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Engenharia Agrícola

Um profissional que coloca seus conhecimentos de engenharia mecânica, civil e elétrica a serviço da atividade agrícola, garantindo colheitas fartas e diminuindo perdas dos produtos estocados. Esse é o perfil do engenheiro agrícola, muitas vezes confundido com o agrônomo. Embora sutis, há diferenças entre os focos dessas duas carreiras: enquanto o agrônomo se preocupa com a produção de alimentos, de origem animal e vegetal, o engenheiro agrícola se dedica a sistemas de suporte à produtividade. É ele quem projeta açudes, barragens e sistemas de irrigação e drenagem do solo, constrói silos para armazenamento de mercadoria e edificações rurais para rebanhos e secagem de grãos, além de aperfeiçoar máquinas agrícolas. São, portanto, atividades complementares.

Há 27 anos surgiu a primeira Faculdade de Engenharia Agrícola no Brasil, na Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Hoje há poucas escolas, que formam uma quantidade pequena de graduados – a vantagem é que esses profissionais têm boas possibilidades de conseguir estágio e emprego imediato, depois de diplomados.

Em tese, há demanda por engenheiros agrícolas tanto em propriedades rurais como nas indústrias de máquinas. O mercado, porém, fica sujeito aos humores da economia e das políticas governamentais. Quando se abrem linhas de crédito para financiamento de maquinário e projetos de irrigação, cresce a oferta de emprego em propriedades rurais e cooperativas. Como os últimos superávits da balança comercial foram obtidos graças à atividade agrícola, espera-se crescimento também no nível de empregos.

No momento, está em alta o setor de mecanização, que requer profissionais capazes de projetar novos equipamentos ou adaptar modelos antigos às necessidades de determinadas culturas. Na indústria, o engenheiro agrícola está sendo solicitado para acompanhar as fases de transformação do produto rural, criando processos adequados de resfriamento do leite e embalagem de frutas.

O grande desafio para o engenheiro agrícola é conseguir adaptar a tecnologia importada às condições climáticas do Brasil. É o caso, por exemplo, das embalagens para uvas. As produzidas aqui não podem ser acondicionadas da mesma forma que as de países europeus. O salário inicial, definido em lei para a classe de engenheiros, em qualquer área, é de 8,5 salários mínimos.

A profissão

O engenheiro agrícola projeta, implanta e administra técnicas e equipamentos necessários à produção rural. Planeja métodos de armazenagem e constrói silos, armazéns e currais. Responsável pela adoção de medidas que impeçam a criação de rebanhos e a exploração de lavouras de causar erosão e esgotamento do solo e poluir mananciais, constrói açudes, sistemas de irrigação e de drenagem. Também se ocupa da mecanização agrícola e da eletrificação rural. Há boas oportunidades de trabalho nas novas frentes agrícolas, no centro-oeste e nordeste do país. Para exercer a profissão é preciso registrar-se no Crea.
Características que ajudam na profissão:

Espírito investigativo, senso de observação, capacidade de análise, gosto por atividades ao ar livre, curiosidade, facilidade de trabalhar em equipe.

Duração média do curso

Cinco anos.

Fonte: www1.uol.com.br

Engenharia Agrícola

Forma profissional capacitado a solucionar problemas que afetam o desenvolvimento do meio rural. O curso fornece os conhecimentos de engenharia necessários à agricultura. O engenheiro agrícola é o profissional da moderna agricultura e pode atuar em cinco áreas: processamento agroindustrial, energização rural, engenharia de águas e solos, edificações e ambiência rural e mecânica agrícola.

Está apto a planejar, projetar, ensaiar e/ou executar projetos relacionados com máquinas e implementos agrícolas, mecanização agrícola, instalações elétricas, produção e/ou aproveitamento de energia (eólica, hídrica, solar e de biomassa) para a empresa agrícola. Pode atuar também em irrigação, drenagem e recuperação de terras para fins agrícolas, conservação do solo, preservação ambiental, captação e distribuição de água para abastecimento e irrigação; unidade de tratamento de resíduos orgânicos e da agroindústria; instalações para a produção animal e vegetal, habitação rural e equipamentos; e unidades de beneficiamento de grãos, sementes, frutas e hortaliças.

O processamento de produtos agropecuários e a avaliação econômica dos empreendimentos agrícolas fazem parte de seu currículo básico e são atividades próprias da profissão.

