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Ilhas Fiji

Ilhas Fiji

O clima aprazível, as praias e uma paisagem deslumbrante convidam o transeunte a conhecer este magnífico arquipélago, de formação rochosa e de recifes. Este é sem dúvida um destino de sonho. Para muitos será mesmo a viagem de suas vidas. A tranquilidade, as praias com as suas águas transparentes, o clima e o magnífico espólio natural são mais do que aliciantes.

Localização Geográfica: O arquipélago de Fiji fica localizado no Pacífico Sul, a cerca de três mil quilómetros a Leste da Austrália e a 1930 quilómetros a Sul do Equador.

À Descoberta: Situada no centro do Oceano Pacífico, as Ilhas Fiji são o primeiro país do Mundo onde se inicia um novo dia. São 230 mil quilómetros quadrados de paraíso. O arquipélago é constituído por 322 ilhas mas apenas 105 são habitadas. Existem diferentes pólos de interesse. Na capital, Suva, existem muitas lojas antigas e mercados tradicionais. O National Museum, o velho edifício do Parlamento e o Centro Cultural, na ilha Orchid, são locais a visitar. Não se esqueça da gastronomia local, repleta de fabulosos mariscos.

Fonte: pontodepartida.aeiou.pt

Ilhas Fiji

As Ilhas Fiji são um dos mais fascinantes paraísos do Pacífico Sul, com os seus mil e um recifes de corais, águas transparentes e soberbas praias a perder de vista. Há muito vocacionadas para o turismo, nem por isso perderam a sua autenticidade: a generosa natureza dos seus domínios permanece imaculada assim como a exótica e multifacetada cultura do seu povo que ainda evoca eras passadas. Um mundo à parte para umas férias de sonho.

Descrição

As ilhas Fiji situam-se no Pacífico Sul, três mil quilómetros a este da Austrália. O arquipélago integra 322 ilhas, sendo as duas maiores Viti Levu e Vanua Levu, ambas de origem vulcânica. A par das paisagens paradisíacas, as Fiji possuem uma riqueza cultural única que resultou da interessante mistura de influências das mais diversas origens. Partilha muitas das tradições e costumes com as suas vizinhas Melanésia, Polinésia e Micronésia, mas também revela influências indianas, chinesas e, claro, europeias, afinal esteve um longo período sob o domínio do império colonial britânico.

A par de interessantes tesouros históricos e de exóticos costumes, o visitante também se vai surpreender com a imensidão das plantações de cana-de-açúcar e cacau, a principal base de sustentação da economia do país. As solarengas praias e os soberbos recifes de corais são o seu maior cartão de visita. É de facto, um dos melhores lugares do mundo para praticar desportos aquáticos, como o mergulho e o "snorkelling" no topo da lista, logo seguido do "surf". Mas há muito mais para fazer nestas ilhas do Pacífico.

O principal centro turístico é a capital do país, Suva, situada em Viti Levu, a maior ilha das Fiji. É uma cidade surpreendentemente desenvolvida e sofisticada, onde, inclusive, existe uma universidade. Muito colorida e animada, Suva está pejada de exóticos mercados e lojas, onde se pode comprar o belíssimo artesanato das Fiji.

A cidade também possui um interessante património histórico. Na costa ocidental de Viti Levu, a turística Nadi, a terceira maior cidade do país, é o melhor ponto de partida para explorar as maravilhas da ilha. As ilhas Mamanucas, que se estendem junto à costa oeste de Viti Levu, encerram os mais belos recifes de corais do arquipélago. É o destino mais popular entre os adeptos dos desportos aquáticos. Em terra firme podem observar-se várias espécies de aves migratórias e curiosos répteis.

Em Vanua Levu, a segunda maior ilha, o modo de vida dos locais ainda segue ancestrais tradições.

Não faltam inúmeros vestígios arqueológicos a merecer uma visita atenta. Apesar da sua origem vulcânica e de não ter boas praias para descansar na areia, as suas águas transparentes são um convite para passar uma boa parte das férias debaixo de água. Há muito que as ilhas Fiji são um dos destinos mundiais de eleição para férias de sol e praia. As boas infra-estruturas turísticas são já uma realidade num país que soube cativar os visitantes sem perder a sua autenticidade.

