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Endoscopia

 

Endoscopia
Endoscopia

O que é Endoscopia digestiva?

É um excelente exame complementar na investigação de pacientes com dor abdominal, vômitos e dificuldade para engolir, sendo bem mais preciso que o Raio- X na detecção de inflamação, úlceras e tumores graças a visão interna do aparelho digestivo superior, ou seja, o exame do esôfago, estômago e do duodeno.

É um método de diagnóstico para detectar câncer precoce, distinguir entre condições benignas e malignas, através da retirada de pequenas amostras de tecidos suspeitos(biópsias), e a possibilidade de pesquisa da bactéria H. pliory na mucosa gástrica, agente este responsável por gastrites, úlceras e possivelmente de câncer no estômago.

Além do objetivo diagnóstico, é possível tratar muitas das condições dectadas como retiradas de pólipos, dilatação de áreas estreitadas e controle de hemorragias. A endoscopia tem reduzido significativamente a necessidade de transfusões, cirurgia e hospitalização prolongada dos pacientes.

2. Como se faz

Ao contrário do que se pensa, a endoscopia digestiva é um exame extremamente simples, fácil de realizar (de duração aproximada de cinco minutos), totalmente indolor e praticamente sem risco para o paciente.

Primeiro se faz a anestesia da boca e da garganta com um simples spray de xelocaína, retirando o desconforto e ansiedade do paciente.
A seguir, é feita uma injeção venosa de um calmante que faz com que o paciente relaxe e durma.
Logo em seguida, um aparelho de fibra ótica é introduzido pela cavidade oral, deslizando sobre a língua em direção ao esôfago, passando pelo estômago e atingindo finalmente o duodeno.
O aparelho é retirado, após visualização de todas as estruturas e dos procedimentos julgados necessários (biópsias, escleroses,hemostasia,etc...) pelo endoscopista.

De grande valor este exame é fundamental para terapêutica e diagnóstico de patologias esofagogastroduenais.

3. Preparo do paciente para a Endoscopia

Para realizar o exame, o paciente deve comparecer em jejum absoluto e acompanhado. Após o exame, devido a ação do sedativo aplicado, o paciente não pode dirigir nem sair descompanhado.

4. Quando se deve realizar a Endoscopia Digestiva?

Além de ser um exame de diagnóstico, a endoscopia digestiva é, talvez, a única chance que se tem de realizar um diagnóstico preventivo de neoplasias digestivas (câncer).

Da mesma forma, durante o exame, podemos realizar diversos procedimentos terapêuticos.

Deverá realizar endoscopia o paciente que apresenta um ou vários dos sintomas abaixo:

Epigastralgia
Náuseas
Azias
Queimação no abômen
Plenitude
Vômitos

5. Outros Exames

Retosigmoidoscopia/Colonoscopia

A Retosigmoidoscopia é procedimento que possibilita o estudo da mucosa do reto e da parte distal do intestino grosso.

A colonoscopia permite o estudo de todo o intestino grosso e da parte distal do intestino delgado. São exames realizados na investigação de sangramentos retais, pesquisa de diarréias, alterações do hábito intestinal, dores abdominais e na detecção e remoção de pólipos. A importância dos pólios intestinais é a possibilidade de transformação maligna caso não sejam removidos precocemente.

Colangiopancreatolografia Retrógrada Endoscópica

É o procedimento usado para diagnosticar e tratar condições que afetam os canais do fígado, vesícula biliar e pâncreas.

Consiste na passagem do endoscópio pela boca, atingindo a porção inicial do duodeno. Através do esdoscópio é passado um catéter que é introduzido nos canais biliar e pancreático onde é injetado um meio de contraste para realização de radiografias.

É um exame para realização de icterícias, cálculos biliares e tumores. No caso da detecção através do exame de uma obstrução consequente a um tumor, pode-se passar um catéter para facilitar a drenagem e programar uma cirurgia em melhores condições para paciente.

Fonte: www.santalucia.com.br

Endoscopia

Endoscopia digestiva alta

A endoscopia digestiva alta ou esofagogastroduodenoscopia é o método diagnóstico de escolha para a visualização do revestimento do esôfago, estômago e primeira porção do intestino delgado (chamada também de “duodeno”). É um dos procedimentos diagnósticos mais comuns em todo o mundo.

O exame é realizado pela da passagem de um videoendoscópio (tubo flexível com uma câmara na extremidade) através da boca.

Indicação

Desconforto abdominal refratário a tratamento
Desconforto abdominal com sinais de alarme (por exemplo: emagrecimento)
Disfagia (dificuldade de deglutição) e odinofagia (dor à deglutição)
Refluxo gastroesofágico recorrente (ou refratário ao tratamento)
Náusea e vômito persistentes
Pacientes com suspeita de neoplasia
Acompanhamento de condições pré-malignas
Anemia crônica (por sangramento oculto)
Biópsia de intestino delgado
Avaliação de pacientes cirróticos
Após ingestão de substâncias cáusticas
Dor abdominal de origem desconhecida
Esclarecimento de achado de outros exames
Seguimento:
pólipos, após cirurgias etc.
Hemorragia digestiva alta

Como é feito?

No Hospital Israelita Albert Einstein os exames são realizados, rotineiramente, sob anestesia, sempre com a presença de um anestesiologista.

Para maior conforto e segurança contamos com o que há de mais moderno em suporte e monitorização. Nestas condições, o procedimento é praticamente indolor. Em alguns casos a endoscopia digestiva alta pode ser realizada sem sedação (a pedido do paciente) ou sob anestesia geral (por exemplo, em crianças).

O exame tem duração aproximada entre 5 e 10 minutos. Dependendo da necessidade de algum procedimento associado, este tempo pode aumentar. Devido à sedação/anestesia recebida, é indispensável a presença de um acompanhante.

Antes do exame, médicos e enfermeiras da endoscopia estarão à sua disposição para esclarecimento de dúvidas.

É importante que você informe sobre exames realizados anteriormente, se tem alergias ou se já apresentou reações a algum tipo de medicação. Será necessária a assinatura de um termo de consentimento, autorizando a realização do exame e da anestesia.

Após ser colocado em uma posição confortável (decúbito lateral esquerdo), uma veia será puncionada para a administração dos sedativos e/ou anestésicos. Um bocal de plástico será colocado entre seus dentes e um cateter de oxigênio será instalado abaixo do nariz.

Ao término do exame permanecerá na sala de recuperação até seu total restabelecimento (geralmente 1 hora) e término do desjejum que lhe será oferecido.

Poderá sentir um leve desconforto abdominal causado pela insuflação de ar. É importante não dirigir, operar máquinas ou tomar decisões importantes logo após o procedimento.

