O esqui alpino é um esporte praticado há mais de 100 anos e tornou-se popular a partir do século 20, com o desenvolvimento de elevadores e teleféricos. Com essas novidades da tecnologia, os esquiadores não precisavam mais subir a ladeira para descer a longa pista de gelo.
No esqui, os competidores chegam a atingir uma velocidade superior a 130 km/h, descendo uma pista de 180 metros a 1.100 metros, para homens, e de 140 metros a 800 metros, para as mulheres.
Fonte: esportes.terra.com.br

O esqui alpino foi introduzido no programa olímpico em 1936, nos Jogos de Garmisch - Partenkirchen, na Alemanha, com duas provas para homens e mulheres. Com o cancelamento dos Jogos Olímpicos de 1940 e 1944, em virtude da Segunda Guerra Mundial, a modalidade voltou em Saint-Moritz Suíça , em 1948, com seis provas.
No esqui alpino, o atleta desce a montanha em alta velocidade com seus esquis sobre a neve e tem de desviar de obstáculos e correr contra o tempo. O espaço entre as passagens obrigatórias diferencia as provas. No downhill, elas estão mais distantes, permitindo atingir velocidades de mais de 120km/h, e vão ficando mais próximas no slalom supergigante, no slalom gigante e no slalom (também chamado de slalom especial), respectivamente. No combinado, vence o atleta que tiver a menor soma de tempo em uma descida de downhill e uma de slalom especial.
Downhill (masculino e feminino)
Slalom supergigante (masculino e feminino)
Slalom gigante (masculino e feminino)
Slalom (masculino e feminino)
Combinado (masculino e feminino)
Fonte: www.cob.org.br