Capital: Bratslava
Idioma: eslovaco
Moeda: coroa eslovaca
Clima: continental úmido
Fuso horário (UTC): +1 (+2)
O maior castelo do país, foi fundado em 1209, e após invasões e reconstruções, se transformou em ruínas em 1780 devido à um incêndio. No entanto suas ruínas são espetaculares, e contem uma torre gótica, uma cisterna, uma capela e um palácio sobre um abismo. Instrumentos de tortura são exibidos nos porões.
Região de canyons e cavernas, possui paisagem espetacular, incluindo a Caverna Domica, considerada uma das maiores do mundo. É um dos locais mais populares para o alpinismo e montanhismo.
Fonte: www.geomade.com.br
Bratislava, que extende-se à margem esquerda do Danúbio foi criada no ano 907 e já era uma grande cidade no século XII, experimentando um grande auge a partir da criação da universidade pela monarquia húngara, em 1467. Muitos monumentos antigos perduram na cidade velha, que falam do esplendor sob domínio húngaro, igual que os museus, surpreendentemente ricos. Bratislava tem além disso a vantagem de não estar invadida pelo turismo ocidental, como sucede em Praga e Budapest.
Pode-se começar a visita pelo Museu Nacional Eslovaco e continuar, perto dele, pela ultra-moderna Galeria Nacional Eslovaca, a melhor coleção de arte no país.
A Igreja Franciscana (1297) possui uma original capela gótica, e o esqueleto de um santo em uma urna de vidro. Na frente pode-se contemplar o Palácio Mirbach, um bonito edifício rococó, que contém uma boa coleção de arte. Perto do palácio encontra-se a Torre Miguel, com uma coleção de armas antigas e oferece uma preciosa vista da cidade. Para o sul, o Palácio da Câmara Real (1756) aloja hoje, a biblioteca universitária que foi em seu tempo a sede do parlamento Húngaro.
Na parte mais alta da colina de Mikulasska ergue-se o Castelo de Bratislava ou Hrad. É uma das estampas típicas da cidade e dele divisa-se uma das melhores panorâmicas da cidade.
Grande parte deste percurso pode-se fazer a pé, para depois sentar-se e comer ou tomar algo em algum dos restaurantes e cafés, relativamente econômicos especialmente nas ruas centrais de Staré Mesto.
Komarno, à beira do Danúbio, é uma das passagens mais frequentes entre Eslováquia e Hungria. Há trens econômicos, que partem desta cidade, e também pode-se cruzar a fronteira a pé, através da grande ponte erguida, em 1892, entre Komarno e Komarom, no país magiar. Os Ausburgo construiram aqui impressionantes fortificações, que impediram que a cidade, nunca fora conquistada pelos turcos. Vale a pena ver as torres da Igreja de São Andrés e o Museu do Danúbio. Embora inacessível por ser um posto militar, a grande fortaleza perto da união do Danúbio e o Váh que exibe-se imponente, perante o turista.
Trencin, onde o vale do rio Vàh começa estreitar-se entre os Cárpatos Brancos e as Montanhas Strazov, é hoje o centro da indústria téxtil eslovaca, e oferece ao viajante a lembrança de seu rico passado histórico especialmente, palpável no castelo que domina a cidade, e que data do século XI.
A metade de caminho entre Bratislava e Kosice, Zilina é a porta às Montanhas Malà Fatra, e um importante nó de comunicações, desde a sua fundação no século XIII. Mesmo sendo a terceira cidade maior do país, Zilina é ainda uma agradável cidade, não muito frequentada por turistas, com formosas praçinhas e muitas lojas interessantes.
As montanhas Malà Fatra extendem-se 50 quilômetros, através do noroeste de Eslováquia. O Monte Vel'ky Krivam (1078 metros) é sua máxima elevação. Duzentos quilômetros quadrados da zona estão incluidos no Parque Nacional de Malà Fatra, em cujo centro encontra-se Vràtna, formoso vale rodeado de bosques por todas suas ladeiras. Reconhecido pela sua rica flora, o vale tem algo que oferecer a todo o mundo. Há senderos para o trekking e rotas para escaladores mais aventureiros. Há grande quantidade de lugares para comer e alojar-se, embora no verão massifica-se um tanto. No inverno converte-se em uma apreciada estação de esqui.
Eslováquia Oriental é uma das zonas turísticas mais atrativas da Europa do Leste. Em uma compacta zona, pode-se desfrutar de magnífico montanhismo, nas montanhas Vysoke Tatry, rafting no rio Dunajec, vilas históricas, como Levoca e Bardejov, o grande castelo medieval de Spisske Podhradie, o acolhedor balneário de Bardejovske Kúpele e o barulho urbano de Kosice, a segunda cidade do país.
Além disso, a aproximidade de Ucrânia dá um toque exótico à região, mais eslavo. É fácil mover-se em volta da zona pois há trens e ônibus muito frequentes a todos os lugares mencionados, além da Polônia e Hungria.
Mesmo com todos estes atrativos, esta região de Eslováquia se mantém ainda, a márgem das rotas mais frequentadas pelos turistas.
Fonte: www.rumbo.com.br