Contraindicação

Gestação

Preparo

É necessário jejum de, no mínimo, 8 horas (para uma correta avaliação da mucosa). Caso o paciente faça uso continuado de qualquer medicação, é importante consultar sob como proceder. Se for necessária a administração de algum medicamento, tome-o apenas com um pequeno gole de água.

Outras informações

As biópsias e coletas de material para cultura serão realizadas sempre que seu médico ou o endoscopista responsável pelo seu exame julgarem necessário, por exemplo: pólipos, úlceras gástricas, infecções, tumores. Estes procedimentos são feitos por meio da passagem de uma pinça pelo interior do aparelho, com coleta de pequenos fragmentos da mucosa. Estes fragmentos são enviados ao Serviço de Anatomia Patológica ou Laboratório para os estudos que forem necessários.

Para a pesquisa do Helicobacter pylori (bactéria que pode ser encontrada no estômago e que está associada ao risco de úlcera), dois pequenos fragmento da mucosa gástrica são colhidos e enviados ao laboratório ou colocados em uma solução de ureia.

A pesquisa está indicada nas seguintes situações:

Úlcera gástrica
Úlcera duodenal
Duodenite erosiva
Cicatriz de úlcera
Quando o seu médico assistente solicitar

Procedimentos terapêuticos

Nas últimas décadas a endoscopia digestiva alta evoluiu de um exame puramente diagnóstico para um procedimento terapêutico ou curativo minimamente invasivo. Muitas vezes, um tratamento endoscópico pode evitar uma cirurgia ou tratamentos mais agressivos.

Atualmente, a endoscopia digestiva alta é indicada também para:

Retirada de pólipos (polipectomias): quando são encontrados certos tipos de pólipos durante seu exame. Após uma criteriosa avaliação dos achados, o endoscopista responsável pelo exame passa uma alça de polipectomia pelo aparelho, apreende a lesão e a corta empregando um bisturi elétrico. Todo material retirado é enviado para estudo. Quando uma lesão plana superficial é encontrada, a mesma pode ser retirada pela técnica de mucosectomia. Esta difere da polipectomia clássica, pois requer a injeção de uma solução abaixo da lesão antes da retirada com a alça.

Tratamento de lesões sangrantes: hemostasia endoscópica é empregada sempre que se depara com um sangramento nos órgãos examinados. Existem várias técnicas disponíveis, como a injeção de substâncias, colocação de clipes metálicos, anéis elásticos, alças plásticas ("endo-loops"), uso de cateteres de coagulação ou laser.

Ligadura elástica / escleroterapia de varizes esofágicas: A ligadura elástica das varizes esofágicas consiste na colocação de anéis elásticos sobre os cordões varicosos, causando trombose e consequente erradicação das varizes. Podem ser indicadas de forma eletiva ou realizadas durante sangramento ativo.

Geralmente algumas sessões são necessárias até a erradicação.

Remoção de corpos estranhos: por exemplo, moedas engolidas, principalmente por crianças.

Dilatação de estenoses: pacientes portadores de estenose do esôfago, estômago ou duodeno pode-se realizar a dilatação por meio da passagem de um balão plástico ou de uma sonda dilatadora sobre um fio guia posicionado por endoscopia. Os resultados são geralmente muito bons, embora alguns pacientes necessitem de procedimentos repetidos. Em alguns casos, a dilatação pode ser complementada pela colocação de próteses plásticas ou metálicas para garantir a patência do órgão dilatado. As próteses plásticas consistem de tubos de silicone de tamanhos e diâmetros variados. As próteses metálicas são formadas por uma malha metálica também em forma tubular.

Tratamento paliativo de tumores

Colocação de sondas (sonda nasoenteral, de gastrostomia ou jejunostomia) ou drenos: Em pacientes impossibilitados de deglutir torna-se necessária a passagem de sonda nasoenteral ou a realização de uma gastrostomia/jejunostomia para a administração de dietas. A gastrostomia/jejunostomia consiste na colocação de uma sonda de silicone através da pele, dentro do estômago ou do intestino delgado.

Colocação de balão intragástrico para tratamento de obesidade: a colocação de um balão intragástrico está indicada em alguns casos de obesidade mórbida, geralmente antes da cirurgia. Um balão de silicone é colocado no interior do estômago e preenchido com cerca de 600 ml de água. Isso ajuda a aumentar a sensação de saciedade, reduzindo a fome. O balão deve ser retirado após algumas semanas.

Atualmente alguns pacientes portadores de refluxo gastroesofágico podem ser tratados por via endoscópica.

Várias técnicas estão disponíveis, sendo que a escolha do melhor método deve ser individualizada: injeção de polímeros, radiofrequência, sutura endoscópica.

Fonte: www.einstein.br

Endoscopia

O que é?

A ecoendoscopia é um exame que nasceu da fusão entre o ultra-som e um aparelho de endoscopia.

Assim, além de permitir o exame da mucosa do sistema digestivo, pode examinar toda a parede do esôfago, estômago, duodeno, reto e alguns órgãos e estruturas vizinhas tais como: o mediastino, o baço, os rins, a vesícula biliar, o pâncreas, o fígado, o colédoco, a próstata e estruturas vasculares.

Para que serve?

A ecoendoscopia é diagnóstica na maioria dos casos e têm por objetivo o estadiamento de tumores que acometem o esôfago, estômago, duodeno, reto e a via biliopancreática. Ela pode fazer parte da propedêutica da dor abdominal e pancreatite aguda de origem desconhecidas.

Cada vez mais tem crescido as indicações terapêuticas como, por exemplo: a drenagem ecoguiada dos abscessos e pseudocistos pancreáticos, a neurólise ecoguiada do plexo celíaco, em casos de dor neoplásica ou da pancreatite crônica, a paracentese ecoguiada, a realização de necrosectomia pancreática ecoguiada, além do tratamento do câncer de pâncreas e das vias biliares pela formação de uma fístula entre o fígado e o estômago.

Vantagens

Sua principal vantagem é a realização de um procedimento pouco invasivo para o diagnóstico de doenças tais como as neoplasias da via biliopancreática. Outra vantagem é o estadiamento correto das neoplasias do sistema digestivo. Uma avaliação pré-operatória correta evitaria tratamentos desnecessários, e um impacto clínico na maioria dos doentes. Além disso, ela ao mesmo tempo tem indicações diagnósticas e terapêuticas.

