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Dia do Dactiloscopista

 

Datiloscopia é a metodologia para identificar as pessoas pelas impressões digitais.

História

O Sistema Antropométrico, foi o primeiro sistema científico de identificação, difundido em Paris por Alfonse Bertillon, em 1882.

No ano de 1888, o inglês Francis Galton formou as bases científicas da impressão digital.

Após alguns anos, Juan Vucetich apresentou seu sistema de identificação, com o nome de Icnofalangometria.

O termo empregado por Vucetich foi mudado por Francisco Latzina, em 1894, que indicou o nome datiloscopia, constituído por elementos gregos (da´ktylos, dedos) e (skopêin, examinar).

A datiloscopia recebeu novo impulso com a adoção oficial desse sistema, em 1891, pela Scotland Yard.

Fonte: geocities.com

Dia do Dactiloscopista

A Papiloscopia é uma ciência que trata das identificações humanas, civil e criminal, realizadas por meio das papilas dérmicas, sendo dividida em datiloscopia, quirospia e podoscopia e poroscopia.

DATILOSCOPIA CIVIL
Objetiva identificação das pessoas para fins civis, na área oficial é empregada na expedição de documentos, tais como: cédulas de identidade civil (RG), militares e funcionais., poderá ainda ter sua aplicação na área particular para possibilitar a identificação funcional e de clientes, como nas modernas empresas bancários.

DATILOSCOPIA CRIMINAL
É que trata da identificação de pessoa indiciadas ou acusadas em processos, como também local de crime impressões digitais latentes ( PERICIA PAPILOSCOPICA),NECROPAPILOSCOPICA).

DATILOSCOPIA ANTROPOLOGICA
É a que estuda os desenhos digitais entre raças e agrupamentos humanos.

DATILOSCOPIA CLINICA
É a denominação lançada pelo Dr. Israel Castellanos , Diretor do Departamento Nacional da Identificação de Cuba, para designar estudo das perturbações que se notam no desenhos papilares, notadamente, nos digitas, como consequência de certas enfermidade ou do exercício de alguma profissões.
A Datiloscopia Clínica, segundo Ismarel Castellanos, É a parte da dactiloscopia que estuda as perturbações que se verificam nos desenhos digitais, como consequência de certas doenças ou o exercício de algumas profissões

DATILOSCOPIA CLINICA PATALÓGICA
É o exame médico dos datilogramas ou, em palavras, a análise gráfica do individuo, em estado de enfermidade, como: lepras, aerofagia, pênfigo, foliáceo, fistulas, panarícios, além de enfermidade provenientes do sistema nervoso, do mau funcionamento renal e doenças venéreas.

DATILOSCOPIA CLINICA FUNCIONAL
É que cuidam de certas perturbações ocorridas nos datilogramas, chamadas estigmas profissionais, causados pelo exercício de algumas profissões, tais como: as de padeiros, pedreiros, metalúrgicos oeiros e etc..

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA PAPILOSCOPIA.
Os desenhos papilares humanos e dos primatas, bem como das impressões que se obtêm dos focinhos dos animais, são individuais (variabilidade), perenes e imutáveis, mesmo que sejam do mesmo tipo,subtipo. Forma ou classificação.

PERENIDADE
É a propriedade que têm os desenhos papilares de se manifestarem definidos deste a vida intra-uterina até a completa putrefação cadavérica.

IMUTABILIDADE
É a propriedade que tem desenhos papilares de não mudarem sua forma original, deste o seu surgimento até a completa decomposição.,o desenho conserva-se idêntico a si mesmo, não muda durante toda sua existência .

VARIABILIDADE
É a propriedade que tem os desenhos papilares de não se repetirem, variando, portanto, de região para região papilar e de pessoa para pessoa, não há possibilidade de se encontrarem desenhos papilares idênticos, nem uma mesma pessoa.

O introdutor da Dactiloscopia no Brasil foi José Félix Alves Pacheco, nascido no dia 02 de agosto de 1879, em Teresina, Estado do Piauí, notável jornalista, poeta, escritor e homem público, foi Ministro de Estado, apesar de ter sido o introdutor do Sistema de Identificação Humana criado por Juan Vucetich, ficou mais conhecido como jornalista e literato.

Félix Pacheco foi o único representante do grupo simbolista, que gravitava ao redor do poeta negro Cruz e Souza, que conseguiu chegar à Academia Brasileira de Letras. Aos 18 anos de idade, iniciou-se no jornalismo, fez parte da redação do jornal "O Combate". Em 1913, assumiu o cargo de diretor-redator-chefe do Jornal do Comércio. Ingressou na carreira política, e corno político, exerceu o mandato de Deputado Federal pelo Estado do Piauí durante quatro legislaturas, sendo posteriormente, eleito Senador da República em 1921.

Foi nomeado Ministro das Relações Exteriores do Brasil, no Governo do Dr. Arthur Bernardes.