Fonte: www.ulbra.br

Engenharia Agrícola

Engenharia Agrícola

É a área da Engenharia que desenvolve projetos de obras de irrigação, construção de máquinas e implementos agrícolas, combate à erosão, visando aumentar e melhorar a produtividade de empresas agrícolas e florestais.

O Engenheiro Agrícola

Cria a estrutura básica de fazendas, granjas, sítios ou haras.

Desenvolve e executa projetos de tratores e máquinas agrícolas. Presta assistência técnica e orienta agricultores na implantação de programas de mecanização da produção.

Planeja e executa projetos de construção de estábulos, estufas, silos para armazenagem de grãos, instalando sistemas especiais de ventilação e refrigeração.

Planeja sistemas de drenagem, irrigação, barragens, açúdes e atua na área de pesquisa no combate à erosão.

Desenvolve e executa projetos de sistemas de distribuição de energia, pesquisando o aproveitamento de formas alternativas de energia, como a solar e o biogás.

Administra todos os recursos, desde mão-de-obra, financeiro e equipamento, em fazendas e cooperativas agrícolas.

Determina os equipamentos adequados a cada propriedade e para o produto da colheita. Calcula, também, as condições de armazemagem dos produtos, como temperatura e unidade.

Onde Pode Trabalhar

Fazendas, cooperativas e agroindústrias.

Indústrias e empresas que atuam no ramo de mecanização, construção de máquinas e implementos agrícolas.

Bancos e órgãos governamentais.

Usinas de açúcar e álcool.

O Curso

É um currículo que une conhecimentos da área de Engenharia Civil e Agronomia. Também são estudadas noções de gerenciamento de propriedades rurais, com disciplinas das áreas de Administração e Economia.

Para isso, o aluno passará por conteúdos como Cálculo, Álgebra Linear, Física, Química Aplicada, Desenho Técnico, Desenho Mecânico, Mecânica Geral, Resistência dos Materiais, B otânica, Solos, Zootecnia, Fitotecnia, Hidráulica, Mecanização Agrícola, Processamento de Produtos Agrícolas, Concreto Armado, Tratores e Máquinas Agrícolas, Drenagem, Secagem e Armazenamento de grãos entre vários outros. Economia e Sociologia são outras disciplinas ofertadas para complementar o currículo.

DURAÇÃO

05 anos

Fonte: www.cfh.ufsc.br

Engenharia Agrícola

Formar profissionais capazes de gerenciar processos agropecuários e de desenvolver, adaptar e aplicar tecnologias, visando o aumento da eficiência das atividades no campo.

Perfil do Curso

O currículo inclue disciplinas das áreas de exatas e biológicas, como Química, Física, Biologia e Informática, aplicadas ao agronegócio, além das disciplinas ligadas diretamente às tecnologias empregadas na produção agrícola.

O curso possibilita uma visão integrada da cadeia agrícola, preparando o aluno para compreeder e desenvolver tecnologias a serem empregadas no campo, sem descuidar dos fatores ambientais, econômicos e sociais, de forma a garantir o desenvolvimento sustentado da agricultura e do agronegócio.

O que você pode fazer

Como engenheiro agrícola você pode atuar nas áreas de:

  • Estudo, Planejamento e Especificação de tecnologias para o Agronegócio
  • Mecanização e Automação Agrícola
  • Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental
  • Eletrificação Rural
  • Construções para fins rurais e instalações complementares
  • Armazenamento e Processamento de Produtos Agro-pecuários
  • Agricultura de Precisão
  • Agrometeorologia e Geoprocessamento
  • Gestão do Agronegócio
  • Biotecnologia
  • Mercado de Trabalho

    O mercado de trabalho é bem diversificado e você pode desempenhar atividades em empresas agrícolas, cooperativas agroindustriais, indústrias de máquinas e implementos agrícolas, empresas de soluções de armazenamento, empresas produtoras de alimentos, empresas de consultoria e projetos, empresas de suprimentos agrícolas tais como de fertilizantes, corretivos e defensivos agrícolas, empresas de sistemas de irrigação, drenagem e plasticultura , empresas de biotecnologia, aviação agrícola, instituições públicas de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico, instituições de desenvolvimento regional, etc.

