Curtir
Home
A Barca (Fernando Pessoa)
Voltar
A Barca
Fernando Pessoa
Meu coração é uma barca
Que não sabe navegar
Fonte: www.fisica.ufpb.br
Sobre o Portal
|
Politica de Privacidade
|
Fale Conosco
|
Anuncie
|
Indique o Portal
Banco de Questões
Cadastre-se
Já sou cadastrado:
E-mail
Senha
Esqueci minha senha
Obras Literárias
Alberto Caeiro
A Espantosa Realidade das Cousas
Acho tão Natural que não se Pense
Acordo de Noite
Antes o Vôo da Ave
Ao Entardecer
Aquela Senhora tem um Piano
As Bolas de Sabão
As Quatro Canções
às Vezes
Bendito seja o Mesmo Sol
Como um Grande Borrão
Da Minha Aldeia
Deste Modo ou Daquele Modo
Esta Tarde a Trovoada Caiu
Eu Nunca Guardei Rebanhos
Há Metafísica Bastante em Não Pensar em Nada
Há Poetas que são Artistas
Leve
Li Hoje
Não me Importo com as Rimas
Nem Sempre Sou Igual
No Entardecer
No meu Prato
Num Dia de Verão
Num Meio-Dia de Fim de Primavera
O Amor é uma Companhia
O guardador de rebanhos - XX
O Guardador de Rebanhos
O Luar
O Meu Olhar
O Mistério das Cousas
O que Nós Vemos
O Tejo é mais Belo
Olá, Guardador de Rebanhos
Ontem à Tarde
Os Pastores de Virgílio
Passa uma Borboleta
Passou a Diligência
Pensar em Deus
Pobres das Flores
Poemas Completos
Quando Eu não tinha
Quem me Dera que eu Fosse o Pó da Estrada
Quem me Dera
Se às Vezes Digo que as Flores Sorriem
Se Eu Pudesse
Se Quiserem que Eu Tenha um Misticismo
Só a Natureza é Divina
Sou um Guardador de Rebanhos
Todos os Dias
Um Dia de Chuva
Um Renque de árvores
Vai Alta no Céu a lua da Primavera
álvaro de Campos
A Casa Branca Nau Preta
A Fernando Pessoa
A Frescura
Acaso
Acordar
Adiamento
Afinal
Ah, Onde Estou
Ah, Perante
Ah, Um Soneto
Ali Não Havia
Aniversário
Ao Volante
Apostila
às Vezes
Barrow-on-Furness
Bicarbonato de Soda
Cartas de amor
Chega Através
Clearly Non-Campos
Começa a Haver
Começo a conhecer-me. Não existo
Conclusão a sucata !... Fiz o cálculo
Contudo
Cruz na Porta
Cruzou por mim, veio ter comigo, numa rua da Baixa
Datilografia
Dela Musique
Demogorgon
Depus a Máscara
Desfraldando ao conjunto fictício dos céus estrelados
Dobrada à morda do Porto
Dois Excertos de Odes
Domingo Irei
Encostei-me
Escrito Num Livro Abandonado em Viagem
Esta Velha
Estou Cansado
Estou
Eu
Faróis
Gazetilha
Gostava
Grandes
Há mais
Há Mais
Insônia
Lá chegam todos, lá chegam todos...
Lisboa
Lisbon revisited - (1926)
Lisbon Revisited - (l923)
Magnificat
Marinetti Acadêmico
Mas Eu
MestreNa Casa Defronte
Na Noite Terrivel
Na Véspera
Não Estou
Não, Não é cansaço
Não: devagar
Nas Praças
O Binômio de Newton
O Descalabro
O Esplendor
O Florir
O Frio Especial
O Mesmo
Psiquetipia (ou Psicotipia)
Soneto já antigo
The Times
Bernardo soares
Do Livro do Desassossego
Correspondências de Fernando Pessoa
à Adolfo Casais Monteiro (Livro do Desassossego), de 13/01/1935
à álvaro Pinto, de 01/05/1912
à álvaro Pinto, de 02/05/1912
à álvaro Pinto, de 25/04/1912
à álvaro Pinto, de 30/04/1912
à Armando Teixeira Rebelo, de 24/08/1907
à Augustine Ormond, de 27/11/1909
à Editora Inglesa, de 02/06/1906
à Entreprise Luvisy, de 19/06/1906
à Fernando Pessoa, 02/01/1985 - Jorge Luis Borges
à João Gaspar Simões (Livro do Desassossego), de 28/07/1932
à memória de Fernando Pessoa, 07/1936
Ao Diário de Notícias, de 04/06/1915
ao Museu-Biblioteca Castro de Guimarães em Cascais, de 16/09/1932
Ao Natal MercuryDurban, de 07/06/1905
Ao Punch, de 21/02/1906
Carta a Adolfo Casais Monteiro
Carta a Armando Cortês Rodrigues
Carta a Júlio/Saul Dias
Carta à Mário de Sá-Carneiro (Livro do Desassossego), de 14/03/1916
Carta a Miguel Torga
Carta ao amigo Mário Beirão, de 01/02/1913
De amor I
De amor, de 01/03/1920
De amor, de 15/08/1920
De amor, de 19/02/1920
De amor, de 23/03/1920
De amor, de 23/11/1920
DISPERSAS
A Falência do Prazer e do Amor
à Memória do Presidente - Rei Sinódio Pais
Além-Deus
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa (Biografia)
Inéditas
O Peso de Haver o Mundo
Sá Carneiro
Obras de Fernando Pessoa
Do Livro do Desassossego
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano
Na Floresta do Alheamento
O Banqueiro Anarquista
O Marinheiro
Por ele mesmo
Poesias de Fernando Pessoa
A barca
À Emissora Nacional
Amei-te e por te amar...
