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França

LUXO DA IMAGINAÇÃO

A magia do passado, a maravilha do futuro e a vitalidade do presente convivem amplamente num só lugar: França.

É possível que essa harmonia, que mantém unidas a cidades ancestrais com espaços que se movem no mais avançado desenvolvimento tecnológico, seja produto de um caráter que identifica ao francês: o daqueles que são capazes de subtrair-se à realidade, sem perde-la de vista; porque finalmente, o que faz a França um lugar de sonho não são suas belas paisagens, suas modernas cidades ou seus avanços científicos, senão essa capacidade de seus habitantes para ver além do que outros olham, de sentir a vida em sua esplêndida ilusão e extraviar-se nos deleites que ela brinda, sem a vertigem que produz tirar os pés da terra.

Para conhecer França há que observar seus homens e mulheres como assombrosos atores num grande cenário, levando a cabo uma plácida obra de harmonia ao elaborar seus vinhos, seus perfumes, seus tecidos, ao sair a rua e misturar-se com todos sem perder sua individualidade, ao subir suas montanhas ou repousar em suas praias. É uma obra que não termina, que continua dia a dia e que, no gigantesco cenário da humanidade, têm atraído a um grande público que, hipnotizado, aplaude frenético aos franceses sem compreender que para eles essa é a vida.

França é um país mimético. Para seus nativos, tanto como para seus visitantes, esta terra é o que se quer ver nela, assim, livremente, sem restrições nem espaços proibidos. Em seus rincões é possível viver a ilusão palaciana ou a simplicidade campesina. Possível é, também, viver o sonho cosmopolita e de vanguarda ou remontar-se à magia das lendas mais remotas. Extraviar-se no interior é simplesmente, delicioso e placentero, com a adicional garantia da segurança que brinda a relativa possibilidade de regressar rapidamente ao presente, embora não todos decidem retornar.

Uma viagem por estas terras, um roce com suas gentes e suas obras vivas é um aventurado risco para o viajante pois existe a possibilidade de que ao retornar, "o presente seja diferente de como seria antes de descobrir a França".

ALFÂNDEGA E DOCUMENTAÇÃO

Os cidadãos de países membros da Comunidade Européia só requerem do Documento Nacional de Identidade para transitar por território francês durante uma estadia inferior a três meses. Os procedentes de outros países (segundo seja a procedência) deverão estar de posse de um passaporte e de um visto emitido pelo consulado francês em seu país de origem. A lei francesa exige que o turista traga consigo permanentemente sua documentação.

Os cidadãos não comunitários podem introduzir 300 cigarros ou 75 charutos ou 400 gr. de tabaco, 1 1/2 litros de bebidas alcoólicas, 5 litros de vinho, 50 ml. de perfume e 250 ml. de colônia. Os animais como cachorros e gatos podem ser admitidos se contam com um certificado de vacinação e têm mais de seis meses de idade.

CLIMA

O clima está claramente marcado por dos temporadas: inverno e verão.

No inverno as temperaturas são baixas em todas as regiões, embora não costumam descender baixo zero, excetuando a zona dos Alpes e os Pirineos. No verão a temperatura atinge os 27 graus centígrados na maior parte do território. A zona de Provença é entre 3 e 5 graus centígrados mais quente em relação a Paris. Os melhores meses para conhecer França são junho, quando o clima quente começa a invadir mas ainda não é muito quente e setembro, que conserva o encanto do verão sem as sufocantes temperaturas. A primaveira se instala em França em maio, mais que em abril. A temporada de esqui nos Alpes e Pirineos começa em dezembro e finaliza em abril.

EQUIPAMENTOS DE VIAGEM

É conveniente levar pouco equipamento para poder transladar-se com facilidade e aproveitar os econômicos e rápidos transportes públicos. A veste dependerá da temporada do ano em que visite o país. No verão a roupa ligeira de algodão se impõe, embora sempre é necessário levar um guarda-chuva para a zona de Paris. Na temporada de inverno, para o norte, centro e leste, se requerem prendas quentes, jérsei, abrigo, luvas e meias grossas. Na zona mediterrânea faz menos frio, embora é bom ir preparado com roupa de meia-estação. A roupa casual é bem aceitada em quase todos os lugares, exceto nos restaurantes formais, teatros ou quando se aceita a convite para visitar a uma família francesa.