Fonte: www.pc.pi.gov.br

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Decreto Nº 2.871-20/11/63

Apesar do nome muito complicado, a função de datiloscopista é bastante necessária para desvendar e solucionar crimes.

São eles que, através de determinação judicial ou flagrante delito, identificam pessoas e cadáveres, coletam impressões digitais, registrando informações em laudos, boletins e relatórios. Para a realização de seu trabalho, o dactiloscopista deve preservar o local do crime e colher provas.

Dia do Dactiloscopista

Mas além disso, o dactiloscopista também é responsável pela expedição de carteiras de identidade. Resumindo, o dactiloscopitsta é o perito na identificação das impressões digitais.
Na etimologia da palavra, o elemento datilo significa dedo e copista vem do grego scopein que significa olhar, examinar.

Princípios fundamentais da datiloscopia

Perenidade

Os desenhos digitais começam a existir no 6º mês de vida fetal e perduram até a putrefação cadavérica.

Imutabilidade

Os desenhos digitais têm a propriedade de não mudar sua forma original, desde que surge até a decomposição do corpo. Classificabilidade: As figuras digitais podem serem classificadas para arquivamento e pesquisas.

Variabilidade

Os desenhos digitais têm a propriedade de variar de dedo para dedo e de pessoa para pessoa.

Duas impressões digitais só serão consideradas idênticas quando apresentarem doze ou mais "Pontos Característicos", com a mesma configuração e que tenham exatamente a mesma localização.

Fonte: UFGNet, Soleis

Dia do Dactiloscopista

HISTÓRIA DA DATILOSCOPIA

A Datiloscopia é o método de identificação humana que, apesar de ser empregado a mais de um século, ainda é, o mais prático, seguro e econômico que existe.Desde os tempos pré-históricos, o homem preocupa-se com a marcação dos seus objetos, da caverna onde se alojava, e posteriormente, marcando os animais que lhes pertenciam e também os escravos.

O homem quaternário, segundo Locard, utilizou-se de diversas maneiras de desenhar a mão humana: pelo decalque retocado à mão, pela impressão negativa, pelo desenho ou pintura. A Bíblia, no livro de Jó, capítulo XXXVII, versículo 7, "O que põe como um selo sobre a mão de todos os homens, para que cada um conheça as suas obras.

A seguir , um resumo da evolução nos processos de identificação:

Ano 650 da era Cristã

Código de YNG-HWUI, durante a dinastia de TANG na CHINA, determinava-se que o marido desse um documento à divorciada, autenticando com a sua impressão digital.

Ano 782

Foram retiradas de cidades soterradas na areia, no TURQUESTÃO, placas de cerâmica lavradas com as seguintes palavras: "Ambas as partes concordam com estes termos que são justos e claros e afixam as impressões dos seus dedos, que são marcas inconfundíveis.

Ano 800

Na ÍNDIA, as impressões digitais eram conhecidas com o nome de TIPSAHI, termo criado pelos tabeliões de Bengala, onde os analfabetos legalizavam os seus papéis.

Ano 1300

Os chineses empregavam a impressão digital não só nos divórcios, como também nos casos de crimes.

Ano 1658

Em muitos países empregaram-se o ferrete, a tatuagem e a mutilação, para identificar escravos e criminosos.

PENSILVÂNIA E.U.A.

Os criminosos eram marcados com uma letra feita com ferro em brasa sobre o dedo polegar esquerdo: A= adúltero, M= assassino, T= felonia.

FRANÇA

Os condenados as galés eram marcados com o sinal GAL.

Ao lado do ferrete, empregou-se a mutilação. Em CUBA, cortavam-se as orelhas dos escravos e narinas dos criminosos.

E.U.A

Se um homem casado praticasse sodomia, seria castrado, também se amputava as orelhas dos criminosos condenados.

Ano 1664

Marcelo Malpighi, médico italiano, publicou um trabalho intitulado "Epístola sobre o órgão do tato", no qual se estuda o desenho digital e palmar.

Ano 1823

João Evangelista Purkinje, apresentou à Universidade de Breslau Alemanha, uma tese, na qual: analisou os caracteres externos da pele, estudou o sistema déltico, grupou os desenhos digitais em nove tipos.

Ano 1840

Com o aparecimento da fotografia, passou a ser ela empregada como processo exclusivo de identificação criminal, inicialmente na SUÍÇA.

Ano 1856

José Engel publicou o "Tratado do desenvolvimento da mão humana", no qual fez estudos sobre os desenhos digitais: afirmou que os desenhos digitais existem desde o sexto mês de vida fetal; reduziu a quatro os nove tipos descritos por PURKINJE.

