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Fitoterápicos: Hamamelis

Hamamelis para problemas de pele

Hamamelis virginiana tem propriedade antibacterianas e anti-inflamatórias. Seu extrato é benéfico para o tratamento de varias doenças da pele.

Em forma liquida ou em creme, hamamelis auxilia a suavizar doenças de pele como eczema, dermatite seborréica e dermatite de contato.

A planta pode suavizar dores, coceiras e inchaços associado com cortes, arranhões, picadas de insetos e queimaduras solares.

Devido a suas propriedades adstringentes, é utilizado em esfoliantes faciais, pelo seu alto nível de taninos nas folhas.

Os taninos ajudam na cicatrização da pele.

Acne

A acne é uma doença de pele causada pelo entupimento dos poros, na maioria dos casos, causadas por excesso de produção da glândula sebácea.

Hamamelis é um adstringente natural. Médicos recomendam para pacientes com problema de acne.

Comparado com os adstringentes potentes tradicionais para acne, hamamelis é muito leve. Adstringentes, como hamamelis retiram o excesso de oleosidade da pele e diminui a inflamação das espinhas.

Fonte: herbario.com

Fitoterápicos: Hamamelis

Hamamelis virginiana é uma espécie de hamamélis, nativa do leste da América do Norte, da Nova Escócia para o oeste para Minnesota, e sul ao centro da Flórida para o leste do Texas.

A árvore pode crescer até 6 m de altura, muitas vezes com um conjunto denso de hastes de sua base. A casca é castanho claro, liso, escamosa.

Os botões são folhagens agudas, felpudas e cor castanho claro. As folhas são ovais, oblíquas na base, aguda ou arredondada no ápice, com uma margem ondulada de dentes ou superficialmente lóbulos, e um curto, robusto pecíolo 6-15 mm de comprimento , a nervura central é mais ou menos peludo, robusto, com 6-7 pares de veias primárias.

Na queda, elas ficam amarelos com manchas de ferrugem.

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Usos

Os nativos americanos produziam extrato de hamamélis, fervendo as hastes do arbusto e produzindo uma decocção , que foi usada para tratar inchaços, inflamações e tumores.

Os primeiros puritanos colonos da Nova Inglaterra adotaram esse remédio dos nativos, e seu uso se tornou amplamente estabelecida nos Estados Unidos.

Um extrato da planta é usado como adstringente.

H. virginiana produz um tipo específico de taninos chamado hamamelitannins. Uma dessas substâncias exibe uma atividade específica citotóxica contra câncer de cólon.

Fitoterápicos: Hamamelis

A casca e as folhas foram usadas por nativos americanos no tratamento de inflamações externas.

Referências

1. ^ um b Flora da América do Norte: Hamamelis virginiana
2. ^ Flora da América do Norte: Hamamelis
3. ^ Missouriplants: Hamamelis
4. ^ um b Keeler, HL (1900). nossas árvores nativas e como identificá-las . New York: Filhos de Charles Scribner. pp 157-160.
5. ^ Anthony C. Dweck, Ethnobotanical uso de plantas, Parte 4: O Continente Americano .
6. ^ Michael C. Bingham, Que bruxa é Hamamélis (e que Dickinson faz)? , Connecticut Business Journal, 20 de outubro de 1997.
7. ^ hamamelitanino de Hamamélis (Hamamelis virginiana) apresenta atividade citotóxica específica contra células de câncer de cólon. Susana Sánchez-Tena, María L. Fernández-Cachón, Anna Carreras, M. Luisa Mateos-Martín, Noelia Costoya, Maria P. Moyer, María J. Nuñez, Josep L. Torres e Marta Cascante, J. Nat.. Prod, Publicação Data (Web):. 4 de janeiro de 2012, doi : 10.1021/np200426k

Fonte: en.wikipedia.org

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Hamamelis virginiana

AÇÃO E INDICAÇÃO

Adstringente, hemostático, venotônica e vaso protetora, aumenta a elasticidade das veias, diminui a permeabilidade capilar. Trata varizes, hemorróidas e flebites. Pode ser associado a outras plantas, como a Castanha da Índia, para problemas circulatórios. Possui ação cicatrizante. Impede a fraqueza capilar em uso externo.