IDIOMA

A língua oficial é o francês. Porém, existem diferentes sotaques caraterísticos das diversas regiões que compõe França. grande parte dos habitantes falam ou conhecem outro idioma, embora apreciam bastante que os turistas façam um esforço para falar em francês. Em algumas regiões a língua local tem-se mantido com força, de tal maneira que têm adquirido valor oficial e se usam os dos idiomas, tal é o caso de Bretanha ou do País Vasco francês.

RELIGIÃO

França é um país de tradição católica. Foi o primeiro em decretar a liberdade de culto e os habitantes costumam ser muito tolerantes com as manifestações de outras crenças. Atualmente há uma importante minoria muçulmana, judia e protestante, assim como uma grande quantidade de ateus.

ELETRICIDADE

A tensão elétrica é 220 volts a 50 Hz. Alguns hotéis muito antigos utilizam ainda a tensão de 110 volts.

MOEDA E CÂMBIO

No dia 1 de Janeiro do ano 2002, o Euro converteu-se na moeda de curso oficial e comunitária de doze Países da Europa: Espanha, Alemanha, Áustria, Bélgica, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo e Portugal. As notas são iguais para os doze Países e distinguem-se entre si pela sua cor e tamanho.

Existem notas de maior valor: de 500 euros, 200 euros, 100 euros e 50 euros e circulam, também, notas de menor valor: de 20 euros, 10 euros e 5 euros.

Estas notas têm incorporados elementos de segurança avançados, os quais permitem, fácilmente, comprovar a sua veracidade, como uma marca de água, um holograma, uma linha de segurança, tinta de cor variável, impressão em relevo e uma banda iridescente que brilha e muda ligeiramente de cor sob uma luz intensa.

Além disso, puseram-se em circulação oito moedas que têm uma face comúm e uma face nacional, desenhada por cada País. Todas as moedas se consideram válidas nos doze Países da zona do euro. Há moedas de 2 euros,  1 euro, de 50 cêntimos,  20 cêntimos,  10 cêntimos, 5 cêntimos, 2 cêntimos e 1 cêntimo. Cada uma delas com um diâmetro, peso, cor, composição e espessura diferente para uma mais fácil identificação.

O cambio de divisas é fácil pois França conta com um magnifico suporte bancário. As cartãos de crédito internacionais mais conhecidas são amplamente aceitadas nos estabelecimentos comerciais e hotéis das zonas urbanas, igualmente que os cheques de viaje, embora sempre se cobra uma comissão pelo cambio.

Os bancos urbanos abrem geralmente de segunda-feira a sexta-feira das 9 da manhã às 4:30 da tarde, embora alguns fecham para comer durante uma hora ao meio dia. Para fazer qualquer transação lhe pediram seu passaporte. Nas pequenas vilas é possível que somente possa utilizar efetivo, vá preparado.

CORREIOS E TELEFONIA

O serviço postal francês é rápido, eficiente e seguro. Em seus escritórios, que abrem de 8 a 19 horas de segunda-feira a sexta-feira e media jornada os sábados, poderá conseguir selos, enviar paquetes, comprar cartãos telefônicas, consultar os diretórios e enviar ou receber giros postais. O escritório central de Paris abre as 24 horas do dia para telefones e telégrafos.

O serviço de telefone é magnífico. Há grande quantidade de cabinas em todas as zonas que funcionam com moedas ou bem, com cartãos telefônicas (recentemente a maioria dos telefones públicos funcionam seu com cartãos). As tarifas noturnas e de fim de semana são mais econômicas que as diurnas. Desde França é possível comunicar-se a qualquer lugar do mundo. Para chamar a França há que marcar 00-33, seguido do prefixo da cidade e do número de assinante.