Ano 1858

WILLIAM JAMES HERSCHEL, coletor do governo inglês, em BengalaÍndia, iniciou seus estudos sobre as impressões digitais: tomou as impressões digitais dos nativos, nos contratos que firmavam com o governo, essas impressões faziam às vezes de assinatura; aplicou estas impressões nos registros de falecimentos; usou este processo nas prisões para reconhecimento dos evadidos. HENRY FAULDS, inglês, médico de hospital em TÓQUIO, contribuiu para o estudo da dactiloscopia, examinando impressões digitais em peças de cerâmica pré-histórica japonesa; previu a possibilidade de se descobrir um criminoso pela identificação das linhas papilares; preconizou uma técnica para a tomada de impressões digitais, utilizando-se de uma placa de estanho e tinta de imprensa.

Ano 1882

SISTEMA ANTROPOMÉTRICO, lançado em Paris, por ALFONSE BERTILLON, foi o primeiro sistema científico de identificação, pois se baseava nos elementos antropológicos do homem. Consistia no assinalamento feito em milímetros de várias partes do corpo humano: diâmetro da cabeça; comprimento da orelha direita; comprimento do pé esquerdo; estatura; envergadura; assinalamento descritivo do formato do nariz; lábios; orelhas e também, as marcas particulares: tatuagens, cicatrizes, etc. Estes dados eram registrados em uma ficha antropométrica, que continha também à fotografia do identificado.

Ano 1888

FRANCIS GALTON, nobre inglês, incumbido pelo governo de analisar o material colhido por HERCHEL, quando esteve na Índia, a fim de estabelecer um sistema de identificação mais seguro que a antropometria. Lançou as bases científicas da impressão digital. O sistema de Galton foi, sem dúvida, rudimentar: teve, entretanto, um grande mérito, o de servir de ponto de partida para os demais siste mas dactiloscópicos.

Fonte: www.papiloscopistas.org

Dia do Dactiloscopista

Identificar uma pessoa significa diferenciá-la das demais. Para isso, a biometria, ramo da ciência que estuda as medidas físicas dos seres vivos, baseia-se em traços faciais, íris, retina, voz, grafia e impressão digital.

Dia do Dactiloscopista

Entre os métodos de identificação biométrica, o mais eficaz é a papiloscopia, que investiga as saliências exteriores da pele. Um de seus principais campos é a análise das impressões digitais, denominada datiloscopia. A possibilidade de duas pessoas apresentarem a mesma impressão digital é uma em 64 bilhões. Além disso, os desenhos das palmas das mãos e das extremidades dos dedos definem-se no quarto mês de vida intra-uterina e jamais se modificam.

Esta técnica foi adotada em 1891 pela Scotland Yard, a famosa polícia de Londres, na Inglaterra. Chegou ao Brasil em 5 de fevereiro de 1963, daí o Decreto 52.871, que considera este o Dia do datiloscopista Brasileiro.

Fonte: www.unerj.br

Dia do Dactiloscopista

Datiloscopista é o especialista em realizar a identificação de pessoas através do reconhecimento de impressões digitais. Datiloscopia é o processo de identificação humana através da impressões digitais.

A datiloscopia pode ser dividida em civil, criminal, antropológica e clínica: civil: objetiva identificar pessoas para fins civis, para expedição de documento; criminal: identifica pessoas indiciadas em inqueritos, a fim de garantir a real identidade do acusado; antropológica:estuda raças e agrupamentos humanos; clínica:estuda as perturbações que se notam nos desenhos paipilares como consequência de certas enfermidades ou exercicios de profissões.

Datiloscopia

A datiloscopia é uma das áreas da papiloscopia, que abrange ainda: a quiroscopia (identificação das impressões palmares); a podoscopia (identificação das impressões plantares); a poroscopia (identificação dos poros); e a critascopia (identificação das cristas papilares).

História

O primeiro sistema científico de identificação foi o Sistema Antropométrico, lançado em Paris por Alfonse Bertillon, em 1882. Em 1888, o inglês Francis Galton estabeleceu as bases científicas da impressão digital. Poucos anos mais tarde, em 1º de Setembro de 1891, Juan Vucetich apresentou seu sistema de identificação, com o nome de Icnofalangometria. O termo cunhado por Vucetich foi modificado por Francisco Latzina, em 1894, que sugeriu o nome datiloscopia, constituído por elementos gregos (da´ktylos, dedos) e (skopêin, examinar). A datiloscopia ganhou novo impulso com a adoção oficial desse sistema, em 1891, pela Scotland Yard.

Brasil

O introdutor da datiloscopia no Brasil foi José Félix Alves Pacheco. Nascido em Teresina em 1879, gradua-se em Direito no Rio de Janeiro. Aos 18 anos, vira repórter de O Debate. Trabalha no Jornal do Comércio. Não satisfeito, vira seu proprietário.

Político influente, é eleito diversas vezes deputado federal. Em 1902, convence o presidente Rodrigues Alves a adotar a datiloscopia nos sistemas de identificação de civis e criminosos, desaparecidos e cadáveres. No decreto, que também cria o Gabinete de Identificação e Estatística, a impressão digital é considerada a prova mais concludente e positiva da identidade do indivíduo.

