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Carcassonne

Ponte Levadiça, Muralhas, Castelos. A sensação é de que a qualquer momento, reis e rainhas vão dobrar a esquina.

Se você não leu o romance " O Labirinto" que está há semanas nas listas de best-sellers, deve comprá-lo correndo pois é devorável.

A história se passa nesta região conhecida como Midi-Pirineus.

Carcassonne é a mais bem preservada cidadela medieval de toda a Europa. Construída no alto de uma colina, no sul da França, perto de Tolouse e dos Montes Pirineus, ela foi no passado a principal fortaleza militar da região. Do alto de suas impressionantes muralhas, que eram protegidas por mais de 1200 guerreiros, podia-se controlar uma importante via comercial que ligava a Península Ibérica com o resto do continente. Por causa de sua posição fronteriça e estratégica, Carcassonne foi palco das mais ferozes batalhas.

Carcassonne

A primeira visão do centro histórico, cuja construção foi iniciada há cerca de mil anos, é inesquecível. A impressão que dá é que voltamos no tempo, para uma época de reis, cavaleiros e batalhas medievais. A fortaleza é protegida por 52 torres e duas muralhas (uma interna e outra externa) circulares de até 20 metros de altura, que totalizam quase 3 quilômetros. A entrada principal, batizada de Portão Narbonne, é guardada por uma ponte levadiça. Nos aúreos tempos medievais, cerca de 50 homens ficavam de guarda para impedir a entrada e inimigos.

Carcassonne, na verdade, são duas cidades. A Cidadela, que permaneceu intacta e protegida dentro das muralhas, e a Bastide Saint-Louis ou Cidade Baixa, que cresceu ao redor do centro medieval. à noite, a cidade se transforma. Com menos de 400 moradores e apenas dois hotéis, suas ruas ficam desertas e silenciosas.

Uma das maiores atrações da cidade, é o Castelo Comtal, uma pérola da arquitetura medieval. Construído no século 12 por um nobre chamado Bernard Trencavel (que é mencionado no romance acima citado), ele foi, durante anos, a morada de senhores feudais que mandavam na região.

O castelo é formado por duas alas, com um pátio no meio delas. Durante a visita guiada, é possível conhecer suas torres e boa parte de seus aposentos. O Museu Arqueológico, que tem em seu acervo ânforas romanas, sarcófagos e lápides cátaras (os cátaros faziam parte de uma corrente do cristianismo que pregava a não-violência e foram muito perseguidos pela Inquisição e dizimados pelo Papa Inocêncio IV, o rei da França e os barões do norte (leiam o livro !).

Para entender um pouco mais da história do lugar, vale a pena conhecer também o Museu da Inquisição, que expôe instrumentos de arrepiar. Esse triste período da história ocidental teve início no século 12 e ganhou força quando o papa Inocencio IV autorizou o uso da tortura para obter a confissão dos heréticos. Verdadeiras atrocidades eram cometidas em nome da fé e, nesse museu, você poderá ver instrumentos como a cadeira de cravos, uma espécie de trono cheio de pregos onde o acusado era amarrado com cintos de ferro; e o berço de Judas, um triâgulo de madeira com uma base de 30 centímetros e vértice de 60 usado para martirizar os hereges.

Carcassonne é também um importante centro culinário. A cidade é cheia de bares, café e charmosos restaurantes, que lembram antigas tavernas medievais e tem seu centro gastronômico na praça Marcou. Escolha uma mesa ao ar livre e experimente um cassoulet, o mais famoso prato da região. Para acompanhar, saboreie um dos bons vinhos do lugar, como Corbieres, Minervois e Malepère e na sobremesa peça um profiterole (que eu amo!). Uma refeição digna de reis e rainhas medievais.

Fonte: rosegrims.multiply.com

Carcassonne

A primeira impressão que se tem em Carcassonne é a de um castelo encantado, que alguma fada terá feito nascer no cimo da colina com um toque da sua varinha mágica. Uma vez dentro das muralhas, descobre-se uma verdadeira relíquia da Idade Média, justamente procurada por milhões de turistas todos os anos.