Desde 1996 os números de telefones franceses têm variado. Em lugar de ter oito cifras têm nove dígitos, a exceção de Paris e sua região que não têm sofrido modificações.

FOTOGRAFIA

As paisagens naturais e humanos da França fazem quase uma exigência o fazer uso da fotografia para guardá-los na memória. Em todo o país é fatível encontrar lojas de artigos fotográficos e revelado. É recomendável levar os rolos de filme em lugar seco e escuro para que não se deteriorem. Um bom filtro solar lhe permitirá captar muitas das imagens com maior nitidez, especialmente se viaja em verão. Para evitar o deterioro do material fotográfico evite passar com ele pelos raios X das alfândegas e aeroportos mais de 5 vezes.

HORÁRIO COMERCIAL

Os grandes armazéns das cidades abrem das 9 ou 9:30 h até as 18 ou 19:00 h Os estabelecimentos pequenos costumam abrir mais cedo, às 8:00 h e fechar até as 20:00 h. Contudo fazem uma pausa para a refeição entre as 13 e 16:00 h. Alguns comércios de imigrantes abrem até as 22:00 h. Durante o verão, alguns lugares fecham pelas tardes.

GORJETAS

É costume deixar gorjeta quase a todos os serviços que se contrate, exceto quando exista alguma disposição contraria anunciada mediante o cartaz. Nos bares e restaurantes a gorjeta vai em direta relação a consumação, sendo de 10 %.

TAXAS E IMPOSTOS

Os serviços de hotéis e restaurantes incluem o imposto correspondente. Nos comércios, o IVA, que em francês se conhece como VAT, está incluído no preço dos produtos. Os estrangeiros têm direito a pedir sua devolução.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Com uma superfície de 543.965 quilômetros quadrados, França está coberta por vales, cavidades fluviais e zonas montanhosas que variam de uma região a outra. Goza de uma paisagem excepcional na que se misturam as cores quentes da terra e o sol, os tons ocres e escuros das montanhas, os azuis da água e os cinzas do céu.

Predominam em França as planícies, baixas mesetas e colinas, que ocupam dois terços do território, e podem distinguir-se três grandes conjuntos regionais dispostos ao redor de um centro de dispersão de águas que é o Maciço Central: o norte com a Cuenca de Paris, as planícies do Norte e as Montanhas Medias; o sudoeste e oeste com a Cuenca de Aquitania e a zona de mesetas e colinas; e ao sul e sudeste com as grandes montanhas alpinas e a zona mediterrânea.

Para o Norte do país encontra-se o Canal da Mancha que outorga uma proximidade com o Reino Unido. A zona de Normandía, com suas paisagens nebulosos e cinzas dá um ar forte, nostálgico e místico a estas terras. Ao Leste, as zonas de Ardene, Champagne, Borgonha, Alsacia e Lorraine onde os abundantes bosques cobrem as zonas montanhosas e os vales. Na Região Central, dominada por um maciço, predominam ainda os bosques e vales, de maior intensidade, que se prolongam até chegar à zona dos Alpes, cadeia montanhosa que partilha com Suíça e Itália. Nela, o Mont Blanc, que atinge mais de 4.000 metros de altitude, sendo o pico mais alto da Europa Ocidental.

Ao Sudoeste de França está flanqueada por Espanha, com uma fronteira natural: os Pirineos. Esta zona, distintamente montanhosa, tem temperaturas mais extremas no inverno. O Ocidente Atlântico brinda a França um amplio território marítimo que têm sabido aproveitar muito bem. A região interior desta zona, coberta pelo vale do Loire, está cheios de bosques entre os que se assomam impressionantes construções palacianas. Por último, o Sul, a zona mediterrânea ou Provençal, a mais quente do país, embora não chega a temperaturas extremas graças a sua umidade. A campina conta com um sol brilhante, um sol que têm inspirado a muitos artistas e que têm ficado plasmado em mais de uma obra de arte. A Costa Azul é dominada de tal forma, graças a esta cor. A zona está exposta a uma estranha conjugação de dois ventos, o Mistral, uma brisa fria e invernal que se produz na meseta central da França e que vem terminar no Mediterrâneo, e o Siroco, um vento úmido e moderado ou seco e quente, segundo a época do ano, que se gera no norte de África e se cruza na zona Provençal com o Mistral. Esta confrontação constante entre ambos ventos produz nesta zona movimentos térmicos que a fazem especialmente instável e que, segundo alguns geógrafos, é a causa de comportamentos estranhos e incompreensíveis em alguns dos habitantes humanos e animais da região.