Indicações

Existem duas indicações para a ecoendoscopia:

a) diagnóstica e

b) terapêutica

a) Diagnóstica

Estadiamento dos tumores de esôfago, estômago, reto, pancreático biliar e pulmonar
Identificar e avaliar a presença de compressões extrínsecas ou de tumores subepiteliais
Tumores sólidos e císticos do pâncreas
Massas abdominais, mediastinais e perirretais
Coledocolitíase e microlitíase
Infecção em coleções abdominais e perirretais
Insucesso da cateterização da via biliare pancreática

b) Terapêutica Ecoguiada

Técnicas de Injeção

Neurólise do plexo celíaco
Injeção de toxina botulínica
Intratumoral de quimioterápicos e agentes citotóxicos
Alcoolização de cistos pancreáticos

Técnicas de Drenagem

Necrosectomia ecoguiada
Tratamento dos abscessos e pseudocistos pancreáticos
Tratamento dos abscessos pélvicos
Derivações wirsungogástricas, coledocoduodenais e hepaticogástricas.

Fonte: www.hospital9dejulho.com.br

Endoscopia

O que é Endoscopia Digestiva?

A Endoscopia Digestiva consiste num método de investigação de doenças do esôfago, estômago e intestinos através de tubos flexíveis introduzidos pela cavidade oral ou anal. A primeira chama-se endoscopia digestiva alta e a segunda colonoscopia. Estes instrumentos permitem visualizar a mucosa (revestimento interno) do tubo digestivo e realizar detalhada avaliação assim como coletar material ou mesmo realizar pequenas cirurgias.

Inicialmente se examina o órgão como um todo, verificando se há alguma alteração em seu revestimento. Na prevenção do câncer é método bem estabelecido, especialmente do câncer de estomago, esôfago e intestino grosso. Pequenas lesões, assim como lesões superficiais podem ser removidas durante o procedimento endoscópico, evitando desta forma cirurgia convencional.

A endoscopia, como um todo, evoluiu muito nas últimas décadas. Pode-se, também, examinar as vias biliares e pancreáticas.

Como se realiza uma Endoscopia Digestiva?

Existe um receio dos pacientes quando lhes é solicitado uma endoscopia porque a palavra endoscopia está associada a algo que vai nos impedir de respirar ao mesmo tempo em que algo entrará em nosso organismo. Na realidade os procedimentos endoscópicos nos dias de hoje são indolores. Tanto a endoscopia digestiva alta quanto a baixa são efetuadas sob sedação endovenosa que não deixam o paciente sentir dor ou desconforto. A respiração do paciente é normal durante o exame e sua oxigenação é controlada através de equipamentos. A duração do exame de endoscopia digestiva alta é de 5 a 10 minutos e da baixa de 15 a 30 minutos, podendo prolongar-se em situações mais difíceis.

O que acontece após o exame?

Você será conduzido para a sala de recuperação onde ficará repousando por 15 a 30 minutos tempo suficiente para despertar completamente. Um familiar ou amigo deverá acompanhá-lo até a sua residência.

Importante: não poderá dirigir ou tomar qualquer decisão ou atitude importante (por exemplo assinar cheques, documentos ou operar máquinas e equipamentos.

O médico lhe dará um atestado para dispensá-lo do trabalho se for o caso. Poderá alimentar-se normalmente após os exame.

Como ficarei sabendo do resultado?

Os modernos serviços de endoscopia possuem unidades de captura de imagem o que deixará seu resultado mantido em banco de imagens e imediatamente fornecê-lo a você (texto e fotos). Caso tenha havido coleta de material (análise de lesões, células, bactérias...) você terá de aguardar alguns dias para o resultado final (em média 3 a 5 dias úteis).

Dica útil...

Procure clínica de endoscopia após informar-se com familiares ou amigos (uma indicação é sempre útil) e certificar-se que o profissional possui qualificação, no caso, o título de especialista em endoscopia digestiva.

Fonte: www.urgegastro.com.br

Endoscopia

A Endoscopia Digestiva Alta, também conhecida como esofagogastroduodenoscopia ou panendoscopia, é um exame realizado com o auxílio de um endoscópio (tubo flexível composto por um sistema de fibras ópticas e de fonte de luz) capaz de possibilitar a visualização direta da porção interna dos órgãos do trato digestivo superior. Este segmento é composto pelo esôfago, estômago e porção inicial do intestino delgado, duodenal.

Com o auxílio da endoscopia temos a possibilidade de diagnosticar várias patologias, entre elas: gastrite, esofagite, refluxo gastro esofágico, úlceras pépticas, pólipos e tumores. Além da utilização como método diagnóstico a endoscopia também é um procedimento que pode ser utilizado com caráter terapêutico, permitindo a realização de retirada de corpos estranhos, controle de sangramento em úlceras pépticas, retirada de pólipos, entre outros.

PREPARO:

O paciente deve manter pelo menos 8 horas de jejum absoluto, inclusive para líquidos. Caso seja um paciente usuário de medicamentos de uso continuado, como anti hipertensivos por exemplo, os mesmos poderão ser ingeridos desde que com a menor quantidade possível de líquido.

Nos casos de pacientes diabéticos a medicação hipoglicemiante ou a insulina deverá ser usada somente após o término do exame, evitando assim a ocorrência de um episódio de hipoglicemia secundário ao jejum prolongado.

Para a realização do exame é obrigatória a presença de um acompanhante, maior de idade que se responsabilizará pela condução do paciente após o término do mesmo.

O EXAME:

O paciente fará uso de algumas medicações com intenção de reduzir o incômodo que o exame pode ocasionar, sendo que o principal deles é a náusea.

Inicialmente será administrada uma medicação em gotas, a Dimeticona, que deverá reduzir as bolhas de ar que dificultam a visualização da mucosa dos órgãos.

No momento do exame o paciente receberá um spray anestésico em sua garganta, de ação local para reduzir a sensibilidade da área e com isso diminuir o incômodo durante a passagem do aparelho. Faz-se uso também de uma medicação endovenosa, geralmente uma associação de Meperidina e Midazolan, que vão causar a sedação do paciente que, provavelmente, sequer lembrará da realização do exame.

Durante o exame o paciente permanecerá deitado sobre o lado esquerdo do corpo, utilizando um bocal por onde o aparelho será introduzido.

Caso sejam necessárias biópsias poderão ser realizadas, sem que isto cause qualquer sensação de dor ou desconforto adicional ao exame. Nos casos onde o médico solicitar a pesquisa de H. Pylori, a biópsia será realizada para que o material possa ser submetido ao teste para detecção da presença da bactéria.

