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Espírito Santo

Conheça o Espírito Santo

Referência em beleza natural e famoso pela culinária à base de peixes e frutos do mar, o Espírito Santo tem muito mais a oferecer ao seu visitante. Uma experiência que vai além das suas praias, não dispensa a boa moqueca capixaba nem o clima ameno de montanha – onde se degusta vinho, licores, biscoitos caseiros e massas, em propriedades de agroturismo.

A tudo isso, podemos acrescentar atrações das mais variadas, como a prática de esportes radicais – que inclui raffting, rapel e vôo livre -, festas religiosas como a tradicional Festa da Penha e o forró de Itaúnas, que, todos os anos, contam com uma legião de participantes.

O Patrimônio Histórico Cultural capixaba é outro roteiro a ser descoberto (ou explorado, vivenciado). Uma viagem entre o passado e o presente do Espírito Santo, preservados nos casarios de municípios como Muqui (Sul do Estado), São Mateus (Norte do Estado), Santa Leopoldina (região Centro-Serrana), e também no Convento da Penha (Vila Velha) e nas construções do Centro de Vitória.

Trilhas ecológicas, centros de estudos e pesquisas, como o Projeto Tamar e a Reserva Florestal da Vale, ajudam a compor o mosaico que é o Estado. Um cardápio turístico onde a gastronomia também é destaque. A moqueca, feita na panela de barro, é uma herança indígena hoje produzida artesanalmente pelas paneleiras de Goiabeiras. Já a Torta Capixaba, que tem mariscos, peixe e palmito entre os ingredientes, é o prato principal da culinária local na Semana Santa.

O atual momento econômico, somado à qualidade de vida que oferece, transformou o Espírito Santo numa alternativa para o turismo de negócios. Nos últimos anos, o crescimento industrial do Estado está acima da média nacional, o que chamou a atenção de empreendedores para o seu potencial, principalmente na área de petróleo e gás.

O Espírito Santo possui localização estratégica com uma área de 46.184 km² e 78 municípios. Está na região Sudeste e próximo das principais metrópoles do País. Isso o torna atração para turistas de lazer, negócios e eventos provenientes de São Paulo, Bahia e Minas Gerais.

São inúmeras as vantagens para se visitar o Espírito Santo. Possui fácil acesso rodoviário, estando ligado aos demais estados pela BR 101 e pela BR 262, que o interliga com o Centro-Oeste.

x Para receber o turista, conta com excelente infraestrutura, capaz de hospedagem de 11,4 mil pessoas na região metropolitana, em excelentes hotéis e rede de restaurantes.

O Estado é o sexto no País em turismo de eventos e negócios e esse setor aumenta a cada ano, tendo em vista o desenvolvimento crescente do Espírito Santo e por oferecer preços competitivos para a realização de eventos. Para isso, conta com espaços para a realização de eventos de pequeno, médio e grande porte no Centro de Convenções e no Parque de Exposições de Carapina.

Espírito Santo um ótimo lugar para viver e investir.

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Vôo livre, em Venda Nova

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A tradicional Moqueca Capixaba

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Complexo portuário da Baía de Vitória

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Ticumbi, Conceição da Barra

Rotas Turísticas

O turismo no Espírito Santo está organizado em rotas turísticas. Caminhos que levam o visitante para desfrutar as delícias do litoral, do turismo religioso, náutico, ecoturismo e do agroturismo. Os destinos são divididos em oito rotas, quatro delas com acesso pela capital Vitória, onde fica localizado o principal aeroporto do Estado.

A dinâmica econômica de Vitória possibilita o turismo de eventos e negócios, o turismo náutico e gastronômico, com seus inúmeros restaurantes, onde o prato mais pedido é a moqueca capixaba. Vitória é conhecida como Ilha do Mel e possui um arquipélago composto por 34 ilhas e por uma porção continental. Outra especificidade da capital capixaba são seus 891,8 hectares de manguezais.

Cozinha Capixaba

A tradição pesqueira e a herança da cultura indígena e negra influenciaram profundamente a culinária capixaba, tornando-a eclética, produto de muitas influências dos habitantes locais como portugueses, africanos e povos do norte da Europa. Com a vinda de imigrantes europeus novos pratos foram acrescentados à cozinha capixaba. Dos italianos, os que exerceram maior influência, temos o anholini, o tortei, a sopa pavese, o risoto e a polenta. Mineiros e baianos também trouxeram de suas terras pratos típicos, como o péla-égua (canjiquinha com costeleta de porco) e o vatapá.

Entre os pratos típicos mais famosos citam-se a torta capixaba e a moqueca, a muma de siri e a caranguejada. Famosa internacionalmente, a moqueca capixaba é o prato mais conhecido da culinária do Espírito Santo. O nome "moqueca" designa um estilo de preparar o alimento que consiste no cozimento sem água, apenas com os vegetais e frutos do mar e, ao contrário da moqueca baiana, a capixaba não recebe azeite de dendê e nem leite de coco.