Rios

Quatro rios principais, com numerosos afluentes, dão vida através de suas águas e seus assentamentos à vida francesa: o Dordonha no sudoeste, o Loire, em cujo vale existe a maior concentração de castelos, o Ródano, único rio que desemboca no Mediterrâneo e o Sena, que têm visto nascer e permanecer a Paris, pese a múltiplos governos e invasões. Os vales que a compõe explicam a excelente qualidade de seus vinhos, ideais para o cultivo da vide de diferentes espécies.

Costas

As costas estão traçadas em França como resultado das variações do nível do mar e em geral pode-se dizer que dominam as costas baixas. As costas setentrionais correspondem às planícies do norte e à Cuenca de Paris; em Flandes e Picardia são baixas e maregeadas de dunas, resultado da acumulação dos aluviões transportados pela forte corrente do sudoeste. Em Normandia alternam os precipícios com as praias arenosas. As costas da Bretanha, as mais recortadas do país, apresentam numerosos braços, cabos e ilhas, enquanto que as de Aquitania, no sudoeste, são em geral regulares e planas (formadas por cordões retilíneos de dunas, sendo o principal acidente o estuário da Gironda). A costa mediterrânea é baixa e pantanosa no Golfo do Leão e com numerosas lagoas; destaca particularmente o delta do Ródano, que constitui a Camargue. O setor dos Pirineos é rochoso, igualmente a zona da desembocadura do Ródano.

Pequenos maciços caem abruptamente sobre o mar formando uma costa escarpada com belas baías, dando lugar à Costa Azul.

Principado de Mônaco

Situado na Costa Azul, no Mediterrâneo, Mônaco reserva as praias de maior renome, luxo e atrativo da França. Mônaco é, em sentido político, um território independente, contudo, é parte da história e tradição francesa. Seu caráter de principado disputado ao longo de muitos anos de história por diversas famílias e retido fielmente pelos Grimaldi, fazem deste pequeno território um desses lugares nos que a grandeza está em sua história, mais que em seu presente.

Córcega

Córcega surpreende pela sua excepcional paisagem de contrastes. A zona do litoral é ampla, gozando de magníficas praias em algumas partes, em outras, é escassa e rapidamente se eleva convertida em altas montanhas.

O centro da ilha é uma espécie de meseta rodeada pelas montanhas mais atrativas, cobertas de vegetação e emoção. A localização da ilha, mais próxima à zona climática quente, faz de Córcega o lugar de praia mais atrativo ao longo do ano.

História

A Pré-história

Os primeiros indícios humanos do que hoje constitui a França remontam ao Paleolítico, faz ao redor de 25.000 anos, quando grupos da Idade da Pedra se estabeleceram no vale do Dordonha, no sudoeste da atual geografia do país. As pegadas destes grupos têm ficado refletidas na série de pinturas rupestres existentes ao longo do vale do Dordonha, sendo as mais excepcionais as da Grotte de Lascaux em Montignac.

no neolítico, entre os anos 12.000 e o 4.000 a.C. os assentamentos humanos se regularizaram em torno aos vales dos quatro rios mais importantes da França (Dordonha Loire, Ródano e o Sena). Numerosos restos de ferramentas de trabalho e artigos de cozinha dão mostras do grau de avanço daqueles antigos habitantes que se iniciavam na agricultura.

