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Equador

DADOS HISTÓRICOS

Sabe-se que os indícios mais antigos de uma cultura desenvolvida no Equador datam de 3.200 a. C. e que as primeiras ferramentas de pedra ali encontradas datam 9.000a. C.

 

Primeiras Tribos

Os primeiros habitantes organizados do Equador datam do século XI de nossa era.

Existiam duas tribos: os expansionistas caras, nas regiões costeiras e os pacíficos quitus, nas terras altas equatorianas até 1.300 d. C. O primogênito do rei dos puruhás casou-se com a então princesa Duchicela e seus descendentes reinaram por 150 anos.

Época Inca

No início deste período inca os descendentes da princesa eram donos do norte, enquanto que o estava em mãos do povo cañari. Estes defendem-se contra a invasão dos incas e Tupac-Yupanqui submeteram-se anos depois. Seu sucessor Huayana Capac viajou por todo o império e fortaleceu sua posição com o matrimônio. De uma de suas uniões nasceum um filho, Atahualpa, quem derrotou o inca de Cuzco Huascar, convertendo-se em governante de um império inca debilitado, o qual encontra-se em um período crítico quando Pizarro chegou em 1532 com a intenção de conquistá-lo.

Conquista Espanhola

Em pouco tempo Pizarro e suas tropas montaram o terror entre os índios que tomaram-os por deuses. Em 1532 Pizarro tornou prisioneiro a Atahualpa e executou-o, em 1533. Houve guerra contra os espanhóis que duraram mais de dois anos até chegarem em Quito, fundada novamente em 1534.

Durante o período colonial sucederam-se as lutas e as intrigas pelo ouro do Amazonas. Finalmente, Orellana cruzou o Amazonas e chegou ao Atlântico. Durante os primeiros séculos de domínio colonial, Lima foi a sede da administração política do Equador. Depois passou a Nova Granada (Vice reinado de Colombia).

Foi uma época de florescimento para Equador. sobretudo, desfrutaram as classes dominantes, enquanto que os índios sofreram humilhações, porém no século XVIII tiveram lugar vários levantamentos contra os espanhóis. Dos heróis desta época recordamos Eugenio Espejo, que também foi um grande escritor, sempre a favor da independência. Morreu na prisão em 1795.

A Independência

A primeira tomada de Quito foi liderada por Juan Pio Montufar em 1809. Em 1820 Simon Bolivar respaldou o levantamento o qual declararia finalmente sua independência. Dois anos depois, Equador ficou livre do domínio espanhol, quando o marechal Sucre (general Bolivar) tomou Quito. Equador tornou-se independente plenamente em 1830, firmou um tratado com Peru e trouxe uma fronteira entre os dois paises. Para os equatorianos este é o limite de fronteiras. As fronteira acordadas troxeram a guerra entre os dois paises, que teve lugar em 1942 a definitiva.

No Equador, como em quase todos os paises latino americanos o enfrentamento político tem sido sempre entre liberais e conservadores, estes últimos respaldados pela igreja, enquanto que os liberais caracterizam-se por uma política socialista. Estas rivalidades tem feitos, que tanto no século XIX como no XX houvessem conflitos e ditaduras de diferentes governos militares.

Em 1979, iniciou um período democrático e em 1984 governaram os conservadores. Em 1988 Rodrigo Borja dirigiu um governo de tendência esquerdista.

Atualmente, Equador é um país onde reina a paz com excecão dos últimos acontecimentos que tornou possível a renúncia do último presidente eleito, o demagogo Bucaram, em 1997.

As Ilhas Galapagos

O arquipélago de Galapago foi descoberto por Tomas de Berlanga em meados do século XVI. A partir de então as ilhas foram o refúgio dos piratas e corsários que atacavam os mares do sul. Tiveram que esperar a formação do estado de Equador em 1830, para que estas ilhas fossem tomadas em posse. As belas ilhas diziam adeus à vida selvagem. Primeiro fez-se uma tentativa de colonização agrícola para converter-se depois em centro penitenciário. Ilustres homens da ciência as visitaram. Darwin foi um deles, desenvolvendo no arquipélago sua famosa "Teoria da Evolução das Espécies". Numerosas lendas surgiram nas ilhas sobre aventureiros, desaparecidos e mortes misteriosas.

Na década dos setenta do nosso século, visitaram a ilha 4.500 pessoas, em sua maioria naturalistas respeitados. Nos anos 80 somaram centenas de visitantes que não sabiam muito bem onde estavam, e nos anos 90 o arquipélago transborda de turistas. A presença humana massiça e as numerosas espécies introduzidas nas ilhas, assim como, o impacto sobre o mar e a fauna marinha, põe em perigo um ecossistema único. Por esta razão, cria-se em 1959 o Parque Nacional de Galapagos e em 1960 a Estação Científica Charles Darwin.

