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Engenharia de Produção

O que é

O engenheiro de produção se envolve em todas as etapas do empreendimento de uma empresa. Sua principal função é aumentar a produtividade. Ele seleciona matérias-primas, mão-de-obra e maquinário, organizando o processo de produção. Pode se envolver com as áreas de finanças, analisando a utilização dos recursos financeiros. A logística, que envolve armazenamento, transporte e distribuição, também é de sua alçada. O setor de marketing e vendas é outra vertente de seu trabalho.

Áreas de atuação

O profissional acompanha toda a produção, desde a seleção da matéria-prima até a chegada ao ponto de venda. Ele se encarrega também do controle de qualidade. Na área de engenharia do trabalho, organiza os recursos humanos. Pode administrar o setor financeiro da empresa, lidando com a aplicação de orçamento, prazos, juros. Define a estrutura organizacional do negócio de acordo com seu mercado.

Mercado de trabalho

Por ter um perfil variado e atuar em vários setores, esse profissional tem postos de trabalho garantidos em diversos ramos. O salário é superior ao de outros engenheiros e há carência de especialistas. Ele encontra vagas principalmente em grandes indústrias, como automobilística, eletrônica, metalúrgica, de cigarros e bebidas. É muito requisitado na área logística. Por também se encarregar das finanças, consegue colocação em bancos.

Fonte: carreiras.empregos.com.br

Engenharia de Produção

Engenheiro de produto ou produção

"Profissional da engenharia que projeta e implementa os sistemas de produção que constituem o meio fabril"

O que é ser engenheiro de produto?

O engenheiro de produto ou engenheiro de produção é o profissional que associa o conhecimento técnico característico das diversas engenharias às áreas de administração e economia para projetar, implantar e melhorar os sistemas de produção que constituem uma fábrica. Estes sistemas incluem a integração entre materiais, informações, equipamentos, energia e o ambiente. O profissional da engenharia de produto planeja a produção e avalia seus resultados para aumentar a eficiência em todos os seus aspectos: humano, material e financeiro.

De maneira geral, ele viabiliza a produção, de forma a distribuir os produtos que a sociedade necessita, aumentando a competitividade e elevando a qualidade entre os concorrentes.

Quais as características para ser engenheiro de produto?

É necessário que o estudante que deseja ser um engenheiro de produto se interesse por conhecimentos de matemática, física e ciências sociais, fundamentais na rotina do profissional.

Além disso, ele deve apresentar as seguintes características:

Qual a formação necessária?

Para ser um engenheiro de produto é preciso prestar vestibular para o curso de nível superior Engenharia de Produção (Bacharelado), que tem duração média de cinco anos. Caso deseje dar aulas em universidades, a opção Licenciatura deve ser escolhida. Para uma melhor formação e maior competitividade, o profissional deve dominar o inglês e ter conhecimentos de computação, administração e economia.

Ainda, cursos complementares oferecidos pelas universidades enriquecem o currículo, como por exemplo:

Formação Complementar em Processos Discretos

Corresponde aos processos usualmente desenvolvidos nas indústrias mecânica e eletroeletrônica

Formação Complementar em Processos Contínuos

Corresponde à produção automatizada utilizada em processos químicos e siderúrgicos

Formação Complementar Aberta

Corresponde a uma formação direcionada pelo próprio aluno com o auxílio de um professor orientador em alguma área específica de interesse

Além destes, cursos extracurriculares ou de pós-graduação nas áreas de gerência e administração podem ser fatores decisivos no momento da contratação.

Principais atividades de um engenheiro de produto

Entre as atividades diárias de um engenheiro de produto, estão:

Projetar sistemas de produção

Coordenar e supervisionar o processamento dos produtos

Administrar o armazenamento de matérias-primas

Gerenciar e fiscalizar a execução de atividades e cumprimento de prazos

Análise do mercado, cálculos de demanda e produtividade

Planejamento da produção com metas a serem atingidas

Assistência no desenvolvimento de máquinas, ferramentas e produtos

Conduzir programas de redução de custos

Desenvolver métodos de otimização do trabalho

Criar procedimentos para programação e controle de produção

Áreas de atuação e especialidades

Engenheiros de produção podem atuar em diversos setores, como: empresas industriais e de serviços, indústrias automotivas, da construção civil, mineração, siderurgia, cimento e química. Nestas indústrias, pode atuar nas áreas de:

