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Engenharia de Alimentos

Objetivos do Curso

Formar profissionais capacitados para acompanhar e participar das mudanças no setor industrial e alimentício

Promover o conhecimento da realidade regional através do contato direto da universidade com unidades industriais de pequeno, médio e grande porte existentes na região

Formar profissionais que atuem no processo de criação, ampliação, modernização e diversificação do setor alimentício

Capacitar o engenheiro de alimentos para lidar com diversos subsistemas de um empreendimento industrial.

Direcionar a formação para atividades que envolvam a busca da otimização de processos e de produtos artesanais tradicionalmente utilizados em nossa região.

Pefil Profissional

Falar sobre o perfil do Engenheiro de Alimentos, é falar sobre algo muito abrangente, profissional habilitado a exercer diversas funções no mundo profissional, relativos a gerência de indústrias através do seu conhecimento em diferentes áreas do segmento alimentar, elaboração de projetos de pesquisa, desde o desenvolvimento de um novo produto a sua segurança alimentar, garantindo ao consumidor a manutenção de sua saúde.

Profissão Masculina ou feminina?

Os homens ainda são maioria entre os Engenheiros de Alimentos (principalmente entre aqueles com mais tempo de formados). De acordo com a pesquisa, 56% dos profissionais são homens e 44% mulheres.

Onde estão os Engenheiros de Alimentos?

Em termos gerais o profissional de engenharia de alimentos se encontram no estado de São Paulo.

Em que área atuam?

95% dos profissionais pesquisados estão atuando diretamente na área de alimentos e dentre estes prevalecem aqueles que atuam nas áreas de produção e pesquisa e desenvolvimento de produtos.

Quanto ganha o Engenheiro de Alimentos?

Em termos de remuneração indireta, 50% dos profissionais recebem algum tipo de gratificação (14º salário, bonificações, etc.), 95% têm assistência médica, 63% têm algum tipo de seguro de vida e 70% têm carros pagos pela empresa.

Campo de atuação

Curso de Engenharia da UEFS, esta fundamentado e estruturado como curso de bacharelado, o qual visa a atuação dos seus profissionais como bacharéis competentes ao exercício de sua prática profissional (Atuando em Instituições de Pesquisa e Ensino, Industrias de Alimentos, Agronegócios, Fiscalização, Autônomo – Profissional Liberal, Consultor de Serviços e Projetos). Tem como principal característica potencializar a capacidade empreendedora dos seus graduados, tornando-os verdadeiros gerentes de negócios, podendo atuar em diferentes áreas como:

Produção/Processos

Racionalização e melhoria de processos e fluxos produtivos para incremento da qualidade e produtividade, e para redução dos custos industriais.

Garantia de Qualidade

Determinação dos padrões de qualidade para os processos (desde a matéria-prima até o transporte do produto final), planejamento e implantação de estruturas para análise e monitoramento destes processos, e treinamento de pessoal para prática da qualidade como rotina operacional.

Pesquisa e Desenvolvimento

Desenvolvimento de produtos e tecnologias com objetivo de atingir novos mercados, redução de desperdícios, reutilização de subprodutos e aproveitamento de recursos naturais disponíveis.

Comercial e Marketing

Utilização do conhecimento técnico como diferencial de marketing na prospecção e abertura de mercados, na assistência técnica, no desenvolvimento de produtos junto aos clientes e apoio à área de vendas.
Fiscalização de Alimentos e Bebidas

Atuação junto aos órgãos governamentais de âmbito municipal, estadual e federal, objetivando o estabelecimento de padrões de qualidade e identidade de produtos, e na aplicação destes padrões pelas indústrias, garantindo assim, os direitos do consumidor.

Fonte: www.uefs.br

Engenharia de Alimentos

Entre todas as áreas da engenharia, a de Alimentos é uma das mais amplas e uma das que oferece mais oportunidades no mercado de trabalho no Estado de São Paulo. Primeiro, porque, nas crises, a indústria de alimentos é a que menos sofre conseqüências; segundo, porque São Paulo congrega indústrias diversificadas, mais consoantes com o desenvolvimento de novos produtos e alinhadas com o mercado internacional.

“Dentro desse quadro, em São Paulo o engenheiro de alimentos pode se tornar gerente e, depois, supervisor de setor em apenas dois anos, enquanto em outras regiões esse percurso leva cerca de quatro anos”

Diz Gláucia Pastore, diretora da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp.

A preocupação dos brasileiros com a saúde, hoje, principalmente entre jovens e idosos, leva as indústrias a elaborar cardápios específicos, com baixo teor de gordura e açúcar, acrescidos de nutrientes e vitaminas que garantam a boa forma e previnam doenças. E é justamente nessa etapa que entra o trabalho do engenheiro de alimentos.

Ele é responsável pela criação dos cardápios, sugerindo, também, como devem ser as etapas de produção. O campo de atuação desse profissional é bastante amplo, pois abrange todos os segmentos do setor de alimentação, desde a concepção de equipamentos, das linhas de processo até o estudo dos componentes presentes nos diversos alimentos in natura ou processados e de embalagens adequadas a sua veiculação. No laboratório, ele pesquisa as diversas formas de processamento de carnes, leite, verduras, frutas e cereais, ao mesmo tempo em que executa tarefas ligadas à industrialização dessas matérias-primas. Na fase de produção, esse profissional altera a composição de produtos naturais, reforça seu teor nutritivo e decide qual é o melhor conservante, por exemplo, para cada uso. Pode também atuar no controle de qualidade, fiscalizando o processo industrial e o cumprimento das complexas leis exigidas para a criação de novos produtos. Os laboratórios, porém, não são os únicos campos de emprego. Trabalhar por conta própria pode ser uma boa opção, desde que se tenha conhecimentos mais profundos da área, ou seja, desde que o profissional tenha capacidade de apresentar projetos para as indústrias. Muitos optam por atuar na área administrativa, sugerindo formas de diminuir os custos de produção dos alimentos, sem prejuízo para a qualidade. Nos setor público, há espaço para esse profissional atuar na fiscalização e na análise de alimentos.

Reconhecido pelo MEC em 1971, o curso de Engenharia de Alimentos oferece formação voltada para as tendências de consumo e para o que há de mais moderno em termos de alimentos. Além das disciplinas básicas – matemática aplicada, física, química – estuda-se termodinâmica, nutrição, matérias-primas, microbiologia, entre outras. Algumas escolas compõem o currículo também com administração, estatística e desenho – conhecimentos fundamentais para o domínio da tecnologia de processamento de alimentos.

A Profissão

Este profissional cuida de todas as etapas de preparo e conservação de alimentos de origem animal e vegetal. Ele seleciona a matéria-prima, como leite, carnes, peixes, legumes e frutas, define a melhor forma de armazenagem, acondicionamento e preservação dos produtos projetando equipamentos e embalagens. Cria e testa receitas de novos produtos alimentícios a fim de determinar seu valor nutricional, o sabor, a cor e a consistência dos alimentos e os tipos de conservantes usados para sua melhor preservação.

Características que ajudam na profissão

Atenção para detalhes, meticulosidade, exatidão, atualização, curiosidade, capacidade de análise, facilidade de lidar com números, interesse por pesquisas científicas.

Duração média do curso

Cinco anos

Fonte: www1.uol.com.br

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