Pacheco destaca-se também nas Letras, sejam elas técnicas ou poéticas: livros como O Problema da Identificação e A Reforma do Serviço Antropométrico dividem seu tempo com outros sobre Graça Aranha, Euclides da Cunha e traduções do poeta francês Baudelaire. Admirador de Cruz e Sousa, era amigo de parnasianistas e simbolistas. Em 1912 torna-se imortal da Academia Brasileira de Letras, vindo a falecer em 1935.

Impressão digital

Impressão digital, também conhecida pelo termo datilograma, é o desenho formados pelas papilas (elevações da pele), presentes nas polpas dos dedos das mãos, deixado em uma superfície lisa. As impressões digitais são únicas em cada indivíduo, sendo diferentes inclusive entre gêmeos univitelinos. Tal característica, chamada unicidade, as fazem serem utilizadas como forma de identificação de pessoas há séculos.

As papilas são formadas durante a gestação e acompanham a pessoa até a morte, sem apresentar mudanças significativas. Esta propriedade é conhecida como imutabilidade. A impressão digital apresenta pontos característicos e formações que permitem a um perito (papiloscopista) identificar uma pessoa de forma bastante confiável. Tal comparação é também feita por sistemas computadorizados, os chamados sistemas AFIS (Automated Fingerprint Identification System, Sistema de Identificação Automatizada de Impressão Digital).

Algumas pessoas, contudo, apresentam as pontas dos dedos lisas, o que caracteriza a chamada Síndrome de Nagali; nestes casos, a identificação é feita pela íris ou outra forma de identificação biométrica adequada.

Em 2006, pesquisadores da Faculdade de Medicina de Haifa, em Israel, anunciaram ter descoberto que tal síndrome é decorrente do mau funcionamento de uma proteína conhecida como cretin 14. A utilização de impressões digitais para identificar pessoas é utilizado desde a Antiguidade em diversos lugares, como Mesopotâmia, Turquestão, Índia, Japão e China, com o objetivo de autenticar documentos e selar acordos civis e comerciais.

O primeiro sistema de identificação por impressões dgitais foi criado por Francis Dalton, com base em anotações anteriores de outros autores.

Fonte: www.semanariozonanorte.com.br

Dia do Dactiloscopista

Recentemente, um cidadão interessado em fazer concurso público de ingresso na Polícia Federal, no cargo de Papiloscopista, disse após obter informação, certamente junto a alguém que era leigo no assunto que já sabia qual era a atribuição do Agente de Polícia Federal, do Escrivão e do Papiloscopista.

Segundo ele, Agente era aquele que prendia o infrator da lei; Escrivão era aquele que tomava o depoimento do infrator detido; e, Papiloscopista, era aquele que lidava com a papelada.

O fato foi constatado pelo próprio Papiloscopista Policial Federal - Marcos Antônio Mórmul - que presta serviços atualmente junto ao Serviço Técnico Científico - Área de Identificação - da Superintendência Regional do Departamento de Polícia Federal, em Curitiba/PR, o que lhe causou risos. Por outro lado, fatos dessa natureza não são raros entre aqueles que, em determinado momento da vida, decidem realizar um concurso público buscando melhor remuneração salarial ou outro objetivo e muitas vezes ignoram o que significa ocupar o cargo pretendido e quais são as suas atribuições. É o caso do cargo de Papiloscopista.

O Papiloscopista desenvolve trabalho complementar de grande valia na tarefa da Polícia Federal como um todo, quando se trata de identificação, fornecendo dados que passam a fazer parte dos inquéritos e processos a cargo do órgão. Esse trabalho é de alta responsabilidade, pois, é esse profissional que dá a palavra final em questões de identificação, após analisar dados e informações como as referentes às impressões digitais de uma pessoa. Imaginemos, por exemplo, que haja erro numa identificação: quantos prejuízos isso não poderá causar à pessoa vítima do erro?

"Papiloscopista é aquele profissional que trabalha com os vestígios humanos ou seja, a parte que identifica o autor do crime. É diferente do policial Perito, que trabalha com as provas materiais do crime, a parte física."

Objetivando informar, esclarecer e orientar aqueles que pretendem participar do próximo concurso público da Polícia Federal, ouvimos justamente o Papiloscopista Marcos Antônio Mórmul, o qual diz que uma das tarefas de quem exerce a profissão é realizar a perícia papiloscópica no local onde o crime ocorreu (não necessariamente um crime de morte, podendo ser, por exemplo, um simples arrombamento, mais comum) "Papiloscopista - diz ele - é aquele profissional que trabalha com os vestígios humanos, ou seja, a parte que identifica o autor do crime a partir destes elementos. É diferente do policial Perito Criminal Federal, que trabalha com as provas materiais do crime, a parte física, isto dentro das atribuições inerentes ao Departamento de Polícia Federal".

