A astrologia é uma das formas de visualização mais diretas que se conhece, que mais atinge diretamente os indivíduos nas suas capacidades e potencialidades básicas.
Em uma definição básica, Astrologia é a ciência que estuda o ser na sua condição ontológica, na sua elaboração enquanto ser em pleno desenvolvimento, em plena evolução; tal qual observa-se em todos os pontos da natureza.
Primeiramente um mapa representa a expressão do indivíduo, seja na sua expressão natural e expontânea, seja na expressão dos comportamentos adquiridos ou reflexos condicionados.
É sabido que existem doze signos, e se cada indivíduo possui dentro de si mesmo todas as informações básicas do seu próprio signo, a elaboração evolutiva é de natureza individual, particular, não vinculada.
Sabemos que existem dependências sociais, ou seja, não elaboramos o mínimo vital para a nossa sobrevivência, estamos vinculados socialmente.
Este vínculo sempre terá um fator emocional, pois é do ser humano buscar a felicidade e o prazer, todo ser é naturalmente um buscador da felicidade.
Aliás, quem não quer ser feliz ? Somente aquele que já desistiu. Somente aquele que não soube usufruir da própria potencialidade para crescer, evoluir.
O que fazer para ser mais feliz ?
Eu posso gerar muita fantasia no meu dia a dia, e me convencer que eu sou feliz, e repetir austeramente que é assim e pronto - isso se parece mais como auto-sugestão.
Ser feliz é estar de acordo com os seus valores sensíveis, com tudo o que se percebe fora e dentro de si mesmo, ser lúcido e consciente do que realmente está ocorrendo.
Onde ficam os mal-entendidos ? No desconhecimento do motivo gerador do mal.
Não é da natureza humana buscar o mal do próximo, pode até existir uma pseudomoral, mas é o que se tem para conviver, até o momento em que não houver elementos que lhe forneçam referências.
Com o passar dos anos vamos aprendendo a conviver melhor com nossos hábitos e manias, seriam os nossos reflexos condicionados, alguns chamam isso de amadurecimento.
A referência básica é fazer tudo aquilo que cause menor prejuízo para si mesmo e para os demais, ou seja, a primeira postura é não causar prejuízos.
Assim como vivemos a condição básica de não fazer o mal, não deveríamos também assumir igual motivação a fazer o bem?
Devemos buscar uma forma de avaliação de nos mesmos, mais clara e mais objetiva, uma forma que não dependa da boa vontade de ninguém, que se apresente independente de qualquer postura emocional. Que exista independente da vontade humana.
Um mapa astrológico é um referencial básico nesta avaliação pessoal; a partir dele podemos nos compreender melhor, saber das nossas tendências e inclinações, amadurecer com as vivências passadas bem como realizar um posicionamento mais lúcido sobre o que se está vivendo.
Se soubermos quem somos dentro das nossas potencialidades, podemos ser geradores de felicidade, compreendendo aquilo que nos faz falta, preenchendo os vazios com que nos habituamos a conviver.
Que se tenha claro que astrologia não é futurologia, que pouco tem haver com os horóscopos de jornal e de revista, que tão pouco pretende assumir posição de justificativa só porque fulano é de tal ou qual signo; astrologia é algo muito pessoal.
Também não se pode dizer que uma interpretação de um mapa astrológico vai instantaneamente lhe fazer feliz, como se a felicidade se encontrasse pronta. Ser feliz depende de uma elaboração, seja pela astrologia ou por outro meio, ser feliz é tudo o que se quer.
Felipe Heuser
Fonte: empresa.portoweb.com.br

Astrologia é a ciência que investiga a ação dos corpos celestes sobre os objetos animados e inanimados, e a reação destes a essa influência.
A Astrologia figura entre os primeiros registros do aprendizado humano. É a mãe da astronomia; e durante muitos anos, ambas foi, uma só ciência. Hoje a Astronomia é uma ciência de distâncias, magnitudes, massas, movimentos, velocidades, localizações, com base em observações feitas com instrumentos como o telescópio.
A Astronomia pode, assim, ser denominada uma ciência objetiva, enquanto a Astrologia deve ser denominada como uma ciência subjetiva. Portanto, o levantamento do horóscopo é um processo astronômico; a avaliação ou análise do horóscopo é um processo astrológico.
A Astrologia nos ensina que existem harmonia e simetria no universo, e que todos é parte de um todo. Também é importante esclarecer sobre a correlação existente entre a posição dos astros e os eventos realizados pelo ser humano. Todos os mecanismos de funcionamento do Universo obedecem a eventos cíclicos.
Assim, pode-se entender a Astrologia como uma filosofia que ajuda a explicar a vida, e não como uma arte ou ciência preditiva.
O propósito da Astrologia não é culpar os planetas pelo que nos acontece, mas, ao contrário, aprender a nosso respeito através da indicação planetária.
Quando nos vemos claramente, podemos descobrir novas qualidades em nós, e assim nossas vidas podem tornar-se mais plenas, mais produtivas e mais cheias de propósito.
