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Locais Turísticos das Ilhas Fiji

Fiji

Capital: Suva
Idioma: fijiano, inglês e hindi
Moeda: dólar fijiano
Clima: tropical úmido
Fuso horário (UTC): +12

Pontos turísticos das Ilhas Fiji

Taveuni

Localizada exatamente onde passa o meridiano de 1800, é a terceira ilha em importância e dimensão, mas é considerada a melhor ilha para a prática do mergulho.

Ilha de Bequa

Habitat da tribo dos Sawaw, a quem, segundo a lenda, uma divindade deu a a capacidade de caminhar sobre o fogo. A “prova do fogo” ocorre somente em ocasiões especiais.

Ilhas Yasawa

Com um dos melhores climas de Fiji, ou seja, pouca chuva e muitos dias ensolarados, e longas praias de areia branca e águas transparentes onde se pode observar os corais, esse grupo de ilhas é considerado o que melhor representa o Pacífico Sul.

Fonte: www.geomade.com.br

Locais Turísticos das Ilhas Fiji

Inciaremos nosso percurso pela ilha de Viti Levu (a maior), nas povoações de Suva, Nadi e Lautoka. Daqui viajaremos para as ilhas de Vanua Levu e Vatulele, para depois continuar pelas ilhas que formam o Grupo de Lomaviti. A nossa viagem finda nas formosas ilhas do Grupo Yasawa.

ILHA DE VITI LEVU

Viti Levu (Grã Fiji) é a maior, a mais antiga e a mais povoada das ilhas do arquipélago. Sua forma oval abrange 10.400 quilometros quadrados, com comprimento máximo de 146 quilometros e largura de 106.75% da população de Fiji mora aquí, pois a ilha é o centro político e administrativo do país.

SUVA

A capital de Fiji é uma das mais importantes do Pacífico Sul e um importante centro de referência na região: nela está a Universidade do Pacífico Sul e numerosas embaixadas estrangeiras. Em Suva e seus arredores vivem umas 150.000 pessoas, o que representa mais da metade da população urbana de Fiji. É uma cidade multi-racial e multi-cultural, e abundam as igrejas, mesquitas e templos.

Suva possui magnífica paisagem, e através da baia observam-se as montanhas em volta. Aloja uma peculiar arquitetura, mistura do passado colonial com mansões e jardins e as construções indígenas.

Vitória Parade é a maior rua de Suva, e nela alinham-se lojas, bancos, clubes noturnos e significativos prédios coloniais, como o Hotel Grand Pacific e a Antiga Casa do Governador, onde mora atualmente o Presidente do país. Junto encontram-se os Jardins Botânicos Clock Tower e os Jardins de Thurston, o botânico britânico que introduziu numerosas espécies na região. Nos terrenos destes jardins pode-se visitar o Museu de Fiji, que contém uma fabulosa coleção de instrumentos rituais dos nativos fijianos e uma completa mostra das diversas influências das culturas que em um momento ou outro da história chegaram à ilha.

No final de Vitória Parade encontra-se o malecão do porto, desde onde avistam-se as montanhas, entre as quais destaca o Polegar de Joske. Pelo passeio do porto chega-se ao Mercado Municipal de Suva, onde vende-se todo tipo de frutos, hortaliças e especiarias em meio de uma autêntica mistura de raças. Este é um bom lugar para adquirir a tradicional Kava.

Na Cumming Street encontra-se o edifício Morris Hedstrom (1918), característico pela fachada veneziana. No fim da rua, a Igreja Católica, de princípios do século. Muito perto estão também os emblemáticos edifícios da Fiji International Communications e a antiga Prefeitura, de arquitetura vitoriana.

A melhor mostra da fusão das arquiteturas fijiana e ocidental é o Complexo do Parlamento em Battery Road.

Partindo da capital, existem numerosas opções para realizar trajetos pelos arredores, que garantem a diversão e admiração de magníficas paisagens.

NADI

Outra das cidades importantes da ilha e mais frequentada pelo aeroporto internacional é Nadi. A maioria dos habitantes são hindus, o qual a converte em um importante centro religioso.

A cidade vive quase do turismo e, embora não contém muitos atrativos, é uma boa base para organizar viagens pela ilha. A rua principal está lotada de lojas livres de impostos e lojas de souvenirs.

No fim da rua encontra-se a principal atração de Nadi, o Templo Sri Siva Subramanyia Swami, um centro religioso de culto hinduísta dedicado ao deus Murugan. Os artistas que o construiram e os materiais empregados foram todos trazidos da Índia, como também o grande sacerdote que fez a inauguração em 1994. É um colorido monumento cheio de obras de arte, com o marco incomparável das montanhas nas costas.

Outro dos pontos de interesse é Waqadra Garden, jardim botânico rodeado de árvores de bambú, hibiscos, orquídeas e árvores de anacardos e de teka.