PÓS EXAME:

Após o término do exame o paciente permanecerá por cerca de 30 minutos em repouso, para que possa se recuperar da sedação. Mesmo após este período não será possível dirigir ou realizar quaisquer atividades que exijam concentração. Por este motivo a presença do acompanhante é indispensável. Caso esteja em horário de trabalho a equipe deverá ser avisada a fim de confeccionar um atestado médico que terá validade por todo o dia. Não é incomum o paciente ir para casa, dormir e não lembrar sequer que realizou o exame.

A sensação da garganta anestesiada permanece por cerca de 20 minutos após o término do exame, voltando gradativamente ao normal. Não há qualquer restrição de ingesta alimentar após a realização do exame.

O resultado do exame será entregue no dia seguinte à sua realização.

Não será permitida a realização do exame sem acompanhante.
Não será permitido que o acompanhante retire-se da clínica antes da liberação do paciente.
O paciente não poderá dirigir durante 12 horas após o exame.
O paciente não poderá ingerir bebida alcoólica durante 12 horas após o exame.
O paciente deve deixar com o acompanhante:
bolsa, carteira, documentos em geral, celular, pager, etc.

COMO É REALIZADA A ENDOSCOPIA DIGESTIVA?

O exame é realizado através da introdução pela boca, de um tubo flexível equipado com uma fibra óptica que permite a visualização interna dos órgãos. Embora se trate de um tubo bastante flexível e de um diâmetro inferior ao dos órgãos que irá examinar, é natural que o exame cause um pequeno grau de desconforto.

Visando minimizar este desconforto algumas medidas são adotadas e algumas orientações feitas:

1. Administração de Lulftal® com intenção de reduzir as "bolhas" do estômago tornando com isso o exame mais rápido e de fácil realização.
2.
Administração de Xylocaína® spray que levará à anestesia da garganta, reduzindo a sensibilidade local durante o exame.
3.
Sedação: é feita uma injeção endovenosa que causará relaxamento, com provável sonolência sendo que, na maioria das vezes, o paciente não perceberá a realização do exame.
4.
Durante o exame evite movimentar sua língua, não engula a saliva e respire só pelo nariz.

A REALIZAÇÃO DE BIÓPSIA É SEMPRE NECESSÁRIA?

Não. A biópsia pode ser realizada com dois objetivos: pesquisa de uma bactéria chamada Helycobacter Pylori através de um teste chamado urease, ou para realização de exame anátomo patológico. O teste de urease será realizado sempre que seu médico solicitar. A biópsia para realização de anátomo patológico será realizada sempre que o médico endoscopista julgar necessário de acordo com os resultados verificados no exame.

COMO SERÁ MINHA RECUPERAÇÃO APÓS O EXAME?

A reação à sedação é individual porém, na maioria das vezes, após cerca de 30 minutos o paciente será liberado. Mesmo que o paciente se sinta recuperado o mesmo não poderá dirigir nas 8 horas que sucederem o exame, devendo evitar também a realização de tarefas que requeiram maior atenção.

SE EU VOU FICAR EM REPOUSO APÓS O EXAME, COMO SERÁ MEU DIA NO TRABALHO?

O paciente tem direito a um atestado médico que o afastará do trabalho por todo o dia. O atestado deverá ser solicitado ao médico realizador da endoscopia no momento da entrevista pré-exame.

QUANDO TEREI O RESULTADO DO EXAME?

O resultado do exame será entregue no dia seguinte à sua realização.

Fonte: www.rrmedicos.com.br

Endoscopia

A endoscopia é um método necessário e simples de examinar todo o seu tubo digestivo superior  e inferior - isto inclui o seu esôfago, estômago duodeno e ou o seu intestino grosso.

Na Endoscopia Digestiva Alta

A idéia de que falta ar durante o exame , é errada e sem fundamento, pois o aparelho passa   pelo canal da alimentação, deixando livre o canal da respiração que pode ser feita tanto pela boca como pelo nariz. 

Atualmente com a tranqüilidade com que são realizados os exames, o conceito da endoscopia digestiva vem mudando gradualmente. 

Eis aqui algumas recomendações para a realização do seu exame:

  • Na hora do exame você deve estar com o estômago vazio. Por isso , não tome café da manhã e , na noite anterior faça apenas um lanche leve antes das 21:00
  • Fique o mais à vontade possível. Tire as peças de roupa que eventualmente possam incomodá-lo, como gravata  e paletó, e caso esteja usando óculos ou dentadura, retire-os também
  • Você vai receber um medicamento para limpar o seu estômago , facilitando as observação de suas paredes.
  • Logo depois receberá um spray anestésico na garganta , para facilitar a passagem do endoscópio. Em seguida será sedado com uma injeção endo-venosa para que possa relaxar.
  • Envite engolir a saliva durante o exame . Apenas deixe o aparelho passar lentamente pela garganta, de acordo com a orientação do médico. Em seguida , respire fundo, mantendo a respiração constante e normal. De maneira alguma o aparelho vai atrapalhar a sua respiração. O aparelho passa pelo canal da alimentação deixando o canal da respiração livre. O exame dura poucos minutos , por isso simplesmente mantenha-se relaxado.
  • Você ficará com a garganta anestesiada por cerca de 30 minutos. Espere aproximadamente 1 hora antes de tomar líquidos , comer ou fazer gargarejos. Deverá invariavelmente vir acompanhado com alguém que possa levar o carro de volta.
  • Veja algumas imagens da endoscopia digestiva alta

    Endoscopia
    Hérnia hiatal visão feita com manobra de retroversão

    Endoscopia
    Final do esôfago antes do estômago

    Endoscopia
    Porção final do duodeno

    Na Endoscopia Digestiva Baixa - Colonoscopia

    Endoscopia

    A colonoscopia ou endoscopia digestiva baixa consiste em um exame realizado através de um aparelho flexível que pode variar de 1,30 m a 2,20 de comprimento com uma microcâmera e uma luz em sua extremidade. O aparelho é introduzido através do orificio retal e todo o intestino grosso e a porção final do intestino delgado são examinados sob visão direta. É um exame moderno e extremamente preciso. Durante o exame as vezes se faz necessário realizar pequenas cirurgias como biópsias e ressecção de pólipos de variados tamanhos.

    O paciente a ser submetido a este exame deve fazer um preparo especial para poder esvaziar o seu intestino de todo resíduo de fezes que eventualmente possam atrapalhar o exame.

    Se você vai fazer o exame porque apresenta sangramento ou diarréia, procure antes falar com o seu médico. O preparo intestinal pode ser diferente. Existem várias maneiras de fazer um bom preparo intestinal .Cada clínica tem a sua rotina.

