É uma doença habitual da garganta, que ocorre pelo contágio por outra pessoa infectada e tem um período de incubação de dois a sete dias. Todos os seus sintomas ficam localizados, principalmente, na faringe e no pescoço. Esta é uma inflamação que, via de regra, acomete a amígdala.
A faringite é causada por diferentes microorganismos: os vírus e as bactérias.
Manifesta-se com dor na deglutição (de saliva ou alimentos), acompanhado de inchação, vermelhidão, placas, possíveis úlceras na faringe ou na amígdala (tonsila), e inflamação nos gânglios do pescoço. Pode haver comprometimento do estado geral e sintomas como febre, cansaço e vômitos.
O contágio, que ocorre através de secreções invisíveis, que fluem pelas vias aéreas de um paciente infectado, é mais freqüente entre pessoas que convivem ou que estão em contato direto durante várias horas por semana, como acontece com os colegas de escola ou do trabalho.
A maioria dos episódios de faringite é provocada por vírus; entretanto, certa porcentagem corresponde a uma bactéria: estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Somente um teste laboratorial, feito com uma amostra da secreção da amígdala obtida com cotonete ou suabe, permite identificar esse estreptococo. Esse exame pode ser realizado com métodos rápidos (teste do látex) ou com culturas que demoram de 24 a 48 horas para obter o resultado.
O tratamento será escolhido dependendo dos resultados laboratoriais.
Somente quando a presença do estreptococo beta-hemolítico do grupo A for identificada, serão ministrados antibióticos; quando a faringite for viral, será indicado um tratamento sintomático, com analgésicos e antitérmicos. O tratamento antibiótico clássico, e eficaz, é a penicilina por via oral durante dez dias. Atualmente, existem outras opções antibióticas com regimes mais curtos. Todos esses fatores são considerados pelo médico no momento de prescrever o tratamento, além de ser realizado o controle da evolução de cada episódio.
Essa doença não produz imunidade. No caso da faringite estreptocócica, podem ocorrer novos episódios, principalmente até os 12 anos de idade.
Ainda não existe uma vacina para a prevenção da faringite estreptocócica
| Estreptocócicas | Virais | |
|---|---|---|
| Estação | Inverno tardio e primavera | Todo o ano |
| Idade acometida | Principalmente 5-11 anos | Qualquer idade |
| Período de incubação |
2 a 5 dias | Variável (de 2 a 7 dias) |
| Sintomas | Instalação aguda | Instalação aguda ou crônica |
| Sinais | Inflamação na faringe e no pescoço |
Os mesmos, além de tosse, resfriado, conjuntivite, disfonia e diarréia |
| Diagnóstico | Cultura e/ou teste do látex positivo para estreptococo beta-hemolítico do grupo A da secreção da tonsila. |
Cultura e/ou teste do látex. |
| Contágio | Até duas semanas. Deixa de contagiar a partir das 24 horas de iniciado o tratamento com antibiótico. |
Primeiros dias dos sintomas |
Fonte: www.saudenarede.com.br
A faringite é uma inflamação da faringe (área da garganta que está situada entre as amígdalas e a laringe). A doença pode tanto ser o primeiro sintoma de um simples resfriado quanto de um problema mais grave, como uma virose chamada mononucleose, muito comum em crianças.
Os sintomas da faringite são a sensação de "garganta arranhada", febre, pus na garganta, dor de ouvido e dificuldade para engolir.
A faringite que acontece subitamente, tamém chamada de "faringite aguda", pode ser causada por bactérias ou por vírus. Já a faringite que dura um longo tempo, chamada de "faringite crônica", ocorre quando uma infecção se "espalha" de outro lugar (como o nariz) para a faringe.
Não fumar, não permanecer em ambientes poluídos, não dividir copos e talheres.
A doença pode evoluir para infecções mais graves, como a meningite.
Deve ser prescrito por um médico, e inclui analgésicos, pastilhas, anti-térmicos e, eventualmente, antibióticos.