Não há castelo encantado que se preze que não tenha as suas lendas. Carcassonne justifica o seu nome com a história da dama de Carcas: quando Carlos Magno cercou a cidadela desta dama sarracena, achando-se desprovida de soldados, Carcas distribuiu pelas torres e muralhas bonecos feitos de palha, armados para combate. O estratagema resultou, e Carlos Magno levantou o cerco, desanimado com inimigo tão numeroso. Terá dito então a dama: “Sire, Carcas te sonne.” (“Senhor, Carcas vence-te”, em tradução livre). Daí o nome da cidade, que a lenda assegura que se tornou cristã, dando a dama origem à primeira linhagem de condes de Carcassonne. A verdade, porém, é que os romanos já tinham uma fortificação na zona a que chamavam Carcasso, e os sarracenos, que se sucederam aos visigodos e não ficaram por aqui muito tempo, chamavam-lhe Carchachouna. A cidade-fortaleza foi palco de combates, cercos, destruições maciças e, por fim, expulsão dos seus habitantes, que resultou na ruína do que ainda estava de pé. Lendária mesmo parece ser a sua reconstrução no século XIX, pelo arquitecto Viollet-le-Duc, o mesmo que restaurou os santuários de Notre-Dame de Paris e Sainte-Madeleine de Vézelay.

Hoje, Carcassonne é, depois da Torre Eiffel e do Monte Saint-Michel, o local mais visitado de França. As suas calçadas de pedra são percorridas, não por cavaleiros medievais, mas por turistas de todas as nacionalidades, armados de vídeos e máquinas fotográficas. O seu casario antigo abriga uma infinidade de restaurantes e hospedarias que revivem, através da decoração e da cozinha local, a época dourada da cidade, entre os séculos XI e XIII. A basílica de Saint-Nazaire, construída nessa altura, atrai visitantes de todos os credos para o seu recinto escuro, que convida ao recolhimento, iluminado por magníficos vitrais. O encontro do românico com o gótico dá-se aqui de uma forma harmoniosa, justificando o nome de “jóia da fortaleza”, com que os folhetos turísticos a mimoseiam. O seu órgão é um dos mais importantes e antigos do sul de França, e de Junho a Setembro há concertos diários - “Les Estivales d'Orgue” - que encham a cidadela de sonoridades quentes e arcaicas.

Pelas suas praças, onde ainda resistem alguns poços de pedra que abasteciam de água a população, distribuem-se agora esplanadas muito concorridas, com espectáculos diários de música ao vivo, bem distinta da dos trovadores Ramon de Miraval ou Peire Vidal, que aqui viveram durante algum tempo. Raymond-Roger Trencavel, visconde de Albi e último senhor da fortaleza, certamente não reconheceria a sua cidade. É certo que qualquer loja de souvenirs vende conjuntos de capacete e espada, e mesmo armaduras completas. Também é fácil encontrar relógios de sol e saquinhos de pano com ervas cheirosas, das que perfumavam as roupas das damas da época. Mas a animação é sempre pacífica, e a magnífica iluminação nocturna não dá paz aos fantasmas, impedindo o seu turismo nocturno e doloroso; durante os meses de Verão, Carcassonne é uma cidade profusamente habitada e muito viva.

Para reconstituir ainda melhor o ambiente medieval, em Agosto organizam-se torneios de cavalaria e falcoaria, com participantes vestidos a rigor, como no tempo dos cruzados. As velhas pedras da cidade não devem apreciar particularmente a lembrança, uma vez que foram estes que, em 1209, ditaram o seu fim: o visconde de Trencavel teve a ousadia de oferecer abrigo e protecção aos cátaros, dissidentes de um catolicismo que se afundava na decadência moral. O seu pecado era defenderem a pureza dos costumes cristãos e não respeitarem a hierarquia eclesiástica. Carcassonne foi das primeiras cidades a sofrer o embate da guerra santa declarada pelo Papa Inocêncio III. Cercada, perdeu o acesso crucial ao rio Aude e, numa manobra pouco “cavaleiresca”, o visconde de Trencavel foi feito prisioneiro ao sair do castelo para negociar. A partir daí, começou o declínio. Simon de Monfort, o comandante da cruzada, administrou a cidade até à sua morte, mas o seu filho foi incapaz de manter o território conquistado, e entregou-o à autoridade directa do rei. Quando o filho do visconde de Trencavel tentou reaver as terras do pai, Luís VIII dá ordens para arrasar a fortaleza e exilar os seus habitantes; só sete anos mais tarde conseguem obter autorização real para se instalarem de novo na zona - mas do outro lado do rio.