    Aqui na Clínica Marchesini o preparo que usamos é o seguinte:

  • Três dias antes do exame o paciente deve iniciar uma dieta pobre em fibras. Procure se alimentar de massas, farináceos, legumes e muito líquido.
  • No dia anterior ao exame deverá misturar 3 frascos de 250ml de manitol a 20% em 750 ml de suco de laranja ou coca-cola . Tomar em 2 horas.
  • Meia hora antes de iniciar o manitol fazer 1 ampola de plasil intra-muscular e uma ampola no meio da tomada. O manitol em algumas pessoas pode causar náusea. Se você vomitar , entre em contato com os médicos da clínica para podermos achar outras soluções.
  • Após o início do manitol terá uma diarréia intensa sendo que no final saíra apenas um líquido claro.É o sinal de que seu intestino está limpo.
  • Devido a esta diarréia intensa procure se hidratar da melhor maneira possível. Se você se gosta de Gatorade™ , pode tomar à vontade.
  • No dia do exame você será sedado com medicamentos que farão você dormir, por isso é imprescindível que vá acompanhado com alguém que dirija o automóvel de volta para casa.

    Veja algumas imagens de colonoscopia

    Endoscopia
    Cólon transverso

    Endoscopia
    Ceco

    Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica -CPRE

    Endoscopia

    A CPRE é um exame associado à radiologia que tem como principal objetivo investigar os ductos biliares, vesícula biliar , canal pancreático e a sua saída conhecida como papila de Vater (esfíncter de Oddi). Neste exame a papila é canalizado através de um cateter e então é injetado contraste o qual é visualizado através do RX. As imagens vistas nestas radiografias durante o exame podem mostrar inúmeras doenças associadas ao pâncreas e árvore biliar. Conforme a doença diagnosticada pode-se proporcionar um tratamento mesmo po via endoscópica.

    Um dos achados mais comuns na CPRE é a presença de pedras no canal da bile (coledocolitíase). Esta ocorre geralmente devida a migração de um cálculo da vesícula biliar para dentro do canal da bile. Quando isto ocorre pode-se ter inúmeras complicações e o paciente fica invariavelmente de coloração amarelada (icterícia) como se tivesse hepatite.

    Endoscopia
    Endoscópio

    Endoscopia

    O tratamento nestes casos pode ser feito através da PAPILOTOMIA ENDOSCÓPICA .

    Através do endoscópio é colocado um pequeno cateter que tem um mecanismo metálico que pode ser mobilizado para dentro e para fora. Este pequeno metal (como um fino arame) é ligado à um eletrocautério. Com este sistema pode-se fazer pequenas cirurgias via endoscópica. A papilotomia consiste em fazer uma pequena incisão na papila de Vater que é o impecilho mecânico para as pedras que se encontram no canal da bile saírem para o intestino. Após feita a abertura da papila pode-se remover as pedras de dentro do canal da bile com outro cateter que se abre como uma pequena "cesta" e "abraça" as pedras removendo-as do canal da bile.

    Fonte: www.gastronet.com.br

    Endoscopia

    Endoscopia
    Endoscopia

    ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA

    O que é?

    É um exame indicado para avaliação diagnóstica e, quando possível, tratamento das doenças da parte superior do tubo digestivo, incluindo o esôfago, o estômago e a porção inicial do duodeno. Ele é realizado introduzindo-se pela boca um aparelho flexível com iluminação central que permite a visualização de todo o trajeto examinado. O exame pode ser realizado com anestesia tópica (um spray de anestésico na garganta)  ou com sedação, utilizando medicação administrada por uma veia para permitir que você relaxe e adormeça.

    Quais são os cuidados que devo tomar para realizar o exame?

    No dia marcado é indispensável jejum de 8 horas, trazer acompanhante maior de idade e a documentação solicitada no momento da marcação do exame.

    Por exemplo: Cédula de identidade (RG); Cartão e/ou autorização do convênio; Pedido do médico (solicitação do exame) etc.

    Qual o preparo para o exame ?

    Para realização do exame é necessário que seu estômago esteja vazio. Você deverá permanecer em jejum completo por 8 horas. Se houver necessidade do uso de alguma medicação prescrita (por exemplo anti-hipertensivos) antes do exame, você deve tomá-la com pequenos goles de água. Não faça uso de leite ou de anti-ácidos. O uso de grande parte das medicações de uso contínuo pode ser postergado para após o exame. Caso você seja diabético, marque o exame para o horário mais cedo possível e deixe para fazer uso de insulina ou dos hipoglicemiantes orais após o exame e próximo à primeira refeição do dia. Evite comparecer com unhas pintadas, porque o esmalte prejudica a monitorização da oxigenação sangüínea durante o exame. Antes do exame, é necessário o preenchimento da ficha de admissão e do termo de consentimento informado. O médico  estará disponíveis para explicar o procedimento e responder as suas perguntas. Por favor, informe se você já realizou outro exame de endoscopia, se teve alergias ou reações a qualquer medicação. Você precisará remover seus óculos e próteses dentárias. Dependendo da orientação médica, logo antes do início do exame, lhe oferecer pequena quantidade de líquido contendo substância (dimeticona) para retirar as bolhas da parede do estômago que prejudicam a visão durante o procedimento. 

    O que acontecerá durante o exame ?

    Dependendo da medicação utilizada, você não sentirá nada durante o exame ou um leve desconforto na garganta durante a passagem do aparelho e no estômago durante a insuflação do órgão com ar. A medicação pode ainda causar sensação de ardência no local da infusão e no trajeto da veia puncionada. Se necessário, pequenas amostras de tecido (biópsias) podem ser colhidas durante o exame para análise microscópica detalhada. Não se preocupe - não dói. Na presença de lesões elevadas (pólipos), o médico poderá realizar,dependendo do caso,  retirada da lesão (polipectomia) durante o exame. Caso não haja intercorrências, a duração média do procedimento é de 10 minutos.

    Quais os riscos do procedimento?

