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Centro Georges Pompidou

Depois de passar por uma reforma que durou quase três anos, o Centro Georges Pompidou, de Paris, reabriu suas portas – ou melhor, suas escadas rolantes.

Mais que qualquer outro museu parisiense, o Beaubourg, como também é conhecido, tornou-se uma atração turística não pelo acervo de arte moderna que possui ou pelas exposições que oferece.

Seu maior chamariz de público é o próprio edifício, projetado no início dos anos 70 pelos arquitetos Renzo Piano, Richard Rogers e Gianfranco Franchini.

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Centro Georges Pompidou
Centro Georges Pompidou

Com uma estrutura de aço tubular recoberta de vidro, o prédio tem sete andares escaláveis por uma longa escada rolante externa. Segundo a direção do museu, essa peculiaridade arquitetônica faz mais sucesso que qualquer obra já exposta.

Estima-se que apenas um quinto dos 175 milhões de visitantes que o Beaubourg recebeu entre 1977, quando foi inaugurado, e 1997, quando fechou para reforma, tenha sido fisgado por alguma mostra.

O resto seguiu direto para o 7º andar, de onde se contempla uma belíssima vista da capital francesa. O Beaubourg virou um belvedere.

A reforma, confiada a um dos arquitetos responsáveis pelo projeto original, o italiano Renzo Piano, foi feita para mudar essa situação e também para devolver ao museu o posto de principal plataforma de lançamento da vanguarda artística européia.

Para isso, além de praticamente dobrar o espaço dedicado ao acervo permanente, que passou de 800 para 1.400 peças expostas simultaneamente, o núcleo de curadores do museu pretende investir na aquisição de obras de artistas atuais capazes de causar impacto nos visitantes.

A maior motivação nesse sentido é a concorrência britânica. Na década passada, o Beaubourg foi perdendo prestígio para a Tate Gallery, de Londres, que tem como um dos seus pontos fortes a arte contemporânea.

Com a reforma, os franceses querem recuperar a posição.

Nostalgia

O discurso em favor da produção contemporânea é bonito, mas a realidade é que o público que não anda só de escada rolante gosta mesmo de ver as realizações de nomes consagrados.

Tanto isso é verdade que, na reinauguração, a direção do museu confinou os jovens artistas franceses ao 6o andar do prédio, abrindo maior espaço para uma exposição do pintor Fernand Léger (1881-1955), artista influenciado pelo avanço da tecnologia industrial do início do século XX.

Esse tipo de atitude, segundo alguns integrantes da associação de curadores do Beaubourg, pode fazer com que sua vocação original, de disseminar a criação contemporânea, seja ameaçada.

Os turistas, ao que parece, não estão muito preocupados com isso. Afinal, o belvedere continua lá. E Paris continua linda.

E os tais artistas contemporâneos, na esmagadora maioria das vezes, não passam de uns cretinóides sem talento para pintar uma parede.

Todas as "instalações" do mundo não valem um único Kandinsky do acervo do Beaubourg.

Fonte: veja.abril.com.br

Centro Georges Pompidou

O Centro Georges Pompidou (Centre national d'art et de culture Georges-Pompidou) é um complexo fundado em 1977 em Paris, França, que abriga museu, biblioteca, teatros, entre outros equipamentos culturais.

O centro anexou recentemente o Atelier Brancusi que abriga esculturas do artista romeno Constantin Brancusi em um ambiente que recria as condições de trabalho e a luminosidade de seu estúdio de criação.

Centro Georges Pompidou
Centro Georges Pompidou

Foi desenhado pelo arquitetoitaliano Renzo Piano e pelo arquiteto também Italiano naturalizado britânico Richard Rogers.

O projeto foi considerado extremamente arrojado, sendo inserido em um momento de crise da arquitetura moderna, embora tenha sido bastante criticado.

Alguns teóricos afirmam que o Centro (tanto pela sua arquitetura quanto pela sua proposta) é um dos marcos do início da pós-modernidade nas artes.

Sua implantação configura a existência de um espaço público (a praça do Centro) para o qual as suas atividades internas se estendem.

O Centro Pompidou é um dos principais exemplos da arquitetura high-tech, uma tendência dos anos 70 e que continua a ser explorada até hoje e se inspira na arquitetura industrial e nas novas tecnologias. A arquitetura high tech utiliza os elementos tecnológicos como objetos estéticos.

No Centro Pompidou, isto pode ser observado nas grandes tubulações aparentes (dutos de ar condicionado e outros serviços), nas escadas rolantes externas e no sistema estrutural em aço por sua semelhança aos sistemas industriais.

O Centro Pompidou é um dos mais visitados de Paris.

Na biblioteca do centro há uma vasta coleção de livros, acesso gratuito à internet, jornais e revistas de todas as partes do mundo e televisões com canais internacionais.

Fonte: pt.wikipedia.org

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