Preserva saudáveis as incontáveis belezas naturais mas também o modo de vida tradicional do seu povo. Entre recifes de corais, águas tranquilas e pitorescas aldeias e cidades também está a hospitalidade de um povo encantador.

História

Os primeiros habitantes das Fiji vieram da Melanésia, há cerca de 3500 anos atrás, e estabeleceram uma hierarquia social baseada em clãs. Pouco se conhece da história e dos indígenas destas ilhas antes da chegada dos europeus, em meados do século XVII. As trocas comerciais eram a base do relacionamento entre a comunidade indígena e os ocidentais. Um relacionamento que correu razoavelmente até que foram implantadas as primeiras plantações nas ilhas, nos anos 60 de 1800. Os desentendimentos entre os chefes dos clãs e os europeus tornaram-se uma constante por causa da questão da propriedade da terra. Entretanto, o Pacífico passava a ser alvo de atiçadas rivalidades entre as principais potências do velho continente.

E em 1874, as Fiji acabariam por vir parar às mãos da Grã-Bretanha. Para desenvolver as plantações (açúcar, algodão e cacau) nas ilhas, os britânicos importaram uma larga quantidade de trabalhadores indianos para a nova colónia. Por volta da década de 20 do século XX, a comunidade indiana das Fiji já ascendia às 60 mil pessoas. As tensões entre indianos e os clãs indígenas foram se agudizando ao longo dos tempos. Mesmo depois da independência do país, em 1970, o conflito entre as duas principais comunidades, a nativa e a indiana, continua a ser um dos principais factores de destabilização nas Fiji. Nos 17 anos que se seguiram à independência, o conservador Partido da Aliança governou o país sem interrupções.

A política externa era claramente (e ainda é) pró-ocidental e girava em torno do desenvolvimento de alianças regionais. O país faz parte da Commonwealth, organização da qual foi temporariamente suspenso em 1987 e, mais recentemente, em 2000. A suspensão em 1987 seguiu-se às eleições gerais desse ano, que retiraram do poder o Partido da Aliança. Saiu vitoriosa a coligação entre o principal partido de etnia indiana, o Partido da Federação Nacional, e o Partido Trabalhista, de cariz multicultural.

O novo Governo tinha uma maioria de ministros indianos, facto largamente reprovado pelos nativos mais nacionalistas (conhecidos como Taukei). Aliás, foi essa a gota de água que originou um golpe de estado armado, liderado por Sitiveni Rabuka e que pretendia assegurar a preservação dos direitos dos Taukei. Rabuka declarou-se chefe de um governo militar provisório e introduziu uma nova constituição que estabelecia para a nova assembleia a criação de blocos de lugares específicos para grupos étnicos, garantindo assim uma maioria Taukei no Parlamento.

As eleições de 1992, que mantiveram esse formato parlamentar, deram o poder à coligação dominada pelo principal grupo étnico Fiji, o Sqosoqo ni Vakavulewa ni Taukei (SVT). Rabuka assumia oficialmente a liderança. No entanto, pressões internas e internacionais obrigaram o governo de Rabuka a fazer várias alterações à constituição, para garantir direitos iguais para todos.

Em 1998, altura em que a versão revista se tornou efectiva, a popularidade do governo tinha diminuído bastante por causa da fraca performance económica do país. O Partido Trabalhista reunia então todas condições para, nas eleições seguintes, garantir a maioria absoluta e colocar na função de primeiro-ministro um indiano. Um resultado muito contestado pelos militantes Taukei. Em Maio de 2000, um novo golpe de estado volta a desequilibrar o país.

Os rebeldes fazem reféns os membros do governo exigindo o cumprimento de certas questões. Os outros centros de poder do país, o Exército e o Grande Conselho dos Chefes, reagem cautelosamente. Durante dois meses o país vive num impasse. Depois de cumprir parte das exigências dos rebeldes, os militares tomam o controlo da situação em inícios de Julho. Umas semanas mais tarde os rebeldes são presos e instala-se um governo provisório liderado pelo político Taukei Ratu Josefa Iioilo.

Depois das eleições de Agosto de 2001, subiu ao poder um governo de coligação formado pelo Partido da Aliança e pelo Partido Unido Fiji.