FORMAS UTILIZADAS

Tintura (líquido)
Cápsula (pó)
Cosmecêuticos

O Hamamelis é uma planta arbustiva ou arbórea de pequeno porte, normalmente encontrada com dois a três metros de altura. Raramente alcança sete metros. É nativa da América do Norte, mais especificamente da costa leste, daí o nome virginiana, pois possui uma grande concentração na região da Virgínia, nos Estado Unidos. Foi introduzida na Europa, mais especificamente na Inglaterra, no ano de 1736 e desde então tem sido muito utilizada como planta ornamental em parques e jardins, pois é uma das poucas plantas que conseguem florescer no inverno.

O Hamamelis é uma planta muito empregada tanto pela fitoterapia quanto pela homeopatia, devido ao seu grande valor terapêutico. Praticamente utiliza-se a planta inteira, como folhas, cascas e os galhos. A grande concentração de taninos é sem dúvida o fator responsável pelas suas atividades, sendo que a casca chega a possuir até 12 % de taninos.

No artigo do mês de Agosto escrevemos sobre uma planta brasileira também muito rica em taninos, o Barbatimão e relatamos a importância desta classe de substâncias, aplicadas topicamente na forma de cremes, pomadas ou mesmo alguns tipos de sprays. Os taninos, tanto do Barbatimão quanto do Hamamelis, provocam uma precipitação protéica que torna as camadas superficiais da pele mais seguras, pois provocam um encolhimento das estruturas da pele, além de uma vaso-constrição, diminuindo as hemorragias. A diminuição da permeabilidade vascular é equivalente ao efeito antiinflamatório e a ação de fortalecimento dos tecidos dificulta o desenvolvimento de bactérias, provocando um efeito anti-bacteriano. Além dos efeitos antiinflamatórios e anti-bacterianos, também possui uma ação anestésica local, acalmando a dor e as irritações. Pode ser empregada para controle de diarréias, mesmo quando provocadas por infecção intestinal.

Conhecendo suas atividades, poderemos usar o Hamamelis com muita segurança em vários casos clínicos. É especialmente empregado em hemorróidas, tanto na forma de cápsulas, tinturas, em formulações homeopáticas, na forma de supositórios ou mesmo em cremes de aplicação tópica. Os resultados são praticamente imediatos. Nos casos de varizes, a sensação de "pernas pesadas", pernas cansadas, que se alivia quando as colocamos para cima, o Hamamelis também possui uma ação muito rápida e eficaz.

Às vezes andando pelas ruas, reparo nas pernas de senhoras já idosas, cheias de varizes enormes e fico imaginando a dor e o desconforto que estas pessoas sentem ! E pensar que o Hamamelis, de uma forma tão simples, pode resolver grande parte deste tipo de problema. Não que vá fazer um milagre e eliminar todas aquelas veias estouradas, mas vai impedir o rompimento de novos vasos, desinflamar o local e retirar a dor das pernas, aliviando muito aquela sensação horrível nas pernas.

Pela ação adstringente é muito empregado em casos de hemorragias, tanto internas como externas. Lembro-me bem de um caso que aconteceu com uma senhora que trabalhava em minha casa. Ela já beirava os quarenta anos, e engravidou. Quando já estava com cinco a seis meses de gravidez, começou a ter alguns sangramentos. O caso foi resolvido em dois ou três dias com o uso de Hamamelis na D1, pois mesmo sabendo que é uma planta que não se conhece nenhuma contra-indicação ou interação medicamentosa, procurou-se diluir os princípios ativos e potencializar o seu valor energético, dando uma segurança extra a ela e ao seu bebê.