    A endoscopia digestiva alta é um exame seguro. No entanto, como todo ato médico, ela não é isenta de riscos. A complicação mais frequente é flebite (dor e inchaço no trajeto da veia puncionada) que pode acontecer em até  5% dos casos, dependendo da medicação utilizada para sedação e rinite secundária a administração de oxigênio por cânula nasal. Complicações mais sérias são muito raras ocorrendo em menos de 0,2% dos casos, podendo estar relacionadas ao emprego de medicamentos sedativos ou ao próprio procedimento endoscópico.  As medicações utilizadas na anestesia/sedação podem provocar reações locais (flebite no local da punção venosa) e sistêmicas de natureza cardiorespiratória, incluindo depressão respiratória com diminuição na oxigenação sangüínea e alterações no ritmo cardíaco (bradicardia e taquicardia) e na pressão arterial sistêmica (hipotensão e hipertensão).  Esses efeitos colaterais são constantemente monitorizados durante o exame com o uso de monitor de oxigenação sangüínea e de controle da freqüência cardíaca, estando a equipe habilitada para o tratamento imediato de qualquer uma dessas complicações. Caso voce tenha alguma doença cardíaca ou pulmonar, um anestesista pode ser contactado para acompanhar a realização do seu exame. Outras complicações da endoscopia digestiva alta, tais como perfuração e sangramento são excepcionais em exames diagnósticos, podendo ocorrer no entanto em exames terapêuticos como retirada de corpo estranho (espinha de peixe, osso, etc), dilatação de estenoses (estreitamentos), ligadura elástica ou esclerose de varizes e retirada de pólipos (polipectomia) ou de lesões planas ou deprimidas (mucosectomia). O risco de sangramento ou de perfuração nesses procedimentos varia de cerca de 0,5% a 8%. O seu médico endoscopista está habilitado a realizar todas as medidas cabíveis para a prevenção e tratamento desses eventos adversos bem como esclarece-lo melhor.

    O que devo fazer após o procedimento ?

    Você irá permanecer na sala de repouso por cerca de 10-30 minutos, até que os efeitos principais das medicações empregadas para a sedação desapareçam.

    Sua garganta pode ficar adormecida ou levemente irritada e você pode sentir um discreto desconforto no estômago. Espirros ou sensação de congestão nasal podem ocorrer caso você tenha recebido oxigênio suplementar durante o exame.

    Se você tiver recebido sedação durante o exame, um acompanhante deve estar obrigatoriamente disponível para ajuda-lo de volta para casa. Devido aos efeitos da medicação, você não deve dirigir carros, operar máquinas, ou beber álcool até o dia seguinte ao exame, quando você será capaz de retornar às suas atividades rotineiras. Após o exame, você pode voltar a sua dieta normal e a fazer uso de suas medicações rotineiras, a menos que tenha sido instruído do contrário por seu médico. O resultado do exame deve ser interpretado de acordo com sua história clínica e exame físico. O médico que solicitou o exame é o profissional mais habilitado para orientá-lo em relação ao diagnóstico encontrado. Se necessário, o médico endoscopista poderá entrar em contato direto com ele. Instruções adicionais a respeito de seu problema e tratamento serão dadas na sua próxima consulta clínica. Se foram obtidas biópsias, a análise poderá ser realizada pelo laboratório de anatomia patológica de sua preferência, sendo o resultado entregue pelo mesmo laboratório geralmente em cinco dias úteis. Caso você tenha se submetido a um procedimento terapêutico, informações adicionais serão prestadas pelo médico endoscopista.

    Fonte: www.sobed.org.br

    Endoscopia

    Endoscopia

    O que é a endoscopia digestiva alta ?

    A endoscopia digestiva alta, também chamada de gastroenteroscopia, gastroduodenoscopia ou simplesmente endoscopia, permite ao médico examinar a mucosa da parte superior do seu trato gastrintestinal, que inclui esôfago, estômago e duodeno (primeira porção do intestino delgado). É utilizado um tubo fino e flexível, chamado endoscópio, que possui lentes e luz próprias, permitindo a visibilização da mucosa através da outra extremidade do aparelho ou de um monitor de vídeo. Se seu médico recomendou uma endoscopia digestiva alta, este folheto poderá esclarecer alguns tópicos básicos sobre este procedimento – como é realizado, como pode ajudar e que efeitos colaterais você pode experimentar. Se ficar com alguma dúvida, pergunte ao médico ou ao profissional de enfermagem.

    Porque a endoscopia digestiva alta é realizada ?

    Este exame permite ao seu médico avaliar a causa de, entre diversos sintomas, dor abdominal, náusea, vômitos e dificuldades de engolir. Também é um teste excelente para descobrir a causa de sangramentos do trato gastrintestinal alto. É mais preciso que raios-x para detectar inflamações, úlceras e tumores. Seu médico também pode solicitar a endoscopia digestiva alta para obter biópsias (pequenas amostras de tecido) para diversos fins, como diagnosticar a presença de Helicobacter pylori, uma bactéria que causa gastrites e úlceras. A endoscopia também pode ser utilizada para o tratamento de diversas doenças, como dilatação de áreas estreitadas, interromper sangramento de úlceras, ocluir varizes no esôfago e retirada de tumores benignos e malignos, com pouco ou nenhum desconforto.

    O que devo fazer antes do exame ?

    Ao final deste texto, está descrito o preparo recomendado.

    Posso tomar minhas medicações habituais ?

    A maioria dos remédios pode ser utilizada normalmente, mas algumas podem interferir com o preparo do exame. Informe seu médico sobre os medicamentos que está tomando, especialmente AAS e similares, medicações para reumatismo, anticoagulantes, insulina, calmantes e antidepressivos. Também não esqueça de avisar sobre alergias e reações anteriores a medicamentos.

    Quem não pode realizar o exame ?

    Todos podem realizar este exame, mas alguns cuidados a mais devem ser tomados em quem tem problemas cardíacos, respiratórios, neurológicos, nas gestantes e aqueles com alergia a medicações. Se você estiver em qualquer uma dessas situações, deve avisar o médico antes de agendar o exame. Em pacientes idosos, portadores de doença cardíaca ou pulmonar, recomenda-se a avaliação prévia com clínico geral (ou geriatra) e com o cardiologista, sendo necessário trazer a liberação para o exame por escrito no dia agendado para a sua realização.

    O exame pode ser realizado em gestantes ou mulheres que amamentam ?

    Não se recomenda realizar esse exame durante a gestação. Ele só é realizado se os riscos forem considerados menores que os potenciais benefícios do exame, após discussão entre a paciente e o seu médico. Se estiver grávida ou amamentando, algumas medicações não podem ser utilizadas, portanto essa informação deve ser fornecida ao agendar o exame. Após a realização do mesmo, recomenda-se que o leite seja retirado completamente por bombinha após 4 a 6 horas da realização do exame e descartado. Depois disso a amamentação pode ser realizada sem riscos ao bebê.

    O que acontece durante a endoscopia digestiva alta ?

    A primeira coisa após deitar-se na mesa de exames é receber uma medicação em spray na garganta, anestésico local que deixará sua garganta dormente para diminuir a reação de náusea provocada pelo aparelho. Poderá ainda tomar uma medicação líquida para diminuir os gases após o exame e retirar a espuma que recobre o estômago, facilitando o exame. Em geral, utiliza-se um sedativo aplicado pela veia para ajudar a relaxar e, na maioria das vezes, dormir durante o exame. A endoscopia pode ser realizada sem isso, mas recomenda-se que seja feita, pois o desconforto torna-se muito menor. Se optar por realizar o exame com sedação, esta será administrada lentamente até a dose adequada e você esteja sonolento ou dormindo. A sedação é sempre aplicada pelo médico e sob observação e monitorização do pulso e oxigênio do sangue através de aparelhos.