Operação

Envolvendo a distribuição de produtos e controle de suprimentos

Gestão agro-industrial

Com gerência da manutenção, construção, automação, entre outros

Área financeira

Incluindo o controle financeiro, o controle de custos e a análise de investimentos

Área de logística

Na viabilização dos projetos dos produtos

Área de marketing

Tratando do planejamento e desenvolvimento de produtos e mercados a serem atendidos

Área de planejamento

Abrangendo os setores estratégico, produtivo, financeiro, etc.

Além disso, o profissional pode ainda desempenhar atividades na administração pública, na análise de investimentos e atuar em departamentos de pesquisa de universidades e dar aulas para curso superior de engenharia de produção.

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para os engenheiros de produto encontra-se bastante pulverizado, com uma grande variedade de áreas para atuar, devido à capacidade deste profissional trabalhar em diversos setores das indústrias e de empresas em geral. Entre as engenharias, a de produção é aquela que geralmente proporciona os melhores salários e a procura por profissionais é grande, já que não há tanta mão-de-obra especializada no Brasil. Os mercados que se mostram mais promissores para o engenheiro de produto são: área de finanças, telecomunicações e informática, onde há uma intensa demanda, e também na área previdenciária, um setor que se destaca por empregar estes profissionais.
Curiosidades

Com a Revolução Industrial, ocorrida no século XIX, que mecanizou e dinamizou os diversos meios de produção, surgiu a necessidade de organizar e integrar os sistemas produtivos. Foi então que surgiu o conceito de engenharia de produção, mas que só teve sua difusão após a segunda metade do século XX, impulsionada pelo desenvolvimento norte-americano e adoção da idéia de produtividade aliada à qualidade adotada como pontos centrais nas empresas.

Inicialmente, ela foi chamada de Engenharia Industrial, e com o advento da produção em série difundida por Henry Ford, a engenharia industrial ganhou destaque mundial.

No Brasil, ficou conhecida somente nos anos 50 com o desenvolvimento industrial tardio, sendo reconhecida pelo Ministério do Trabalho e regulamentada em 1975.

Fonte: www.brasilprofissoes.com.br

Engenharia de Produção

Engenharia de Produção (também conhecida por Engenharia de Produção Industrial, Engenharia de Gestão Industrial ou Engenharia Industrial) dedica-se à concepção, melhoria e implementação de sistemas que envolvem pessoas, materiais, informações, equipamentos, energia e o ambiente. Ela é uma engenharia que está associada às engenharias tradicionais, porém, um pouco menos tecnológica, mas não deixando de ser, na medida que é mais abrangente e genérica, englobando um conjunto maior de conhecimentos e habilidades, para que utilizando-se desse conhecimento especializado em matemática, física e ciências sociais, em conjunto com análise e projeto de engenharia, ela possa especificar, prever e avaliar os resultados obtidos por tais sistemas.

De modo geral, a Engenharia de Produção, ao enfatizar as dimensões do produto e do sistema produtivo, encontra-se com as idéias de projetar produtos, viabilizar produtos, projetar sistemas produtivos, viabilizar sistemas produtivos, planejar a produção, produzir e distribuir produtos que a sociedade valoriza. Essas atividades, tratadas em profundidade e de forma integrada por esta engenharia, são de grande importância para a elevação da competitividade do país.