Ademar Menezes Junior

Fonte: www.oficinadeervas.com.br

Fitoterápicos: Hamamelis

Hamamelis virginiana

Descrição

Da família das Hamameliadáceas, também conhecida como vassoura de bruxa, aveleira de bruxa. A hamamelis é um arbusto ou uma pequena árvore decidua, que frequentemente chega a aproximadamente 6 metros de altura. A planta é encontrada na maioria da América do Norte.

Suas folhas largas e dentadas são ovadas, as flores amarelo-douradas florescem no outono. As frutas em cápsulas marrons aparecem após as flores, e quando maduras lançam suas duas sementes longe da árvore. As folhas, a casca do tronco, e os galhos secos são usados medicinalmente.

Partes Utilizadas - Folhas e a casca.
Habitat: Canadá.

História

A hamamelis e uma planta muito conhecida e com uma longa história de uso nas Américas; Uma fonte lista mais de 30 usos tradicionais da hamamelis incluindo o tratamento das hemorróidas, queimaduras, cânceres, tuberculose, resfriados, e febre.

Tradicionalmente, a hamamelis era conhecida pelos nativos norte-americanos como um tratamento para tumores e inflamações do olho. Seu uso interno era para estancar hemorragias; Os colonos europeus do século XVII aprenderam o valor da planta por suas ações adstringentes, é ainda hoje usada para esta e outras finalidades.

Plantio

Multiplicação: sementes (formação de mudas);

Cultivo

Planta originária da América do Norte. Prefere clima temperado e tolera solos fracos e secos. Planta-se as mudas em setembro e outubro em espaçamento de 8m X 8m.

Colheita

Colhem-se as folhas no verão, galhos e cascas são retirados no outono ou no inverno, quando caem as folhas.

Propriedades

Tônico venoso, hemostático, sedativo ocular.

Indicações

Varizes, flebites, pernas cansadas e hemorróidas. Combate dermatites, eczemas, pele sêca e rugas.

Uso pediátrico

As mesmas indicações possíveis.

Uso na gestação e na lactação

Informação sobre a segurança e eficácia da hamamelis durante a gravidez e a amamentação não foi encontrada. Não se aconselha seu uso.

Principios Ativos

Folhas: Taninos

Hamamelitanino, digaloilhamamelose e outros galotaninos; Casca: hamamelitanino e taninos condensados; Outros componentes: Flavonóides: kaempferol, quercetina: Ácido gálico; Saponinas; Óleo fixo e óleo volátil: safrol, eugenol, resina, cera, e colina; A água de hamamelis é um destilado de vapor do extrato, não contém nenhum tanino.

Modo de usar

Uso interno

tintura: 20 gotas em ½ cálice de água;
extrato fluido: 1 colher de chá 3 vezes/dia;
extrato fluído: 1 g/dose de 2 a 6 vezes ao dia;
extrato seco: 0,50 a 2 g/dia; - pó: 2 a 6g/dia, em doses de 1g;
infusão: 5 g de folhas picadas em 1 xícara de água fervente.Tomar 3 vezes ao dia.
extrato fluido em álcool 45%: 1 g/dose – 2 a 6 vezes ao dia. Uso externo.
tintura: 10 a 60 gotas diluídas em água.
tintura da casca: 2 a 4 ml três vezes ao dia, para bochechos.
loções tônicas, e após barba, géis refrescantes, cremes e loções para peles oleosas: 5-10%.
extrato glicólico: xampus: 2-5%.

Posologia

4 a 5g de planta seca ou 8 a 10g de planta fresca (1 colher de sopa para cada xícara de água) de casca ou folhas em decoto ou infuso para compressas e banhos (usar proporções maiores).

Supositórios que contêm a hamamelis possuem uma dose de 0,1 a 1 gl dose.

Os chás podem ser usados topicamente para o tratamento sintomático da coceira e outras inflamações da pele e preparações oftálmicas; em extratos líquidos, cataplasma, e comumente como a água de hamamelis.