EQUADOR, MONTANHAS, SELVAS E COSTAS

Deveras pequeno, Equador é um dos paises mais variados do continente americano. Bosques, picos escarpados e praias virgens combinam com a mais pura selva amazônica. A riqueza dos antepassados moradores destas terras conserva-se nos ritos e tradições da comunidade indígena, que passa de pai para filho suas tradições e lendas. Não sendo explorado turísticamente, Equador guarda o gosto anscestral em seu ambiente.

Outro sabor vem unir-se ao indígena a presença espanhola, que reflete-se na mais formosa capital, Quito. Dali pode-se viajar a selva, as montanhas andinas, as praias do Pacífico, os vulcões majestosos das terras altas, as ruinas de grandes cidades indígenas. Outras capitais soma-se a esta, Guayaquil, o centro costeiro do sul e Cuenca, cidade imperial dos incas.

Porém, se deseja adentrar-se em uma aventura única, nada melhor que as Ilhas Galapagos, que proporcionam um agradável descanso, um encontro com a fauna surpreendente e gratas experiências no fundo do mar. Pinguins, golfinhos, pelicanos, planícies marinhas e um longo de espécies existentes fazem das ilhas um paraíso. Equador é, sem dúvida, a grande promessa da América do Sul.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Equador encontra-se situado sobre a Linha do Equador na costa sul americana do Pacífico.

Tem fronteira com dois paises: Colombia ao norte e Peru ao sul. Apesar de sua pequena superfície de 283.520 quilômetros quadrados, é um dos paises mais variados do mundo.

Equador divide-se em três regiões: a Cordilheira Andina, as Terras baixas da Costa e as Selvas.

A Cordilheira Andina á a espinha dorsal do país, que vai do norte ao sul. A capital Quito, encontra-se entre as montanhas a 2.850 metros sobre o nível do mar, constituindo a segunda capital do mundo em altitude. As montanhas divedem o país nas Terras baixas da Costa, tem a oeste, a Selva da bacia superior do Amazonas, está a leste. Somente 200 quilômetros pode-se ascender da costa até o pico nevados a mais de 6.000 metros acima do nível do mar e, logo descende o úmido bosque pluvial do Oriente.

Ao oeste das costas continentais equatorianas, em um mar interior de 45.600 quilômetros, a uns 1.000 quilômetros de distância e assentado entre as placas oceânicas de Cocos e Nazca, encontra-se o arquipélago das Ilhas Galapagos, de origem vulcânicas. O conjunto das ilhas somam aproximadamente 8.000 quilômetros quadrados. São oito as ilhas maiores, seis ilhas menores e uma infinidade de ilhotas. Sobre as ilhas destacam-se cones vulcânicos de diferentes formas e conservação. Quanto as precipitações são abundantes a dura e impermeável rocha basáltica, não pode conter a água. A falta de água doce quase em todas as ilhas, apresenta solos áridos e secos. As praias são estreitas e acantiladas, abundam enormes rochas basálticas em forma de bosques de lavras negras, produto das erupções vulcânicas e ação do mar sobre a paisagem vulcânica dá as ilhas formas curiosas.

FLORA E FAUNA

A variedade de formas de relevo e clima do Equador tem propiciado a formação de paisagens e ecossistemas muito diferenciados. Apesar de sua escassa extensão, o país é um dos mais ricos do mundo, enquanto a flora e fauna alojando uma diversidade de espécies difíceis de encontrar em outro lugar do planeta.

A flora equatoriana é rica em mangroves que crescem nas águas, bosques secos tropicais nas regiões mais quentes e bosques tropicais das nuvens, os quais crescem páramo (locais frios e desérticos), entre outros.

Quanto a fauna, Equador orgulha-se por seu habitat de numerosas espécies de aves, insetos, mamíferos como os macacos, morcegos, preguiças, cervos, coelhos, esquilos; os anfíbios e répteis, assim como diferentes espécies aquáticas. Em uma palavra a lista poderia ser interminável.

Este privilegiado ecossistema tem sido objeto de medidas de cuidado empreendidas pelos governos locais, através de projetos de conservação, que tem convertido o Equador em um dos pioneiros no conceito de Ecoturismo. O Parque Nacional das Ilhas Galapagos foi declarado como tal no ano de 1959.