O turismo anuncia Carcassonne como “la ville aux deux cités”, a cidade das duas cidadelas: a antiga fortaleza, no cimo da colina, e o novo burgo que nasceu no século XIII, aos pés da primeira, na margem esquerda do rio Aude. Desde sempre as duas zonas tiveram existências distintas, com toda a actividade comercial e social a desenrolar-se em baixo, enquanto a cidade-alta abrigava uma guarnição de mais de mil soldados. A tendência manteve-se até hoje: só cerca de cento e vinte, dos seus quarenta e cinco mil habitantes permanentes, habitam a cidade antiga. Mas apesar da actividade evidente nas suas ruas e praças arborizadas, que substituíram as muralhas e estão agora semeadas de cafezinhos acolhedores, a atracção será sempre a “cité”, marco milenar da história da região do Languedoc. Para além das comodidades e serviços turísticos de que dispõe, a Bastide Saint-Louis, como é conhecida a cidade-baixa, serve apenas para compor a magnífica vista que nos oferecem as torres altas da fortaleza - e do cimo desta sentinela de pedra, não se consegue evitar a sensação de fragilidade que vem do casario baixo e pálido da Bastide.

Nada é regular ou simétrico nesta obra-prima da arquitectura militar, o que se explica pela longa história de reconstruções, modificações e acrescentos, que já dura há séculos e ainda não acabou. Mesmo depois da expulsão dos seus habitantes, a fortaleza foi modificada e aperfeiçoada, de modo a tornar-se um eficaz posto militar avançado. Ao mesmo tempo que se reforçou o sistema defensivo com a construção de uma segunda muralha exterior, também a austera Catedral de Saint-Nazaire foi aumentada e melhorada. O castelo do conde foi rodeado por um fosso, transformando-se numa fortaleza dentro da fortaleza. São cerca de três quilómetros de fortificação, por onde se distribuem cinquenta e duas torres para todos os gostos: há torres quadradas e redondas, de envergadura e tamanho diferentes; umas têm seteiras, outras janelas e algumas são, aparentemente, fechadas. Toda a cidade parece estar cheia de armadilhas: cotovelos estreitos para que só passe um inimigo de cada vez, degraus gigantescos, fossos dissimulados, enfim, todo o mostruário do engenho militar que veio sendo aperfeiçoado desde os romanos, destinado a guerras de cerco, tão comuns nos tempos medievais. Só a mudança das técnicas de guerra, nomeadamente a utilização generalizada da artilharia a pólvora, nos séculos XV e XVI, a tornou definitivamente obsoleta.

Apesar de tudo, é impressionante o seu aspecto exterior de castelo, ao mesmo tempo irreal e inexpugnável. Contorná-la por entre as suas duas muralhas, espreitando pelas janelas e varandins para a paisagem verde de vinhas e campos cultivados, é um convite para uma viagem no tempo, que continua quando atravessamos a ponte levadiça. As ruas estreitas de pedra cinzenta, sombrias no Verão e protegidas dos ventos frios no Inverno, transformam-se num labirinto, e nunca sabemos se terminam nas muralhas, na basílica ou na praça principal. Pouco importa. Os passos ecoam de longe, e a cada esquina esperamos ver aparecer alguém de cota de malha e elmo reluzente. As carroças que conduzem os turistas em visitas guiadas reforçam a esperança, com o ruído dos cascos e o soprar dos cavalos a ressoarem nas paredes de pedra. Para continuar o recuo no tempo, é possível visitar o castelo do visconde, que dá acesso exclusivo a certas partes da muralha. E para terminar a viagem, nada melhor que uma visita ao Museu Medieval e ao da Inquisição, que nos proporcionam pormenores nem sempre agradáveis da história da cidade. Outro museu ao gosto da época é o da Tortura, que exibe sádicos e requintados instrumentos, concebidos em noites de insónia, destinados a punir sabe-se lá que crimes medievais...