    Fonte: www.unilins.edu.br

    Engenharia Agrícola

    Mais da metade do consumo de peixe no Brasil vem da pesca artesanal, mas este cenário começa a mudar. E um profissional é responsável por pelo menos uma parte dessa mudança. O engenheiro de aquicultura é responsável pelo cultivo em cativeiro de peixes, ostras, camarões e outros frutos do mar. A profissão, relativamente nova - a primeira turma foi formada em 2003 -, começa a ganhar espaço, já que além de garantir a produção do peixe, é mais ecológica, evitando a pesca predatória.

    Conforme o coordenador do curso pioneiro no País - da Universidade Federal de Santa Catarina, Walter Quadros Seiffert, hoje outras duas faculdades oferecem a Engenharia de Aquicultura, a PUC de São Jose dos Pinhais, no Paraná, e a Universidade do Pampa, no Rio Grande do Sul, o que indica o potencial de crescimento da profissão. "O Brasil deve crescer muito nesta área. Além das graduações, os curso de nível médio também estão aumentando de número", comenta.

    Mercado

    O engenheiro de aquicultura sai da faculdade apto a montar fazendas de água doce ou salgada para a criação de organismos aquáticos. Pode atuar em empresas de produção de organismos aquáticos, como consultor para associações e cooperativas de produtores, prefeituras, secretarias de agricultura, empresas públicas e privadas. Também é comum a atuação como empresário na produção de organismos aquáticos e seu beneficiamento. Na indústria, o profissional acompanha o beneficiamento do pescado. Na universidade, trabalha no ensino e pesquisa da aquicultura em instituições públicas e privadas em nível superior ou técnico.

    Conforme Seiffert, apesar do potencial de crescimento do setor, o mercado de trabalho ainda é pequeno no País. "A principal dificuldade para os alunos que se formam é a oportunidade imediata de emprego, devido ao baixo crescimento momentâneo da atividade", diz. A atividade é regulamentada pelo Conselho de Engenharia e Arquitetura e o piso da profissão é de 14 salários mínimos.

    É pra você?

    Para o coordenador do curso da UFSC, é importante que o aluno tenha perfil empreendedor. "Esta é uma profissão que exige que o aluno lute pelo seu espaço. Tem que se dedicar, não tem nada pronto para ele, tem que desbravar seu próprio futuro", aconselha. "Se fizer isso, dificilmente sai da universidade sem uma colocação profissional." Além disso, vale lembrar que o curso é versátil e mescla disciplinas de engenharia, como cálculo e estatística, e biologia, genética e zoologia.

    O que vem por aí

    O cultivo de peixes marinhos em cativeiro é uma das novidades da profissão. A ideia é reduzir a pesca predatória e, ao mesmo tempo, ampliar o consumo de pescado. Outra alternativa citada por Seiffert como uma das apostas para o engenheiro de aquicultura é o cultivo de microalgas para a produção de biodiesel.

    Diferencial

    É importante se dedicar à prática profissional o mais cedo possível dentro da universidade. A UFSC oferece cinco laboratórios para a prática dos alunos: de piscicultura marinha, de camarões marinhos, de moluscos marinhos, de biologia e cultivo de peixe de água doce e de diagnóstico e patologia e aquicultura. A faculdade ainda mantém a fazenda experimental Yakult, para a produção de camarão.

    Fonte: noticias.terra.com.br

    Engenharia Agrícola

    Descrição

    O Engenheiro Agrícola é aquele que implementa a engenharia da cidade no campo. Para isso, usa técnicas para aproveitamento do solo, busca a preservação dos mananciais, planeja e executa obras de irrigação, combate à erosão e drenagem. Também trabalha na mecanização da agricultura, em projetos de eletrificação, edificações rurais e armazenagem de produtos.

    Currículo Básico

    Matemática, Física, Química, Desenho, Sistemas de Irrigação, Biologia, Mecânica, Estatística Eletricidade, Física, Resistência de Materiais.

    Aptidões Desejáveis

    O Engenheiro Agrícola deve ter habilidade numérica , senso de observação e capacidade de organização.

    Especializações possíveis

    Energização Rural, Planejamento de Produção Agropecuária, Construção Rural, Energização Rural, Engenharia de Águas e Solos, Mecanização Agrícola e Armazenamento de Produtos Agrícolas.

    Campos de Atuação

    Órgãos públicos estaduais ou federais, Usinas , Indústrias, Empresas de Consultoria.

    Fonte: www.guiadasprofissoes.com.br

    Engenharia Agrícola

    "Profissional qualificado para levar ao campo soluções inovadoras e eficazes"

    O que é ser um engenheiro agrícola?