Logo em seguida, vem a torta capixaba, preparada com vários frutos do mar, como siri desfiado, camarão, ostra e sururu, além de bacalhau e palmito. Prato tradicional durante a Semana Santa em todas as casas capixabas.

A técnica de catar o crustáceo é a mesma que já utilizavam os indígenas, fartos comedores de caranguejo - vai-se com lama até os joelhos e recolhe-se os caranguejos no tato e no jeito, para que os dedos não sejam aferroados pelas puãs.

O siri, crustáceo primo do caranguejo, é pescado com jereré ou puçá, ambos se parecem com rede de caçar borboletas, sendo o jereré ou puçá que leva a isca; a pesca sem isca é geralmente feita à noite, à luz de lampiões.

As Desfiadeiras de Siri da Ilha das Caieiras, assim como as Paneleiras de Goiabeiras, ocupam atividade artesanal de destaque na composição da cultura popular de Vitória.

Mas o maior tempero da culinária capixaba é a Panela de Barro.

Panelas de Barro

Espírito Santo

A panela de barro é, sem dúvida, uma das maiores expressões da cultura popular do Espírito Santo. Desde a sua origem - nas tribos indígenas que habitaram o litoral do Estado - até os dias de hoje, a técnica de sua confecção e a estrutura social das artesãs pouco mudou. O trabalho artesanal das paneleiras sempre garantiu a sobrevivência econômica de seus familiares, como também de suas tradições. A região de Goiabeiras, ao norte da Ilha de Vitória, sempre foi o local tradicional da produção de panelas de barro. No início, o trabalho era de cunho familiar e as panelas eram feitas nos quintais das casas das paneleiras.

As panelas de barro constituem o principal elemento cultural na elaboração de pratos típicos da culinária capixaba. A moqueca capixaba, a moqueca de garoupa salgada com banana-da-terra e a torta capixaba têm de ser feitas em panela de barro, para serem autênticas. A produção é constante e todas as peças produzidas são vendidas aos turistas e à população da Grande Vitória.

Informações Gerais

Área:46.078 km2

Municípios:78.

Capital:Vitória

Naturalidade:Capixaba

Limites:

Norte:Estado da Bahia

Leste:Oceano Atlântico

Sul:Estado do Rio de Janeiro

Oeste:Estado de Minas Gerais

Patrimônio Cultural

A mistura de raças, as influências dos povos colonizadores e a herança indígena e africana, fizeram a riqueza e a variedade cultural do Espírito Santo.

Um estado que, além das belezas naturais, possui um patrimônio que conta sua história, preserva suas tradições e incentiva o exercício da cultura de forma plural - valorizando suas manifestações populares. é o caso das bandas de Congo e da festa popular de Ticumbi, ritmos herdados de índios e negros, e das danças dos imigrantes europeus que foram incorporadas ao folclore capixaba.

Neste cenário, museus, casarios, teatros e bibliotecas abrigam o melhor da produção local, nacional e internacional. Um patrimônio do qual também faz parte construções que foram e ainda são testemunhas da história do Espírito Santo, como o Convento da Penha (Vila Velha) e o Palácio Anchieta (Vitória), que foi totalmente restaurado e aberto a visitação em 2009.

Para conhecer mais sobre a cultura do Espírito Santo, acesse o site da Secretaria de Estado da Cultura. Encontre a relação completa do Patrimônio Cultural capixaba, Agenda de Eventos, Notícias, detalhes sobre os Projetos que fomentam a cultura no Estado, fotos e muito mais.

Colonização

Vasco Coutinho desembarcou na capitania em dia 23 de maio de 1535, desembarcando na atual Prainha de Vila Velha, onde fundou o primeiro povoamento. Como era oitava de Pentecostes, o donatário batizou a terra de Espírito Santo, em homenagem à terceira pessoa da Santíssima Trindade.

Para colonizar a terra, Vasco Coutinho dividiu a capitania em sesmarias - terras abandonadas e que, a partir da inclusão deste sistema, deveriam ser cultivadas, fomentando a agricultura e a produtividade. Esses "lotes" foram distribuídos entre os 60 colonizadores que vieram com ele.

Como em Vila Velha não oferecia muita segurança contra os ataques dos índios que habitavam a região, Vasco Coutinho procurou em 1549 um lugar mais seguro e encontrou numa ilha montanhosa onde fundou um novo núcleo com o nome de Vila Nova do Espírito Santo, em oposição ao primeiro, que passou a ser chamado de Vila Velha. As lutas contra os índios continuaram até que no dia 8 de setembro de 1551, os portugueses obtiveram uma grande vitória e, para marcar o fato, a localidade passou a se chamar Vila da Vitória e a data como a de fundação da cidade.