    Depois disso, será colocada uma peça oca na boca, através da qual o endoscópio é introduzido pela sua boca e garganta até o esôfago, estômago e duodeno.O endoscópio não prejudica a respiração, mas é possível que apresente náuseas, que melhoram depois que aparelho passou pela garganta. Para analisar o estômago adequadamente, é necessário que ele esteja cheio de ar, o que é feito pelo endoscópio. Isso pode causar a sensação de peso e vontade de arrotar, mas procure manter o ar no estômago até o final do exame, se estiver consciente. Um exame comum dura menos de 10 minutos, sendo muito bem tolerado pela maioria das pessoas.

    O que acontece após a endoscopia digestiva alta ?

    Você será monitorizado por profissional qualificado e aparelhos até que a maioria dos efeitos da medicação desapareça. Sua garganta pode ficar um pouco desconfortável e pode sentir necessidade de arrotar pelos gases que foram introduzidos no seu estômago durante o exame. Se recebeu sedativos para a realização do exame, alguém deve levá-lo para casa e ficar com você. Mesmo que esteja acordado e disposto, seu raciocínio e reflexos podem ficar prejudicados pelo resto do dia, não sendo possível dirigir ou operar máquinas. Além do efeito calmante e hipnótico (sono), o sedativo costuma causar amnésia, portanto é comum não se lembrar depois da realização do exame e de alguns episódios ao longo das horas seguintes. Você pode comer normalmente após o exame, só devendo aguardar que a anestesia da garganta perca o efeito para não correr o risco de engasgar. Quais são as possíveis complicações da endoscopia digestiva alta ?

    Apesar de possíveis, as complicações são raras quando é realizada por médicos que foram especialmente treinados e experientes nestes procedimentos. A mais comum é o sangramento local após uma biópsia (retirada de fragmento da mucosa para exame) ou polipectomia (retirada de pólipos), mas geralmente é pequeno e pára sozinho. Outros riscos potenciais incluem reação aos sedativos utilizados, complicações de doenças do pulmão ou coração e perfuração. É importante reconhecer sinais iniciais das complicações. Se você apresentar febre, dificuldades para engolir e dor na garganta, no peito ou no abdome que seja intensa ou que aumente progressivamente, contate seu médico.

    Qual a necessidade de levar acompanhante no dia do exame ?

    Como o exame é realizado sob sedação, isso inabilita a pessoa a conduzir veículos e pode causar lapsos de memória e concentração nas horas seguintes. Por esses motivos, o acompanhante é responsável por conduzi-lo de volta para casa em segurança e, na eventualidade do médico endoscopista precisar de autorização para algum procedimento adicional ou discutir achados do exame ou dar orientações específicas após o mesmo, o acompanhante torna-se responsável pela autorização e por transmitir as orientações dadas. Na ausência de acompanhante desde a entrada até a saída do paciente, não é realizada endoscopia com sedação.

    PREPARO PARA ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA

    Para a realização do exame de endoscopia digestiva alta, é necessário:

    Vir acompanhado de pessoa maior de idade
    Permanecer em jejum nas 10 horas anteriores ao exame
    Até 4 horas antes do exame, está liberado tomar água e isotônicos (gatorade® ou similar) desde que claros (incolores ou amarelo claros) – é necessário jejum absoluto nas 4 horas anteriores ao exame
    Não retornar dirigindo ou de motocicleta a menos que tenha optado fazer o exame sem sedação.

    Stéfano Gonçalves Jorge

    Fonte: www.cccastelo.com.br

    Endoscopia

    Endoscopia Digestiva Alta

    O que é endoscopia digestiva alta?

    Endoscopia digestiva alta (também conhecida como gastroscopia, endoscopia gastrointestinal alta, esofagogastroduodenoscopia (EGD) ou panendoscopia) palavra derivada do latim que significa olhar (scopia) por dentro (endo), permitindo o exame detalhado do revestimento interno da porção superior do trato gastrointestinal, isto é, o esôfago (estrutura que liga a boca ao estômago), estômago e duodeno (primeira porção do intestino delgado), usando um aparelho, o endoscópio, composto por fino tubo flexível que possui lentes, circuitos eletrônicos e luz própria. Atualmente, o exame endoscópico é insubstituível, por ser o único que permite a coleta de material (biópsias) para confirmação do diagnóstico e, se necessário, a realização do tratamento endoscópico.

    INDICAÇÕES

    Porque a esofagogastroduodenoscopia é realizada?

    São várias as indicações da endoscopia digestiva alta, dor abdominal a esclarecer, sangramento digestivo, dificuldade e dor à deglutição, diagnóstico e acompanhamento da úlcera gastro duodenal, diagnóstico das esofagites, acompanhamento dos pacientes com hérnia de hiato, acompanhamento do esôfago de Barrett, avaliação pós cirúrgica da doença de refluxo, biópsias para pesquisa do Helicobacter pylori, retirada de pólipos, esclerose de varizes esofagianas, ligadura de varizes esofagianas, retirada de corpos estranhos, dilatações de estenoses do esôfago, dilatação de acalásia do cárdia, acompanhamento dos pacientes operados do trato digestivo alto, passagem de sondas enterais e nasogástricas, dentre outras.

    A endoscopia alta é mais precisa que o exame radiológico para detectar inflamações, úlceras ou tumores (benignos ou malignos) do esôfago, estômago e duodeno. Ela pode detectar um câncer em fase inicial e também fazer a distinção entre uma condição benigna de uma maligna (câncer), através de biópsias (pequenas amostras do tecido) de áreas suspeitas. É importante lembrar que as biópsias são praticadas por vários motivos e não necessariamente quando se suspeita de câncer, por exemplo, na pesquisa do Helicobacter pylori que é um tipo de bactéria que está muito relacionada com a recidiva de úlceras dentre outras patologias.

    Este exame serve também para tratar algumas doenças do trato gastrointestinal superior.

    Instrumentos podem ser introduzidos pelo endoscópio, permitindo o tratamento direto de lesões do aparelho digestivo, com pouco ou nenhum desconforto para o paciente, por exemplo: dilatação de áreas estreitadas, remoção de pólipos (geralmente crescimento benigno da mucosa), de objetos deglutidos ou tratamento do sangramento digestivo alto. O controle seguro e efetivo do sangramento têm reduzido a necessidade de transfusões e de cirurgia em muitos pacientes.