Há outro item que causa confusão entre aqueles que são leigos no assunto, referente á denominação de Datiloscopista, Papiloscopista, Perito Papiloscópico e Perito em Identificação Humana. A diferença entre o datiloscopista e o Papiloscopista está apenas na terminologia, pois o trabalho é comum, ressaltando-se apenas que, o primeiro termo se refere às impressões di-gitais (somente os dedos), enquanto que o segundo termo (mais amplo) se relaciona com todas as áreas onde existem papilas dérmicas e pode-se utilizar como critério de identificação, como palma da mão (impressão palmar), pés (podoscópicas). datiloscopista é uma terminologia mais antiga. As duas últimas terminologias são recentes e poderão ser empregadas num futuro próximo, por serem mais abrangentes.

O Papiloscopista, ao fazer a perícia papiloscópica em local de crime ou no laboratório, faz uso de substâncias químicas em pó, líquido ou gás, devendo tomar cuidado no manuseio de substâncias tóxicas, quando necessário.

"Uma das maiores satisfações de um Papiloscopista no seu trabalho dia-a-dia, é quando consegue contribuir para o desvendamento de um caso, apontando uma identidade, esclarecendo a verdadeira autoria de um crime ou inocentando alguém que não praticou crime"

"O profissional - acrescenta Marcos Mórmul - faz laudo de perícia papiloscópica referente a documentos ou fragmentos de impressões digitais colhidas no local do crime. Realiza a identificação Papiloscópica de pessoas detidas, de estrangeiros e dos próprios servidores do Departamento da Polícia Federal. Fotografa pessoas para reconhecimento quando solicitado pela autoridade e colhe a impressão digital de quem requer o porte de arma de fogo".

Destaque-se que, o tradicional método de identificação de uma pessoa, com o uso de tinta apara co-lher as suas impressões digitais, está em transição para o método AFIS - Sistema de Identificação Dati-loscópica Automática - que é o mais moderno do mundo, utilizado pelo Federal Bureau of Investigation, dos EUA. Os novos aparelhos já estão instalados na sede do Departamento de Polícia Federal em Curitiba e deverão entrar em funcionamento em breve, após curso de especialização dos operadores.

A consulta, a inclusão e a emissão de folha de antecedentes criminais sobre uma pessoa, para ins-trução de inquéritos policiais, processos judiciais e certidões, além de consultas criminais diversas são atribuições do Papiloscopista também. Mórmul cita como outra tarefa importante a inclusão de dados de folhas de antecedentes, distribuição e decisões judi-ciais no cadastro denominado Sistema Nacional de Informações Criminais (SINIC).

Uma atribuição bastante recente é a confecção de retrato falado via computador, apesar de que o tradicional método do retrato falado via desenho manual não foi abandonado.

"O Papiloscopista está em constante evolução e atualização, familiarizando-se com os novos métodos de identificação e aprimorando seus conhecimentos em relação a novas substâncias químicas utilizadas nessa área. Deve conhecer bem a língua portuguesa, pois, ele mesmo confecciona expedientes oficiais à autoridades de outros órgãos públicos".

Entre outras coisas, o Papiloscopista precisa entender de fotografia também. Depois de aprovado em concurso público, realiza curso preparatório na Academia Nacional de Polícia, em Brasília/DF, abrangendo a arte fotográfica, uma vez que atuará nesta área. Uma vez em serviço, ele cumpre horário normal de expediente, trabalhando em regime exclusivo. Não cumpre plantão, mas, fica periodicamente de sobreaviso, fora do expediente, de acordo com escalonamento de trabalho, podendo ser convocado a qualquer momento caso seja necessário.

Hoje o Papiloscopista faz uso de modernos equipamentos, máquina fotográfica digital, mesa digitalizadora, scanner, digitação Word, Windows e Adobe. Por conseguinte, deve dominar a informática.

É importante ressaltar que existe permanente contato entre os Papiloscopistas do DPF e o Instituto de Identificação/SSP/PR e o Instituto Nacional de Identificação em Brasília, órgão normativo e central do DPF, visando intercâmbio de informações e técnicas.

"O Papiloscopista está em constante evolução e atualização, familiarizando-se com os novos métodos de identificação e aprimorando seus conhecimentos em relação a novas substâncias químicas utilizadas nessa área.

Deve conhecer bem a língua portuguesa, pois, ele mesmo confecciona expedientes oficiais à autoridades de outros órgãos públicos".

O CONCURSO

Marcos Antônio Mórmul acha que, na sua época, o concurso de Papiloscopista Policial Federal era mais fácil que agora. Segundo ele, a parte teórica não era a mais difícil e sim a bateria de exames físicos, de datilografia, entrevista e o psicotécnico.

O próximo concurso deve exigir conhecimentos sobre Informática, Português, Administração Pública, Estatística e Conhecimentos Gerais. "Hoje - fala ele - a parte teórica está mais difícil, porque exige mais conhecimentos do candidato, enquanto a parte de exames físicos e outras continuam tão exigentes quanto antes. O candidato deve ter bons conhecimentos sobre Informática e ser bom digitador, além de língua portuguesa. Pelo novo concurso, se o candidato não souber responder corretamente, não adianta "chutar".

