Um profissional que coloca seus conhecimentos de engenharia mecânica, civil e elétrica a serviço da atividade agrícola, garantindo colheitas fartas e diminuindo perdas dos produtos estocados. Esse é o perfil do engenheiro agrícola, muitas vezes confundido com o agrônomo. Embora sutis, há diferenças entre os focos dessas duas carreiras: enquanto o agrônomo se preocupa com a produção de alimentos, de origem animal e vegetal, o engenheiro agrícola se dedica a sistemas de suporte à produtividade. É ele quem projeta açudes, barragens e sistemas de irrigação e drenagem do solo, constrói silos para armazenamento de mercadoria e edificações rurais para rebanhos e secagem de grãos, além de aperfeiçoar máquinas agrícolas. São, portanto, atividades complementares.
Há 27 anos surgiu a primeira Faculdade de Engenharia Agrícola no Brasil, na Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Hoje há poucas escolas, que formam uma quantidade pequena de graduados – a vantagem é que esses profissionais têm boas possibilidades de conseguir estágio e emprego imediato, depois de diplomados.
Em tese, há demanda por engenheiros agrícolas tanto em propriedades rurais como nas indústrias de máquinas. O mercado, porém, fica sujeito aos humores da economia e das políticas governamentais. Quando se abrem linhas de crédito para financiamento de maquinário e projetos de irrigação, cresce a oferta de emprego em propriedades rurais e cooperativas. Como os últimos superávits da balança comercial foram obtidos graças à atividade agrícola, espera-se crescimento também no nível de empregos.
No momento, está em alta o setor de mecanização, que requer profissionais capazes de projetar novos equipamentos ou adaptar modelos antigos às necessidades de determinadas culturas. Na indústria, o engenheiro agrícola está sendo solicitado para acompanhar as fases de transformação do produto rural, criando processos adequados de resfriamento do leite e embalagem de frutas.
O grande desafio para o engenheiro agrícola é conseguir adaptar a tecnologia importada às condições climáticas do Brasil. É o caso, por exemplo, das embalagens para uvas. As produzidas aqui não podem ser acondicionadas da mesma forma que as de países europeus. O salário inicial, definido em lei para a classe de engenheiros, em qualquer área, é de 8,5 salários mínimos.
O engenheiro agrícola projeta, implanta e administra técnicas
e equipamentos necessários à produção rural. Planeja
métodos de armazenagem e constrói silos, armazéns e currais.
Responsável pela adoção de medidas que impeçam
a criação de rebanhos e a exploração de lavouras
de causar erosão e esgotamento do solo e poluir mananciais, constrói
açudes, sistemas de irrigação e de drenagem. Também
se ocupa da mecanização agrícola e da eletrificação
rural. Há boas oportunidades de trabalho nas novas frentes agrícolas,
no centro-oeste e nordeste do país. Para exercer a profissão
é preciso registrar-se no Crea.
Características que ajudam na profissão:
Espírito investigativo, senso de observação, capacidade de análise, gosto por atividades ao ar livre, curiosidade, facilidade de trabalhar em equipe.
Cinco anos
Fonte: www1.uol.com.br
Forma profissional capacitado a solucionar problemas que afetam o desenvolvimento do meio rural. O curso fornece os conhecimentos de engenharia necessários à agricultura. O engenheiro agrícola é o profissional da moderna agricultura e pode atuar em cinco áreas: processamento agroindustrial, energização rural, engenharia de águas e solos, edificações e ambiência rural e mecânica agrícola.
Está apto a planejar, projetar, ensaiar e/ou executar projetos relacionados com máquinas e implementos agrícolas, mecanização agrícola, instalações elétricas, produção e/ou aproveitamento de energia (eólica, hídrica, solar e de biomassa) para a empresa agrícola. Pode atuar também em irrigação, drenagem e recuperação de terras para fins agrícolas, conservação do solo, preservação ambiental, captação e distribuição de água para abastecimento e irrigação; unidade de tratamento de resíduos orgânicos e da agroindústria; instalações para a produção animal e vegetal, habitação rural e equipamentos; e unidades de beneficiamento de grãos, sementes, frutas e hortaliças.
O processamento de produtos agropecuários e a avaliação econômica dos empreendimentos agrícolas fazem parte de seu currículo básico e são atividades próprias da profissão.
Fonte: www.ulbra.br

É a área da Engenharia que desenvolve projetos de obras de irrigação, construção de máquinas e implementos agrícolas, combate à erosão, visando aumentar e melhorar a produtividade de empresas agrícolas e florestais.
Cria a estrutura básica de fazendas, granjas, sítios ou haras.
Desenvolve e executa projetos de tratores e máquinas agrícolas. Presta assistência técnica e orienta agricultores na implantação de programas de mecanização da produção.
Planeja e executa projetos de construção de estábulos, estufas, silos para armazenagem de grãos, instalando sistemas especiais de ventilação e refrigeração.
Planeja sistemas de drenagem, irrigação, barragens, açúdes e atua na área de pesquisa no combate à erosão.
Desenvolve e executa projetos de sistemas de distribuição de energia, pesquisando o aproveitamento de formas alternativas de energia, como a solar e o biogás.
Administra todos os recursos, desde mão-de-obra, financeiro e equipamento, em fazendas e cooperativas agrícolas.
Determina os equipamentos adequados a cada propriedade e para o produto da colheita. Calcula, também, as condições de armazemagem dos produtos, como temperatura e unidade.
Fazendas, cooperativas e agroindústrias.
Indústrias e empresas que atuam no ramo de mecanização, construção de máquinas e implementos agrícolas.
Bancos e órgãos governamentais.
Usinas de açúcar e álcool.
É um currículo que une conhecimentos da área de Engenharia Civil e Agronomia. Também são estudadas noções de gerenciamento de propriedades rurais, com disciplinas das áreas de Administração e Economia.
Para isso, o aluno passará por conteúdos como Cálculo, Álgebra Linear, Física, Química Aplicada, Desenho Técnico, Desenho Mecânico, Mecânica Geral, Resistência dos Materiais, B otânica, Solos, Zootecnia, Fitotecnia, Hidráulica, Mecanização Agrícola, Processamento de Produtos Agrícolas, Concreto Armado, Tratores e Máquinas Agrícolas, Drenagem, Secagem e Armazenamento de grãos entre vários outros. Economia e Sociologia são outras disciplinas ofertadas para complementar o currículo.
05 anos
Fonte: www.cfh.ufsc.br