    PREPARO

    Qual o preparo necessário para o exame endoscópico alto?

    Para um exame seguro e fidedigno, é necessário que se faça jejum de 8 horas.

    É importante informar ao seu médico sobre medicamentos em uso, alergias a medicamentos, doenças pulmonares e ou cardíacas.

    Com a finalidade de causar o menor desconforto possível ao paciente, é preconizado o uso de sedação geralmente endovenosa e, portanto é imprescindível que a pessoa que irá ser submetida ao exame endoscópico esteja acompanhada por um adulto, porque os sedativos podem causar distúrbios de consciência e diminuição dos reflexos pelo resto do dia. Não será permitido dirigir após o exame, e não realizar atividades que requeiram atenção ou coordenação.

    O que você pode esperar do exame?

    O médico (endoscopista) provavelmente o interrogará sobre o(s) motivo(s) da realização da endoscopia, se há outros exames e as possíveis complicações deste procedimento serão expostas de forma sucinta. A rotina pode variar entre os médicos, mas a sua garganta será anestesiada com um spray e poderá ser aplicada uma medicação (sedação) por via endovenosa para fazer com que você relaxe durante o exame. Enquanto estiver deitado sobre o seu ombro esquerdo, o endoscópio será passado através da sua boca e a seguir, do esôfago, estômago e duodeno. O aparelho não interfere na respiração durante o exame. Muitos pacientes consideram o exame algo desconfortável e muitos adormecem durante o procedimento.

    O que acontece após o exame?

    Após o exame lhe será dado atenção em local apropriado (sala de repouso) até que todos os efeitos da medicação tenham passado. A sua dieta será liberada, a não ser que lhe sejam dadas outras orientações. Geralmente o médico lhe informará sobre o resultado do exame, logo após a sua realização. Entretanto caso haja biópsias, o resultado só estará disponível após alguns dias.

    COMPLICAÇÕES

    Quais as possíveis complicações da Endoscopia?

    O exame geralmente é seguro e principalmente se for realizado por profissional qualificado, neste Site, você pode comprovar os profissionais que a Sociedade Brasileira de Endoscopia conferiu o título de especialista juntamente com a Associação Médica Brasileira.

    Podem ocorrer complicações, mas estas são raras quando a endoscopia é realizada por médico experiente. Pode ocorrer sangramento após uma biópsia ou remoção de um pólipo. Este é mínimo e raramente não há necessidade de internação, transfusões sangüíneas ou cirurgia. Pode ocorrer irritação no local (em alguns casos inflamação do vaso) onde foi aplicada a medicação venosa, mas esta logo estará resolvida. A aplicação de compressas mornas aliviará os sintomas.

    Outros riscos incluem reação aos sedativos e complicações cardíacas ou pulmonares. Complicações maiores como perfuração, são muito raras.

    É importante que você reconheça os sinais de qualquer possível complicação.

    Caso tenha febre, dificuldade para engolir, aumento de volume do pescoço, tórax ou dor abdominal, informe ao seu médico imediatamente.

    Fonte: www.hslcase.com.br

    Endoscopia

    INDICAÇÕES E CONTRA INDICAÇÕES EM ENDOSCOPIA DIGESTIVA

    Endoscopia digestiva diagnóstica

    Indicações mais comuns:

    Disfagia
    Odinofagia
    Pirose
    Dispepsia
    Pesquisa de anemia e sangue oculto
    Pesquisa de sind. Má absorção(pregas de Kerkring)

    Sintomas atípicos:

    Dor torácica
    Broncoespasmo
    Faringite
    Laringite
    Disfonia
    Otalgia

    Endoscopia digestiva diagnóstica Contra-indicações

    Pacientes anêmicos descompensados
    DPOC descompensado
    CA avançado de hipofaringe , laringe
    HAS descompensada
    Recusa do paciente em realizar o exame conforme as determinações do médico

    Endoscopia digestiva diagnóstica Por que e quando biopsiar

    Úlcera gástrica(70%)
    Úlcera duodenal(90%)
    Duodenites
    Lesões esôfago-gastroduodenais
    Quando houver solicitação do médico assistente
    Paciente hepatopata sem coagulograma
    Ausência de indicação sem solicitação
    NÃO ESQUECER(aproximadamente 50% das endoscopias ambulatoriais são normais) Hepato-gastroenterol 1989

    Endoscopia digestiva terapêutica Indicações:

    Estenoses esofagianas
    Acalásia
    Varizes de esôfago(TTO profilático)
    Hemorragia digestiva alta varicosa
    Mucosectomia
    Hemorragia digestiva alta não varicosa
    Polipectomia
    Mucosectomia
    Dilatação
    Posicionamento de SNE
    Gastrostomia endoscópica

    Endoscopia de vias biliares Indicações:

    Colédocolitíase
    Pancreatite aguda biliar
    Tumores peri-ampulares
    Tumores de vias biliares
    Pseudo-cisto de pâncreas

    Luis Gustavo Santos Périssé

    Fonte: wwwusers.rdc.puc-rio.br

    Endoscopia

    PREPARO PARA ENDOSCOPIA

    Permanecer em jejum nas 10 h anteriores ao exame.
    Até 4 horas antes do exame está liberado tomar água e isotônicos desde claros ou incolores (chá, água da coco).
    Comparecer ao exame acompanhado por pessoa adulta capaz, trazendo o pedido médico. O exame não será feito sem o acompanhante.
    Não tomar nenhum medicamento medicamentos na manhã do exame e não fazer uso de insulina ou hipoglicemiantes orais (metformina, glicazida, etc.) a partir da noite anterior ao exame.
    Eventuais medicações de uso obrigatório como para pressão alta e diabetes), sugere-se que os traga para que possa tomar após o exame.
    Não ingerir antiácidos na véspera do exame.
    O paciente não deverá dirigir veículos por pelo menos 12 h após a realização do exame.
    Não é aconselhável exercer atividades que exijam muita atenção ou reflexos.
    Não comparecer usando tamancos ou sapatos de salto alto Recomenda-se à mulheres não virem de salto e nem de unhas pintadas.
    O exame dura cerca de 10 a 15 min e você ficará em observação por aproximadamente 30 min.
    Tomar 30 gotas ou um comprimido de 75 mg de Luftal (dimeticona) antes de sair de casa.
    Trazer exames de endoscopias anteriores.
    Chegar com 15 minutos de antecedência.
    Entrar na sala sem carteira, jóias ou adornos.

    Fonte: media.wix.com

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