Posteriormente, criaram outros parques e distintas áreas de reserva para proteger a biodiversidade, as espetaculares paisagens e as espécies, algumas delas são as únicas do mundo. Destacam-se os Parques Nacionais de Galapagos, Sangay, Cotopaxi, Machalilla, Yasuni ou Podocarpus. Quanto a reservas tem destacados Cayame-Coca e os Manglares Churute.

Ilhas Galapagos

A flora de Galapagos cresce sob um pavimento de lavras balsática, o resultado é uma espinhosa e raquítica vegetação. Nas planícies crescem os cactus, alguns de grande tamanho. As árvores são poucas e as que existem possuem escassas folhagens. Predominam o algabarro e o Palo Santo, uma espécie de arbusto que cresce aos pés das montanhas. Acima de 200 metros a vegetação é mais consistente. Nestes lugares cresce o arvoredo de guayaba, muitos citrícos e laranjas introduzidos pelos colonos.

Nas Ilhas de Galapago pode-se ver tartarugas gigantes, planícies marinhas e terrestres e lagartixas de lavras, entre outras espécies. O mundo das aves está representada por mais de 13 espécies diferentes de pinzones, fragatas, garças, gaviõess, gaivotas, pinguins pequenos, papa moscas, piqueiros de patas azuis ou vermelhas, flamingos, pelicanos e bobos, para nomear alguns. Entre os mamíferos as formosas focas e os sempre encantadores golfinhos.

Arte e Cultura

Na época pré-colombiana o artesanato era especialmente destacado. Os jarros mostram um bonito trabalho, quanto a pintura e escultura podemos referir, aos trabalhos em prata e ouro que estavam muito desenvolvidos. A influência destes artistas desconhecidos podem ser vistas na Escola Quitenha.

Com a chegada dos espanhóis e com eles o culto católico, a arte indígena transforma-se em arte religiosa. Um dos artistas mais reconhecido foi Manuel Chili e seu nome quechua era "Caspicara". Outros artitas destacáveis são Miguel de Santiago, cujos trabalhos podem ser vistos em alguns centros religiosos, Nicolás Goribar, Bernado Rodriguez e Manuel Samaniego. Hoje são muito populares os ponchos equatorianos, símbolo de seu artesanato em tecidos.

Na arquitetura colonial conjugam a Escola Quitenha, a influência espanhola, incluindo a árabe. Com a independência a arte torna-se formal, sendo o século XX, um período de impulso para arte indígena. Eduardo Kingman, Endara Crow, Camilo Egas e Oswaldo Guayasamin, são alguns dos representantes desta arte.

Poderá ver seus trabalhos nos distintos museus e galerias do país.

Dos diferentes artistas e intelectuais do Equador tem destaque Eugenio Espejo, nascido em Quito em 1747 de pai indígena e mãe mulata, que obteve seu doutorado aos 20 anos. Espejo foi sem dúvidas, uma potente voz literária a favor da independência. Escreveu sátiras políticas e fundou um jornal liberal, onde pronunciou contra o colonialismo, por isto foi encarcerado várias vezes, até o dia de sua morte na prisão em 1795.

Entre os ensaistas destaca-se Juan Montalvo no século XIX e sua obra Sete Tratados. No século XX sobressai Jorge Icaza, de influência indígena e especialista em ralatos curtos.

A música equatoriana tradicional é muito apreciada no mundo todo. Os instrumentos de influência espanhola somam-se aos do vento e percussão indígena e o conjunto é uma riqueza única. Entre os instrumentos musicais mais característicos do país destacamos a quena, a charanga e o rondador.

Gastronomia

A variedade gastronômica é o que identifica a cozinha equatoriana. Entre seus pratos típicos e principais destacam-se os caldos, especialmente os que são servidos no mercado para o desjejum. São conhecidos como sopas ou locros, sendo geralmente preparados com verduras e carne de galinha. Não deixe de provar o yaguarlocro, uma sopa de batatas adornada com um delicioso molho.

Quanto aos pratos exóticos, nada melhor que degustar um cuy, uma espécie de coelho assado na lenha. Trata-se de um prato dos reminiscentes incas, já que constituia o prato das festividades e celebrações. Outra das delícias do país é o leitão, que é servido na maioria dos restaurantes, especialmente, nas barracas de comida dos mercados. Só assá-lo por inteiro, pois o resultado é prometedor para o paladar. Continuando com a carne de porco (no Equador conhece-se como "chambo"), encontrará uma grande variedade de pratos cozidos de diversas formas.