    O engenheiro agrícola é o profissional que busca solucionar problemas que afetam o desenvolvimento do agronegócio, fornecendo soluções de engenharia necessárias ao aumento de produtividade, diminuição de custos, a preservação e a conservação dos recursos naturais envolvidos. A engenharia agrícola é responsável por todas as atividades que envolvem partes estratégicas, de projetos, de racionalização e sustentabilidade da atividade produtiva rural e agroindustrial. No setor agrícola, as demandas ocorrem com evolução intensa e complexa, exigindo sempre mais dos profissionais que neles atuam.

    Quais as características necessárias para ser um engenheiro agrícola?

    Para ser um engenheiro agrícola é necessário que o profissional goste de matemática, física, química, desenho, biologia, etc, além de atividades ao ar livre e ter um bom relacionamento com o meio-ambiente.

    Outras características interessantes são:

  • versatilidade
  • responsabilidade
  • capacidade de operacionalizar o campo
  • capacidade de avaliar e controlar fenômenos físicos e biológicos
  • capacidade de organização
  • interesse por pesquisa tecnológica
  • habilidade de trabalhar em equipe
  • visão de projeto
  • senso de observação
  • meticulosidade
  • Qual a formação necessária para ser um engenheiro agrícola?

    Para exercer a profissão de engenheiro agrícola é necessário ter o diploma de graduação em engenharia agrícola, e obter registro no CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia). O curso tem duração de cinco anos e o estágio é obrigatório. O domínio do inglês e outras línguas, cursos de pós-graduação são ótimos atrativos para as grandes oportunidades de trabalho.

    Principais atividades

    Projetar estábulos, estufas e silos

    Cuidar dos equipamentos que controlam a ventilação ou a refrigeração

    Instalar fontes de energia na propriedade rural, seja ela solar, elétrica ou gerada por biogás

    Projetar e avaliar sistemas de irrigação e drenagem, construção de açudes e barragens

    Cuidar da safra

    Determinar a embalagem mais adequada ao produto, seu armazenamento, transporte e processo de beneficiamento

    Projetar e construir equipamentos de indústria mecânica

    Planejar e projetar construções específicas para fins agrícolas, tais como: unidades de estocagem de matérias-primas, centro de processamento de produtos agrícolas, unidades com ambiente controlado visando à produção animal e vegetal

    Cuidar da ambiência nas instalações agropecuárias

    Projetar fontes de energia convencionais e alternativas na propriedade rural (energia elétrica, solar, e biomassa)

    Projetar e avaliar sistemas de irrigação e drenagem, construção de açudes e barragens

    Dimensionar, selecionar e operacionalizar equipamentos para transformação e processamento de produtos agrícolas em indústrias de alimentos

    Realizar projetos agro-industriais de unidades de processamento de grãos e sementes

    Desenvolver projeto e ensaio de máquinas e implementos agrícolas

    Selecionar e promover a utilização racional de máquinas e implementos agrícolas utilizados no preparo do solo, plantio, cultivo, colheita, transporte e manuseio de produtos agrícolas

    Áreas de atuação e especialidades

  • Indústrias de máquinas e equipamentos agrícolas
  • Propriedades agrícolas
  • Empresas de processamento de produtos agrícolas
  • Empresas agropecuárias, de pesquisa ou extensão
  • Organizações públicas
  • Instituições de ensino, pesquisa ou extensão
  • Instituições de controle ambiental
  • Consultorias, laudos e avaliações de projetos
  • Prefeituras
  • Especializações

    Engenharia de águas e solos, propriedades rurais, máquinas e mecanização agrícola, processamento e armazenamento de produtos agrícolas, processos construtivos e ambiência rural, planejamento para energização alternativa e eletrificação rural.
    Mercado de trabalho

    O Brasil é um dos países que apresenta maior oportunidade e possibilidade de crescimento no seguimento agrícola, em função da demanda mundial por alimentos e pela disponibilidade de área e capacitação técnica que o país hoje atingiu. Os setores de pré-processamento e armazenamento de produtos agrícolas possuem boas oportunidades. Porém, a procura maior é em relação ao planejamento ambiental. Procuram-se cada vez mais especialistas capazes de utilizar as áreas agrícolas com racionalidade, de forma a não interferir no meio ambiente. Aumenta também a procura por profissionais autônomos que atuem como consultores, orientando o produtor na compra e na manutenção de equipamentos.

