Esponjas são organismos dominantes em muitos habitats marinhos bentônicos. A maioria dos litorais rochosos abrigam um grande número de espécies, e elas são também abundantes em tôrno da Antártida, onde boa parte do substrato consolidado deve-se a uma espessa camada de espículas silicosas. Pouco se sabe sobre suas taxas de crescimento, mas os dados disponíveis sugerem uma grande variação entre as espécies. Por exemplo, a esponja Terpios sp. das Filipinas cresce até 2.3 cm por mês sobre corais, hidrocorais, moluscos e algas, matando-os através da liberação de uma toxina e por sufocamento. De modo geral as esponjas parecem ser animais bastante estáveis e de vida longa. Embora algumas espécies tenham um ciclo de vida anual (por exemplo, Sycon sp), estimativas baseadas em taxas de crescimento conferem idades acima de 1500 anos a indivíduos algumas espécies (Lehnert & Reitner, 1997). Se confirmadas estas estimativas as esponjas seriam os animais com tempo de vida mais longa do planeta.
Vários animais se alimentam de esponjas, embora o dano causado por estes predadores seja geralmente pequeno. Alguns moluscos, ouriços e estrelas-do-mar, além de peixes tropicais (donzelas, peixes-borboleta) e tartarugas, comem esponjas. Muitas espécies são totalmente expostas aos predadores, e na impossibilidade de bater em retirada apresentam mecanismos alternativos de defesa contra a predação excessiva. O mecanismo primário de defesa das esponjas é de natureza química. As esponjas produzem uma ampla gama de compostos tóxicos, alguns bastante potentes. Espécies de alguns gêneros como Tedania e Neofibularia, podem mesmo causar dermatites dolorosas em seres humanos. Muitas espécies produzem compostos com atividade antimicrobiana (antibacteriana, antifúngica, antiviral). Além de defesas antipredação e contra infecções microbianas, as toxinas de esponjas servem também para a competição por espaço com outros invertebrados, como briozoários, ascídias, corais e até mesmo outras esponjas. Isto permite a algumas esponjas crescer rapidamente e recobrir a fauna e a flora adjacentes.
Relações de comensalismo envolvendo esponjas são muito comuns. O intrincado sistema de canais das esponjas e suas defesas antipredação as tornam excelentes refúgios para uma horda de invertebrados menores (crustáceos, ofiuróides, poliquetos) e alguns peixes (gobídeos e blennídeos). Várias espécies dependem dessa proteção das esponjas em sua fase de juvenis para manterm suas populações em níveis estáveis. Por exemplo, conhece-se um peixe no Japão que desova dentro de uma esponja (Mycale adhaerens), valendo-se da química desta espécie para a proteção de seus ovos. Outros organismos usam as esponjas como cobertura ou camuflagem, como os caranguejos do gênero Dromia, que recortam pedaços de esponjas de diversas espécies e os posicionam sobre sua carapaça. Outras associações muito comuns são aquelas envolvendo esponjas e microorganismos endossimbiontes, principalmente bactérias e cianofíceas. Presumivelmente, a matriz extracelular das esponjas provê um meio rico para o crescimento das bactérias, e o hospedeiro se beneficia de um estoque de bactérias utilizável em sua nutrição. As esponjas são os únicos metazoários conhecidos a manter relações simbióticas com cianofíceas, que produzem glicerol e compostos fosfatados para a nutrição das esponjas. Esponjas portadoras de cianobactérias funcionam como produtores primários, e apresentam um crescimento rápido e alta produtividade primária em recifes de coral.
As esponjas perfurantes (gêneros Cliona e Aka) escavam galerias complexas em substratos calcáreos como corais e conchas de moluscos. Apesar de causarem danos significativos às culturas comerciais de ostras, a biorosão causada por estas esponjas em recifes de coral auxiliam no processo de crescimento do recife. O processo de perfuração envolve a remoção química de pastilhas de carbonato de cálcio que contribuem para a deposição de sedimentos no local. Esse sedimento será depois reincorporado ao recife pelo processo de cimentação, que envolve fatores físicos, químicos e biológicos e que é fundamental para o crescimento do recife de coral. As esponjas auxiliam também por crescerem sobre os grãos de sedimento, mantendo-os agregados e estabilizados por mais tempo e facilitando a ação de microorganismos cimentadores.