O que visitar

Suva

A capital das Fiji, Suva, fica situada na costa sudeste da ilha de Viti Levu. Enquanto Nadi, na parte ocidental desta ilha, é o centro de turismo do país, Suva é o centro político e administrativo e também o principal porto do arquipélago. Metade da população das Fiji concentra-se na capital e nos seus subúrbios.

Suva é uma das maiores e mais sofisticadas cidades do Pacífico Sul, tanto que é ali que está instalada a Universidade do Pacífico Sul. Vale a pena visitar o fascinante Museu Fiji e os inúmeros edifícios coloniais. É uma cidade multicultural, com inúmeras mesquitas, templos, igrejas e centros culturais. A Catedral Católica Romana (1902) é um dos seus ex-líbris. Na encantadora zona ribeirinha da cidade, o Mercado Municipal de Suva é de visita obrigatória, com o seu animado colorido de bancas de exóticas frutas e vegetais, peixes, mariscos e especiarias.

Suva

A capital das Fiji, Suva, fica situada na costa sudeste da ilha de Viti Levu. Enquanto Nadi, na parte ocidental desta ilha, é o centro de turismo do país, Suva é o centro político e administrativo e também o principal porto do arquipélago. Metade da população das Fiji concentra-se na capital e nos seus subúrbios. Suva é uma das maiores e mais sofisticadas cidades do Pacífico Sul, tanto que é ali que está instalada a Universidade do Pacífico Sul.

Vale a pena visitar o fascinante Museu Fiji e os inúmeros edifícios coloniais.

É uma cidade multicultural, com inúmeras mesquitas, templos, igrejas e centros culturais. A Catedral Católica Romana (1902) é um dos seus ex-líbris. Na encantadora zona ribeirinha da cidade, o Mercado Municipal de Suva é de visita obrigatória, com o seu animado colorido de bancas de exóticas frutas e vegetais, peixes, mariscos e especiarias.

Grupo Mamanuca

As Mamanuca são um conjunto de pequenas ilhas que se situam mesmo junto à costa ocidental de Viti Levu e de fácil acesso via barco a partir de Nadi. Pode-se fazer uma viagem de um dia para as conhecer mas também é possível ficar num dos vários "resorts" que as ilhas oferecem.

As ilhas são muito populares para quem gosta de mergulho, "snorkelling", "surf" ou simplesmente de se estender nas belas praias de areais brancas. Os maravilhosos recifes e os coloridos peixes destas águas fazem do "snorkelling" uma das actividades preferidas dos visitantes. Apenas algumas das ilhas, como Monu e Monuriki, encerram grandes áreas de floresta nativa que constituem "habitat" de muitas espécies de aves e répteis.

Sigatoka

Sigatoka é uma pequena cidade situada na costa sul de Viti Levu, 61 km a sul de Nadi e 127 km a ocidente de Suva, e que se estende ao longo das margens do segundo maior rio das Fiji. É, essencialmente, uma comunidade de agricultores, mas também concentra inúmeros serviços que dão apoio aos "resorts" da Coral Coast. Existe um animado mercado, uma grande mesquita e alguns lugares para ficar e comer.

Um dos locais mais fantásticos é a estranha e fantasiosa mansão que se impõe no alto de uma colina sobranceira à cidade. Sigatoka é um bom ponto de partida para explorar as enormes dunas de areias que se encontram às portas da cidade, toda a costa sul da ilha e o Vale Sigatoka, uma faixa de terra muito fértil que encerra cerca de 200 locais de interesse cultural e arqueológico, incluindo o Forte Tavuni Hill, construído no século XVIII.

Nausori Highlands

No interior da ilha de Viti Levu os visitantes encontram fantásticas paisagens e as aldeais remotas das Nausori Highlands, sendo a de Navala, talvez, a mais pitoresca de todas as aldeias das Fiji. Enquanto a maior parte dos habitantes das ilhas já preferem o cimento armado, quase todas as casas de Navala são "bures" tradicionais arranjados em volta de avenidas com um passeio central que desce em direcção ao rio.