    Curiosidades

    A prática da agricultura tem mais de 10 mil anos e é por causa dela que a humanidade chegou onde chegou. Ao deixar de ser apenas coletor e caçador e passar a produzir seu próprio alimento, talvez o ser humano tenha dado seu mais importante passo sobre a face da Terra. Se antes os homens gastavam todo o seu tempo e preocupação para procurar o que comer, com a agricultura, uns tantos puderam produzir alimento para os demais e com isso sobrou tempo livre para se criarem novas atividades, instrumentos, tecnologias e ainda diferentes formas de organização social. Já a agronomia foi organizada há apenas 200 anos, com a atribuição de estudar cientificamente a agricultura e também abastecer uma sociedade cada vez mais urbanizada. Em menos de dois séculos, a agronomia contribuiu para uma profunda alteração nas formas de produção agrícola. De prática e saber milenares que visavam sustentar a vida humana com produção de alimentos, a agricultura passou a ser um sistema intricado de relações e negócios, que objetiva agora não apenas produzir alimento, mas mercadoria agrícola e lucro. Assim, um saber agrícola acumulado pela experiência vai se transformando na mão da agronomia, através de experimentos, em conhecimento científico - é o engenheiramento do mundo natural.

    Fonte: www.brasilprofissoes.com.br

    Engenharia Agrícola

    Engenharia Agrícola

    O PROFISSIONAL

    Esse profissional tem um perfil parecido com o do agrônomo, ambos gostam da engenharia civil e da agronomia. O que os diferencia é que a agronomia está mais baseada na produção biológica, a engenharia agrícola tem seu enfoque mais para a química e a engenharia.

    Cabe a esse engenheiro o controle de diversos fatores que garantem a qualidade da produção de plantas e animais, planeja e executa obras de manutenção, de drenagem, de combate a erosão do solo; constrói açudes e barragens.

    Também trabalha com a mecanização da agricultura, com a construção de silos, implantação de processos de beneficiamento. Faz o planejamento ambiental das áreas de plantio e de criação de animais, preocupando-se com a deposição de resíduos, a reciclagem de dejetos e a preservação da água.

    O MERCADO DE TRABALHO

    “Esse mercado está crescendo bastante, principalmente no planejamento ambiental. As empresas estão preferindo contratar esse profissional para ocupar o lugar do agrônomo, por seu perfil mais claro. Anos atrás, eram contratados agrônomos e engenheiros mecânicos. Atualmente o engenheiro agrícola está substituindo os dois com a mesma qualidade.

    A procura maior vem dos setores de pré-processamento e armazenamento de produtos agrícolas. Na área ambiental, há um potencial de atuação muito grande. O grande Estado empregador é São Paulo, pois aqui estão as maiores empresas, mas que também atuam em outros estados.”, explica o Prof. José Euclides Paterniani, da Unicamp.

    Hoje, os profissionais também estão atuando como autônomos na orientação de produtores na compra e manutenção de equipamentos.

    O piso salarial da categoria, segundo o Conselho Regional de Engenharia – CREA -, está em torno de seis salários mínimos para seis horas diárias de trabalho mensal.

    O CURSO

    O curso tem a duração média de cinco anos. O currículo é composto pelas disciplinas básicas: matemática, biologia, química, física, informática, hidráulica e construção civil. Entre as disciplinas mais específicas: irrigação e drenagem, mecânica, topografia, controle do impacto ambiental. O estágio é obrigatório.

    Fonte: educaterra.terra.com.br

    Engenharia Agrícola

    São as técnicas e os conhecimentos empregados no gerenciamento de processos agropecuários. O engenheiro agrícola projeta, implanta e administra técnicas e equipamentos necessários à produção produção agrícola. Planeja métodos de armazenagem e constrói silos, armazéns e estufas. Leva ao campo soluções inovadoras e eficazes para melhorar a produção, sem se descuidar do desenvolvimento sustentado da agricultura. Propõe a adoção de medidas que impeçam a erosão e o esgotamento do solo e a poluição de mananciais. Constrói açudes, barragens, sistemas de irrigação e de drenagem. Trabalha no projeto de máquinas e equipamentos agrícolas e se ocupa da mecanização agrícola e da eletrificação rural. Há boas oportunidades nos setores agropecuário e agroindustrial, para trabalhar em pesquisa, geração e desenvolvimento de sistemas de produção e seus componentes tecnológicos. Atua em todas as etapas do agronegócio, do planejamento da produção à comercialização do produto.