Em seus 25 anos como donatário, Vasco Coutinho realizou obras importantes. Além da construção das duas vilas, também ergueu as duas primeiras igrejas locais: Igreja do Rosário, fundada em 1551 (ainda existente) e a Igreja de São João, ambas em Vila Velha.

Também foram construídos os primeiros engenhos de açúcar, principal produto da economia por três séculos. Uma iguaria que reinou absoluta até 1850, quando foi substituída pelo café. Em 1551, o padre Afonso Brás fundou o Colégio e Igreja de São Tiago. Foi esta construção que, após sucessivas reformas, transformou-se no atual Palácio Anchieta , sede do Governo do Estado.

Com a chegada de missionários, foram fundadas as localidades de Serra, Nova Almeida e Santa Cruz, em 1556. Dois anos mais tarde, a vinda de frei Pedro Palácios resultaria na fundação do principal monumento religioso do Estado: o Convento da Penha. Uma homenagem a Nossa Senhora da Penha, padroeira do Espírito Santo.

A Origem do Termo Capixaba

Segundo os estudiosos da língua tupi, capixaba significa, roça, roçado, terra limpa para plantação. Os índios que aqui viviam chamavam de capixaba sua plantação de milho e mandioca. Com isso, a população de Vitória passou a chamar de capixabas os índios que habitavam na região e depois o nome passou a denominar todos os moradores do Espírito Santo.

Presença Européia

Nos primórdios da colonização do Brasil, a cruz e a espada marcam a presença européia, símbolos da fé cristã e do poderio militar. No Espírito Santo, como em outras partes do Brasil que foram colonizados no século XVI, foram freqüentes as lutas pela posse da terra com a Igreja Católica atuando no auxílio ao predomínio lusitano através da ação dos jesuítas e franciscanos responsáveis pela catequese dos índios e pela assistência religiosa aos colonos e de seus familiares.

O colonizador português, responsável pela disseminação do idioma e da fé católica, queria a terra para explorar, plantar e produzir, e, produziu também cultura deixada por tradição nas cantigas de roda, nas brincadeiras infantis, na vestimenta, na culinária e, na arquitetura.

O Convento de Nossa Senhora da Penha é o monumento mais popular do Estado do ES. Outros remanescentes da arquitetura colonial portuguesa, como as igrejas, que pontificam o litoral capixaba, e as localizadas na capital, Vitória, e, o casario proveniente deste período, enriquece a herança cultural lusitana. Destacam-se a Igreja de Nossa Senhora do Rosário e o citado Convento de Nossa Senhora da Penha em Vila Velha; a antiga Igreja de São Tiago, hoje Palácio Anchieta, sede do Governo Estadual, a Capela de Santa Luzia, a Igreja de São Gonçalo e a de Nossa Senhora do Rosário e o Convento de São Francisco e do Carmo na capital Vitória.

No município de Viana há a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, e a Igreja de Araçatiba, que foi sede de fazenda jesuítica que mantinha um engenho com escravos, residência, senzalas e oficinas. Em Nova Almeida e Carapina distritos do município de Serra, ainda existem a Igreja e Residência dos Reis Magos, sede de uma Redução Jesuítica e a Capela de São João Batista, antiga sede de uma fazenda de jesuítas. Em Guarapariencontra-se a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e em Anchieta localiza-se a Igreja e Residência de Nossa Senhora da Assunção, que completa a herança colonial de tradição jesuítica no período colonial.

A arquitetura colonial secular e urbana, em Vitória está representada pelos sobradinhos geminados da Rua José Marcelino, localizados atrás da Catedral Metropolitana na parte alta da cidade. No bairro de Jucutuquara, a arquitetura rural do século XVIII encontra um exemplar no casarão onde funciona o Museu Solar Monjardin, antiga sede da Fazenda que pertenceu ao Barão de Monjardim. A defesa da entrada da barra era feita por fortalezas como a de São Francisco Xavier em Vila Velha e a Forte de São João ainda existentes.

Este legado cultural do período colonial é, sem dúvida, para as terras capixabas, o mais precioso patrimônio herdado do continente europeu. A partir de meados do século XIX quando o ES recebe grandes contingentes de imigrantes europeus este patrimônio se enriquece ainda mais. Na Europa ocorreram revoltas populares que visavam à unificação dos países que constituem hoje a Itália e a Alemanha. Estas guerras de unificação e o estabelecimento de um novo Estado geraram um grande empobrecimento, causando fome e falta de emprego à população pobre, mais notadamente a camponesa. Os governos desses países impunham "pesados tributos aos pequenos proprietários de terras, que, vivendo numa economia de subsistência e artesanal, eram incapazes de cumprir suas obrigações com o fisco". Esta situação, somado ao desejo de se conseguir riqueza fácil e farta, fez ocorrer uma emigração em massa de suas populações a outros países, onde até se ofereciam aos aventureiros lotes de terras tornando-os pequenos proprietários rurais.