Celtas, Galos e gregos

no ano 450 a.C. os povos célticos ocuparam a zona do norte e se apropriaram de suas montanhas e bosques misturando com suas tradições e lendas. Os galos ou gálicos, se consideram os habitantes franceses por excelência. Um pouco antes, no 600 a.C. os gregos se assentaram na zona mediterrânea dando como nome Corsica, atualmente a ilha de Córcega e fundando Massilia, hoje convertida no Porto de Marselha. Como em outros lugares, os gregos deixaram parte de sua civilização clássica disseminada pela zona e evitaram entrar em enfrentamentos com os habitantes do norte. Na coexistência destas duas culturas se entrelaçam as raízes do atual povo francês.

Romanos e Francos

Durante o Império Romano, no ano 120 a.C. A zona mediterrânea sucumbiu aos exércitos do César (os galos resistiram até o ano 50 aC.). Julho César logrou vencê-los e iniciou a unificação do que hoje é França.

Nas margens do Sena, assim como numa das pequenas ilhas que encontram-se no interior deste rio, nasceu uma pequena povoado à que os galo-romanos chamaram "Lutetia" (cidade do barro), a mesma que mais tarde se converteria em Paris.

Esta cidade recebeu os numerosos assaltos de vários povos bárbaros: visigodos, ostrogodos, burgundos e francos. O ataque mais forte que viveram foi o de Atila, rei huno, que esteve a ponto de destruir a cidade inteira. Finalmente foram os francos que lograram vencer aos galo-romanos e assentar-se em Lutetia, à que chamaram Paris, em honra a uma tribo de pescadores do Sena, os parisi.

Com o rei Clodoveo e o domínio franco, se inicia a Etapa Merovingia. Nela os francos convertem-se ao cristianismo e edificam grandes mosteiros e centros de cultura como Limoges, Tours e Chartres entre o ano 490 e o 511 d.C. A partir da conquista dos francos, Paris converte-se no centro do império; um centralismo que perdura por longo tempo e que faz desta cidade o principal objetivo de assalto para qualquer conquistador.

Do século VIII ao século XIII

A entrada em cena dos árabes no mundo europeu no ano 730 d.C., obriga a mudanças nos sistemas e chefes de governo. Carlos Magno converte-se em Rei e detém o avanço árabe embora é derrotado na Batalha de Roncesvalles. É neste período quando se delimita a fronteira com Espanha e o Sacro Império estende-se até Alemanha. A morte de Carlos Magno vem uma sucessão de reis que logram manter o Sacro Império até o ano 987, quando a parte oriental passa a ser Alemanha e a ocidental França.

A eleição de Hugo Capeto como rei da França no 987 da inicio à dinastia dos Capetos na que se estabelece o princípio monárquico hereditário. Um breve período de ordem e tranqüilidade possibilita o fortalecimento das relações com a Igreja Romana e o desenvolvimento da cultura, a arte e a arquitetura, cujo estilo românico se reflete claramente nas catedrais de Autum e Angulema.

Em 1066, os normandos, às ordens de Guillermo o Conquistador, tomam Inglaterra. O reino anglonormando adquire poder e é motivo de luta quando Leonor de Aquitania, casada com Luis VII da França, passa a ser a esposa de Enrique II da Inglaterra, adjudicando assim o território normando aos ingleses.

Durante os dois séculos seguintes, a força árabe ocupou aos europeus nas Cruzadas para parar sua influência. Estes períodos se viram salpicados de numerosos episódios de luta entre os reinos da zona com os anglonormandos e a influência da Igreja Romana que terminará instalando a Sede Papal em Avignon para 1309.

O Renascimento

O período compreendido entre 1330 e 1598 representa uma fase de lutas constantes contra os ingleses; neste se encrava a conhecida Guerra dos Cem anos. O término desta rivalidade se da quando os franceses recuperam Calais e os ingleses saem do território franco. É também nesta fase quando se da a invasão italiana, que mais que militar é cultural através dos artistas convidados às cortes por Francisco I. Entre estes destaca Leonardo Da Vinci que fez da França sua terra de êxito. O Renascimento chega e se instala graças a este deslize cultural do monarca e à presença dos gênios italianos. Nos últimos anos do século XVI se suscitam numerosas guerras religiosas entre católicos, protestantes e hugonotes, depois das quais se gera o primeiro clima de tolerância religiosa e liberdade de culto.