Se preferir a carne de gado pergunte pelo seco, pedaços de carne servidos com arroz (também o seco pode-se preparar com carne de frango, carneiro ou cabrito)

Quanto aos pescados encontrará numerosas cevicherias, onde preparam peixes crus temperados com limão (geralmente corvinas ou trutas). Também, pode-se degustar os ceviches de camarão e mariscos. É aconselhável comer estes alimentos nos estabelecimentos conhecidos e que guardam todas as normas de higiene.

Para os estomagos mais fortes, recomenda-se degustar o llapingacho, uma fritura a base de batatas, queijo e porco. E como não podia deixar de ser, todos os pratos são acompanhados de uma bo porção de torta de milho (geralmente frita).

Para finalizar a comida, nada melhor que um doce de leite ou uma deliciosa fruta de grande variedade.

Bebidas

Recomenda-se beber água de garrafa. A marca Guitig é a mais conhecida. São muito populares os sucos de frutas e a aguardente (licor de cana), que é muito barata. Poderá encontrar café e chá em muitos lugares. Se quiser vinhos, lamentavelmente terá que conformar-se com marcas importadas.

Compras

A variedade gastronômica é o que identifica a cozinha equatoriana. Entre seus pratos típicos e principais destacam-se os caldos, especialmente os que são servidos no mercado para o desjejum. São conhecidos como sopas ou locros, sendo geralmente preparados com verduras e carne de galinha. Não deixe de provar o yaguarlocro, uma sopa de batatas adornada com um delicioso molho.

Quanto aos pratos exóticos, nada melhor que degustar um cuy, uma espécie de coelho assado na lenha. Trata-se de um prato dos reminiscentes incas, já que constituia o prato das festividades e celebrações. Outra das delícias do país é o leitão, que é servido na maioria dos restaurantes, especialmente, nas barracas de comida dos mercados. Só assá-lo por inteiro, pois o resultado é prometedor para o paladar. Continuando com a carne de porco (no Equador conhece-se como "chambo"), encontrará uma grande variedade de pratos cozidos de diversas formas.

Se preferir a carne de gado pergunte pelo seco, pedaços de carne servidos com arroz (também o seco pode-se preparar com carne de frango, carneiro ou cabrito)

Quanto aos pescados encontrará numerosas cevicherias, onde preparam peixes crus temperados com limão (geralmente corvinas ou trutas). Também, pode-se degustar os ceviches de camarão e mariscos. É aconselhável comer estes alimentos nos estabelecimentos conhecidos e que guardam todas as normas de higiene.

Para os estomagos mais fortes, recomenda-se degustar o llapingacho, uma fritura a base de batatas, queijo e porco. E como não podia deixar de ser, todos os pratos são acompanhados de uma bo porção de torta de milho (geralmente frita).

Para finalizar a comida, nada melhor que um doce de leite ou uma deliciosa fruta de grande variedade.

População e Costumes

A população do Equador estima-se em 11.500.000 habitantes, aproximadamente. A densidade da população é uma das mais altas da América Latina, com cerca de 42 pessoas por quilômetros quadrados. Cerca de 40% do total da população é indígena, enquanto que outra quantidade igual são mestiços. O resto está distribuido entre brancos e pessoas da raça negra, que vivem ao norte do país. A maioria dos indígenas falam quechua, habitam principalmente, as terras altas dos Andes.

Aproximadamente 48% dos equatorianos vivem na costa e nas ilhas, 46% vivem nas terras altas, o resto na região selvagem do oriente. A maioria da população é urbana (55%), quer dizer, habitam os povoados e a cidades, enquanto que os 45% restantes, em sua maioria indígena, vivem no campo.

Se algo caracteriza os equatorianos é a sua hospitalidade, seu bom sentido de humor e seu especial acento ao falar. Os habitantes serranos, indígenas e camponeses, distinguem-se pela conservação de suas anscestrais tradições, por comunicar-se em quechua e por sua especial cosmo visão sobre a existência.

Amam profundamente a terra, fazem parte dela e por isso realizam continuamente oferendas, par homenagear sua origem, as forças da natureza e aos deuses.

Quando vão iniciar o plantio, oferecem folha de coca, pisco ou cerveja a Pacha Mama, a Mãe Terra. E antes de beber qualquer coisa, jogam um pouco na terra, para agradecer a possibilidade de acalmar sua sede.

A maioria dos quechuas vivem nas terras altas, os quechuas de cada região vestem-se de maneira diferente e a evolução da língua também apresenta-se com variações. A maior população destes índios vive em Chimborazo, enquanto que pequenos grupos habitam as terras baixas amazônicas, juntamente com shuares, huaorains, cofanes e siona-secoyas. Cerca da costa vivem índios cachi, ao norte da província de Esmeralda, e tchatchilas próximo de São Domingo dos Colorados, nas terras baixas do oeste. Todos estes grupos têm sua própria língua.

