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Palácio Real de Madrid

 

Ir até a frente do palácio para conhecer, é obrigatório. Residência oficial do rei da Espanha continua a ser usada para algumas cerimônias.

Dá para fazer uma visita interessante ver as obras de arte e o mármore espanhol usado na construção, além dos móveis bem conservados.

Veja a "La Real Arméria" que é uma coleção de armaduras e armas pertencentes aos reis da Espanha desde o século XIII. Essa coleção é considerada uma das mais importantes do gênero.

Ao lado do palácio visite o jardim. Ele é tão grande que é um parque.

Fonte: www.ajanelalaranja.com

Palácio Real de Madrid

De inspiração neoclássica , o edifício do palácio é uma das mais majestosas edificações da cidade e situa-se sobre as ruínas daquilo que foi o Alcazár de Madri, destruído por um incêndio em 1734.

Construído para impressionar, no alto de uma colina sobre o Rio Manzanares, inaugurado em 1764, sob o reinado de Carlos III (1759 a 1788), o palácio foi desenhado por um arquiteto italiano. O Rei Juan Carlos mora no Palácio de Zarzuela, mais modesto, nos arredores da cidade. O palácio real é usado hoje em cerimônias oficiais. (na foto, a lateral do Palácio visto da Calle de Bailén).

Entra-se no palácio pela Plaza de la Armería, grandioso pátio que tem esse nome devido ao Arsenal Real e à coleção de armas que inclui as armaduras de Felipe II e Carlos V. Note os belos postes de iluminação do pátio (detalhe na foto ao lado).

Palácio Real de Madrid

No interior do palácio destacam-se a grande Escadaria principal na entrada, talhada num único bloco de mármore, que leva ao andar principal, com pinturas rococó no teto, a Sala do Trono, com os dois tronos dourados e enormes espelhosfeitos na fábrica real de vicro de La Granja, a Sala de Banquetes, com a grandiosidade decorativa feita pelos Bourbon, o Salão de Porcelana, cujas paredes e tetos são inteiramente recobertas de porcelana, com motivos de querubins e grinaldas, o Salão Gasparini, decorada com motivos chineses e rococó e um lustre suntuoso. Na parede um retrato de Carlos V pintado por Goya.

Nas diferentes salas encontram-se diferentes estilos decorativos – do austero neoclássico ao exuberante rococó- e obras de arte de Velázquez, El Greco, Goya, Rubens e Tiepolo. A coleção de tapetes é a mais importante da Europa.

No palácio há o interesante Museo de Armeria com armamentos da idade média aos nossos dias. Se tiver tempo, visite o museu de farmácia, a Real Oficina de Farmacia. Há também um interessante Museo de Coches (carruagens) com peças dos séculos 18 e 19.

Nos fundos do palácio, denominado Campo del Moro - local onde em 1109 o exército mouro chefiado por Ali Ben Yusuf acampou -encontra-se um belíssimo jardim e onde tem-se uma belíssima vista do palácio, com fontes e desenhos paisagistas, o qual merece uma visita.

Palácio Real de Madrid

Fonte: interata.squarespace.com

Palácio Real de Madrid

Contém mais de 3.000 quartos e 135.000 m², sendo o maior palácio da Europa.

Também tem a melhor coleção do mundo de tapeçarias, Stradivarius e arsenal

Palácio Real de Madrid Palácio Real de Madrid

 

Palácio Real de Madrid Palácio Real de Madrid

 

Palácio Real de Madrid

Palácio Real de Madrid

Fonte: www.skyscrapercity.com

Palácio Real de Madrid

Palácio Real de Madrid

O Palácio Real de Madrid, também denominado de Palácio de Oriente, foi construído no mesmo local onde se encontrava um outro palácio, denominado de Real Alcázar de Madrid, destruído por um incêndio que durou três dias, no ano de 1734.

As obras começaram a 6 de Abril de 1738, quando se lançou a primeira pedra.

O seu arquiteto foi Giovanni Battista Sacchetti. O

Palácio Real de Madrid continua a ser, oficialmente, a residência do Rei de Espanha, apesar de, na atualidade, o Rei o utilizar somente para ocasiões de gala, almoços, recepções oficiais, entregas de prémios e audiências, já que a Família Real optou por viver num palácio mais modesto, o Palácio da Zarzuela.

Os reis consideram que na sua residência do Monte de El Pardo podem preservar a sua intimidade mais facilmente que num palácio com as dimensões do Palácio Real de Madrid.

Fonte: www.mrm.mendes.nom.br

Palácio Real de Madrid

No seu tempo, o Palácio Real foi a residência oficial dos monarcas, mas, atualmente, é um local de interesse turístico que acolhe igualmente atos de Estado, como encontros diplomáticos e eventos oficiais.