Algumas espécies de esponjas, principalmente do gênero Spongia e Hippospongia, são ainda hoje usadas como esponjas de banho apesar da concorrência das esponjas artificiais. Este uso data da antiguidade, tendo várias menções ao fato sido feitas pelo filósofo grego Homero. O apogeu da pesca e cultivo comercial de esponjas deu-se na década de 1930, tendo feito muitas fortunas na Flórida, em Cuba, nas Bahamas, e na Tunísia. No Caribe este apogeu foi seguido por duas epidemias, causadas por um agente não determinado, em 1938 e 1947. Após isso as populações locais nunca mais voltaram à abundância anterior e o consequente aumento da coleta no Mediterrâneo acarretou um declínio nas populações nativas deste local. A isso somaram-se infestações bacterianas entre 1986 e 1990, que colocaram a pesca de esponjas e a indústria da espongicultura nos modestos níveis de atividade atuais, ou seja, produzindo cerca de 10% do material comercializado nos anos 30. Ainda assim, as esponjas naturais são de qualidade superior às sintéticas, sendo muito valorizadas. Para se ter uma idéia, em 1985 o preço do kilograma de esponja bruta importada pela França variava entre US$ 16 e US$ 86, dependendo de sua qualidade. Não se conhecem no Brasil localidades com abundância de esponjas de banho, mas é possível que uma espongicultura fosse viável.
Por serem organismos sésseis e filtradores, a repartição espacial das esponjas é fortemente influenciada pela qualidade da água, especialmente pelo seu conteúdo em partículas orgânicas e minerais, poluentes e materiais orgânicos dissolvidos. Elas são portanto boas indicadoras da qualidade da água, e seu uso no monitoramento ambiental tem sido recomendado por alguns pesquisadores.
As esponjas produzem uma grande diversidade de metabólitos secundários, muitos dos quais têm estruturas originais de grande interesse para a farmacologia e a pesquisa biomédica. Esses compostos representam um importante recurso natural, pois podem levar à produção de medicamentos mais eficazes contra o câncer e outras doenças graves, como as causadas por vírus, bactérias ou fungos. As esponjas são um dos grupos de organismos com maior percentagem de espécies produtoras de compostos antibióticos, antitumorais e antivirais. Outros invertebrados como briozoários, ascídias e cnidários não têm tantas espécies com compostos ativos, nem um espectro tão amplo de atividades quanto as esponjas.
A atividade antifúngica é menos frequente em esponjas do que a antibacteriana. Cerca de uma dúzia de espécies do litoral sudeste têm atividade antifúngica demonstrada. Estes recursos podem ser explorados por meio de cinco métodos básicos: extrativismo direto, síntese química, aquacultura, engenharia genética, e cultura de células. Cada um destes métodos tem suas vantagens e dificuldades, e a forma mais eficaz de exploração pode ser diferente para cada espécie ou envolver o emprego de mais de uma técnica entre as cinco citadas acima. Suas peculiaridades fazem das esponjas de modo geral um recurso renovável com amplo espectro de aplicações. A utilização efetiva desses animais no Brasil é porém ainda bastante reduzida.
Fonte: acd.ufrj.br
Os poríferos ou espongiários (esponjas) constituem-se nos animais menos evoluídos de todos. São multicelulares, mas suas células não formam tecidos bem definidos e muito menos se estruturam em órgãos. A sua constituição é muito simples. Por isso, muitos especialistas preferem distingui-lo dos outros grupos de animais, dividindo o reino Metazoa em dois sub-reinos: O Parazoa (onde se situam os poríferos) e o Eumetazoa (que engloba todos os demais filos).