Personagens Históricos

Vasco Fernandes Coutinho

Nascido em Portugal (1490), tornando-se destaque nas conquistas portuguesas na áfrica e na ásia, Vasco Coutinho foi o primeiro capitão-donatário da Capitania do Espírito Santo (1535). Uma vez estabelecido, fundou as vilas de Vila Velha e Vitória e colaborou ativamente para o desenvolvimento da agricultura com a distribuição de terras para cultivo (sesmarias) e na construção de engenhos para a produção de açúcar.

Frei Pedro Palácios

Irmão leigo franciscano, a ele atribui-se a fundação do Convento da Penha, em Vila Velha. Nasceu na Espanha, na cidade de Medina do Rio Seco, mudou-se para Portugal e, em 1558, chegou à Capitania do Espírito Santo. Conta-se que na viagem para o Brasil, ele teria acalmado uma forte tempestade e desde então, ficou conhecido como "o santo frade". No ES, a "Gruta do Frei Palácios" é até hoje conhecida. Formado pela natureza, no monte onde se localiza o Convento da Penha, o vão teria sido - segundo historiadores - a primeira "residência" do frei em terras capixabas.

Araribóia

Cacique da tribo dos temiminós (grupo indígena tupi) perdeu o controle sobre seus domínios quando os franceses - ajudados pelos Tamoios - tomaram a Guanabara, na Capitania do Rio de Janeiro em 1555. Sem suas terras, Araribóia e sua tribo vieram para a então Capitania do Espírito Santo reorganizar sua aldeia. Aliado dos portugueses na retomada da Guanabara, o cacique teria reforçado com em milhares de homens, indígenas e inimigos dos Tamoios as forças lusas. Uma luta da qual saíram vitoriosos.

Padre José de Anchieta

Missionário jesuíta, José de Anchieta nasceu Ilhas Canárias e abraçou sua vocação religiosa ainda jovem. Em 1553, aos 19 anos, foi convidado a vir ao Brasil acompanhando Duarte da Costa, segundo governador-geral nomeado pela Coroa Portuguesa.

Estabeleceu-se em São Vicente (primeira vila fundada no Brasil) e lá teve seu primeiro contato com os índios, começando seu trabalho de conversão batismo e catequese, que incluía poesia e teatro. Em 1585, já no Espírito Santo, fundou a aldeia de Guaraparim (atual Guarapari). Morou no estado promovendo sua fé entre os nativos até a sua morte - em Reritiba, 1597. Seu cortejo fúnebre foi acompanhado por 3000 índios, num percurso de 90 quilômetros de Reritiba até Vitória. A localidade se chama hoje Anchieta e o padre, depois de um processo que durou séculos, foi beatificado pelo Papa João Paulo II em 1980.

Maria Ortiz

Jovem capixaba de origem espanhola, Maria Ortiz (nascida em 1603) é considerada por muitos uma heroína brasileira. Vivendo na Capitania do Espírito Santo, ela teria iniciado a resistência a um ataque-surpresa holandês a Vitória em 1625. De cima de uma ladeira (chamada Ladeira do Pelourinho, na época), jogando água fervente, paus, pedras e brasa sobre os invasores, incentivou a vizinhança a fazer o mesmo e teria conseguido retardar o avanço holandês dando tempo das tropas portuguesas organizarem seu contra-ataque. O lugar acabou tendo o nome trocado para Ladeira Maria Ortiz e, em 1924, virou uma escadaria e conservou o nome da jovem de atitude heróica. A Escadaria Maria Ortiz existe até hoje ligando as partes alta e baixa do Centro da cidade de Vitória.

Domingos José Martins

Nascido nas proximidades de Itapemirim, este personagem capixaba, que foi comerciante e estudou na Europa, destacou-se pela ativa participação na Revolução Pernambucana de 1817. O desejo de fazer aquela população livre do domínio português, o tornou forte disseminador dos ideais libertários, atuando também na luta que foi travada com o objetivo maior da independência do Brasil. Derrotado, com o fim da Revolução que durou menos de 80 dias, vários líderes do movimento foram fuzilados. Martins foi levado para a Bahia, julgado e também condenado à morte por fuzilamento. Patrono da Polícia Civil do Espírito Santo, ele também foi desta forma homenageado pelo Instituto Geográfico e Histórico do Estado.

Elisiário

Escravo que ficou conhecido por defender e propagar ideias libertárias entre os negros, além de chefiar a principal revolta de escravos do Espírito Santo, a Insurreição de Queimados, em 1849.

Hoje incorporado ao município da Serra, Queimados foi a localidade escolhida pelo Frei Gregório José de Maria Bene para construção de uma igreja. Prometendo a liberdade para os escravos que concluíssem a obra, o frei, além de explorar o trabalho escravo, teria descumprido o trato gerando enorme revolta naqueles que ergueram a Igreja de Queimados.