As origens do palácio remontam ao séc. IX, quando o reino muçulmano de Toledo, preocupado com a sua defesa perante as lutas com os cristãos, ergueu uma fortaleza que mais tarde viria a ser utilizada pelos reis de Castela.

No séc. XVI, construiu-se o palácio sobre as mesmas fundações.

Um incêndio na noite de Natal de 1734 reduziu-o a cinzas.

Pouco tempo depois, Filipe V ordenou a construção de um novo palácio sobre o mesmo local.

O edifício, cujas obras decorreram entre 1738 e 1755, contemplou uma estrutura abobadada, com pedra e azulejo, eliminando o uso de madeira e materiais inflamáveis.

Carlos III foi o primeiro monarca que aí estabeleceu a sua residência, em 1764.

No seu interior pode ver-se pinturas a fresco, enquanto uma visita às várias dependências permite descobrir o legado de artistas como Giaquinto, Tiépolo, Mengs, Bayeu e Maella.

Fonte: www.turismomadrid.es

Palácio Real de Madrid

Saindo de Sol, peguem a rua de baixo, a maior de todas que também de chama Calle Maior, apesar de ser um área um pouco turística existem alguns lugares no quesito comida que não podem ser desconsiderados: Museo do Jamon e 100 montaditos são experiências divertidíssimas e claro, deliciosos!

Continuando reto pela Calle Mayor, ou se você quiser um caminho mais curto porém não menos divertido, sua paralela a Calle do Arenal te levará ao Palácio Real de Madrid.

Bonito por fora e por dentro o Palácio Real é um dos passeios que eu mais recomendo em Madrid. O Palácio Real de Madrid é o maior da Europa – Versalhes tem mais jardins, mas em área construída perde – e continua sendo oficialmente a residência da família que real espanhola, mas é utilizado pelos monarcas somente em ocasiões especiais.

A visita começa do lado de fora, que tem uma bela vista para a cidade e dá para tirar umas fotos lindas do palácio e da Catedral da Almudena que fica bem em frente. Não deixe de reparar nos “postes”de luz do lado de fora.

O palácio é repleto de aposentos e mini salas, destaque para sala dos leões onde o rei Recebe suas visitas, sala das porcelanas, uma sala toda colorida e– como o próprio nome já diz – inteirinha feita de porcelana , a antiga farmácia real – é surreal observar o monte de vidrinhos e pensar que isso algum dia existiu e foi usado para curar, a incrível coleção de relógios – espalhados pelos aposentos do palácio, é a maior coleção de relógios da Espanha e a Armaria Espanhola – um museu repleto de armaduras montadinhas: imagina só que pesado e que complicado não devia ser andar por ai todo vestido de ferro.

Repare que os homens ficavam 98% cobertos, e as partes vulneráveis eram as axilas e a virília, como a medicina não era nada avançada, as pessoas que tomavam flechadas nesses lugares acabavam morrendo de infecção alguns dias ou semanas mais tarde.

Um passeio bem feito, lendo ou escutando as explicações leva umas duas horas, com um pouco mais de pressa em uma hora dá tranquilamente para passar por tudo.

Agora se você tá meio curto de grana ou tempo, ou por algum motivo resolver não entrar, não deixe de visitar os dois jardins do palácio, visitas que realmente valem a pena e não custam nada!

Atenção: O palácio fica fechado no caso de eventos especiais ou em dias que o Rei Juan Carlos recebe suas visitar na famosa sala does leões, ou na grande sala de banquetes

Fonte: ideiasnamala.wordpress.com

Palácio Real de Madrid

Um dos principais núcleos turísticos da capital espanhola situa-se num lugar privilegiado, lugar que outrora albergou uma fortaleza, posteriormente o Antigo Alcázar e finalmente Palácio Real.

Conhecido por ser a residência oficial da Vossa Majestade o Rei de Espanha, o certo é que o Rei não habita nele. Somente serve a uma finalidade, à parte de ser museu, serve de cerimonial durante atos do Estado, tais como encontros diplomáticos e eventos de carácter oficial.

As origens do palácio datam do século IX, quando o reino muçulmano de Toledo, preocupado pela sua defesa ante as investidas cristãs, edificou uma fortaleza que mais tarde seria usada pelos reis de Castela. No século XVI foi construído o forte sobre os mesmos alicerces.

Um incêndio que teve lugar na noite de Natal de 1734 reduziu-o a meras cinzas. Não tardaria muito tempo para que Felipe V ordenasse a construção do novo palácio sobre o mesmo local.

O edifício, cujas obras se realizariam entre 1738 e 1755, foi contemplado com uma estrutura abobadada, com pedra e tijolo, deixando de lado o uso de madeira e materiais inflamáveis. Carlos III foi o primeiro monarca que estabeleceu neste a sua residência, em 1764.