Por meio da Astrologia, é possível desenvolver todo um estudo sobre os momentos pessoais, conflitos e crises, descobrir oportunidades, talentos e habilidades que desconhecíamos, e aprender a usar nossos recursos interiores de maneira mais produtiva. Utilizamos o mapa astral como um poderoso instrumento de autoconhecimento, que nos possibilita compreender nossa personalidade, de forma holística, considerando nossas características físicas, mentais, emocionais e espirituais; desenvolvendo e melhorando nosso potencial humano. Sabemos que o microcosmo é análogo ao macrocosmo, portanto se melhoramos o micro, automaticamente melhoramos o macrocosmo também.
O Mapa Astrológico, conhecido popularmente como Mapa Astral é na verdade, o instrumento fundamental do trabalho do consultor astrológico. Este Mapa é baseado no cálculo das posições do Sol, da Lua e dos planetas de nosso sistema solar, em relação a um ponto específico na Terra e a uma determinada hora.
Este determinado momento do céu em relação à Terra irá marcar em que ponto de cada ciclo astronômico houve o nascimento ou o início da atividade (no caso de empresas e negócios). Sendo assim qualquer evento sob a superfície da Terra pode ser analisado sob a ótica astrológica, tendo apenas que possuir um início determinado em termos de tempo e espaço.
É a partir deste determinado momento que o consultor astrológico irá estudar os efeitos cíclicos ao longo do desenvolvimento daquela pessoa (ou empresa).
O princípio é simples: nada está parado no Universo, e sim, em movimento cíclico. Assim fica fácil compreender que passados alguns minutos, aquele ponto focal já não será o mesmo, e é este movimento que indicará as chamadas tendências astrológicas, o que erroneamente é entendido como adivinhação.
Esta definição procura esclarecer que um Mapa Astrológico não é um oráculo e nem uma atividade divinatória, o que é muito importante, uma vez que a cultura popular incutiu esta idéia na maioria das pessoas.
Fonte: harmonizar.com.br

A Astrologia é um sistema organizado de informações baseadas em símbolos vinculados com os corpos celestes (sobretudo estrelas, planetas, o Sol e a Lua), refletindo nossa realidade neste planeta.
A Astrologia ocidental (ou tropical, como a chamam muitos) tem sua simbologia baseada nas estações do ano, conforme observado no hemisfério norte, com o equinócio de primavera identificado com o signo de Áries, dando este início à seqüência dos signos zodiacais. Assim sendo, o ponto zero de Áries é o ponto que o Sol ocupa na esfera celeste no equinócio de primavera (naquele hemisfério). Todos os signos são definidos como segmentos iguais no círculo zodiacal, com Libra no equinócio de outono e com Câncer e Capricórnio nos solstícios de verão e inverno. É claro que aqui no hemisfério sul os solstícios e equinócios têm uma diferença de seis meses, considerando-se, porém, que, dado o tamanho ínfimo do planeta em relação à esfera celeste considerada, a mencionada vinculação energética com o hemisfério norte não prejudica o sistema de símbolos que já é aceito há muitos séculos.
A Astrologia existe há mais de 6.000 anos, porquanto foi desenvolvida pelos assírios e caldeus, sabendo-se que também era bastante utilizada pelos egípcios antes da era cristã; e que os gregos, com sua mitologia, deram uma grande contribuição para os arquétipos ligados aos signos (constelações) do Zodíaco e aos planetas tradicionais (ou deuses): Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno.
Já Ptolomeu, no século II d.C., se destacou pela organização de sistemas, que embasaram padrões mantidos através dos séculos.
A Astrologia moderna passou a utilizar também os planetas Urano, Netuno e Plutão (descobertos nos últimos 170 anos) e, mais recentemente, Quíron, que é considerado por muitos um planetóide e por outros, apenas um asteróide; há ainda (outros) asteróides e pontos que são mais ou menos importantes, de acordo com a atuação de cada profissional da área.
Essa Astrologia não é a que a mídia veicula, embora atualmente haja astrólogos sérios e competentes colaborando para diversos meios de divulgação. Ocorre que o horóscopo ou mapa astral de uma pessoa é muito mais abrangente do que resumos veiculados em jornais e revistas não especializados.
Desde o início da década de 1980, com o interesse maior pela Astrologia, houve uma espiral positiva de divulgação, que provocou o aumento gradativo das publicações. Por outro lado, o desenvolvimento tecnológico trouxe grande facilidade para os cálculos dos mapas por computador, e a globalização tem constituído uma contribuição notável para o status atual da Astrologia.
Assim é que, hoje, a quantidade de pessoas que confirmam que a Astrologia funciona é muito maior do que há dez anos, tendo em vista inclusive que a própria mídia tem colaborado para dissolver julgamentos equivocados. Essa parcela da população já reconhece que o mapa astral, por não ter apenas um objetivo oracular e sim, por mostrar as características da personalidade (incluindo qualidades, limitações, necessidades, valores e talentos, preferências afetivas e objetivos em geral), é ferramenta importante para o auto-conhecimento e desenvolvimento pessoal.
Fonte: www.chiron.com.br