História

Durante o século XIX ocorreu uma revolução que mudou para sempre a forma do homem trabalhar, de pensar, de produzir... mudou para sempre a relação do homem com a máquina. Essa revolução teve origem na Inglaterra e logo se espalhou para o resto do mundo. Esse fato histórico ficou denominado "Revolução Industrial". Com o progresso no setor industrial da época, surgiu a necessidade de organizar e administrar complexos sistemas de produção; nascendo aí a Engenharia de Produção, que em meio a esse processo, fincou suas bases. Contudo, foi no início deste século que a sua difusão foi intensificada, fundamentando-se basicamente na indústria metalo-mecânica. Outros fatores como o recente desenvolvimento japonês e a adoção da temática da Qualidade & Produtividade como pontos centrais nas empresas e organizações privadas, públicas, industriais, serviços e de governos, consolidaram essa difusão. Em sua origem, ela iniciou-se com o nome de Engenharia Industrial sendo preconizado por F.W. Taylor, Frank e Lillian Gilbreth, H.L. Gantt, Walter A. Shewart, Henry Fayol, dentre outros. Para mais tarde, com o advento da produção em massa, difundida por Henry Ford, e posteriormente a produção enxuta, concebida por Taichii Ohno dentro da Toyota, Engenharia Industrial ganhasse grande destaque mundial. No Brasil, desenvolveu-se com o nome de Engenharia de Produção, a partir de 1950.

A Engenharia de Produção nasceu dentro da Engenharia Mecânica e por isso se dedicou inicialmente aos sistemas físicos. Na década de setenta, notou-se mesmo no Brasil, que os conceitos e métodos próprios da Engenharia de Produção ganharam notável desenvolvimento e tornaram-se independentes de qualquer área tecnológica sendo aplicada a todas as áreas clássicas das engenharias. A Engenharia de Produção é uma habilitação específica derivada de qualquer uma das seis grandes áreas da engenharia. Assim, existem cursos de Engenharia de Produção Plena(envolvendo todas as seis grandes áreas), Engenharia de Produção Elétrica, Engenharia de Produção Civil, Engenharia de Produção Mecânica, etc.

Mercado de Trabalho

A formação acadêmica de um engenheiro de produção permite que este profissional desempenhe algumas funções que um administrador de empresa poderia exercer em uma organização (desde que não interfira nas atividades privativas do administrador, visto que a profissão de administrador no Brasil é regulamentada por uma lei federal - 4769/65). Muitas empresas estão contratando engenheiros de produção no Brasil, a fim de obter um profissional bastante completo e que possa desempenhar um grande leque de atividades dentro da organização.

Quanto a retração do mercado de engenharia no Brasil, o mercado de Engenharia de Produção, mesmo tendo pouco tempo, é o que desfruta da melhor situação. Todos os Engenheiros de Produção vêm conseguindo boas colocações no mercado principalmente em função do seu perfil que coincide com o que se está demandando nos dias de hoje: um profissional com uma sólida formação científica e com visão geral suficiente para encarar os problemas de maneira global.

Em 1970, o mercado de trabalho do Engenheiro de Produção no Brasil começou a se tornar bastante abrangente envolvendo todos os setores da economia, desde o primário (relativo às atividades de extrativismo, pecuária, agricultura, etc.), passando pelo secundário (toda a indústria de transformação) até o terciário (setor de serviços).

Organizações Empregadoras

As indústrias de uma maneira geral, como a de construção, automóveis, alimentos, agroindústria, eletrodomésticos, equipamentos, etc.

Empresas de serviço de uma maneira geral, como a de transporte aéreo, Internet, consultorias, etc.

Empresas públicas como os Correios, a Petrobrás, ANEEL, ANP, BNDES, etc.

Grandes empresas privadas de petróleo, concessionárias de telefonia, bancos, seguradoras, fundos de pensão, bancos de investimento etc.

Perfil Profissional

Os aspectos relacionados à gestão dos sistemas produtivos vieram a ser a base tecnológica própria da Engenharia de Produção. Com as recentes mudanças estruturais e organizacionais desses sistemas de produção e a evolução dos cursos de Engenharia de Produção, os profissionais egressos desta modalidade têm se mostrado também, hábeis empreendedores e capazes de atuar nas mais diversas organizações da sociedade.

O perfil do Engenheiro de Produção pressupõe espírito crítico, criatividade e consciência em relação à sua atuação técnica, política, econômica e social. Pois bem, ele vem se mostrando um profissional versátil, considerando a interdependência entre os vários segmentos empresariais, levando em consideração o desenvolvimento de novas máquinas, novos processos de produção e sua manutenção, agindo no sentido de planejar, orientar, supervisionar, inspecionar e controlar a produção de bens e serviços, elaborar, executar e acompanhar projetos buscando a otimização dos sistemas produtivos. Outro aspecto observado neste profissional é a capacidade de adaptação rápida em diferentes funções, praticadas em ambientes altamente competitivos.