Sobre o Palácio Real de Madrid

Decoração do Palácio

Os interiores do edifício estão decorados com mármores, estuques e madeiras finas. Merece especial destaque o importante catálogo das obras de arte de diferentes estilos artísticos, entre as quais as pinturas em fresco. Um passeio pelas diferentes dependências permite-nos descobrir o legado de artistas como Giaquinto, Tiépolo, Mengs, Bayeu e Maella.

Os próprios monarcas decidiam que reformas empreender e que novos ornamentos colocar, portanto cada reinado possui elementos característicos: do reinado de Carlos III destaca-se a Câmara do Rei (igualmente conhecida como a Sala de Gasparini) e a Sala da Porcelana, uma encomenda feita à Real Fábrica do Bom Retiro; Carlos IV assistiu à inauguração do Salão dos Espelhos e Afonso XII foi o primeiro que se sentou na Sala de Jantar de Gala.

Salão do Trono

Esta sala foi aberta durante o reinado de Carlos II e a sua decoração foi mantida intacta desde essa época. O seu abobadado foi pintado em fresco por Tiepolo, uma obra pictórica, acabada em 1766, que representa a Alegoria da Monarquia Espanhola como recordação expressa dos reinos que reinaram durante o século XVIII.

Era habitual que as fábricas reais trabalhassem em exclusivo na realização de ornamento concretos durante décadas. Um exemplo deste fato se pode encontrar na Real Fábrica de La Granja, de onde saíram os grandes espelhos que decoram as suas paredes.

De um lugar mais longíquo, a cidade de Veneza, foram trazidas em 1780 as aranhas de vidro de roca, de Nápoles os bordados em veludo, e de Roma os leões de bronze que flanqueiam o trono real.

Galeria de Pinturas

Contém obras de autores pertencentes a diferentes estilos pictóricos, entre os quais Juan de Flandres (Políptico de Isabel a Católica), Caravaggio (Salomé com a cabeça de João Batista), Velázquez e Goya.

No Palácio Real exibe-se uma coleção de instrumentos musicais, como o quarteto realizado por Estradivarius, e as peças da Real Armaria.

Fonte: www.conturmadrid.es

Palácio Real de Madrid

Palácio Real de Madri data do século XVII, quando Filipe V ordenou a sua construção sobre o que outrora fora um antigo castelo muçulmano. A edificação do palácio esteve primeiramente sob a responsabilidade do arquiteto Sacchetti e posteriormente foi encarregada a Sabatini, quem edificou a ala sudeste e a escada de honra.

A arquitetura do edifício tem um aspecto austero, de forma quadrada e com um grande pátio central. Entre as dependências do palácio, destacam-se o salão de Albarderos, o salão de Colunas ou o salão dos Espelhos, bem como o aposento do Rei Carlos III, o primeiro monarca a habitar o palácio. Você também poderá ver a Plaza de Armas (Praça das Armas), o salão do trono ou a antiga farmácia.

O palácio conta com uma coleção de pinturas de artistas tão conhecidos como VelázquezGoyaRubensEl Greco e Caravaggio, tendo sido a residência oficial da monarquia até que Alfonso XII abdicou ao trono, em 1931. Atualmente o palácio somente é utilizado para a celebração de cerimônias e eventos públicos, nos quais o rei participa como Chefe de Estado.

O Palácio Real está situado na zona da cidade conhecida como Madrid Antiguo (Madri Antiga), também conhecida como Madri dos Austrias.

Está rodeado pelos Jardines de Sabatini e pelo Campo del Moro, transformando esse passeio em um momento indispensável de qualquer visita à cidade.

Campo del Moro e Jardines Sabatini

Palácio Real de Madrid

Os jardins conhecidos como o nome de Campo del Moro (Campo do Mouro) rodeiam o Palácio Real em seu lado Oeste. Próximo a esses jardins, também se encontram os Jardines Plaza Oriente (Jardins Praça Oriente) e os Jardines Sabatini (Jardins Sabatini).

Campo del Moro recebe esse nome devido ao fato ter sido um acampamento árabe durante a Reconquista. O jardim ocupa um terreno de 20 hectares, merecendo destaque a fonte dos Tritones (Tritões) e a das Conchas. Ao todo, há 70 espécies diferentes de árvores, tendo alguns exemplares mais de 170 anos.

Este jardim, situado às margens do rio Manzanares, sofreu várias modificações, provavelmente a mais importante tendo sido a que teve lugar durante o reinado de Isabel II. Nesse período, o projeto do parque foi remodelado para que conseguisse um estilo parecido ao de Versalhes, localizado na área suburbana de Paris, França.

Se você continuar passeando pelo parque, encontrará os Jardins Sabatini, situados em frente a fachada norte do Palácio Real. Esses jardins de estilo monumental foram projetados nos anos 30 do séc. XX e estão situados no lugar onde se alojavam as antigas cavalarias.

Fonte: dreamguides.edreams.pt

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