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Nova Icària

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Praia de Nova Icària

Este bairro resulta do projeto de construir uma nova extensão da cidade, a pensar nos Jogos Olímpicos de 1992; foi onde ficaram alojados os atletas, mas agora é parte integrante de Barcelona.

Os arquitetos Mackay, Martorell, Bohigues e Puigdomènech conceberam uma área que é uma agradável combinação de habitações, áreas verdes e diversos tipos de equipamento.

Há um grande cinema (Icària) que mostra filmes nas versões originais, o que é difícil de encontrar em Barcelona, e é também aqui que se encontram os dois únicos verdadeiros arranha-céus da cidade: a Torre Mapfre e o Hotel de les Arts.

O Desconsolo

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Situada no Parque da Cidadela, em frente do Museu de Arte Moderna, esta escultura representa uma mulher caída sobre as águas do pequeno lago do parque; chama-se El Desconsol (o desconsolo), e foi criada pelo escultor catalão Josep Llimona em 1906.

A mulher encontra-se numa posição típicamente modernista (art déco), fazendo uma curva suave que lhe dá um ar ligeiramente decadente.

Trata-se de uma bela escultura, bem como uma indicação do que espera os visitantes do Museu de Arte Moderna, ali a uns passos.

Palácio da Generalitat

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A Generalitat é o governo da Catalunha; para visitar a sua sede, o Palau de la Generalitat, há duas entradas: a porta da Praça Sant Jaume é renascentista (1403); a outra é gótica e apresenta um relevo de São Jorge, santo patrono da Catalunha, da autoria de Pere Joan (1418).

No interior, destacam-se o Pati dels Tarongers, um pátio gótico cheio de laranjeiras, um campanário desenhado por Pere Ferrer (1568) e a Capela de São Jorge (1432-34), do arquiteto catalão Marc Safont.

O edifício só está aberto ao público no dia da festa de São Jorge (23 de Abril).

Palácio da Vice-Rainha

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O Palau de la Virreina foi desenhado em estilo barroco francês pelo arquiteto Josep Ribes, em 1770, para o vice-rei do Peru, Manuel Amat i Junyent, que tinha enviuvado naquele país; ao regressar a Barcelona, casou de novo e construiu o palácio para a sua nova mulher.

Atualmente, alberga os serviços culturais da câmara municipal; no seu centro de exposições, há obras de alguns dos mais importantes artistas contemporâneos da Catalunha, como Oriol Bohigas e Antoni Abad, entre outros.

Palácio de Pedralbes

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Um dos clientes de Gaudí, Eusebi Güel, mandou construir esta mansão em estilo neo-clássico, que foi oficialmente inaugurada pelo rei Alfonso XIII em 1926.

Atualmente, o Palau de Pedralbes pertence à câmara municipal de Barcelona e está normalmente fechado ao público, embora uma das alas albergue os museus de Artes Decorativas e da Cerâmica.

Palácio de São Jorge

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O Palau Sant Jordi, um magnífico pavilhão desportivo multiusos, foi desenhado pelo arquiteto japonês Arata Isozaki para ser o ex-libris da Barcelona do futuro; trata-se de uma inacreditável peça de arquitetura vanguardista, um edifício inteligente onde tudo é controlado por computadores.

A cúpula de 45 metros de altura é impressionante por si própria, mas mais ainda se se pensar que foi construída em apenas dez dias.

O Palau Sant Jordi é usado para realizações desportivas, mas também para todos os tipos de espectáculos, teatro, concertos, etc.

Para lá chegar, apanhe o metro para o Paral.lel, de onde pode tomar o funicular para o Estádio Olímpico e o palácio.

Palácio do Barão de Quadras

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Construído em 1902 por Josep Puig i Cadafalch, o Palau del Barò de Quadras tem, como algumas das suas outras obras, notórias influências góticas; neste caso, são bastante evidentes no desenho geral do edifício.

O palácio tem um pátio central de onde parte a escadaria principal, e as divisões são dispostas em torno deste pátio.

A decoração do edifício é notável, particularmente na fachada e no interior.

O Palau Quadras alberga atualmente o Museu da Música.

Palácio do Tenente

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Edifício gótico tardio com elementos renascentistas, o Palau del Lloctinent foi construído no século XVI por Antoni Carbonell, sob as ordens das Corts Catalanes (o Parlamento Catalão), para ser a residência do vice-rei.