Competências Científicas

Sólida formação em ciências básicas como Matemática, Computação, Administração e Economia, com ênfase nos métodos quantitativos relacionados a estas últimas

Capacidade de trabalho em equipes multidisciplinares

Capacidade prática de abordagem experimental

Capacidade de analisar e otimizar processos

Formação ético-profissional

Competências Pessoais

Capacidade de utilizar ferramental matemático e estatístico para modelar sistemas de produção e auxiliar na tomada de decisões

Capacidade de projetar, implementar e aperfeiçoar sistemas, produtos e processos, levando em consideração os limites e as características das comunidades envolvidas

Capacidade de utilizar indicadores de desempenho, sistemas de custeio, bem como avaliar a viabilidade econômica e financeira de projetos

Capacidade de prever e analisar demandas, selecionar tecnologias e know-how, projetando produtos ou melhorando suas características e funcionalidade

Capacidade de incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo, tanto nos seus aspectos tecnológicos quanto organizacionais, aprimorando produtos e processos, e produzindo normas e procedimentos de controle e auditoria

Capacidade de prever a evolução dos cenários produtivos, percebendo a interação entre as organizações e os seus impactos sobre a competitividade

Capacidade de acompanhar os avanços tecnológicos, organizando-os e colocando-os a serviço da demanda das empresas e da sociedade

Capacidade de compreender a inter-relação dos sistemas de produção com o meio ambiente, tanto no que se refere a utilização de recursos escassos quanto à disposição final de resíduos e rejeitos, atentando para a exigência de sustentabilidade

Capacidade de dimensionar e integrar recursos físicos, humanos e financeiros a fim de produzir, com eficiência e ao menor custo, considerando a possibilidade de melhorias contínuas

Áreas de Atuação

Em 1972 foram criados os cursos de doutorado na EPUSP e na COPPE/UFRJ, o que ajudou a dinamizar a área e os pontos de atuação do Engenheiro de Produção. Com maiores especializações, as atividades de atuação estão sendo relacionadas ao desenvolvimento de projetos, à aplicação de métodos gerenciais, ao uso de métodos para melhoria da eficiência das empresas e à utilização de sistemas de controle dos processos das empresas.

Assim, de uma forma geral, tudo o que se refere ao planejamento, programação e controle de compras, produção e distribuição de produtos constitue atividade da Engenharia de Produção.

Áreas de atuação destacadas

Área de Tecnologia da Informação, na implantação de sistemas de TI

Área de operações, envolvendo a distribuição dos produtos, controle dos suprimentos, etc.

Área de gestão agro-industrial, gestão da manutenção, automação industrial, etc.

Área financeira, incluindo o controle financeiro, controle de custos, análise de investimentos, etc.

Área de logística, incluindo o uso e desenvolvimento de sistemas de roteamento, gestão e controle de frotas, etc.

Área de marketing, tratando do planejamento e desenvolvimento de novos produtos, incluindo a utilização de métodos estatísticos avançados destinados ao estudo de mercado etc.

Área de planejamento, abrangendo os setores estratégico, produtivo, financeiro, etc.

Área de ergonomia, engenharia de segurança, organização do trabalho, engenharia de métodos, etc.

Área de gestão econômica, engenharia econômica, gestão de custos e/ou investimentos, etc..

Área de engenharia da qualidade, incluindo controle estatístico de qualidade, projeto de experimentos, metodologia seis sigma, regressão e correlação.

Problemas tratados

Melhoria e garantia da qualidade dos processos

Implanta e desenvolve sistemas de garantia da qualidade (como as normas regulamentadoras da série ISO 9000), focando sempre a qualidade do produto e o cliente.

Produtividade focada em estratégias de manufatura

Atua na organização e planejamento do fluxo de produção, redução de estoques, diminuição do tempo de atravessamento, otimização e racionalização de processos, entre outras atividades.

Projeto de produtos

Dedica-se a projeto de softwares ergonômicos, gestão de projetos e da inovação, redução do tempo de produção nominal em uma nova fábrica, transferência de tecnologia e de seu domínio efetivo.

