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SEMIVOGAIS



"Chamam-se semivogais as vogais " i " e "u" (orais ou nasais) quando assilábicas, as quais acompanham a vogal nos encontros vocálicos. (Moderna Gramática Portuguesa-Evanildo Bechara-pág. 38.)"

Nota - Em certos casos a vogal e = i e a vogal o = u

OBSERVAÇÕES

A semivogal "i "ou "e" com som de i na transcrição fonética é representada pelo "Y" ( = iod) em se tratando de ditongo e tritongo.

A semivogal "u " ou "o " com som de "u" na transcrição fonética e representada pelo "w " ( = uau ou vau) em se tratando de ditongo e tritongo.

(Matoso Câmara-Dicionário In verbete "consonantização ")

A letra "M" no final das palavras depois de "e" ou "a " é sempre semivogal.

Atenção: Todas as palavras terminadas em:

-am o "m" é

Semivogal posterior nasal o "m "ou "n" tem som de "U" nasalado e vem representado pelo "w" (vou ou vau) nasalado.

Ex.: faltam, amam

-em-o "m" é

Semivogal anterior nasal o "m " ou "n " têm o som de "i" nasalado.-vem representado pelo "y" (iod) nasalado.

Ex.: Tem, cem
Obs.: Todas as palavras terminadas em

-am-ou-em -an-ou-en

Temos vogal + semivogal, logo temos um ditongo decrescente nasal.

Exemplo

falam /falaw/-/fálã / dizem /dizei/-dizêi/ hífen /ífen

Fonte: www.brazilianportugues.com

SEMIVOGAIS

Fonemas vocálicos com duração de som menor que a das vogais e que nestas se apóiam para constituir sílaba.

Letras Fonemas Representação gráfica Representação fonética
e   -     i /y/ (som de i) boi  

pães

boy

pãys

o    -    u /w/ (som de u) cão

touro

kãw

towro

m * /y/    e    /w/ cantam

sentem

kãtãw

sẽtẽy

n * /y/ hífen ifẽy

 

* São semivogais apenas nos encontros am, em e en, em final de palavra.

Semivogais são fonemas vocálicos, ou seja, fonemas semelhantes às vogais, por terem som de vogal. As semivogais são representadas pelas seguintes letras: 1) e, i, o, u, ao lado de uma vogal, formando sílaba com ela. As semivogais têm som de i (e e i), representadas por y, ou de u (o e u), representadas por w. Por exemplo: pátio. A letra i está ao lado da vogal o, formando sílaba com ela, e tem som de i: patyo. Obs.: As palavras paroxítonas terminadas em ia, ie, io, ua, ue, uo podem transformar-se em proparoxítonas, ou seja, as terminações ia, ie, io, ua, ue, uo podem estar na mesma sílaba ou em sílabas separadas. Por exemplo, a palavra drágea pode ter assim suas sílabas separadas: drá-gea ou drá-ge-a. Na separação drá-gea, a letra e é uma semivogal, mas na separação drá-ge-a, uma vogal. 2) m e n, somente nas terminações de palavras am, em e en. Por exemplo: amam: o último m tem som de u, e o a é nasal. Foneticamente representamos o m por w. mentem: o último m tem som de i, e o e é nasal. Foneticamente representamos o m por y. pólen: o n tem som de i, e o e é nasal. Foneticamente representamos o n por y

Fonte: www.gramaticaonline.com.br

SEMIVOGAIS

As semivogais podem ser representadas pelas letras “e”, “i”, “o”, “u”, sendo que as letras “e” e “o”, quando semivogais, apresentam som de “i” e “u”.

As semivogais sempre acompanham alguma vogal, com a qual formam uma sílaba. Portanto, nunca haverá uma sílaba com apenas uma semivogal.

Desta forma, as semivogais nunca farão o papel de núcleo da sílaba, que é sempre desempenhado por uma vogal.

Fonte: www.jurisway.org.br

SEMIVOGAIS

Existem dois tipos de semivogais:

a) As letras e, i, o, u quando formam sílaba com uma vogal. Por exemplo: mãe, pai, pão, touro. As semivogais com som de I serão representadas foneticamente pela letra Y, e as semivogais com som de U, pela letra W: mãy, pay, pãw, towro.

b) As letras M e N nas terminações de palavras –AM, - EM, -EN. Observe que nas palavras terminadas em –am, -em e –en, as letras M e N têm som de U (representada por W), em –am, e de I (representada por Y), em –em e em –en. Pronuncie as palavras seguintes, vagarosamente, estendendo o último som de cada palavra, que você perceberá isso: deixam (deyxãw), gemem (jem?y), hífen (if?y). M e N somente serão semivogais em final de palavra. E mais: somente com as três terminações apresentadas: -AM, –EM, -EN.

Nas outras ocorrências de M e de N na mesma sílaba de uma vogal, posteriormente a ela, o M e o N são meros sinais de nasalização, ou seja, apenas indicam que a vogal é nasal. Elas não são, portanto, consoantes nem semivogais. Nessas junções ocorre a formação de dígrafo vocálico. Veja alguns exemplos (em cada palavra apresentada há, portanto, um dígrafo vocálico – sempre que houver dígrafo, haverá um fonema a menos em relação ao número de letras, já que o M e o N apenas indicam que a vogal é nasal): samba (sãba), canto (cãto), sempre (s?pre), tentar (t?tar), ímpar (ipar), cinto (sito), ombro (õbro), onde (õde).

Fonte: www.jornaldaimprensa.com

Semivogal

Fonema pronunciado como a vogal, só que de maneira mais fraca. Diz-se que a semivogal funcionacomo uma consoante porque,assim como a consoante, ela não pode ser base de uma sílaba. As vogais i e u se transformam em semivogais quando estão junto de outra vogal numa mesma sílaba. É o que acontece nas palavras cabeceira e réu. As vogais e e o se transformam em semivogais só quando têm som de i e u, como em mãe e pão. A vogal a nunca se transforma em semivogal.

Fonte: www.ensino.net

SEMIVOGAIS

Uma semivogal ou aproximante medial ou mais raramente semiconsoante é um fonema cuja emissão de ar é obstruída na zona medial, mas não o suficiente ao ponto de constituir uma fricativa.

Na língua portuguesa existem duas semivogais:

A semivogal palatal (representada por /j/ ou por /i?/ no AFI) é formada quando o pré-dorso da língua aproxima-se do palato anterior, sem no entanto existir fricção de ar.

Encontramos essa semivogal, por exemplo em:

A semivogal labio-velar (representada por /w/ ou por /u?/ no AFI) é formada quando o pós-dorso da língua aproxima-se do palato posterior ao mesmo tempo que existe um arredondamento dos lábios, sem no entanto existir fricção de ar.

Encontramos essa semivogal, por exemplo em:

A grande confusão que existe em falantes da língua portuguesa entre semivogais e vogais deve-se ao facto de a pronúncia das semivogais /j/ e /w/ ser parecida com a pronúncia das vogais /i/ e /u/, mas sobretudo ao facto de se usar as letras vogais «i» e «u» para representar os sons semivocálicos /j/ e /w/. Uma semivogal nunca constitui um cume silábico. Apesar de acusticamente se aproximar de uma vogal, a nível funcional da fonologia uma semivogal aproxima-se de uma consoante.

Fonte: pt.wikipedia.org

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