MULHER TEM ESPAÇO

Outra diferença importante entre os concursos anteriores e o próximo, é que antes exigia-se dos candidatos apenas escolaridade equivalente a nível médio e agora será exigido nível superior.

Marcos Antônio Mórmul lembra que já é grande o número de mulheres Papiloscopistas na Polícia Fe-deral. O número delas chega a uma razoável porcen-tagem do total. Mas, alerta ele quanto às mulheres que pretendem candidatar-se, sobre a questão dos exames de condicionamento físico. Uma candidata que não esteja bem preparada fisicamente poderá ser aprovada nas provas escritas e reprovada no exame físico. Portanto, esse item tem que ser levado em grande consideração também. Mas, segundo ele, a mulher se adapta bem ao trabalho e existe espaço para ela.

TRABALHO BUROCRÁTICO

Ponto ressaltado por Marcos Antônio Mórmul é o de que quem pretende abraçar a profissão de Papiloscopista deve gostar de trabalho burocrático, técnico-científico e ter intimidade com Informática e digitação.

O candidato deve praticar um detalhismo sem exageros, com simplicidade e objetividade. Disposição para o trabalho é outra qualidade importante, uma vez que as atribuições do cargo são muitas e exigem maiores conhecimentos à medida que os sistemas à disposição e a ciência avançam.

A carreira de Papiloscopista conta com a Segunda Classe, a Primeira Classe e a Classe Especial. À medida que o profissional vai sendo promovido, tem vencimentos maiores. "Uma das maiores satisfações de um Papiloscopista no seu trabalho dia-a-dia, é quando consegue contribuir para o desvendamento de um caso, apontando uma identidade, esclarecendo a verdadeira autoria de um crime ou inocentando alguém que não praticou crime" - diz Mórmul.

A papiloscopia é exata na classificação de uma impressão digital, não se conhecendo duas pessoas com impressões digitais iguais, nem mesmo entre gêmeos.

"Ele sela as mãos de todos os homens, para que conheçam a sua obra." JO - 37:7 Bíblia Sagrada.

QUEM É MARCOS ANTÔNIO MÓRMUL

Marcos Antônio Mórmul é natural de Ibiporã/PR, exercendo a profissão de Papiloscopista há 16 anos. Formou-se em Engenharia Agronômica em 1986 pela Universidade Federal do Paraná. Realizou cursos de Formação Profissional na Academia Nacional de Polícia e curriculares no Instituto Nacional de Identificação, em Brasília/DF, participando de congressos de âmbito nacional.

Seu pai é Estatístico, professor de Matemática e Advogado, o que o influenciou a seguir a carreira de engenheiro. "Sempre fui bem em Matemática - diz ele - mas depois de formado atuei apenas seis meses como engenheiro. Antes de concluir a Faculdade já pensava em obter um emprego que me desse estabilidade profissional, tendo como espelho o fato de meu pai ser funcionário da Universidade Estadual de Londrina.".

Entre l986/87, ele prestou seu primeiro concurso público, no Banco do Brasil, de Escriturário, mas, foi reprovado, tendo dificuldades nas questões de Con-tabilidade. Não desanimou e tentou então concurso do Tribunal de Contas da União, esbarrando desta vez nas partes de Contabilidade e jurídica.

"Apesar das reprovações - fala - a experiência foi valiosa, deixando-me mais preparado para novos concursos públicos. Entendo que, cada concurso que se presta e não se passa, nos vale de laboratório de experiência para um próximo desafio. Assim, quem não passa num concurso não deve desistir, mas, ver isso como um acúmulo de experiência, pois, mais cedo ou mais tarde encontrará o seu lugar".

Ao ler um jornal e tomar conhecimento da rea-lização de concurso da Polícia Federal, envolvendo os cargos de Papiloscopista, de Escrivão e de Agente, Mórmul seguiu em frente e optou pelo primeiro, baseado em informações dadas por Agente Policial daquele órgão, o que foi muito bom no sentido de não ingressar numa carreira que não lhe agradaria. Eram oferecidas 50 vagas de Papiloscopista, mas, a concorrência era de cerca de 50 candidatos por vaga.

Achou que o salário era compensador e que a profissão, envolvendo trabalho técnico, específico e objetivo, era adequada à sua pessoa. Desta vez foi aprovado e no final de 1987 formou-se, em Brasília/DF, assumindo seu cargo no dia 18 de janeiro de 1988, na cidade de Campo Grande/MS, onde permaneceu por quase 10 anos, sendo então removido a Curitiba.

Fonte: www.cursoaprovacao.com.br

Dia do Dactiloscopista

Desde a mais remota antiguidade teve o homem a sua atenção voltada para a identificação, talvez inconscientemente. Assim, vemos o homem pré-histórico marcando os objetos do seu uso, a caverna onde se alojava, etc.
O homem sentiu, inicialmente, a necessidade de identificar o que lhe pertencia; os objetos do seu uso, o animal e o escravo.