Os poríferos (do latim porus, ‘poro’, ‘orifício’, e ferre, ‘que transporta’, ‘portador’) são todos de habitat aquático, predominantemente marinhos, vivendo presos às rochas ou outros substratos do fundo do mar ou dos rios. Têm o corpo perfurado por grande número de poros, por onde entra a água (poros inalantes ou óstios) e um único poro grande exalante (o ósculo), pelo qual sai a água de percorrer a cavidade central do corpo.
Os poríferos não possuem sistemas (digestivo, respiratório, nervoso e reprodutor). Eles realizam a digestão intracelular. A respiração e a excreção se fazem por difusão direta entre a água circulante e as sua células.
O corpo de uma esponja apresenta um revestimento esterno de células achatadas — a epiderme —, um revestimento interno com células flageladas e providas de gola ou colarinho, chamadas coanócitos, e uma camada intermediária na qual se encontram células móveis que se deslocam intensamente por meio de pseudópodos — os amebócitos. No mesênquima, pode-se encontrar uma espécie de arcabouço ou silicosas e uma rede de uma proteína específica chamada espongina. Assim, distinguem-se esponjas rígidas (calcárias e silicosas) e esponjas macias (esponjas córneas). Estas últimas, muito usadas no banho, não possuem espículas e a sustentação do corpo é feita tão-somente pela rede de espongina. No mesênquima, além dos amebócitos encontram-se as células formadoras das espículas e células geradoras dos gametas (mas não há "gônodas" propriamente).
A água ambiental penetra na esponja pelos poros inalantes, percorre os canais do corpo e alcança uma grande cavidade central — o átrio ou espongiocele. Os coanócitos revestem o átrio e, em muitos casos, pequenas câmaras que ficam no trajeto dos canais. O agitar dos flagelos dessas células provoca um fluxo de circulação da água, puxando-a de fora para dentro do corpo. Os coanócitos, além disso, retêm as partículas alimentares trazidas pela água e as digerem em vacúolos digestivos. O alimento, total ou parcialmente digerido, é então entregue aos amebócitos do mesênquima, a fim de estes concluam a digestão ou simplesmente o distribuam para todas as outras células. O oxigênio é retido por difusão direta pelas células, da mesma forma como são expelidos os excretas. Estes últimos vão ao exterior arrastados pela água que sai pelo ósculo.
Os poríferos se dividem em três tipos: Áscon (do grego, ‘saco’, ‘odre’), Sícon (do grego sykon, ‘figo’) e Lêucon (do grego leukos, ‘branco’).
A forma primitiva dos espongiários é a de um tubo ou vaso, fixado no substrato. Na extremidade apical aparece uma grande abertura — o ósculo — que serve para a saída da água que continuamente atravessa o corpo da esponja. A parede do corpo é provida de um grande número de poros (daí o nome de porífera), através dos quais penetram água e partículas alimentares.
Nos áscon, bem como nos outros dois tipos, não existem órgão diferenciados, mas, distinguem-se diversos tipos celulares adaptados a determinadas funções. A parede do corpo é formada por duas camadas celulares. A camada mais externa é dermal, de origem ectodérmica, e a mais interna, denominada gastral, tem origem endodérmica. Entre as duas camadas celulares, há um mesênquima gelatinoso. A cavidade central do corpo é chamada átrio ou espongiocela. Nas duas camadas celulares e no mesênquima, encontramos os seguintes tipos celulares:
Pinacócitos: são células achatadas que, justapostas, formam a camada dermal.
Coanócitos: são células flageladas e providas de um colarinho, uma formação membranosa que envolve o flagelo. Revestem a cavidade atrial e constituem a camada gastral.
Porócitos: são células, percorridas por uma perfuração cônica. São estas perfurações dos porócitos que constituem os numerosos poros que ligam o átrio ao meio externo.
Miócitos: são células alongadas e contrácteis, que formam esfíncter em torno dos poros e do ósculo.
