Em sua luta diária pela sobrevivência, o homem muitas vezes precisou de atividades físicas intensas, como ser um bom corredor para escapar de animais ferozes ou arremessar pedras e lanças para caçá-los.
Essas atividades, comuns entre os homens primitivos, chegaram até os antigos gregos, que valorizavam o desenvolvimento corporal.
Na antiga Grécia, as pessoas viviam nas cidades e possuíam escravos para o trabalho pesado, o que reduziu sua atividade física. Por essa razão, começaram a praticar esportes e criaram os torneios, chamados Jogos Olímpicos, disputados a cada 4 anos.
Foi assim do século IX antes de Cristo ao século IV depois de Cristo, data em que os jogos foram extintos pelo imperador romano Teodósio.
Durante muito tempo, o atletismo ficou esquecido pela civilização ocidental. Em 1810, os alunos da Academia Militar Inglesa promoveram um torneio atlético, logo imitado por outras escolas.
Em 1886, promoveram o primeiro torneio atlético nacional. Em 1896, atletas de 13 países se reuniram na Grécia para os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna.
Seu maior torneio incluía provas de marcha, corrida, salto, lançamento. Os vencedores foram considerados os melhores atletas do mundo.
O Brasil tem vários atletas profissionais que participam das Olimpíadas, em várias modalidades: futebol, basquete, vôlei, natação, corrida, saltos etc.
Eles já conseguiram trazer para o Brasil várias medalhas de ouro, prata e bronze.
Fonte: www.cidadaopg.sp.gov.br
Deve-se ao barão de Coubertin a reintrodução das Olimpíadas na era moderna, iniciativa que se revelou importante para tornar o esporte um fator de integração entre as pessoas e as nações.
A atividade física, quando bem planejada e aplicada corretamente, repercute no desenvolvimento da criança, seja no aspecto físico, seja no psicológico ou social. É importante observar que a prática esportiva, por mais saudável que seja, deve ser adotada com moderação, respeitando-se a faixa etária, as preferências e as limitações de cada ser humano.
Antes dos 5 anos de idade, a criança não deve praticar apenas uma modalidade esportiva, mas todas, sem esforço. Assim, por volta dos 12 anos, poderá optar pelo esporte que lhe aprouver. Exigir um bom desempenho antes dessa idade desestimula o atleta mirim, pois sua estrutura emocional ainda não está preparada para lidar com sentimentos de derrota. A partir daí, o futuro do atleta será a soma de trabalho físico, alimentar e, sobretudo, psicológico.
As descobertas científicas têm contribuído para melhorar o desempenho dos atletas, mas é a força mental que faz a diferença, visto que um bloqueio mental pode levar o melhor atleta à imobilidade física. Cientificamente, não há comprovação de que o uso intenso da força mental provoque alguma descarga de substância química capaz de interferir na atuação do atleta. Na verdade, o encorajamento, e o aumento de sua determinação trazem benefício, eliminando seu receio de não conseguir ter êxito. Portanto, é preciso haver equilíbrio entre o corpo e a mente.
Hoje, a luta pelas melhores marcas passou a ser dividida entre o atleta e a ciência. O objetivo do atleta é quebrar de um recordes; o dos cientistas especializados é estudar a evolução biológica da raça humana, descobrir novas substâncias químicas que dêem mais vigor ao corpo humano e adequar piscinas, quadras e pistas ao esporte, para melhorar o desempenho dos atletas.
Apesar de esbarrar em questões éticas, a formação de um superatleta já é aceita entre os principais cientistas do esporte. Desse modo, as competições tornaram-se desleais entre os países ricos e os países pobres, pois a disputa entre atletas está cada vez mais reforçada pelos laboratórios. Assim, o país que investe mais tem a possibilidade de ver seus atletas conquistarem mais medalhas.
Fonte: www.paulinas.net