Organização do trabalho

Volta-se para a formação, qualificação e desenvolvimento de competências adequadas a novas tecnologias.

Exemplos de atuação

Na gestão do trabalho e da empresa:

Elaboração de planos para avaliação de cargos e sistemas de incentivos

Elabora planos para identificar e resolver problemas de alocação de recursos

Atua em programas de higiene e segurança do trabalho

Participa e colabora na seleção e treinamento de pessoal

Realiza a interface entre as áreas administrativas e técnicas da empresa.

Na área de planejamento industrial

Realiza estudos sobre a localização geográfica da empresa e planejando o arranjo físico de suas instalações

Desenvolve estudos de viabilidade técnico-econômica para aplicação de capital no processo industrial

Conduz programas de redução de custos

Elabora e calcula lotes econômicos e séries de produção, bem como previsões de venda

Estabelece políticas de administração e controle de estoques e reposição de equipamentos

Presta assistência no desenvolvimento de máquinas, ferramentas e produtos e no desenvolvimento de políticas e procedimentos

Acompanha e supervisiona a operação de materiais e equipamentos.

Como gestor do sistema produtivo

Desenvolve projetos e faz o planejamento para controlar a produtividade ou eficiência operacional de uma empresa, conjugando os recursos humanos e materiais disponíveis, visando ao aumento da produção com o menor custo possível

Desenvolve métodos de otimização do trabalho

Cria procedimentos para programação e controle de produção

Desenvolve programas de controle da qualidade

Apresenta modelos de simulação para problemas administrativos complexos.

Disciplinas estudadas

O curso é estruturado por dois conjuntos de disciplinas destinadas ao desenvolvimento das competências:

Ciclo Básico

Matemática, Computação, Administração, Economia, Contabilidade, Gestão Ambiental, Estatística, Elétrica, Mecânica, Física, Química;

Ciclo Profissional

Controle Estatístico da Qualidade, Simulação Computacional, Engenharia Econômica, Algoritmos em Grafos, Organização e Métodos (O&M), Planejamento e Controle da Produção, Logística, Ergonomia, Meta-heurísticas, Pesquisa Operacional, Automação, Instrumentação e Controle (Elétrica/Mecânica) etc.

Diferenças entre Engenharia de Produção e Administração

Métodos quantitativos X Métodos qualitativos

A Engenharia de Produção, aproveitando-se da base matemática fornecida pela engenharia, focaliza os métodos quantitativos em detrimento dos métodos qualitativos utilizados na Administração. Disciplinas como Teoria Geral da Administração, Gestão Estratégica, Administração Financeira e Economia são ensinadas no ciclo básico da Engenharia de Produção, juntamente com as disciplinas das áreas de matemática, física e química; e servem de pré-requisito para disciplinas com métodos quantitativos como Teoria dos Jogos, Engenharia Econômica, Engenharia de Métodos, Controle Estatístico da Qualidade, Programação Matemática, Análise Multicritério no Auxílio à Decisão, Redes Neurais, Otimização de Fluxos em Redes, Planejamento e Controle da Produção etc.

Engenharia de Produção é um Curso Direcionado a Projetos

Assim como as demais engenharias, a Engenharia de Produção se destina a realização de projetos. Ou seja, assim como o Engenheiro Civil projeta construções, o Engenheiro mecânico projeta peças mecânicas, o Engenheiro Eletricista projeta instalações elétricas, etc.; o Engenheiro de Produção desenvolve projetos destinados a otimização dos processos empresariais. Como exemplo pode-se citar os projetos para implantação de sistemas de tecnologia da informação, projetos para melhoria da qualidade, projetos de novos produtos etc..

Engenharia de Produção é um Curso mais Técnico

A Engenharia de Produção é um curso mais técnico, e está mais relacionada com o uso de tecnologia. Como exemplo, o uso de sistemas de apoio a decisão, técnicas de redes neurais, CAD (Desenho Auxiliado por Computador), lógica fuzzy, meta-heurísticas, sistemas de simulação etc.; ou seja: técnicas matemáticas, estatísticas e computacionais em geral.

Fonte: pt.wikipedia.org

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