ENTRETENIMENTO

Um dos mais típicos e fascinantes passatempos da viagem do Equador é a quantidade de excursões que podem ser realizadas. A s viagens aos típicos trenzinho, s cobrem a rota São Lorenzo-Quito-Guayaquil ou desfrutar da singular fauna marinha das Ilhas Galápagos, que enamoraram a Darwin, são algumas das atividades mais atrativas. Passear ao lado das gigantescas tartarugas e jogar com os golfinhos e os lobos marinhos, enquanto toma-se banho nas águas transparentes do Pacífico cativaram o turista.

Não há que esquecer-se que o Equador é um dos chamados "paises ecoturísticos", já que oferece uma infinidade de possibilidades para os amantes da natureza.

Numerosos Parques Nacionais e Reservas Biológicas, que conjungam com belas cidades coloniais fazem do país um paraíso.

Outro entretenimento mais típico é desfrutar da música folclórica em numeross penhas. Se viajar a região da costa comprovará que os rítmos latinos do Caribe, a salsa, o merengue marcam o ambiente nas discotecas e bares.

Não deixe de assistir ao espetáculo esportivo, especialmente o futebol, o voleibol é também muito popular. As brigas de galo e os touros são outras possibilidades para passar um bom tempo.

FESTIVIDADES

1 de Janeiro Ano Novo, 6 de Janeiro Dia da Epifania, o Carnaval em Março ou Abril, 1 de Maio -Dia do Trabalho, 24 de Maio -Celebração da Batalha da Pichincha, Corpus Cristi em Junho, 24 de Junho São João Batista, 29 de Junho - Dia de São Pedro e São Paulo, 24 de Julho Aniversário de Simon Bolivar, 10 de Agosto - Dia da Independência, 9 de Outubro - Dia da Independência de Guayaquil, 12 de Outubro Dia da Raça, de 1 a 5 de Setembro-Festa do Amor, 1 e 2 de Novembro Dia de Todos os Santos e dos Mortos, 3 de Novembro - Dia da Independência de Cuenca, 6 de Dezembro a Fundação de Quito, 24 e 25 de Dezembro - Natal e 28 a 31 as celebrações de final de ano.

Transportes

Avião

Guayaquil e Quito têm aeroportos internacionais que conectam com algumas cidades da América e da Europa. As viagens internas são relativamente econômicas, com exceção do vôo às Ilhas Galapagos. As aerolinhas mais importantes do Equador são Tomé, SAN e Saeta.

Barco

No Equador é comum o translado de barco, especialmente na região do Amazonas, onde utilizam canoas motorizadas e diversos tipos de embarcações.

Trem

Lamentavelmente, as linhas férreas do Equador, operadas por ENAFER tem sofrido graves defeitos, causados pelas inundações da última década. É por isso que um bom número de rotas têm mudado. Entre os trajetos mais espetaculares está o de Quito- Guayaquil, sem esquecer a linha de Ibarra a São Lourenzo. O trajeto de Quito Riobamba somente é realizado uma vez por semana (sábados), enquanto que o trajeto de Riobamba a Guayaquil é diário. É conveniente adquirir as passagens com antecedência e aguardar com paciência os imprevistos ou os cancelamentos surpresas.

Ônibus

A linha de ônibus está desenvolvendo-se no país. Existem ônibus grandes e micro ônibus (ônibus pequenos que admitem menos passageiros). O mais atrativo de viajar neste tipo de transporte é que cada parada aparecem vendedores com todo tipo de produtos (frutas e bebidas, especialmente).

Transporte Público

Os "caminhões" só são usados como transportes públicos e em alguns casos o único meio de chegar a muitos lugares. Os taxis não contam com taxímetro, pois é aconselhável acertar o preço antes de iniciar a viagem. São bastante econômicos.

Fonte: www.rumbo.com.br

Equador

Nome oficial: República do Equador

Capital: Quito

Nacionalidade: equatoriana

Idioma oficial: espanhol

Religião: católica (93,4%)

Território: 256.370 km2

Moeda: dólar americano (desde 1999)

População: 12,6 milhões de habitantes (2000)

População urbana: 63% (1998)

Taxa de crescimento demográfico: 2% ao ano (1995-2000)

PIB (em milhões de US$): 13.600 (2000)

Renda per capita: US$ 1.520 (1998)

Crescimento do PIB: 2,9% ao ano (1990-1998)

Força de trabalho: 5 milhões (1998)

Exportações (em milhões de US$): 4.800 (2000)

Importações (em milhões de US$): 3.400 (2000).