Os revoltosos, chefiados por Elisiário - o "Caudilho Negro" - e outros líderes negros como João e Chico Prego, resistiram com sua luta durante dias, percorrendo fazendas na tentativa de obrigar fazendeiros a assinar cartas de alforria. Vencidos pela força policial, foram presos, condenados à morte ou ao açoite.

Elisiário teria escapado da prisão num momento de descuido dos guardas e se refugiado na mata. Há registros de que ele teria construindo um quilombo na região de Cariacica conhecida hoje como Piranema.

Caboclo Bernardo

Bernardo José dos Santos, pescador simples da Vila de Regência conhecido como Caboclo Bernardo, entrou para a história do Espírito Santo por sua bravura. Ele ajudou a salvar 128 tripulantes do navio Cruzador Imperial Marinheiro, da Marinha de Guerra do Brasil em 7 de setembro de 1887.

A embarcação fazia o mapeamento da costa capixaba quando se chocou contra o portal sul da Barra do Rio Doce (a 120 m do povoado). Com o mar revolto, os moradores pouco conseguiram fazer para ajudar. Bernardo se dispôs a nadar até o navio levando um cabo que, preso a estrutura, pudesse trazer os marinheiros a terra. Foi preciso que ele se lançasse ao mar quatro vezes antes de conseguir completar a tarefa que salvou quase toda a tripulação. Condecorado pela Princesa Isabel, virou herói local.

Augusto Ruschi

Agrônomo, ecologista e naturalista brasileiro, o capixaba Augusto Ruschi (1915-1986), é o Patrono da Ecologia do Brasil e um dos ícones mundiais da proteção ao meio ambiente. Foi professor da UFRJ, pesquisador do Museu Nacional e ajudou na implantação de reservas ecológicas no país, como o Parque Nacional do Caparaó.

Autoridade mundial em beija-flores e orquídeas; foi um dos primeiros homens a denunciar os efeitos danosos do DDT (utilizado na agricultura) sobre a natureza; a enfrentar a ditadura militar e denunciar o início da derrubada da Floresta Amazônica; a prever a escassez de água no mundo e o aquecimento global, e a denunciar o efeito danoso da agricultura em larga escala, com fertilizantes e agrotóxicos.

No Espírito Santo, fundou o Museu de Biologia Mello Leitão (em Santa Teresa, onde nasceu) e no Rio de Janeiro colaborou na elaboração da Fundação Brasileira para Conservação da Natureza.

Petróleo

Nos últimos anos, o Espírito Santo foi destaque na produção de petróleo e gás natural no Brasil. Com as descobertas realizadas, principalmente pela Petrobras, o Estado saiu da 5ª posição no ranking brasileiro de reservas, em 2002, para se tornar a segunda maior província petrolífera do País, com reservas totais de 2,5 bilhões de barris.

Atualmente, o Estado é o segundo maior produtor de petróleo do Brasil, com 140 mil barris diários. Até o final deste ano, este número deve chegar a 200 mil barris por dia, e em 2010, atingirá a marca de 500 mil barris/dia. Os campos petrolíferos se localizam tanto em terra quanto em mar, em águas rasas, profundas e ultra- profundas, contendo óleo leve e pesado e gás não associado.

Dentre os destaques da produção está o campo de Golfinho, localizado no Norte do Espírito Santo, com reserva de 450 milhões de barris de óleo leve, considerado o mais nobre. O primeiro módulo de produção da área já está em operação, com o FPSO Capixaba, e o segundo deve iniciar a operação até o final deste ano, com o FPSO Cidade de Vitória.

Há ainda os campos de Jubarte, Cachalote, Baleia Franca, Baleia Azul, Baleia Anã, Caxaréu, Mangangá e Pirambu, que fazem parte do denominado Parque das Baleias, no Sul do Estado, que somam uma reserva de 1,5 bilhão de barris. Atualmente, o campo de Jubarte está na sua primeira fase de produção, por meio da plataforma P-34, que foi reformada no Porto de Vitória. A extração é de 60 mil barris diários. Já as outras áreas deverão começar a produzir no início da próxima década, segundo expectativa da Petrobras.

A estatal petrolífera está implantando projetos de desenvolvimento da produção do campo de Fazenda Alegre, no Norte capixaba, que atualmente é responsável por 60% da extração de óleo em terra. Em novembro de 2005, a Petrobras declarou a comercialidade do campo de Inhambu, contendo óleo pesado, no município de Jaguaré.

Outros investimentos no setor acontecem na produção dos campos marítimos de Peroá e Cangóa e na ampliação da rede de gasodutos, com a construção do denominado Gasoduto Sudeste Nordeste (Gasene), que ligará a malha do Sudeste e Nordeste brasileiro, passando pelo Espírito Santo. O projeto — constituído pelos trechos Cabiúnas-Vitória, Vitória-Cacimbas e Cacimbas-Catu — permitirá o escoamento de 20 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

O Espírito Santo é hoje responsável por 40% das notificações de petróleo e gás natural, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) desde sua criação, em janeiro de 1998.