As magníficas escadarias são testemunha da capacidade dos artesãos mouros que trabalharam na construção.

Mais recentemente, o edifício foi usado para albergar os arquivos da Coroa de Aragão; atualmente, está fechado ao público, mas merece ser apreciado do exterior.

Palácio Episcopal

Combinando praticamente todos os estilos arquitetônicos dos últimos mil anos, o Palau Episcopal de Barcelona foi originalmente construído sobre as antigas muralhas romanas, e ainda podem ver-se as torres na sua fachada.

O interior é românico, com um pátio no centro; tem janelas românicas, do século XIII, e góticas, do século XV; a fachada neo-clássica é do século XVIII, da autoria de Josep Mas.

Trata-se de um edifício que reflete a evolução histórica e arquitetônico de Barcelona mas que, infelizmente, está fechado ao público.

Palácio Güell

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Construído entre 1885 e 1889, o Palau Güell foi desenhado por Antoni Gaudí para Eusebi Güell, o seu principal cliente.

Foi um dos grandes projetos iniciais do arquiteto, e ele investiu toda a sua originalidade na sua criação: aqui, podemos ver o início da fusão de estrutura e decoração, forma e conteúdo, que é tão característica das suas outras obras-primas.

As visitas são guiadas, de meia em meia hora.

Palácio Nacional de Barcelona

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O Palau Nacional, o mais espetacular edifício da Praça de Espanha, foi erguido para a Exposição Universal de 1929, tal como grande número de outras construções em Montjuïc.

A intenção era realizar um edifício monumental, grandioso, e a tarefa foi cometida aos arquitetos Enric Català e Pedro Cendoya, com a colaboração de Pere Domènech i Roure.

O palácio foi restaurado há alguns anos pelo arquiteto italiano Gae Aulenti, e atualmente alberga o Museu Nacional de Arte da Catalunha (MNAC).

Palácio Real Principal

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No período romano, era aqui que ficava a residência do governador local; depois, pertenceu ao rei visigodo Ataúlfo; mais recentemente, o Palau Reial Major foi a residência dos condes da Coroa de Aragão nas suas visitas a Barcelona.

Depois de muitas alterações e ampliações ditadas por uma série de condes, é um edifício gótico em cuja fachada ainda se notam as origens romanas.

Destaca-se também a sua torre, conhecida como Torre do Rei Martin, que era usada como ponto de vigia e observatório astronómico.

Poble Espanyol

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O Poble Espanyol foi uma das maiores atrações da Exposição Universal de 1929; a ideia era reunir sob um úncio teto os diferentes tipos de arquitetura espanhola, pois ela espelha a rica diversidade cultural do país.

Passeando por esta Aldeia Espanhola, os visitantes podem ver reproduções de edifícios de diferentes vilas e cidades, cada uma representando a sua cultura.

Atualmente, o Poble Espanyol é também um local de divertimento, procurado pelos seus muitos bares e restaurantes.

Praça da Catalunha

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Fora das antigas muralhas de Barcelona, entre o Eixample e a Cidade Velha, a Plaça Catalunya é uma enorme praça (50 mil metros quadrados, cinco hectares) rodeada por grandes edifícios de bancos e outras grandes empresas.

A maior parte dos edifícios foram construídos no século XIX, de uma forma caótica, até que a câmara municipal entregou ao arquiteto Francesc Nebot a urbanização definitiva.

Na praça, há duas esculturas, uma de Josep Clarà, La Divinidad (a divindade), outra de Pablo Gargallo, Pastor Tocando el Caramillo (flauta).

Uma peculiaridade desta importante praça é a quantidade de pombos que a sobrevoam constantemente.

Praça do Palácio

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Ao lado da Via Laietana, entre o edifício central dos correios e a sede do governo regional, a Pla de Palau é o local onde viveu o vice-rei entre os séculos XVII e XIX; a sua residência estava ligada à Igreja de Santa Maria por uma passagem aérea.

Muitos prisioneiros políticos foram aqui executados, mas tudo mudou quando a área foi transformada numa nova urbanização para habitações, pelo arquiteto militar Josep Massanes, em 1820.

Vale a pena visitar a neo-clássica Bolsa (Llotja) de Barcelona, construída em 1804, onde ainda podem ver-se vestígios do edifício gótico desenhado por Pere Arvey entre 1380 e 1392, para Pere el Cerimoniós (Pedro, o Cerimonioso).

Fonte: biztravels-museums.net

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