Dizem os seus apreciadores mais sinceros que a cidade não se visita de Verão: há demasiada agitação e pouca privacidade para percorrer a velha Carcassonne, e a viagem no tempo, que deve ser feita na solidão, é constantemente interrompida por grupos de turistas ruidosos. Das esplanadas sai música durante o dia inteiro e os restaurantes abarrotam de gente. A fama da “donzela do Languedoc’ ultrapassou já a do destino turístico de eleição: já são cerca de setenta os filmes rodados neste cenário de contos de fadas; um dos últimos foi o Robin dos Bosques, de Kevin Kostner. Dificilmente se encontra uma obra arquitectónica desta envergadura tão bem preservada, das torres de telhados pontiagudo, em telha vermelha ou lousa negra, às pontes levadiças que permitem ultrapassar os fossos das muralhas. Os seus críticos dizem que - imagine-se! - é demasiado bela, demasiado perfeita. Mas nem sempre foi assim.

O século XVII trouxe-lhe um golpe fatal: a Paz dos Pirenéus, que consolida de vez a anexação pela França da zona do Roussillon, afastando para longe dali os problemas da fronteira espanhola. Quase desabitada, a cidade vai caindo na ruína, enquanto a parte de baixo prospera e cresce, às vezes à custa das pedras da Cité. No início do século XIX, a bela catedral de Saint-Nazaire perde o título a favor de Saint-Michel, na cidade-baixa. A velha Carcassonne vai-se transformando na pedreira da região, e o ministério da guerra chega mesmo a autorizar a demolição e aproveitamento das muralhas. Merimée, escritor parisiense e inspector dos monumentos históricos, conhece a cidade e interfere a seu favor. Ao arquitecto Viollet-le-Duc, especialista na restauração de monumentos medievais, é entregue o trabalho da sua reconstrução que lhe vai levar cerca de trinta e cinco anos. Cerca de trinta por cento da cidade vai sofrer intervenção e restauro durante esta época, mas os seus habitantes continuam a decrescer em número, preferindo os confortos da Bastide. Em 1955, só cerca de oitocentas pessoas habitam intramuros e hoje, parte da centena de “resistentes” que aí se fixaram é estrangeira.

O destino de Carcassonne está traçado: será para sempre uma obra de arte inegável, e uma das maiores atracções turísticas do país. A reconstrução fixou-a para sempre na Idade Média, apesar da cidade ter atravessado muitas outras épocas. E é, talvez, esta operação de “congelamento” temporal o que lhe empresta toda a magia de cenário perfeito, que nos faz mergulhar profundamente num passado distante.

Fonte: www.almadeviajante.com

Carcassonne

A cidade medieval está situada no sul da França, nos Pirineus franceses, próxima à fronteira com a Espanha, entre as cidades de Montpellier, Toulouse e Perpignan. Está localizada em uma colina, ao lado da estrada que une o Atlântico ao Mediterrâneo, a uns 60 km do último, e é banhada pelo rio Aude. Carcassonne foi restaurada na segunda metade do século XIX e se encontra em excelente estado de conservação. A cidade é bem pequena, com cerca de 45 mil habitantes, mas se encontra cheia de turistas durante todo o ano.

Carcassonne

A maneira mais fácil de chegar é de trem, desde Toulouse, Montpellier, Barcelona, etc, a cidade conta com inúmeros hotéis, de todos os preços, além de albergues.

A vila fortificada de Carcassonne, chamada de ‘’La cité’’, foi declarada patrimônio da humanidade pela UNESCO, no ano de 1997, e todos os anos milhões de turistas lotam suas ruas para admirar está colossal fortaleza.

A parte antiga da cidade é um lugar de grande atração não só a nível francês, mais com alcance europeu devido ao ótimo estado de conservação do monumento. Devido ao forte turismo a maior parte do interior das muralhas foi convertido em comércio, como restaurantes, bares, lojas de suvenir, hotéis e outros. A melhor maneira de conhecer a cidade é caminhando, já que a La Cité se encontra bem perto da parte nova da cidade (do outro lado do rio), e a parte interior das muralhas é pequena.