Fonte: www.terra.com.br
A faringite é uma inflamação da faringe (área da garganta que está situada entre as amígdalas e a laringe). A doença pode tanto ser o primeiro sintoma de um simples resfriado quanto de um problema mais grave, como uma virose chamada mononucleose, muito comum em crianças. A faringite pode ocorrer em infecções virais (p.ex., resfriado comum, gripe e mononucleose infecciosa) e em infecções bacterianas (p.ex., faringite estreptocócica) e por doenças sexualmente transmissíveis (p.ex., blenorragia [gonorréia]).
Os sintomas, que incluem a dor de garganta e a dor à deglutição, são semelhantes tanto na faringite viral quanto na bacteriana. Em ambas, a membrana mucosa que reveste a faringe pode estar discreta ou intensamente inflamada e recoberta por uma membrana esbranquiçada ou uma secreção purulenta.
A febre, o aumento dos linfonodos do pescoço e o aumento da contagem de leucócitos no sangue caracterizam tanto a faringite viral quanto a bacteriana, mas podem ser mais prondunciados na forma ba Esta afecção freqüentemente se estende também às amígdalas, denominando-se faringoamigdalite. Em geral, é uma infecção viral que começa o ataque, predispondo a colonização e infecção por bactérias.
Os vírus implicados com maior freqüência são os rinovírus, corona vírus, adenovírus, influenza e para influenza. Entre as bactérias destacam-se o estreptococo beta-hemolítico, o pneumococcus, o mycoplasma pneumoniae, o staphylococcus aureus e o haemophilus influenzae.
A porta de entrada é a oral, pela veiculação dos agentes causadores através das gotinhas de flügge, isto é, salpicos de saliva que as pessoas eliminam ao falar, tossir ou espirrar. A faringoamigdalite é uma das infecções mais comuns em crianças entre os 4 e os 15 anos de idade, sobretudo nos primeiros anos escolares.
Os analgésicos comuns, as pastilhas para a garganta ou o gargarejo com água morna e sal podem aliviar o desconforto da garganta, mas a aspirina não deve ser utilizada em crianças e adolescentes com menos de 18 anos devido ao risco da síndrome de Reye.
Os antibióticos não são úteis quando a infecção é viral, mas podem ser prescritos quando o médico suspeita fortemente que a infecção é de origem bacteriana. Caso contrário, nenhum antibiótico é administrado até os exames laboratoriais confirmarem um diagnóstico de faringite bacteriana.
Quando os exames indicam que a faringite é causada por uma infecção estreptocócica (faringite estreptocócica), o médico prescreve a penicilina, normalmente sob a forma de comprimidos, para erradicar a infecção e prevenir complicações como a moléstia reumática (febre reumática). Os indivíduos alérgicos à penicilina devem utilizar a eritromicina ou um outro antibiótico.
Usualmente, não há secreção purulenta na garganta Febre baixa ou ausência de febre Contagem de leucócitos normal ou discretamente elevada Linfonodos normais ou discretamente aumentados Exame do swab da garganta negativo Ausência de crescimento de bactérias na cultura laboratorial
Secreção purulenta na garganta muito comum Febre leve a moderada Contagem de leucócitos no sangue discreta a moderadamente elevada Linfonodos discretamente a moderadamente aumentados Exame do swab da garganta positivo para a faringite estreptocócica Crescimento bacteriano na cultura laboratorial
Os sintomas da faringite são a sensação de "garganta arranhada", febre, pus na garganta, dor de ouvido e dificuldade para engolir.
Agentes
A faringite que acontece subitamente, também chamada de "faringite aguda", pode ser causada por bactérias ou por vírus. Já a faringite que dura um longo tempo, chamada de "faringite crônica", ocorre quando uma infecção se "espalha" de outro lugar (como o nariz) para a faringe.
Prevenção
Não fumar, não permanecer em ambientes poluídos, não dividir copos e talheres. Complicações A doença pode evoluir para infecções mais graves, como a meningite.
Fonte: pt.wikipedia.org