Royalties

A indústria de petróleo no Espírito Santo possibilita o pagamento de royalties relativos à exploração de petróleo e gás natural aos municípios nos quais estão localizados os campos produtores e as instalações das empresas.

As cidades capixabas são beneficiadas via impostos e pelo recebimento de royalties, que são uma compensação financeira exigida dos concessionários da exploração e produção de petróleo e gás natural. Além delas, os recursos são creditados ao governo do Estado, proprietários de terras, Ministério da Marinha e Ministério da Ciência e Tecnologia.

Os valores devem ser aplicados na viabilização de projetos e de programas destinados a fomentar o desenvolvimento sócio-econômico do Estado, com vistas ao desenvolvimento sustentável, inclusive após o ciclo do petróleo.

Para beneficiar os 68 municípios capixabas que não recebem royalties petrolíferos, o Governo do Estado criou o Fundo para Redução das Desigualdades Regionais, o primeiro projeto desta natureza aprovado no País. Os recursos são provenientes do repasse de 30% dos royalties creditados no cofre público estadual.

Em vigor desde junho de 2006, a distribuição do dinheiro do fundo leva em consideração a população, o percentual de repasses do ICMS e a condição de não ser grande recebedor de royalties. Os municípios que têm participação acima de 10% no ICMS e mais de 2% dos royalties não têm acesso aos recursos do Fundo.

De julho a dezembro de 2006, o Governo do Estado repassou R$ 11,5 milhões aos municípios beneficiados. Vale destacar que os recursos só podem ser gastos em saneamento básico, destinação final de resíduos sólidos, universalização do ensino fundamental e atendimento à educação infantil, atendimento à saúde, construção de habitação para população de baixa renda, drenagem e pavimentação da vias urbanas e construção de centros integrados de assistência social.

Linha do Tempo das Atividades Petrolíferas no ES

1957 São realizadas as primeiras ações da Petrobras em terras capixabas, com a chegada da primeira equipe gravimétrica.

1959 Inicia-se a perfuração do primeiro poço em Conceição da Barra.

1961 Técnicos da Petrobras chegam à conclusão de que existe a oportunidade de descoberta de petróleo na região norte do Espírito Santo.

1967 Primeira ocorrência de petróleo no Estado, no município de São Mateus.

1968 O primeiro poço perfurado na plataforma continental do Brasil foi na costa do município de São Mateus. Não foi encontrado petróleo, mas os trabalhos serviram de base para estudos futuros.

1969 É descoberto o primeiro campo que apresenta produção comercial, no município de São Mateus.

1971 Perfuração do poço terrestre mais profundo, com 4.072 metros.

1978 É descoberto petróleo no mar em condições comerciais no campo de Cação. 1982 Descoberta do campo de Lagoa Parda e incremento do número de poços no Campo de São Mateus.

1984 O Espírito Santo produz 24.984 barris de óleo por dia, um recorde que perdurou até o ano de 2001.

1988 Descoberta do campo marítimo de Cangoá, o primeiro do mar capixaba com reserva comercial.

1996 É descoberto o campo de Fazenda Alegre, que apresenta o maior volume de óleo em terra do Estado.

1997 Descoberta do campo marítimo de Peroá, considerado de grande importância por possuir a maior reserva de gás natural do Estado.

1999 Enquanto no mar comemora-se a perfuração do primeiro poço em águas profundas, a produção em terra entra em processo de revitalização.

2001 É descoberto o campo marítimo de Jubarte, no sul do Estado. Transferência da sede administrativa para a capital Vitória.

2002 Início da produção em águas profundas no campo de Jubarte e descoberta do Campo de Cachalote.

2003 Descoberta dos campos marítimos de Baleia Franca, Anã e Azul, na área conhecida como Parque das Baleias, no litoral sul do Estado. Descoberta do campo de Golfinho, que apresenta reserva de óleo leve em águas profundas.

2004 Chegada da P-34 ao Porto de Vitória.

2005 Descoberta do campo terrestre de Inhambu e do campo marítimo de Canapu.

2006 Inauguração de empreendimentos da área de óleo (Estação de Fazenda Alegre e Terminal Norte Capixaba) e de gás natural (Plataforma de Peroá e Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas). Início da produção do campo de Golfinho, em maio, e do campo de Jubarte, com a P-34, em dezembro. A produção atinge o recorde de 100 mil barris em junho.

Declarada a comercialidade dos campos de Saíra, Seriema e Tabuiaiá (em terra), Carapó, Camarupim, Mangangá, Pirambu, Caxaréu e Catuá, além do aumento dos ring-fences dos campos de Golfinho, Canapu e Baleia Azul (no mar). Março - Anunciada descoberta de óleo leve pré-sal no campo de Caxaréu (poço 4-ESS-172-ES).

Abril - Iniciado teste com o primeiro sistema de bombeio centrífugo submerso submarino (BCSS) em furo alojador fora do poço no campo de Jubarte, uma das inovações tecnológicas da P-34.

