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Erva-Doce

Também conhecida pelo nome de funcho, a Erva-Doce foi introduzida no Brasil pelos colonos portugueses, apesar de ser natural do Oriente e dos países mediterrâneos.

Conhecida por suas propriedades medicinais, amplamente usada no preparo de infusões calmantes e chás, que ajudam a digestão, é ainda utilizada a culinária para o preparo de pães, bolos , biscoitos e licores e também a fabricação de perfumes e sachês.

Erva Doce

Para os perfumes usam-se geralmente as sementes, das quais se extrai o óleo essencial; para a culinária, além das sementes, usa-se também a feitura de saladas, por exemplo, a parte que se forma logo abaixo do caule.

A Erva-Doce - (Foeniculum vulgare) chega a atingir aproximadamente 2 m de altura, já serviu na Idade Média como repelente de insetos e de bruxas, além de ser estrategicamente colocada nos buracos das fechaduras das casas, a fim de impedir a entrada de insetos durante a noite.

Cultivo

Erva Doce

Planta de clima temperado, adapta-se bem em regiões de temperatura amena, prefere solos férteis, bem drenados e ricos em material orgânico. Pode ser plantada em vasos, jardineiras ou canteiros, desde que receba iluminação solar direta.

Quanto ao plantio, pode ser direto quando cultivado em áreas grandes - fazendo-se pequenos sulcos em filas contínuas, entre espaços de 30 a 60 cm, cobertos com 2 a 3 cm de terra; ou por mudas, formando se as mudas em canteiros, distribuindo-se as sementes em filas, em pequeos sulcos com 2 a 3 cm de profundidade, distanciados 10 cm um do outro, cobrindo-se4 em seguida as sementes com 1 cm de terra fina.

Fonte: www.sibusca.com.br

Erva-Doce

Anis ou Erva-Doce

Pimpinella anisum L.

Família das Apiáceas (Umbelíferas)

Nomes Vulgares

Anis-verde, anis, Erva-Doce

Erva Doce

Partes Utilizadas

Frutos (diaquénicos) e óleo essencial.

Habitat e Distribuição

Planta Herbácea anual, considera-se uma espécie originária da zona mediterrânea oriental e da Ásia Ocidental. Cultivada na Europa Meridional, Índia e Rússia.

Farmacologia e Atividade Biológica

Devido ao óleo essencial, tem ação digestiva, espamolítica, mucolítica, galactogênica. Externamente, atua como revulsivo e anti-séptico.

Usos Médicos

Dispepsias Hopossecretoras, flatulência, espasmos gastrintestinais sobretudo nos lactentes e crianças pequenas. Gripe e Tosse. Inflamações orofaríngeas. Micoses cutâneas como pitiríase, candidíase, pé de atleta e também na pediculose e escabiose (aplicações tópicas)

Principais Indicações

Como eupépico e carminativo. Coriza e sintomas gripais associados a tosse ou inflamações orofaríngeas e preventivo da infecção

Usos Aprovados

Problemas dispépicos (perda de apetite). Gripe, tosse, bronquite. Inflamação da boca e faringe.

Contra Indicações

Alergias ao anis (Erva-Doce) e ao anetol. Hiperestrogenismo. Não usar o óleo essencial por via interna na gravidez ou no aleitamento. Crianças menores de seis anos e doentes com problemas intestinais ou doenças neurológicas.

Efeitos Secundários e Toxicidade

O óleo essencial em doses não terapêuticas pode produzir efeitos convulsivos e originar reações de hipersensibilidade cutânea. Recomenda-se aplicar teste de tolerância antes da aplicação por inalação, inalar por 15 segundos e esperar 30 minutos.

Formas de Administração

Uso Interno

Dose média diária, 3g de frutos ou 0,1g de óleo essencial sobre torrão de açucar, no final das refeições.

Infusão dos frutos: 0,5 a 2%, 2 a 3 xícaras por dia.

Tintura (1:10): 30 a 50 gotas, 1 a 3 vezes por dia.

Em inalações, usar 30 a 50 gotas de óleo essencial para 1 litro de água quente.

Uso externo

Óleo essencial diluído a 10% em óleo de amêndoas

Fonte: www.terracha.com.br

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