Extrato destilado - obtido dos galhos da planta cortados frescos e ainda parcialmente dormentes. A água de hamamelis é a forma da planta mais frequentemente encontrada comercialmente e é geralmente mantida em casa como um agente tópico de refrigeração ou um adstringente, não contém taninos e pode ser usada internamente.

Contra-indicações/cuidados

Embora o óleo volátil contenha o composto carcinogênico safrole, este e encontrado em quantidades (muito) menores do que as presentes em outras plantas como as do gênero Sassafras. Embora os extratos da hamamelis estejam disponíveis comercialmente, não se recomenda o uso interno destes extratos, pois a toxicidade por taninos ainda não foi bem definida.
Efeitos colaterais: Embora os taninos não sejam absorvidos após a administração oral, doses de 1 g da hamamelis causam a náusea, vômito, ou a constipação possivelmente causando impactações. Danos hepáticos podem ocorrer se muitos dos taninos forem absorvidos. A água de hamamelis não e para o uso interno. Os chás podem ser feitos das folhas e dos galhos disponíveis comercialmente em lojas de alimentos e produtos naturais, porem a segurança do chá ainda não foi definida. Existe pelo menos um relatório disponível que descreve a alergia de contato a hamamelis.

Superdosagem

Uso interno pode causar a náusea, vômito ou a constipação.

Farmacologia: As folhas, a casca, e os extratos da hamamelis possuem propriedades adstringentes e hemostáticas. Estes efeitos foram atribuídos à presença de uma concentração relativamente alta de taninos nas folhas, casca, e extratos.

Os taninos são precipitam as proteínas quando presentes em concentrações adequadas. A água de hamamelis não possui nenhum tanino, porém ainda retém a adstringência. Isto sugere que outros constituintes da planta também possuem qualidades adstringentes. O mecanismo de adstringência da hamamelis envolve uma conglomeração das proteínas da pele, que se tornam fisicamente mais próximas assim, formando um revestimento protetor que promove a cicatrização da pele.

Esta qualidade é desejável no tratamento das hemorroidas (incluindo medidas preventivas contra hemorroidas recorrentes). Um chá da planta foi usado em casos de diarreia, disenteria, e os problemas de colite.

Problemas de pele também são tratados com a hamamelis. Suas propriedades de ressecamento e efeitos adstringentes ajudam no tratamento de inflamações da pele, como o eczema. A ação da hamamelis em lesões da pele também protege contra as infecções. Loções de pele também podem conter a hamamelis com esta finalidade.

Inflamação das membranas mucosas da boca, garganta, e gengivas também podem ser tratadas com um gargarejo de hamamelis. A hamamelis é usada também para tratar as veias danificadas. Sua habilidade de contrair as veias distendidas e restaurar o tom dos vasos é empregada no tratamento das varizes e é também útil em equimoses e torceduras. Esta propriedade hemostática da hamamelis é acreditada parar o sangramento imediatamente e, se usado como um edema, oferecer uma cura rápida para o sangramento de hemorroidas internas.

Na Europa, um extrato alcoólico líquido é usado internamente para tratar as veias varicosas.

Resultados de estudos em animais

Extratos líquidos administrados em coelhos por via paraenteral foi mostrado produzir uma ação vasoconstritora. Resultados de estudos clínicos

Pesquisa da literatura não revela nenhum dado clínico sobre o Uso da hamamelis para qualquer condição médica.

Toxicologia

Fitoterápicos: Hamamelis

Embora o óleo volátil contenha o composto carcinogênico safrole, este é encontrado em quantidades (muito) menores do que as presentes em outras plantas como as do gênero Sassafras.

Fitoterápicos: Hamamelis

Fitoterápicos: Hamamelis

Embora os extratos da hamamelis estejam disponíveis comercialmente, não se recomenda o uso interno destes extratos pois a toxicidade por taninos ainda não foi bem definida.

Fonte: www.plantasquecuram.com.br

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