    O mercado de trabalho

    Os avanços tecnológicos, principalmente no que diz respeito à mecanização do processo agrícola, aumentam as chances de continuidade do bom desempenho do setor de agronegócio e, conseqüentemente, do surgimento de mais vagas para o engenheiro agrícola. Com a atual necessidade do uso racional da água, há oferta de empregos no setor de irrigação. Os produtores de soja, café, açúcar, tabaco e sucos de frutas buscam com freqüência os especialistas em tecnologia pós-colheita, com o objetivo de reduzir as perdas. Um dos ramos em que mais cresce a procura por esse profissional é o sucroalcooleiro, embora a oferta de vagas acompanhe a variação do preço da cana. Com a grande produção nacional de grãos, o engenheiro agrícola é requisitado para atuar no campo da logística. Na área ambiental, aumenta a demanda para a avaliação de impactos ambientais, tratamento e disposição de efluentes oriundos da atividade agrícola. E no setor de planejamento e gestão de recursos hídricos, o profissional atua na prestação de serviços e em pesquisas. Na pecuária de exportação, os trabalhadores mais solicitados são os especialistas em planejamento agropecuário e certificação de rastreabilidade da carne, já que toda carne exportada precisa receber o SIF, selo de inspeção federal. O graduado é responsável por atualizar informações como identificação do animal, data de vacinas e estoque do rebanho, nos sistemas de gerenciamento. As vagas para o engenheiro agrícola estão concentradas na iniciativa privada e são mais numerosas nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, nas áreas irrigadas do Nordeste, como Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), e no norte de Minas Gerais. Fabricantes de equipamentos agrícolas, como a Case New Holand, AS Brasil, Fabrimar e a John Deere, que exigem do profissional uma especialização em treinamento no setor de máquinas agrícolas, empregam engenheiros do ramo para atuar no desenvolvimento de equipamentos, na venda e na assistência técnica. Em cooperativas agroindustriais, as melhores chances de colocação estão no estado do Paraná.

    O curso

    Nos dois primeiros anos, você recebe sólida formação básica em ciências exatas (cálculo, física e química), do solo (geologia e pedologia, que é o estudo dos solos) e da computação (programação e uso de softwares da área da engenharia como Autocad e Matlab). A partir do terceiro ano, o curso passa a abordar aspectos tecnológicos que darão suporte ao desenvolvimento de projetos e sistemas de produção, tais como técnicas de planejamento e administração, sistemas de produção animal e vegetal, pós-colheita, irrigação e drenagem, máquinas e mecanização agrícola, automação e controle. O currículo possui também uma forte característica ambiental, principalmente no que tange ao uso
    adequado dos recursos hídricos e do solo, atuando na conservação da qualidade da água e do solo, bem como no manejo e tratamento de resíduos líquidos e sólidos gerados pelos processos agrícolas. Na maioria das faculdades, o estágio supervisionado é obrigatório para a conclusão do curso.

    Duração média

    Cinco anos.

    O que você pode fazer

    Construção rural:Projetar e construir estufas, silos, estábulos e outros alojamentos para animais, mantendo as condições ideais de climatização dos ambientes. Eletrificação rural Instalar em propriedades rurais fontes de energia hidráulica, elétrica, solar ou geradas por biogás. Engenharia de águas e solos Construir açudes, barragens e sistemas de irrigação e drenagem. Combater a erosão e pesquisar técnicas de conservação do ambiente. Extensão rural e difusão de tecnologia Orientar produtores rurais sobre tecnologias e conhecimentos de produção segundo a capacidade produtiva da propriedade.

    Mecanização agrícola: Projetar e construir equipamentos mecânicos, bem como otimizar sistemas mecanizados para todas as etapas da produção agropecuária. Prestar assistência técnica aos agricultores. Planejamento agropecuário Organizar e gerenciar negócios agropecuários. Fazer previsão de safras e propor métodos para gestão dos recursos naturais. Tecnologia pós-colheita Determinar a embalagem, o armazenamento, o transporte e o beneficiamento das safras. Planejamento agropecuário Organizar e gerenciar negócios agropecuários. Fazer previsão de safras e propor métodos para gestão dos recursos naturais. Tecnologia pós-colheita Determinar a embalagem, o armazenamento, o transporte e o beneficiamento das safras.

    Fonte: guiadoestudante.abril.com.br

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