Principais cidades: Guayaquil (1.973.880 hab), Quito (1.487.513 hab), Cuenca (255.028 hab), Machala (197.350 hab), Santo Domingo de los Colorados (183.219 hab) - Dados 1997.

Produção agrícola

Principais produtos: banana, café e cacau.

Pecuária: bovinos, ovinos, suínos, aves.

Produção industrial

Principais produtos: alimentício, refino de petróleo, química, papel e derivados.

Riquezas do solo: petróleo, ouro, cobre e prata.

Principais parceiros comerciais: EUA, Peru, Colômbia, Itália, Venezuela, Chile e Brasil.

História

Os espanhóis desembarcaram na costa do atual Equador, em 1526. Para controlar o território, os conquistadores, comandados por Sebastián de Benalcázar e Francisco Pizarro, mataram o chefe inca Atahualpa e seu primeiro tenente Rumiñahui, em 1532. Em nome da Coroa Espanhola, em 1 de dezembro de 1540, Francisco Pizarro nomeou seu irmão, Gonzalo Pizarro, governador de Quito.

Pouco tempo depois, Francisco foi assassinado, e Gonzalo passou a encabeçar uma rebelião por estar descontente com as novas leis da Coroa Espanhola, que restringiam seus privilégios. O governo rebelde foi derrotado em 1548, e Gonzalo, decapitado. O território que hoje ocupa o Equador passou a fazer parte do vice-reino do Peru.

O primeiro movimento pela independência aconteceu em 1809 e foi reprimido pelas tropas de Toribio Montes. A emancipação começou a se tornar realidade em 1820, com a derrota dos espanhóis em Guayaquil e, posteriormente, na batalha de Pichincha (1822), imposta pelas tropas rebeldes do general Antonio José de Sucre, primeiro-tenente de Simón Bolivar. No mesmo ano (1822), Bolívar e José de San Martín fizeram um acordo em Guayaquil pela integração do Equador na República da Gran Colombia, criada por Bolívar em 1819, e que compreendia os territórios da Venezuela e Nova Granada.

Em 1830, depois da separação da Venezuela da Gran Colombia, faz-se um acordo para a constituição do Equador como república independente.

Um antigo litígio fronteiriço com o Peru foi reavivado em 1940, com a invasão pelos peruanos da província equatoriana de El Oro. O incidente terminou com a cessão ao país vizinho de quase metade do território equatoriano. O conflito diplomático persiste ainda hoje, com o Equador insistindo que as terras cedidas foram maior do que a zona que estava em disputa.

Geografia

Situado a Noroeste da América do Sul, o país é cortado pela linha do Equador, da qual toma o nome, e limita-se ao Norte com a Colômbia, a Leste e ao Sul com o Peru e a Oeste com o oceano Pacífico. Possui clima tropical no litoral e nas baixas terras da Amazônia, e mais frio na serra. A floresta Amazônica ocupa 111 mil km2 do território.

Divide-se em três regiões continentais - Costa, Serra e Oriente - e uma região insular - Ilhas Galápagos. A Costa, localizada entre o oceano Pacífico e os Andes, é formada por planícies e montanhas litorâneas. A Serra é composta por duas maiores cadeias dos Andes, a Cordilheira Ocidental e a Cordilheira Oriental, e pelos planaltos entre elas. O Chimborazo, na Cordilheira Ocidental, com 6.267 m, é o pico mais alto do país. O Oriente engloba a região amazônica equatoriana.

O arquipélago de Galápagos é constituído por ilhas de variados tamanhos e situa-se a cerca de 1.000 km do litoral. (Veja mais em NATUREZA)

Na Costa, prevalece o clima tropical, embora haja variações de temperatura e de precipitação pluviométrica, em função de proximidade com correntes marítimas quentes e frias. A Serra apresenta clima do tropical ao frio, de acordo com a altitude. Já o clima tropical, com chuvas abundantes, domina o Oriente. Em Galápagos, o clima varia do tropical e desértico ao nível do mar, ao frio e úmido nos pontos mais altos.

Política

O Equador adota o sistema República Presidencialista. Divide-se em 22 Províncias, que se subdividem em Regiões e estas, por sua vez, em Paróquias urbanas e rurais.

O Poder Legislativo é unicameral. O Congresso Nacional é composto por 121 membros eleitos para mandatos de 4 anos (representantes nacionais) e de 2 anos (representantes provinciais).