A chegada ao poder do Primeiro Rei Borbon, Enrique IV (1598) marca um período de esplendor cultural e artístico. Luis XVI, o Rei Sol, logra fazer da França a nação mais poderosa da época. O poder econômico do país é terreno para engendrar as idéias da Ilustração, o Enciclopedismo e o Método Científico a partir das quais começará a gestar-se a Revolução.

A Revolução Francesa, Napoleão e o fim dos Borbons

Durante a Guerra dos Sete Anos (1756-1763) uma vez mais contra os ingleses, França perde a maior parte de suas possessões de ultramar enquanto que Inglaterra se consolida como a primeira potência mundial. A Revolução Francesa é a primeira que exige igualdade e liberdade no sentido que hoje têm estes términos. A toma da Bastilha o 14 de julho de 1789, marca o inicio de um período cujas repercussões atingiram a todo o mundo dominado pelos europeus.

Porém, os ideais revolucionários terminam na implantação de uma época conhecida como a do terror, na que são executados numerosos aristocratas e celebridades.

Em 1804 Napoleão se coroa a si mesmo imperador em Notre Dame, com a presença do Papa. Sua estratégia militar conquista grande parte da Europa e restabelece uma etapa de esplendor artístico. A escuadra francesa é apalastada por Nelson em Trafalgar. O famoso militar é detido em terra pelo Império Russo, razão pela que abdica e é desterrado à ilha de Elba, no Mediterrâneo.

A abdicação napoleônica possibilita a restauração da monarquia dos Borbons. Embora Napoleão faz um intento por recuperar o Império, não têm êxito em sua incursão e é derrotado em Waterloo em 1818. A Batalha de Waterloo pôs fim ao Império dos Cem Dias. Esta vez seu exílio é definitivo e morre na ilha de Santa Elena no Atlântico Sul.

A dinastia dos borbons não pode resolver a forte crise econômica que se apresenta ao país em 1848.

Todo fazia pensar que o novo regime seria mais sólido que o anterior, o novo rei parecia oferecer à burguesia todas as garantias que esta podia desejar, mas teve que enfrentar-se a uma doble oposição: a dos monárquicos e a dos republicanos. Os proprietários da velha França, que baixo a restauração tinham querido retornar ao estado das coisas do Antigo Regime, conservaram sólidas posições na França rural, mais numerosa na época que a povoação urbana. Nas cidades, em cambio, e em algumas províncias particularmente patriotas, subsistiu uma oposição republicana que considerava que a revolução havia sido malograda. Esta posição "esquerdista" também se nutria do proletariado que emergia. A monarquia não respondia às aspirações de amplias camadas da nação, a crise econômica diminuiu o apoio das classes ricas à monarquia, aumentando a oposição dos burgueses radicais e do proletariado.

Em França se levanta uma sublevação democrática para a ampliação das bases do poder e termina com a abdicação do rei Luis Felipe. A burguesia necessitou de novo do povo para obter a queda do regime, mas desta vez o povo não queria retirar-se de suas conquistas e a luta sangrenta que se estabeleceu separaria desde esse momento à burguesia da classe operária. Era a época em que Marx publicava seu célebre "Manifesto Comunista". A partir de aqui França se encontrará num sistema republicano que sofrerá lutas interiores, tentativas de invasão de outros países europeus, períodos de solidez e estremecimento. É num desses períodos de solidez quando França se consolida como um império colonial no norte da África e o sudeste da Ásia. Este caráter sobresaltado da França do século XIX origina movimentos artísticos e culturais como o romantismo, impressionismo, modernismo e o cubismo, entre outros. França é o lugar ideal para refúgio de intelectuais, cientistas e artistas que a miram como um império forte, livre, excitante, mas que, ao mesmo tempo, oferece essa estranha instabilidade que tanto apaixona aos artistas.