Não aparecem muitos visitantes e é de boa educação perguntar pelo chefe da aldeia para lhe pedir autorização para visitar e tirar fotografias da aldeia. Mais a ocidente, a aldeia de Bukuya também merece uma visita.

Melhor altura para visitar

O clima tropical temperado faz das Fiji um óptimo destino em qualquer altura do ano, mas o ideal é visitar o país durante a estação seca, entre Maio e Outubro: as temperaturas são mais frescas, há menos humidade e chuva, além de menores possibilidades de ocorrerem ciclones.

Actividades

As Fiji são um paraíso para as actividades ao ar livre. Os inúmeros recifes que as ilhas encerram são esplêndidos para desportos aquáticos. Algumas praias oferecem óptimas ondas para a prática do "surf", embora seja preciso um barco para sair das zonas de recife e chegar à linha de rebentação. Em terra firme, os visitantes podem andar de bicicleta, fazer "trekking" e montar a cavalo, ou então, observar as aves autóctones e explorar as várias estações arqueológicas das Fiji.

Como deslocar-se

Estrategicamente localizadas no centro do Pacífico Sul, as Fiji são um dos principais pontos de escala das carreiras áreas que passam pela região.

Estão muito bem servidas por carreiras áreas internacionais que, na sua maioria, aterram no Aeroporto Internacional de Nadi, a 9 km do centro da cidade. As viagens dentro do país estão muito facilitadas graças às boas vias de comunicação.

Os voos domésticos garantem boas ligações entre as ilhas, mas são dispendiosos. Os "ferries" e pequenos barcos locais revelam-se os meios de transporte ideais e também menos dispendiosos para visitar as ilhas. As maiores têm bons serviços de autocarro.

Fonte: www.millenniumbcp.pt

Ilhas Fiji

DADOS PRINCIPAIS

Nome oficial: República de Fiji (Republic of Fiji / Matanitu ko Viti).
Nacionalidade: fijiana.
Data nacional: 8 de outubro (Aniversário de Fiji)
Capital: Suva.
Cidades principais: Suva (67.421), Lautoka (42.917), Nadi (30.791), Labasa (24.137), Nausori (21.645) (1996).
Idioma: fijiano, hindi, inglês.
Religião: cristianismo 52,9%, hinduísmo 38,1%, islamismo 7,8%, sikhismo 0,7%, outras 0,5% (1986).

GEOGRAFIA

Localização: centro-sul da Oceania, oceano Pacífico.
Hora local: +15h.
Área: 18.272 km2.
Clima: tropical.
Área de floresta: 8 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 820 mil (2000), sendo fijianos 49%, indianos 46%, outros 5% (1996).
Densidade: 44,71 hab./km2.
População urbana: 48% (1998).
População rural: 52% (1998).
Crescimento demográfico: 1% ao ano (1998).
Fecundidade: 2,73 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 71/75 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 20 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 7,1% (2000).
IDH (0-1): 0,769 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: República com forma mista de governo (ditadura militar desde 2000).
Divisão administrativa: 5 regiões subdivididas em províncias.
Principais partidos: Trabalhista de Fiji (FLP), Político Fijiano (SVT), da Federação Nacional (NFP), Geral Unido (UGP), da Associação Fijiana (FAP).
Legislativo: não há, eleições previstas para se realizar até 2002.
Constituição em vigor: não há (revogada em 2000).

ECONOMIA

Moeda: dólar de Fiji.
PIB: US$ 1,6 bilhão (1998).
PIB agropecuária: 19% (1998).
PIB indústria: 31% (1998).
PIB serviços: 50% (1998).
Crescimento do PIB: -4% ao ano (1998).
Renda per capita: US$ 2.210 (1998).
Força de trabalho: 310 mil (1998).
Agricultura: cana-de-açúcar, coco, gengibre, arroz.
Pecuária: bovinos, caprinos, aves.
Pesca: 36,4 mil t (1997).
Mineração: ouro, prata.
Indústria: alimentícia (principal: açúcar), vestuário.
Exportações: US$ 393 milhões (1998).
Importações: US$ 612 milhões (1998).
Principais parceiros comerciais: Austrália, Nova Zelândia, Japão, EUA, Reino Unido.

DEFESA

Efetivo total: 3,5 mil (1998).
Gastos: US$ 32 milhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

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