Constituição em vigor é datada de 1998.

Economia

O centro das atividades comercial do país é Guayaquil, ao Sul, onde está situado também o principal porto. O Equador tem importantes recursos petrolíferos, áreas agrícolas muito ricas e forte atividade pesqueira, principalmente de atum e camarão. Em 1999, o país realizou mudança no padrão monetário e passou a utilizar o dólar norte-americano como moeda corrente.

Entre as atividades econômicas destacam-se a agricultura, que representa 12,6% na composição do PIB, seguida da indústria (22,4%), mineração (5,7%), construção (4,9%), eletricidade, gás e abastecimento de água (0,3%). O Equador importa matérias-primas, bens de capital, veículos de transportes, bens de consumo, máquinas e produtos químicos.

Natureza

Ilhas Galápagos

A região levou o naturalista inglês Charles Darwin, que visitou as ilhas em 1835, a escrever seu mais famoso livro, "A Origem das Espécies". Localizado a 1.000 km da costa do Equador, o arquipélago é composto por 13 ilhas grandes, 6 pequenas e mais de 40 ilhotas, que somam 8.010 km².

Calcula-se que as ilhas emergiram do oceano Pacifico há cinco milhões de anos como resultado de erupções vulcânicas submarinas. São as formações de lava e rocha vulcânica que dão ao local a impressão de se estar "em outro mundo".

O processo de evolução, o clima, as correntes marinhas e uma carência relativa de inimigos predatórios - incluindo o homem - fizeram de Galápagos um dos mais raros e importantes lugares de nosso planeta.

Seguindo diferentes caminhos desde o continente até as ilhas, animais e plantas colonizaram os originais leitos de lava, que há milhões de anos formam o arquipélago. Os seres que sobreviveram à travessia evoluíram até formar espécies únicas no planeta. Todos os répteis de Galápagos, a metade das espécies de aves, 32% das plantas e 25% dos peixes, assim também como inúmeros invertebrados, só são encontrados naquele local.

Tartarugas gigantes, iguanas marinhas e terrestres, e lagartixas de lava constroem a família de répteis mais espetaculares da terra. Além disso, as aves estão representadas por mais de 13 espécies diferentes de "pinzones"(tentilhões), "cormoranes", pinguins pequenos, falcões, "gorriones"(ou pardais), albatrozes, flamencos e "bobos".

O arquipélago é considerado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO.

Fonte: www.portaljapao.org.br

Equador

A história do Equador remonta as sociedades indígenas.

Esse povo teve sua própria organização social, com crenças, rituais e cerimônias próprias e uma economia baseada principalmente na agricultura. Sua existência se prolongou até o século XVI quando chegaram os conquistadores espanhóis.

A Cordilheira Central dos Andes foi o lugar de fixação do Império Inca. Seu território tinha uma extensão de cerca de 4.000 km² que ia desde o sul da Colômbia até o norte do Chile, em um lugar chamado Tahuantinsuyo. Sendo assim os Incas integraram uma vasta população com dezenas de etnias com línguas, costumes e economia baseada na agricultura. Essa população se expandiu em todo o Andes, ocupou algumas regiões da costa e exerceu notável influencia em Quito.

Em 1532 começou o fim de Tahuantinsuyo com a prisão de Atahualpa. Duros enfrentamentos se produziram entre europeus e incas, os quais resistiram a ser conquistados. Francisco Pizarro e Diego de Almagro foram os principais protagonistas da época aplicando várias estratégias para submeter os índios aos seus domínios, uma delas a catequização.

A Real Audiência de Quito se estabeleceu em 1563, na condição de instancia administrativa dependente da Coroa Espanhola. Expandia-se pelo norte até Pasto, Popayan, Cali, Buenaventura e Buga, no atual território de Colômbia, e no sul até Piura no Peru. Seu primeiro presidente foi o espanhol Hernando de Santillán.

Desde sua criação até o século XVIII, a Audiência de Quito foi parte do Vice-reinado do Peru. Logo passou ao mando do Vice-reinado de Nova Granada, com sede em Santa Fé, até que com o fim deste, voltou a depender do vice-reinado do Peru. Mais tarde, com o restabelecimento da Nova Granada, o rei Felipe V determinou que a Audiência voltasse a formar parte desse vice-reinado.

O Marques de Selva Alegre (1753) centralizou o Estado e estabeleceu o monopólio do álcool e do tabaco. Por causa disso aconteceu a conhecida Rebelião das Tabacarias, a que se juntou outras revoluções dos nativos. Depois vieram reorganizações administrativas que permitiram maiores ingressos fiscais. No final do século XVIII ocupou a presidência Luis Francisco Héctor, Baron de Carondelet, quem conseguiu para Quito a criação de uma Capitania Geral.