Os principais pontos turísticos são:

A Basílica de St-Nazaire
O castelo
A porta de Narbona
A porta de Aude
O teatro

Carcassonne é um dos lugares mais interessantes do sul da França, é praticamente voltar à idade média e reviver o passado. Durante a visita ao castelo, são dadas explicações sobre batalhas medievais, lugares estratégicos, posicionamento dos arqueiros, etc. Carcassonne é uma das cidades medievais mais bem conservadas, e merece ser visitada.

Fonte: www.queromorarfora.com

Carcassonne

A Cidadela de Carcassonne localiza-se no atual município de Carcassonne, no departamento de Aude, região de Languedoc-Roussillon, na França.

Em posição dominante na margem direita do rio Aude, a Sudeste da moderna cidade, constitui-se em um conjunto arquitetônico medieval, inscrito na lista do patrimônio mundial da Unesco desde 1997.

Muralhas da cidadela
Muralhas da cidadela

Origens e Contexto

A primitiva ocupação do sítio da cidadela de Carcassonne remonta a povos Celtas, Galo-romanos e Visigodos. As fundações das suas casas e muralhas retratam com clareza essas sucessivas ondas civilizatórias.

Ao final do século XIX, o conjunto estava praticamente abandonado, quando foi redescoberto por turistas ingleses.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a cidadela foi usada como campo de prisioneiros.

Geografia

Carcassonne encontra-se 90km a sudeste de Toulouse, entre os Pirenéus e o Maciço Central francês. Carcassonne localiza-se na encruzilhada de duas vias terrestres em uso desde a Antiguidade: a ligação do Atlântico para o Mediterrâneo e a ligação do Maciço Central a Espanha, à volta dos Pirenéus.

Cronologia histórica

Cidadela de Carcassonne, França: vista parcial da cidade, a partir das muralhas da fortaleza
Cidadela de Carcassonne, França: vista parcial da cidade, a partir das muralhas da fortaleza

3500 a.C. – primeiros vestígios de colonização humana

século VI a.C. – o castro celta de Carsac torna-se um importante centro comercial

século II a.C. – os Volcae Tectosages fortificam o oppidum
100 a.C. – os Romanos fortificam a colina e denominam a colónia Julia Carsaco, mais tarde Carcasum.

453 (d.C.) – Teodorico II conquista Carcasum para os visigodos, que é cedida oficialmente em 462

508 – os visigodos repelem os ataques de Clovis, rei dos Francos

725 – sarracenos vindos de Barcelona tomam Carcassonne

759 – Pepino o Breve expulsa os sarracenos. No ano seguinte toma a maior parte do sul de França, mas não consegue penetrar na fortaleza de Carcassonne

1067 – Carcassonne é oferecida por dote de casamento a Raimond Bernard Trencavel, visconde de Albi e de Nîmes. Nos séculos seguintes a família Trencavel alia-se alternadamente com Barcelona ou Toulouse. Constroem o Château Comtal

1096 – o Papa Urbano II abençoa a primeira pedra da Basílica de Saint-Nazaire, na altura um bastião contra os hereges Cátaros

1209 (Agosto) – Cruzada albigense: Carcassonne, agora na posse dos Cátaros, é capturada pelo exército de Simon de Montfort, que se auto-intitula o novo visconde. Acrescenta as forticações. Carcassonne está agora na fronteira entre França e Aragão.

1247 – a cidade submete-se ao domínio do Reino de França, e o Rei Luís IX de França funda a nova zona da cidade do outro lado do rio.

1355 – durante a Guerra dos Cem Anos, Eduardo o Príncipe Negro não consegue tomar a fortaleza, mas destrói a Cidade Baixa.

1659 – o Tratado dos Pirinéus transfere a província do Rossilhão para França, e decresce assim a importância militar de Carcassonne. A fortificação é praticamente abandonada

1723 – a cidade é "o centro da manufactura do Languedoc" da indústria de lanifícios.

final do século XIX – a cidade é "descoberta" pelos turistas ingleses.

1997 – as fortificações de Carcassonne obtém o estatuto de património mundial da UNESCO

Fonte: pt.wikipedia.org

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