Luis Napoleão, filho da rainha Hortênsia e de Luis Bonaparte, aproveita a conjuntura da crise política e social para conseguir a presidência da República em 1848. Em 1851 com um golpe de estado se transforma a República em Império. Com Napoleão III França viveu uma época de guerras intermináveis, até que abdicou em 1870 e se voltou a proclamar a República. O poder ficava em mãos dos grupos conservadores esta vez. A III República se manteve com altibaixos até 1914. A política exterior de princípios do século XX, dirigida pelos radicais levantou a Triple Entente (França, Rússia e Grã Bretanha), frente à Triple Aliança (Alemanha, Áustria e Itália).

As Guerras Mundiais

A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) muda o panorama não só da França, senão de todo o mundo. Por primeira vez os franceses são aliados da Inglaterra, agora contra os alemães. O território francês é duramente castigado pelos exércitos germânicos, especialmente no norte. A guerra transformou completamente a França. A República havia resistido a prova.

Más nada compensava os 300.000 mortos, nem o esgotamento econômico que se traduzia numa crise monetária de grandes dimensões. O período posterior à Primeira Guerra Mundial oferece um terreno de reconstrução que atrai, uma vez más, a artistas e escritores igualmente que em outros períodos de paz. A crise econômica que estalou nos Estados Unidos em 1929 não tardou muito em afetar a França, sendo o principal responsável da transformação da pós guerra numa pré-guerra.

A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) ocupa a França da maneira mais drástica. As tropas nazistas tomam o governo francês durante alguns anos nos que o terror da guerra é o tono constante. Desde Londres, a Resistência Francesa livre, dirigida por Charles de Gaulle, mantém a esperança de recuperar o país. Os aliados tomam Normândia no 6 de junho de 1944 e começam a recuperação da França pelo norte e pelo sul em Provence, dias mais tarde. Paris é finalmente liberada em agosto do mesmo ano instalando-se um governo provisório dirigido pelo General De Gaulle.

Da II Guerra Mundial a Nossos Dias

Terminada a guerra, França elabora uma nova constituição. Suas colônias africanas e asiáticas lutam pela independência e a situação francesa do pós guerra lhe impede recuperar algumas delas. Em 1957, junto com outros países europeus, França intervém na construção da Comunidade Econômica Européia.

Em 1958, baixo a nova Constituição francesa, Charles de Gaulle é o primeiro presidente da França da pós guerra. Depois dos distúrbios estudantis de maio de 1968, De Gaulle demite. Anos mais tarde, Francois Mitterrand converte-se no primeiro presidente socialista escolhido democraticamente pelos franceses.

Durante seu mandato, que se prolonga ao ser reeleito, França recupera seu caráter de vanguarda, seu patrimônio cultural, seu poder econômico e se constitui como uma nação defensora dos direitos humanos, da liberdade, da democracia e da paz.

Em 1993, os franceses dão um giro em sua política ao escolher a um primeiro ministro conservador como presidente: Jaques Chirac. Em 1997 as eleições situam a Lionel Jospin como primeiro ministro, dando um novo giro para o socialismo. A atual situação do país é difícil de explicar.

Igualmente que no resto dos países europeus, o nível de vida de seus habitantes é satisfatório, mas se enfrentam aos inimigos do século XX: a super-população, a crise interior do homem como indivíduo e o crescente desemprego.

Arte e Cultura

A arte e França sempre têm-se identificado como uma dualidade indissolúvel. Esta crença têm bases evidentes e amplas; muitos dos artistas mais reconhecidos do mundo e da história desenvolveram parte de sua obra na França ou bem, têm sido inspirados em alguma moda, acontecimento ou recurso francês.

De raízes celtas e greco-latinas, o espirito francês atual guarda uma equilibrada relação entre a magia, a permisividade e a lenda dos primeiros povos do norte, e a disciplina, a estética e racionalidade dos filhos de Zeus.