Entretanto, a necessidade de identificar não parou por aí; foi preciso torná-la extensiva ao homem. Era preciso identificar àqueles que se tornassem indesejáveis ou prejudiciais à coletividade.Estes também precisavam ser marcados, para que fossem reconhecidos como malfeitores.

Para isso era necessário um sinal que se destacasse perfeitamente e sobre o qual não pairassem dúvidas; naturalmente a identificação das pessoas não tinha por fim dizer se tratava-se de fulano ou beltrano; era preciso, apenas, que o identificado fosse reconhecido como escravo ou malfeitor.

A marca empregada parecia satisfazer essa finalidade, constituindo o processo rudimentar de identificação.Assim, começou o homem a fixar identidade dos seus semelhantes com recursos que dispunha.

A identificação do homem precisava de adoção de um processo mais civilizado e prático, que proporcionasse absoluta segurança.

Na busca desse processo empenharam-se em incansáveis estudos renomados cientistas e estudiosos em questões sociais, medicina legal, antropologia, etc, dentre os quais podemos destacar GALTON, POTTICHER, FERÉ, BERTILLON e, finalmente VUCETICH. Este, em 1891, viu coroado de êxito seus estudos, pois descobriu um processo de identificação utilizando as IMPRESSÕES DIGITAIS de ambas as mãos, ao qual denominou ICONOFALANGOMETRIA, decorrente das palavras decorrentes do grego, sendo IKNOS=sinal, FALANGOS=falange, METRIA=medir. Mais tarde, em 1894, VUCETICH, concordando com a opinião do Dr FRANCISCO LATZINA, também estudioso do assunto, mudou o nome do seu novo processo para DATILOSCOPIA, do grego, DAKTILOS=dedos e SKPOEIN=examinar, vocábulo mais próprio e até mais eufônico.

Surgiu, assim, a DATILOSCOPIA, que é o resultado de longos e apurados estudos realizados por renomados cientistas e que culminou com a descoberta de VUCETICH.

Em seus estudos, VUCETICH verificou que a natureza proporcionou ao homem, como querendo diferenciá-lo dos seus semelhantes, um conjunto variado de desenhos formados pelas linhas dígito-papilares, na face interna da falangeta de todos os dedos de ambas as mãos, diferentes entre si, os quais dão margem segura para uma perfeita identificação, sem possibilidades de erros os dúvidas e que, não existe um centímetro quadrado perfeitamente igual entre duas impressões digitais; daí a eficiência insofismável(inquestionável) de sua aplicação.

Isso está evidenciado na BÍBLIA SAGRADA, no capítulo 37 versículo 7 do livro de JÓ, Ele ela as mãos de todo homem, para que conheçam todos os homens a sua obra. Também pela expressão do homem: Ex digito homo (pelo dedo se conhece o homem). Por sua absoluta segurança, a DATILOSCOPIA tem aplicação em todos os setores de atividade humana. Entretanto, devemos ressaltar que ela teve uma aceitação lenta, porém segura, sendo necessário um longo período de divulgação, durante o qual se desenvolveram constantes trabalhos nesse sentido, com o propósito de convencer o homem, fazendo-o sentir a necessidade e a conveniência de serem aplicadas as impressões digitais, mesmo em se tratando de assunto de ordem particular.

Em razão das finalidades essencialmente práticas da DATILOSCOPIA, podemos dividila em: Civil, Criminal e Clínica.

DATILOSCOPIA CIVIL

É a aplicada à identificação para fins civis, isto é, expedição de documentos de identidade.

DATILOSCOPIA CRIMINAL

É a aplicada à identificação para fins criminais e expedição de documentos de idoneidade.

DATILOSCOPIA CLÍNICA

Estuda as perturbações que ocorrem nos desenhos digitais, como consequência do exercícios de certas profissões ou de estados patológicos.

CONCEITO

Conquanto estejamos de pleno acordo com todas as definições sobre a DATILOSCOPIA, preferimos adotar a seguinte:
A DATILOSCOPIA É A CIÊNCIA QUE TRATA DO EXAME DAS IMPRESSÕES DIGITAIS.

HISTÓRICO

Alguns autores dividem a DATILOSCOPIA em 3 períodos distintos, a saber:

PERÍODO PRÉ-HISTÓRICO;

PERÍODO EMPÍRICO;

PERÍODO CIENTÍFICO.

Outros autores, parece-nos que a maioria, julgam desnecessária essa classificação, resumindo o histórico num único período, o Científico.

Baseiam-se no fato de que não teve nenhum valor prático o conhecimento dos arabescos dígito-papilares da época pré-histórica, de vez que não eram sistematizados nem existem elementos segundo os quais se possa deduzir seu emprego.

Não obstante, passaremos a dar ligeira notícia sobre os 3 períodos, a título de simples ilustrações.