LAUTOKA

Lautoka é a segunda cidade em importância das Fiji, com uma população de 40.000 habitantes. É ponto de saída de muitos cruzeiros para as outras ilhas do grupo. Situada a 24 quilometros do aeroporto internacional de Nadi, o turismo faz uma parte importante de sua economia, embora segue sendo uma cidade eminentemente açucareira, encontrando-se nela algumas das principais fábricas de açúcar do hemisfério sul. De fato, uma das maiores atrações da cidade é a fábrica de açúcar da Fiji Sugar Corporation durante a época da safra. Deve chamar ao 60800 para marcar visita.

A 10 quilometros para o interior, o Abaca Cultural and Recreational Park representa uma magnífica opção para o ecoturismo, pois oferece imexoráveis facilidades, em meio de uma espetacular natureza para o senderismo, montanhismo e a arqueologia.

Querendo desfrutar de praia, Saweni Beach é a melhor extensão de areia entre Nadi e Lautoka, muito popular entre os regionais e ideal para passar um fim de semana em algum de seus muitos apartamentos e campings. No caminho para esta praia fica South Sea Orchids, propriedade dos descendentes do intérprete do tratado de cessão das ilhas à coroa, e que contém belos jardins e uma magnífica coleção de orquídeas.

Vuda Point é a península entre Nadi e Lautoka, e tem um grande valor histórico, pois aqui é onde parece que chegaram os primeiros melanésios.

ILHA DE VANUA LEVU

Vanua Levu ("Grã Terra") é a segunda maior ilha do arquipélago e a segunda também em população. Tem a metade da extensão de Viti Levu, e está menos desenvolvida, com exceção de Savusavu e arredores, embora devido à aproximidade com a ilha maior cada dia atrai mais turistas. A ilha é de origem vulcânica e tem poucas praias de areia, mas oferece magníficas oportunidades para o snorkeling e o mergulho, a observação ornitológica e os passeios em kayak. Os nativos estão pouco acostumados ao turismo, pelo que não pode-se fazer excursões para o íngreme interior sem a permissão dos proprietários das terras. Há lugares arqueológicos interessantes perto de Savusavu e em Wasavula.

Savusavu é o segundo maior assentamento urbano de Vanua Levu (uns 2.000 habitantes), e está situada na península que divide sua baia do mar de Koro. A cidade tem uma rua principal que corre paralela à costa, um mercado e um porto. No outro lado da baia extende-se uma cadeia de colinas desde onde apreciam-se espetaculares pôr do sol.

A península de Tunuloa encontra-se ao sudeste da ilha, e é uma boa zona para observar aves, fazer senderismo ou explorar estações naturais em veículos de terreno. Recomenda-se especialmente a Hibiscus Highway, uma estrada de areia e pedras desde onde observam-se inacreditáveis paisagens marinhas e selvagens. A estrada acaba na charmosa baia de Buca. Ao sudeste de Buca, em Dakuniba, pode-se contemplar inscrições em pedras de origem muito antiga.

Labasa, ao noroeste da Vanua Levu, é a maior cidade da ilha. Foi um importante centro açucareiro, e ainda conserva pegadas arquitetônicas do esplendor passado. É um importante centro administrativo, e sua população é maioritariamente de origem hindu. A dois quilometros ao sul da cidade encontra-se o lugar cerimonial de Wasavula, uma construção religiosa de grande interesse arqueológico. A um quilometro e meio ao leste, as Fontes Termais de Waiquele são sinais característicos da origem vulcânica da ilha.

ILHA DE VATULELE

Vatulele está 32 quilometros ao sul da costa de Viti Levu, na altura de Korolevu, ao oeste da Lagoa de Beqa. Tem 13 quilometros de longitude e uma superfície de 31 quilometros quadrados. A ilha tem quatro povoados que somam apenas 1.000 habitantes, além de um exclusivo resort. A ilha é conhecida pelos sítios arqueológicos. Uma impressionante barreira de coral de três quilometros de longitude forma uma paradisíaca lagoa de águas turquesas frente à costa.

ILHAS DE LOMAIVITI

O grupo das Lomaiviti, ao leste de Viti Levu, é conhecido também como o Grupo Central. Tem sete ilhas principais e muitas outras pequenas. Ovalau é a principal de todas, e ao sul dela encontram-se Motoriki, Caquelai e Leluvia. Gau é a mais meridional e é eminentemente vulcânica; Nairai e Batiki estão rodeadas de arrecifes de coral; Magokai, ao nordeste de Levuka, é um antigo leprosário, e Wakaya e Koro estão começando a promover-se turisticamente.

A paisagem vulcânica de Ovalau e o valor histórico da capital, Levuka, definitivamente fazem-na valedora de uma pausada visita.

LEVUKA

Levuka é o centro agro-cultural, educativo e administrativo do grupo de Lomaiviti e outras partes da divisão oriental de Fiji. Apesar disto e de ser um dos portos de entrada ao país, apenas 3.000 pessoas vivem na cidade e nos arredores. Seu porto está protegido por uma magnífica barreira de arrecife coralino.

Levuka pode ser conhecido a pé, e o lugar mais indicado para começar é o Cessiom Site, onde assinou-se a cessão das ilhas à Inglaterra. Está rodeado de uma cerca e lá encontra-se três grandes pedras com placas comemorativas da assinatura. Outro lugar a atrair a curiosidade dos visitantes é a Pacific Fishing Company (PAFCO), que emprega quase 30% da população de Levuka, e onde são processadas e enlatadas, por ano, 15.000 toneladas de atum procedentes de todo Fiji e outras ilhas do Pacífico Sul. Mais de 30 marcas diferentes saem desta feitoria.