Maio - Iniciadas as obras de construção da Sede de Unidades da Petrobras em Vitória. Anunciada descoberta de gás durante a perfuração do poço 6-ESS-168, no bloco BM-ES-5, ao norte do campo de Camarupim, confirmando o potencial do Estado para a produção de gás natural.

Junho - P-34 atinge sua capacidade de processamento (60 mil barris) com a entrada do sistema de elevação artificial com gás (gas lift), levando a produção do Espírito Santo para o recorde de 141.753 barris em 15/5.

Gás Natural

Com a descoberta de novos campos petrolíferos, com gás associado, a produção capixaba passará de 1,3 milhão para 18 milhões de metros cúbicos, em 2008, e atingirá a marca de 20 milhões de metros cúbicos por dia, em 2010. A BR Distribuidora é concessionária da rede de gás natural do Espírito Santo e, nos últimos 14 anos, instalou 113 quilômetros de rede para fornecer gás natural às residências, hospitais, postos de combustíveis, indústrias e outras instalações na Região Metropolitana de Vitória.

Gasodutos

Com o intuito de elevar a oferta de gás natural no País, a Petrobras iniciou o projeto do Gasoduto Sudeste Nordeste (Gasene), de 1,4 mil quilômetros de extensão e capacidade de transporte de 20 milhões de metros cúbicos diários de gás natural. O investimento está incluso no Plano de Antecipação da Produção de Gàs (Plangás).

No Espírito Santo, o Gasene passará por 17 municípios, de Presidente Kennedy, no Sul, até Pedro Canário, no Norte do Estado. O projeto ligará Cabiúnas (Rio de Janeiro) a Catu (Bahia), sendo dividido em trechos diferentes: Cabiúnas-Vitória, com 300 quilômetros de extensão; Vitória-Cacimbas (Linhares), com 131 quilômetros; e Cacimbas-Catu, com 940 quilômetros. A previsão é de que o Gasene seja totalmente concluído em 2009.

Dos três trechos, o Vitória-Cacimbas está em fase de conclusão, sendo prevista sua entrada em operação no terceiro trimestre de 2007. O duto ligará o terminal instalado no município da Serra, na Região Metropolitana da Grande Vitória, até a Unidade de Tratamento de Gás Natural de Cacimbas, situada em Linhares, passando pelas cidades de Fundão e Aracruz. Já o trecho Cabiúnas-Vitória deve ser concluído até o final de 2007. Em território fluminense, o gasoduto passará pelos municípios de Macaé, Carapebus, Quissamã, Campos dos Goytacazes e São Francisco de Itapaboana. Já no Espírito Santo, as cidades serão Presidente Kennedy, Itapemirim, Piúma, Anchieta, Guarapari, Vila Velha, Viana, Cariacica e Serra. O último e o maior trecho ­ com 900 quilômetros de extensão ­ ligará o terminal de Cacimbas à Catu. O início das obras depende apenas da obtenção da Licença de Instalação no IBAMA, e terá um prazo de execução de 25 meses. O duto atravessará cinco municípios do Norte capixaba: Linhares, São Mateus, Conceição da Barra, Pinheiros e Pedro Canário.

Informações Gerais

Relevo

Seu território compreende duas regiões naturais distintas: o litoral - que se estende por 400 km - e o planalto. Ao longo da costa Atlântica encontra-se uma faixa de planície que representa 40% da área total do Estado, e à medida que se penetra em direção ao interior, o planalto dá origem a uma região serrana, com altitudes superiores a 1.000 metros, onde se eleva a Serra do Caparaó ou da Chibata. Nesta região encontra-se o Pico da Bandeira, com 2.890 metros de altura, o terceiro mais alto do País e o mais alto do Estado.

Clima

O clima do Estado do Espírito Santo é tropical úmido, com temperaturas médias anuais de 23ºC e volume de precipitação superior a 1.400 mm por ano, especialmente concentrada no verão.

Hidrografia

Na hidrografia, o rio Doce, que nasce no Estado de Minas Gerais e tem 944 km de extensão, é o mais importante do Estado. No entanto, também se destacam os rios São Mateus, Itaúnas, Itapemirim, Jucu, Mucurí e Itabapoana.

Vegetação

Floresta tropical, vegetação litorânea.

Brasão

O Brasão de Armas do Estado do Espírito Santo foi instituído por Decreto-Lei, em 24 de julho de 1947, e é obrigatoriamente impresso em todos os papéis oficiais do Governo do Estado. O significado de seus componentes são:

Espírito Santo


Convento da Penha

Maior monumento histórico e religioso do Estado. Nossa Senhora da Penha é padroeira do Espírito Santo;

Ramo de café: representa o principal produto agrícola capixaba (desde 1850);

Ramo da cana-de-açúcar: representa o principal produto agrícola do passado (até 1850).

