpos estranhos: por exemplo, moedas engolidas, principalmente por crianças.

Dilatação de estenoses: pacientes portadores de estenose do esôfago, estômago ou duodeno pode-se realizar a dilatação por meio da passagem de um balão plástico ou de uma sonda dilatadora sobre um fio guia posicionado por endoscopia. Os resultados são geralmente muito bons, embora alguns pacientes necessitem de procedimentos repetidos. Em alguns casos, a dilatação pode ser complementada pela colocação de próteses plásticas ou metálicas para garantir a patência do órgão dilatado. As próteses plásticas consistem de tubos de silicone de tamanhos e diâmetros variados. As próteses metálicas são formadas por uma malha metálica também em forma tubular.

Tratamento paliativo de tumores

Colocação de sondas (sonda nasoenteral, de gastrostomia ou jejunostomia) ou drenos: Em pacientes impossibilitados de deglutir torna-se necessária a passagem de sonda nasoenteral ou a realização de uma gastrostomia/jejunostomia para a administração de dietas. A gastrostomia/jejunostomia consiste na colocação de uma sonda de silicone através da pele, dentro do estômago ou do intestino delgado.

Colocação de balão intragástrico para tratamento de obesidade: a colocação de um balão intragástrico está indicada em alguns casos de obesidade mórbida, geralmente antes da cirurgia. Um balão de silicone é colocado no interior do estômago e preenchido com cerca de 600 ml de água. Isso ajuda a aumentar a sensação de saciedade, reduzindo a fome. O balão deve ser retirado após algumas semanas.

Atualmente alguns pacientes portadores de refluxo gastroesofágico podem ser tratados por via endoscópica.

Várias técnicas estão disponíveis, sendo que a escolha do melhor método deve ser individualizada: injeção de polímeros, radiofrequência, sutura endoscópica.

Fonte: www.einstein.br

Endoscopia

Endoscopia

O que é Endoscopia digestiva?

É um excelente exame complementar na investigação de pacientes com dor abdominal, vômitos e dificuldade para engolir, sendo bem mais preciso que o Raio- X na detecção de inflamação, úlceras e tumores graças a visão interna do aparelho digestivo superior, ou seja, o exame do esôfago, estômago e do duodeno.

É um método de diagnóstico para detectar câncer precoce, distinguir entre condições benignas e malignas, através da retirada de pequenas amostras de tecidos suspeitos(biópsias), e a possibilidade de pesquisa da bactéria H. pliory na mucosa gástrica, agente este responsável por gastrites, úlceras e possivelmente de câncer no estômago.

Além do objetivo diagnóstico, é possível tratar muitas das condições dectadas como retiradas de pólipos, dilatação de áreas estreitadas e controle de hemorragias. A endoscopia tem reduzido significativamente a necessidade de transfusões, cirurgia e hospitalização prolongada dos pacientes.

2. Como se faz

Ao contrário do que se pensa, a endoscopia digestiva é um exame extremamente simples, fácil de realizar (de duração aproximada de cinco minutos), totalmente indolor e praticamente sem risco para o paciente.

Primeiro se faz a anestesia da boca e da garganta com um simples spray de xelocaína, retirando o desconforto e ansiedade do paciente.

A seguir, é feita uma injeção venosa de um calmante que faz com que o paciente relaxe e durma.

Logo em seguida, um aparelho de fibra ótica é introduzido pela cavidade oral, deslizando sobre a língua em direção ao esôfago, passando pelo estômago e atingindo finalmente o duodeno.

O aparelho é retirado, após visualização de todas as estruturas e dos procedimentos julgados necessários (biópsias, escleroses,hemostasia,etc...) pelo endoscopista.

De grande valor este exame é fundamental para terapêutica e diagnóstico de patologias esofagogastroduenais.

3. Preparo do paciente para a Endoscopia

Para realizar o exame, o paciente deve comparecer em jejum absoluto e acompanhado. Após o exame, devido a ação do sedativo aplicado, o paciente não pode dirigir nem sair descompanhado.

4. Quando se deve realizar a Endoscopia Digestiva?

Além de ser um exame de diagnóstico, a endoscopia digestiva é, talvez, a única chance que se tem de realizar um diagnóstico preventivo de neoplasias digestivas (câncer).

Da mesma forma, durante o exame, podemos realizar diversos procedimentos terapêuticos.

Deverá realizar endoscopia o paciente que apresenta um ou vários dos sintomas abaixo:

Epigastralgia

Náuseas

Azias

Queimação no abômen

Plenitude

Vômitos

5. Outros Exames

Retosigmoidoscopia/Colonoscopia

A Retosigmoidoscopia é procedimento que possibilita o estudo da mucosa do reto e da parte distal do intestino grosso.

A colonoscopia permite o estudo de todo o intestino grosso e da parte distal do intestino delgado. São exames realizados na investigação de sangramentos retais, pesquisa de diarréias, alterações do hábito intestinal, dores abdominais e na detecção e remoção de pólipos. A importância dos pólios intestinais é a possibilidade de transformação maligna caso não sejam removidos precocemente.

Colangiopancreatolografia Retrógrada Endoscópica

É o procedimento usado para diagnosticar e tratar condições que afetam os canais do fígado, vesícula biliar e pâncreas.

Consiste na passagem do endoscópio pela boca, atingindo a porção inicial do duodeno. Através do esdoscópio é passado um catéter que é introduzido nos canais biliar e pancreático onde é injetado um meio de contraste para realização de radiografias.

É um exame para realização de icterícias, cálculos biliares e tumores. No caso da detecção através do exame de uma obstrução consequente a um tumor, pode-se passar um catéter para facilitar a drenagem e programar uma cirurgia em melhores condições para paciente.

Fonte: www.santalucia.com.br

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