A decadência social acelerou na segunda metade do século XVIII. São vários os fatores aos quais os historiadores atribuem a queda do sistema colonial. Um deles é o fim da produção de prata em Potosí. A elaboração de têxteis reduziu drasticamente. As reformas introduzidas limitaram também o poder das elites privadas.

A INDEPENDÊNCIA - 1810-1830

Enquanto, entre 1809 e 1812, houveram tentativas de conseguir liberar-se do domínio de Lima, Equador só pôde atingir a independência da Espanha depois da batalha de Pichincha em 1822, quando as tropas de Sucre, tenente de Bolívar, derrotaram aos exércitos espanhóis. Equador se uniu então à Grande Colômbia até que esta se dissolveu em 1830.

A ÉPOCA CONSERVADORA - 1830-1895

Durante este período se sucederam uma série de governos com clara matiz conservadora. Em primeiro lugar, o caudilho venezuelano Juan José Flores impôs seu domínio entre 1830 e 1846. A seguir Gabriel García Moreno, um civil com fortes vínculos com a Igreja, transformou-se no homem forte de Equador entre 1860 e 1875. O assassinato de García Moreno em 1875 abriu passo a uma série de governos conservadores menos rígidos que liberaram o regime e impulsionaram as primeiras reformas de clara influência liberal.

A ÉPOCA LIBERAL - 1895-1925

As forças liberais, encabeçadas por Eloy Alfaro, acabaram com o domínio conservador em 1895, dando início a um longo período liberal que introduziu uma ampla legislação anticlerical, impulsionou a construção de uma importante rede de transportes ferroviários e introduziu reformas econômicas e políticas de corte liberal. Alfaro primeiro (1895-1912) e Leonidas Plaza Gutiérrez depois (1912-1924) deram estabilidade ao regime e possibilitaram a sustentação dessas reformas, ainda que a época de Plaza supôs um giro moderado com respeito às posturas mais radicais de Alfaro.

A ÉPOCA DAS REFORMAS - 1925-1940

O domínio oligárquico e das grandes famílias somado aos interesses bancários foi desgastando o regime e provocou que, em meados dos anos 20, triunfasse uma revolução militar que realizou numerosas reformas, sobretudo de caráter social. No entanto, a crise do 29 afetou profundamente ao regime que terminou sendo derrotado. Ao longo dos anos 30 houve várias tentativas de retomar e ampliar essas reformas sociais dos anos 20, mas a instabilidade e a crise o impediram.

A ÉPOCA DO VELASQUISMO - 1944-1972

Durante este período, a figura de José María Velasco Ibarra gravitou de maneira decisiva sobre o panorama político equatoriano. Este dirigente de forte personalidade e grande orador foi presidente em cinco ocasiões apoiado umas vezes em movimentos de esquerda e outras em partidos conservadores, mas sempre impulsionado uma política essencialmente populista.

OS REGIMES MILITARES - 1972-1979

Como reação ao último governo de Velasco Ibarra, instaurou-se uma Junta Militar em 1972 que impulsionou uma política de corte intervencionista e socializante, influída pelo regime de Velasco Alvarado em Peru. No entanto, o fracasso econômico e a inviabilidade do próprio regime conduziram à transição para a democracia.

A DEMOCRACIA - 1979-2005

Desde 1979 se sucederam governos surgidos de processos eleitorais democráticos. Este período pode dividir-se em duas fases claramente diferenças. Até 1996, o processo democrático marchou com normalidade, os principais partidos do país se alternaram na presidência da República e cada administração pôde acabar seus respectivos períodos presidenciais.

Mas com a eleição de Abdalá Bucaram em 1996 o país entrou numa espiral de instabilidade e crise política: Bucaram foi destituído pelo Congresso em 1997, seu sucessor Jamil Mahuad teve que abandonar a presidência depois de um golpe cívico-militar em 2000 e o último presidente, Lucio Gutiérrez, deixou o poder em 2005 diante da falta de apoio das Forças Armadas e no meio de fortes protestos, o que conduziu a que seu vice-presidente, Alfredo Palacio, assumisse a presidência.

Nestes anos, além da instabilidade política, destacam o confronto militar com Peru na Guerra de Cenepa, no ano 1995, e o decreto de dolarização que vinculou a moeda nacional ao dólar em 2000, conseguindo conter assim a espiral inflacionária na que se encontrava o país.

Fonte: www.ciberamerica.org

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