23 de maio de 1535: dia de chegada de Vasco Fernandes Coutinho ao Espírito Santo e início da colonização do solo espírito-santense;

12 de junho de 1817: dia do fuzilamento, de Domingos José Martins, herói capixaba que visava a independência do Brasil de Portugal;

Três estrelas: representam os estados vizinhos (Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais).

Bandeira

As cores oficiais do Estado do Espírito Santo são o azul e o rosa. As cores da Bandeira são apresentadas como sendo as das vestes de Nossa Senhora da Penha, a padroeira do Estado.

Espírito Santo

Significados:

azul (harmonia e suavidade)

branco (paz)

rosa (alegria e felicidade)

A legenda "TRABALHA E CONFIA" é de autoria de Jerônimo Monteiro, e foi inspirada na doutrina de Santo Inácio de Loyola, o fundador da Companhia de Jesus. A legenda significa: "Trabalha como se tudo dependesse de ti e confia como se tudo dependesse de Deus".

Fonte:www.es.gov.br

Espírito Santo

Economia

Aspectos econômicos do Espírito Santo

Histórico da Economia Capixaba

O desenvolvimento na produção brasileira no Século XIX e as vicissitudes da conjuntura nacional marcaram um redirecionamento importante na aplicação de capital: surgem condições em investir na produção de manufatura. No Espírito Santo, isso também aconteceu, dando início à pré-industrialização.

A formação das primeiras indústrias não significa a queda do café, muito pelo contrário. O café continua sendo a base da economia capixaba.

As primeiras indústrias eram muito ligadas ao governo. A industrialização propriamente dita vai ocorrer nas décadas de 60 e 70.

No fim do século XIX , o Espírito Santo era um dos estados mais pobres da federação. Vitória era uma cidade pacata e insalubre, com ruas estreitas e tortuosas.

Aspectos econômicos atual

A economia do Espírito Santo é uma das que mais crescem no país, sua variedade climática favorece o desenvolvimento de diversas culturas. Diante do grande potencial do estado, a base da economia está nos seguintes setores:

Extrativismo

No extrativismo destaca-se a extração de rochas ornamentais como o mármore e o granito. Dispõe de grandes reservas de petróleo, sendo o segundo maior produtor do país e o maior em produção de gás natural.

Agricultura

O estado se destaca na agricultura, na produção de arroz, café (um dos maiores do país), cacau, cana-de-açúcar, feijão, milho, além de frutas como banana, maracujá e mamão.

Pecuária

O estado possui um rebanho de aproximadamente 1,7 milhão de bovinos, além de 450 mil suínos e cerca de 5 milhões de aves (principal nesse setor).

Indústria

A indústria destaca-se na produção de alimentos, madeira, celulose, têxteis, móveis, siderurgia, produtos químicos e setores ligados à mineração.

Potenciais econômicos

Portuário Espírito Santo

Espírito Santo

O Maior Complexo Portuário do Brasil

O Espírito Santo possui hoje o maior complexo portuário da América do Sul, reunindo os portos de Vitória, Vila Velha, Tubarão, Praia Mole, Ubú e Barra do Riacho.

Estrategicamente localizado na região Sudeste do Brasil, se destaca pelo excelente potencial para integração dos diversos modais de transporte formando com os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo a chamada Faixa de desenvolvimento da Região sudeste localização geográfica estratégica do Estado do Espírito Santo é um diferencial competitivo do segmento logístico em razão de estar a menos de mil quilômetros dos principais centros consumidores, produtores e de distribuição do país.

Agricultura no Espírito Santo

Agropecuária é hoje a terceira atividade econômica do Espírito Santo.

Sua produção movimenta uma receita anual de R$ 1,4 bilhão, de acordo com dados da Secretaria de Estado da Agricultura (Seag).

A principal atividade agrícola é a cafeicultura, com uma participação de 40% do valor bruto gerado pelo setor.

Os produtos animais (pecuária de corte e leite, suínos e aves) são responsáveis por 22% e a fruticultura por 18%.

O Estado se destaca no setor agrícola nacional como o maior produtor de café arábica, maior produtor de coco anão verde

Pecuária no Espírito Santo

Considerando os elementos necessários para a caracterização de Arranjos Produtivos, verifica-se que no ES não há indicativos de Arranjos Produtivos Locais (APL) para pecuária de corte e de leite. Mesmo nas regiões Central e Sul, onde a exploração de bovinos é mais intensificada, não foram identificados elementos suficientes para caracterizar uma cadeia produtiva convencional.

Em outros Estados, como Paraná e Goiás onde estão presentes APL na pecuária, tais como as regiões de Castrolanda e Batavo em pecuária de leite (PR) e Rio Verde (GO) em pecuária de corte, existe um expressivo desenvolvimento da agricultura e da agroindústria locais, gerando fontes alternativas e de baixo custo para a alimentação animal.

Fonte:www.vitoria-es-brasil.com

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