Os esquiadores descem a montanha um por um e o mais rápido vence a prova. Durante o percurso, os competidores devem contornar as portas dispostas ao longo da pista. O esquiador que não passar por uma porta é desclassificado.
Fonte: www.cob.org.br

Consiste em descer a montanha passando pelo meio das marcações
ao longo do percurso no menor tempo possível. Este esporte tem mais
de 150 anos de existência e ganhou força no início do
século 20, com o aparecimento de estações de esqui e
teleféricos (evitaram o desgaste de subir a montanha a pé).
É disputado em cinco modalidades: downhill, slalom, slalom gigante,
supergigante e combinado. A diferença entre cada uma é o tamanho
e a inclinação do percurso, e quantas vezes o atleta pode descer
a montanha para fazer seu melhor tempo.

Downhill feminino
É a prova que tem o percurso mais longo e em que as atletas atingem a maior velocidade (aproximadamente 130 km/h). Cada esquiadora tem direito a apenas uma descida e a que fizer o menor tempo fica com o título.
Downhill masculino
É a prova que tem o percurso mais longo e em que os atletas atingem a maior velocidade (aproximadamente 130 km/h). Cada esquiador tem direito a apenas uma descida e o que fizer o menor tempo fica com o título.
Slalom feminino
Considerada a prova mais difícil deste esporte pois, por ser praticada na montanha mais baixa, o espaço de passagem entre os obstáculos é menor. Como no slalom gigante, são duas descidas. Somam-se os tempos para determinar o campeão.
Slalom gigante feminino
É uma versão similar a do slalom, só que com menos obstáculos. A competidora tem direito a duas descidas, cada uma em percursos diferentes, mas ambas com a mesma distância. Os tempos são somados, e quem fizer a menor marca é o vencedor.
Slalom gigante masculino
É uma versão similar a do slalom, só que com menos obstáculos. O competidor tem direito a duas descidas, cada uma em percursos diferentes, mas ambas com a mesma distância. Os tempos são somados, e quem fizer a menor marca é o vencedor.
Slalom masculino
Considerada a prova mais difícil deste esporte pois, por ser praticada na montanha mais baixa, o espaço de passagem entre os obstáculos é menor. Como no slalom gigante, são duas descidas. Somam-se os tempos para determinar o campeão.
Slalom supergigante feminino
Combina a velocidade do downhill com a agilidade requerida no slalom. Também nesta prova, a esquiadora tem apenas uma chance de fazer o melhor tempo e conquistar a medalha de ouro.
Slalom supergigante masculino
Combina a velocidade do downhill com a agilidade requerida no slalom. Também nesta prova, o esquiador tem apenas uma chance de fazer o melhor tempo e conquistar a medalha de ouro.
Supercombinado feminino
Consiste de uma descida de downhill seguida de duas de slalom. As três marcas são somadas, e a vencedora é a que fizer o menor tempo total.
Supercombinado masculino
Consiste de uma descida de downhill seguida de duas de slalom. As três marcas são somadas, e o vencedor é o que fizer o menor tempo total.
Fonte: rederecord.r7.com
Downhill (fem.): É a mais veloz das provas (pode chegar a mais de 150km/h) no maior dos percursos. Cada esquiadora sai sozinha do starter, no topo da montanha, disparando o cronômetro. Desce num trajeto sinuoso (largura média de 30m) com curvas mais abertas e saltos, até cruzar a linha de chegada. Cada esquiadora tem apenas uma descida que determina a classificação final. Uma queda durante o percurso, desclassifica a atleta.
Downhill (masc.): Mesmo sistema que o feminino, porém num percurso mais desafiador.
Slalom especial (fem.): Considerada a prova mais técnica do esqui alpino, pois cada esquiadora desce a montanha em zigue-zague, passando bem junto às várias bandeiras (ou portas), tendo espaço menor para as manobras. A distancia é a menor de todas. Uma queda ou erro de porta acarreta eliminação. A classificação também é a soma dos tempos de duas baterias. Na segundo descida participam apenas os 30 melhores tempos da primeira.
Slalom especial (masc.): Mesmo sistema que o feminino.
Slalom gigante (fem.): Parecida com a descida em slalom especial, mas aqui o número de obstáculos é menor. Cada uma das duas descidas é feita em pista diferente e a soma dos tempos é que possibilita também a classificação.
Slalom gigante (masc.): Mesmo sistema que o feminino.
Super G (fem.): Como no slalom, mas com espaço bem maior entre as portas, o que possibilita maior velocidade. Aqui, cada esquiadora tem apenas uma descida pela encosta.
Super G (masc.): Mesmo sistema que o feminino.
Super combinada (fem.): São duas baterias, uma em circuito de downhill e a outra numa pista montada para slalom especial. A soma dá a ordem final das esquiadoras.
Super combinada (masc.): Mesmo sistema que o feminino, porém num percurso de downhill mais desafiador.
Fonte: vancouverolimpica.blogspot.com