Amebócitos: células, situadas no mesênquima, que possuem movimento emebóide, realizando várias funções.
Observada externamente, apresenta-se como uma urna alongada, fixada pela extremidade superior, circundado por uma coroa de espículas longas e afiliadas. A superfície do corpo possui numerosas elevações ou papilas, das quais saem pequenas espículas. Entre as papilas aparecem os poros.
Cortada longitudinalmente, apresenta a parede do corpo espessa e com uma série de dobras, formando curtos canais horizontais. Distinguimos dois tipos de canais: inalantes e exalantes. Os primeiros abrem-se na superfície externa e terminam em fundo cego. Os canais exalantes, são internos e desembocam no átrio.
A superfície externa e os canais inalantes são revestidos pela camada dermal, formada por pinacócitos, ficando os coanócitos limitados aos canais exalantes. O mesênquima gelatinoso é bem mais desenvolvido do que no áscon, contém amebócitos e espículas.
É o tipo mais evoluído, o átrio é reduzido, enquanto a parede do corpo é bastante desenvolvida e percorrida por um complicado sistema de canais e câmaras. Os coanócitos encontram-se revestindo câmaras esféricas, também denominada câmaras vibráteis, interpostas num sistema de canais. Os canais partem dos poros e atingem as câmaras transportando água são denominadas inalantes ou aferentes. Das câmaras saem os canais exalantes ou eferentes que atingem o átrio.
Os coanócitos só aparecem nas câmaras vibráteis. Os pinacócitos revestem a superfície externa, o átrio e os diversos canais. No desenvolvimento do mesênquima encontramos amebócitos e espículas.
No brotamento formam-se pequenos brotos laterais que se desenvolvem em novos indivíduos, originando as formas coloniais. Na gemulação formam-se agregados de células amebóides indiferenciadas, envoltas por dura camada de espículas justapostas. As gêmulas constituem formas de resist6encia, pois sobrevivem a condições desfavoráveis de seca e/ou frio. Merece destaque a grande capacidade de regeneração de partes danificadas da esponja.
Os poríferos são hermafroditas, porém não possuem gônadas. Os gametas, que se formam a partir de amebócitos que sofrem meiose, são lançados no átrio, onde ocorre a fecundação. Cada indivíduo apresenta maturação de óvulos e espermatozóides em épocas diferentes, o que evita a autofecundação. O desenvolvimento é indireto: após a fecundação o zigoto se desenvolve em uma larva livre-natante — anfiblástula — que sai pelo ósculo, fixa-se em um substrato e cresce, originando novo indivíduo.
Fonte: members.tripod.com
As esponjas constituem o filo Porífera (do grego poris,poro, e phoros,portador) que significa "esponjoso, poroso". Também são denominados esponjiários ou poríferos.
Elas crescem aderidas ao substratos submersos, tais como pedras, conchas dentre outros. São portanto organismos bentônicos sésseis.
Por não apresentarem quaisquer movimentação ou reação à estímulos, foram durante muito tempo consideradas plantas.
A esponjas se alimentam de partículas que as circundam, filtrando a água que fica ao seu redor. Apresentando assim a nutrição das esponjas.
Em relação a filtragem de água, as esponjas apresentam as seguintes estruturas corporais em relação ao SISTEMA AQÜÍFERO: Sistemas: Asconóide, Siconóide e Leuconóide.
Possuem no seu revestimento a pinacoderme, meso-hilo e o esquleto.
A reprodução nas esponjas engloba a sexuada e a assexuada.
Elas obtêm alimento filtrando a água que fica ao seu redor. O batimento contínuo dos COANÓCITOS (células flageladas, dotadas de uma expansão membranosa em forma de colarinho, que revestem o átrio das esponjas. É o movimento dos flagelos dos coanócitos que cria a corrente líquida que circula através do corpo das esponjas, trazendo partículas nutritivas e oxigênio) , que revestem a cavidade atrial, força a saída de água através do ósculo(orifício oposto à base) e, em conseqüência, faz com que a água ao redor da esponja seja sugada e penetre pelos PORÓCITOS.