PERÍODO PRÉ-HISTÓRICO

É sabido que o homem primitivo tinha por hábito marcar os objetos de seu uso, inclusive a caverna onde se alojava. Estas eram marcadas com o desenho de uma das mãos e, geralmente, a esquerda, o que leva a crer que era gravado por ele próprio, trabalhando com a mão direita. O processo empregado era , em geral, o decalque sobre a argila, reproduzindo as cristas e sulcos papilares da palma da mão e das extremidades digitais, previamente impregnadas de substância corante.

PERÍODO EMPÍRICO

Esse período caracteriza-se pelas referências feitas a ele, segundo as quais, era costume em alguns países do Oriente, apor os dedos untados de tinta sobre os documentos oficiais. Entretanto, ignora-se qual o valor atribuído a essas impressões, se puramente místico, se como elemento de identificação.

É de aceitação geral que a primeira hipótese é a mais certa, de vez que não existia, ao que parece, nenhuma sistematização dos datilogramas nem elemento algum segundo o qual se possa afirmar que as impressões fossem tomadas com a técnica exigida pela natureza do assunto.

KUMUGASSU MINATAKA, médico japonês, publicou na revista The Nature, em dezembro de 1894, segundo se refere LOCARD, um artigo sobre as impressões digitais, no qual afirmou o conhecimento dos arabescos dígito-papilares por parte dos chineses desde o Sec VII.

Adiantou ainda que, no Sec VIII, esses conhecimentos foram importados pelo Japão, de onde passaram para as Índias, com o nome de Tipsaí; refere que a impressão do polegar era aposta aos documentos oficiais, principalmente nas certidões de divórcio que o homem era obrigado a dar a ex-mulher; era esse o procedimento dos analfabetos e a impressão fazia, às vezes, o papel da assinatura.

PERÍODO CIENTÍFICO

Compreende esse período o estudo científico das papilas, desde sua observação como simples curiosidade anatômica até o desfecho final de sua sistematização, a classificação racional por VUCETICH, num período de quase 2 séculos.
Procuramos descrever os diversos fatos ocorridos, pela ordem cronológica dos mesmos.

Ano de 1664 MARCELO MALPIGHI, anatomista italiano publicou sua obra Epístola sobre o órgão externo do tato, na qual relata suas observações sobre a existência de linhas na palma das mãos e extremidades dos dedos.

Anatomista que foi, fez estas observações como simples curiosidade, sem contudo, lhes atribuir qualquer valor identificativo.

Ano de 1701 FREDERICO RUYSCH, anatomista holandês, publicou sua obra Tesouros anatômicos, com a qual se fez continuador de MALPIGHI.

Anos de 1726 e 1734 BERNARDO SIGEFREDO, também conhecido por ALBINIUS, publicou nas datas acima, respectivamente, o Tratado dos ossos do corpo humano e História dos músculos do homem.

Além das publicações das referidas obras, contribuiu para o prosseguimento dos estudos até então existentes sobre as papilas.

Ano de 1751 CHRISTIANO JACOB HINTZE publicou a obra Examen anatomicum papilorum cutis tactui inserventium, na qual fez estudos sobre as linhas papilares da palma das mãos e das plantas dos pés, continuando assim, os já existentes.

Ano de 1823 JOÃO EVANGELISTA PURKINJE publicou o Commentatio de examine organi visus et sistematis cutanei no qual estudou a pele e seus caracteres exteriores e a porosidade.

Discorreu sobre os desenhos papilares nas extremidades digitais e conseguiu agrupá-las em nove tipos fundamentais, estabelecendo ainda o sistema déltico.

A classificação proposta por PURKINJE foi a primeira que surgiu e, conforme veremos mais adiante, serviu de base à classificação de GALTON.

Não obstante, PURKINJE não cogitou a aplicação dos desenhos digitais com o fim de identificar as pessoas; seu trabalho teve caráter puramente anatômico.

Ano de 1856 JOSE ENGEL publicou o Tratado de desenvolvimento da mão humana no qual fez apreciações sobre os desenhos digitais e reduziu a quatro os nove tipos da classificação de PURKINJE.

Ano de 1858 a 1878 Esse período mais importante do Histórico da Datiloscopia, porque nele se desenrolaram experiências e fatos que assinalaram a futura consagração das impressões digitais como sendo o melhor processo de identificação humana.

Os fatos que se desenvolveram nesse período deram origem a muitas controvérsias em torno das pessoas do Sr WILLIAN JAMES HERSCHEL e o Dr HENRY FAULDS, porque ambos trabalharam eficientemente no setor e nos recursos existentes na época e os resultados alcançados determinaram, então, a eclosão dessa fase de experiências, na experiência máxima, por dizer, com a criação do PRIMEIRO processo de classificação das impressões digitais, por GALTON que se baseou nesses trabalhos. A criação de GALTON teve o grande mérito de dar origem às demais.

Fonte: pt.scribd.com

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