Ao longo de Beach Street pode-se contemplar os melhores exemplos da arquitetura vitoriana da época dourada da cidade. Destacam entre estes edifícios o do antigo estabelecimento comercial de Morris Hedstrom, a estação da polícia e o Ovalau Club.

O Museu e Biblioteca de Levuka têm uma curiosa coleção de objetos nativos e europeus que encenam a história da cidade até nossos dias. Entre os edifícios religiosos não há que deixar de ver a Igreja do Sagrado Coração (1858) ou o Colégio e Convento Marista (1891) fundado por maristas franceses procedentes da Austrália.

A Igreja Metodista de Navoka (1860) é uma das mais antigas das Fiji, igual que o Royal Hotel (1864), com sua estrutura de madeira completada com pedra e coral. Para o viajante físicamente apto é muito recomendável subir os 199 degraus da Missão Hill, desde onde contempla-se uma magnífica vista da cidade e arredores.

A principal excursão a realizar desde Levuka vai através da selva e de um vulcão extinto à vila de Lovoni. No meio da ilha de Ovalau, Lovoni está encaixada na mesma cratera do vulcão. Não tem alojamento para turistas, e a ela chega-se só em excursões desde Levuka. Além da paisagem convém ver o Chief's Burial Site e a Fortificação de Korolevu Hill, mostras do bravo passado do clã de Lovoni, o único de Fiji que jamais foi derrotado pelo guerreiros de Cakobau.

A 17 quilometros de Levuka, frente à ilha de Naigani, pode-se desfrutar de Rukuruku, uma praia de areia preta vulcânica muito tranquila.

ILHA DE WAKAYA

Também dentro do grupo das Lomaiviti, Wakaya é uma belíssima ilha de 880 hectares, propriedade de David e Jill Gilmour. Está situada a uns 20 quilometros ao leste de Ovalau, sendo visível desde Levuka. Possui bosques, rochedos, formosas praias de areia branca e alguns lugares arqueológicos de importância e, sobre tudo, as mansões de muitos milionários com sua correspondente marinha.

Pode-se chegar à ilha em avião pequeno desde o aeroporto internacional de Nadi ou em trajeto de 20 minutos e em lancha rápida desde Levuka.

OUTRAS ILHAS DE LOMAIVITI

Outras ilhas do grupo de Lomaiviti são Yanuca Lailai (Ilha Perdida), onde pode-se praticar o snorkeling; Moturiki, Caqelai, propriedade da Igreja Metodista de Fiji e com magníficas praias de fina areia e ambiente amistoso e distendido; Leluvia é uma pequena e formosa ilha coralífera que aos poucos vai sendo acondicionada para o turismo organizado.

A ilha Naigani, também conhecida como a ilha do mistério, é uma belíssima formação montanhosa na metade de caminho entre Ovalau e Viti Levu. São 220 hectares de magníficas praias, lagoas e um estupendo arrecife coralífero.

Namenalala é uma ilha vulcânica de 44 hectares a 25 quilometros ao sudeste da costa de Vanua Levu, na barreira coralífera de Namena. A ilha tem também uma reserva ideal para a observação ornitólógica e o trekking. Tartarugas verdes depositam seus ovos nas praias entre os meses de novembro e março.

ILHAS DO GRUPO YASAWA

O Grupo de Yasawa é uma cadeia de 20 ilhas vulcânicas a extender-se quase em linha reta 90 quilometros no Great Sea Reef. As ilhas mais para o sul começam a 40 quilometros ao noroeste de Viti Levu. Das 17 ilhas do grupo há seis principais. Possuem espetaculares praias de areia fina e branca, lagoas de água transparente e um relevo selvagem montanhoso, tudo faz delas um dos principais destinos turísticos do arquipélago.

A ilha de Wayasewa, também conhecida como Wayalailai (Pequena Waya), é a ilha principal mais meridional. Tem uma importante formação coralífera nas costas, assim como, magníficas praias.

Waya possui formosas colinas selvagens, praias e lagoas. Há nela quatro povoados indígenas e vários resorts.

A ilha Tavewa não tem população indígena, apenas três hotéis econômicos, ideais para mochileiros, embora as vezes devam estar um tanto massificados, e uma estação de mergulho.

Sawa-I-Lau é uma pequena ilha de rocha caliça cujo maior atrativo são as grutas alagadas de água cristalina onde pode-se nadar e apreciar as enigmáticas pinturas e inscrições nas paredes.

Nanuya Levu, também conhecida como "Turtle Ilhand" é uma ilha de propriedade privada de 200 hectares de extensão. Tem praias arenosas protegidas, uma formosa lagoa azul e escarpados rochedos vulcânicos.

Yasawa é a mais setentrional das ilhas, e nela há quatro pequenos povoados e um hotel de luxo.

Fonte: www.rumbo.com.br

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