OBS: Este COANÓCITO também é responsável pelo deslocamento do espermatozóide.

Nutrição das Esponjas
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Fonte: geocites.com
Os espongiários ou poríferos são animais aquáticos e sésseis, isto é, vivem permanentemente fixados em rochas, no solo submarino, em pilares de ancoradouros, etc. A maioria das espécies vive no mar, apenas uma família é encontrada na água doce. Habitualmente vivem agrupados formando colônias coloridas, lembrando vegetais, com os quais já foram confundidos. A sua natureza animal só foi evidenciada em 1765.
O corpo de uma esponja, de estrutura mais simples, é semelhante a um vaso, preso ao solo, a uma rocha ou a um objeto submerso. Na parte superior do corpo existe uma abertura, o ósculo.
A parede do corpo, constituída por duas camadas celulares, é provida de numerosos poros. A camada celular interna é constituída por coanócitos, células providas de um flagelo envolvido por uma membrana chamada colarinho. A parede corpórea envolve uma cavidade central, o átrio.
Dentre as duas camadas celulares, constituintes da parede do corpo, existe uma substância gelatinosa na qual aparece um esqueleto mineral ou orgânico. O esqueleto mineral é constituído por espículas, enquanto o orgânico é formado por uma rede de uma substância conhecida por espongina. Extremamente macia, tal substância constitui as chamadas esponjas de banho.
A vibração dos flagelos dos coanócitos provoca uma corrente líquida que penetra pelos poros, atinge o átrio e sai através do ósculo. Tal corrente traz partículas alimentares, que são capturadas e digeridas pelos coanócitos.
Os espongiários reproduzem-se assexuada e sexuadamente. A reprodução assexuada ocorre por dois métodos: brotamento e regeneração. No brotamento, o corpo, por meio da região basal, produz brotos, expansões do corpo que crescem e formam novas esponjas.
Normalmente, o brotamento origina uma colônia, pois os novos indivíduos formados permanecem ligados aos ancestrais.
Regeneração é a capacidade de os organismos reconstituírem partes acidentalmente perdidas. Nos espongiários, o processo de regeneração é particularmente notável, já que pequenos fragmentos conseguem regenerar animais completos.
Na reprodução sexuada, células situadas na camada gelatinosa produzem os espermatozóides e os óvulos, células reprodutoras que se unem, originando os ovos. O desenvolvimento do ovo produz uma larva que se locomove por meio de cílios e origina uma nova esponja.
Esponjas, animais quase sem inimigos
Por causa das espículas, poucos animais se alimentam de esponjas.
Em certas épocas do ano, os banhistas não freqüentam as praias do Rio Negro, na Amazônia. É porque as águas estão infestadas de espículas de esponjas.
Na região de Manaus, a coceira desagradável provocada pelas espículas é tratada com banho demorado. A pessoa usa sabão, pirão de farinha-d’-água ou suco de limão para se livrar da coceira.
Outro fato curioso: você pode desmanchar uma esponja inteirinha usando uma tela bem fina para separar as células. Essas células separadas se movimentam e se juntam e, depois de algumas semanas, formam novamente a esponja.
As esponjas são animais que vivem fixos na vegetação submarina ou nas rochas, assemelhando-se a plantas. São raras as contrações do animal e possíveis de observar somente pela análise microscópica de seus poros. Por isso, não se pode perceber a sua natureza animal, razão pela qual apenas em 1765 descobriu-se não serem plantas, estabelecendo-se, em 1857, o seu lugar na escala zoológica.
Dentre outras formas de aproveitamento, pode-se citar a sua utilização na cerâmica amazonense: a cinza das esponjas é misturada com barro para o fabrico de potes, panelas, etc. Na Rússia, as esponjas secas e pulverizadas são vendidas como pó de bandagem, que é utilizado como anti-reumático ou substituto do ruge.
Fonte: www.objetivo.br