Aniversário
Antônio de Oliveira Salazar
Autopsicografia
Autopsicografia
Elegia na Sombra
Isto
Liberdade
Mar português
Mensagem
Natal
o cancioneiro
O Eu profundo e os outros Eus
O Menino da Sua Mãe
o pastor amoroso
Poema em linha reta
Poema Pial
Poemas de álvaro de Campos
Poemas de Ricardo Reis
Poemas para Lili
Poemas Traduzidos
Poesias Inéditas
Presságio
Primeiro Fausto
Quadras ao gosto popular
Ser grande
Solenemente
Todas as cartas de amor...
Vendaval
Prosas de Fernando Pessoa
Páginas de Estética e de Teoria e de Crítica Literárias
Páginas Íntimas e de Auto-Interpretação
Pessoa e o Fado: Um Depoimento de 1929
Ricardo Reis
A Abelha
A Cada Qual
A flor que és
A Nada Imploram
A palidez do dia
Acima da verdade
Aguardo
Anjos ou Deuses
Antes de Nós
Ao Longe
Aos Deuses
Aqui
Aqui, dizeis
Aqui, neste misérrimo desterro
As Rosas
Atrás não torna
Azuis os Montes
Bocas Roxas
Breve o Dia
Cada Coisa
Cada dia sem gozo não foi teu
Cada Um
Cancioneiro
Como
Coroai-me
Cristo Não a Ti, Cristo, odeio ou menosprezo
Cuidas, índio
Da Lâmpada
Da Nossa Semelhança
De Apolo
De Novo Traz
Deixemos, Lídia
Dia Após Dia
Do que Quero
Do Ritual do Grau de Mestre do átrio na Ordem Templária de Portugal
Domina ou Cala
é tão suave
Eros e Psique
Estás só. Ninguém o sabe
Este seu escasso campo
Feliz Aquele
Felizes
Flores
Frutos
Gozo Sonhado
Inglória
Já Sobre a Fronte
Lenta, Descansa
Lídia
Melhor Destino
Mestre
Meu Gesto
Nada Fica
Não a Ti, Cristo, odeio ou te não quero
Não Canto
Não Consentem
Não queiras
Não quero recordar nem conhecer-me
Não quero, Cloe, teu amor, que oprime
Não sei de quem recordo meu passado
Não Sei se é Amor que TenS
Não só quem nos odeia ou nos inveja
Não Só Vinho
Não Tenhas
Negue-me
Nem da Erva
Ninguém a Outro Ama
Ninguém, na vasta selva virgem
No Breve Número
No Ciclo Eterno
No Magno Dia
No mundo, Só comigo, me deixaram
Nos Altos Ramos
Nunca
O Deus Pã
O Mar Jaz
O que Sentimos
O Rastro Breve
O Ritmo Antigo
O Sono é Bom
Olho
Os Deuses e os Messias
Os Deuses
Ouvi contar que outrora
Para os Deuses
Para ser grande, sê inteiro: nada
Pesa o Decreto
Pois que nada que dure, ou que, durando
Ponho na Altiva
Prazer
Prefiro Rosas
Quando, Lídia
Quanta Tristeza
Quanto faças, supremamente faze
Quão Breve
Quem diz ao dia, dura! e à treva, acaba!
Quer Pouco
Quero dos Deuses
Quero Ignorado
Rasteja Mole
Sábio
Saudoso
Se a Cada Coisa
Se Recordo
Segue o teu destino
Seguro Assento
Sereno Aguarda
Severo Narro
Sim
Só Esta Liberdade
Só o Ter
Sob a leve tutela
Sofro, Lídia
Solene Passa
Súbdito Inútil
Tão cedo passa tudo quanto passa!
Tão Cedo
Temo, Lídia
Tênue
Tirem-me os Deuses
Tomamos a Vila Depois de um Internso Borbardeamento
Tuas, Não Minhas
Tudo que Cessa
Tudo
Uma Após Uma
Uns
Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio
Vive sem Horas
Vivem em nós inúmeros
Vós que, Crentes
Vossa Formosa