Esta é o motivo pelo qual o francês recebe com gosto as tendências mais variadas, os excessos e a austeridade, o místico e o mundano.

A arte na nação francesa é um produto cotidiano, enriquecido, altamente conservado e apetecível a toda hora e para todo público. Mais que algo exterior, colecionado nos museus ou centros destinados a sua criação, é um espirito que se leva por dentro, que encontra-se refletido nas ruas, nas paisagens, no ambiente que vibra constantemente e que cobre de sensibilidade e magia a visão real deste país cheio de expressões estéticas.

Primeiras Manifestações Artísticas

Entre as primeiras manifestações artísticas que podem-se encontrar em França estão as Grutas de Lascaux, no vale do Dordonha, onde os homens primitivos do neolítico expressaram suas experiências e temores respeito da caça assim como das crenças em torno à fertilidade humana. A formação em Carnac, na costa bretã, realizada com mais de cinco mil pedras e cujo significado e procedência continuam ignorando-se, revela a existência de um antecipado espirito estético que têm prevalecido através do tempo.

Testemunhos Romanos

A influência romana deixou variadas obras, principalmente arquitetônicas, especialmente na zona Provençal, que o tempo têm deteriorado deixando só alguns restos. Não obstante, a majestuosidade das construções romanas prevalece e é possível observá-la em lugares como os anfiteatros de Nimes e Arles, o Teatro de Orange e o Aqueduto Pont Du Gard no sul da França.

Algumas cidades como Autum, Saintes e Reims, conservam aquedutos herdados pelos romanos, enquanto que Lyon e Paris só podem oferecer ao visitante alguns restos do passo romano por suas terras.

Etapa Merovingia e Carolingia

A Etapa Merovingia, com a conversão da França ao cristianismo, supôs uma modificação nas tendências artísticas da época. Construíram-se grandes mosteiros, em geral de caráter austero embora imponente, como os de Tours, Limoges e Chartres, que se converteram em centros culturais da zona, onde os monges de diversas ordens desenvolveram parte da Ciência e a filosofia. A capela merovingia que mais destaca é a de Pépiole, perto de Toulon.

A etapa Carolingia, no século VIII, supôs um renascimento da cultura e a arte a níveis extraordinários, orientados geralmente para fins de tipo religioso ou nacionalista. As gestas épicas de caráter poético se desenvolvem notavelmente, embora não aparecem escritas até séculos depois. Mostras arquitetônicas da época são a Abadia octogonal de Ottmarsheim em Alsacia.

O Românico

O estilo românico, desenvolvido fundamentalmente durante a monarquia dos Capetos, produz obras de grande tamanho e amplitude, baseadas no arco de meio ponto, o uso da pedra talhada na decoração, substituindo a madeira e os mosaicos pintados. Aparecem também grandes janelas na parte superior das colunas, que as tornam menos sombrias e convidam a um maior despegue de cor. Borgonha, Alsacia e Auverge conservam obras do período românico, todavia, a cidade mais representativa deste estilo é Poittiers, no oeste do país, com uma abundante arquitetura românica que se coroa com a igreja de Notre-Dame-la Grande.

No ano 1100 as primeiras universidades começam a aparecer em Europa.

Em Paris, habitual centro cultural por ser também o centro político, se dão os primeiros intentos de consolidar uma Universidade.

Em estas reuniões científico-literarias, surge a métrica da canção popular que se vinha desenvolvendo oralmente desde tempos remotos: a Chanson de Roland.

O Gótico

O soberbo estilo gótico assalta França no ano 1140. Em contraste com o românico, é uma arquitetura mais fina, com colunas mais delgadas que aproveitam o arco apuntalado para reduzir a tensão física e o espaço. A coroação com talhados em pedra em suas altas colunas e o uso de ojivas nas janelas, fazendo-os mais amplos, é o que lhe da a este caráter essa aparência de uma altura interminável. O gótico é um estilo que teve grande acolhida em França e enormidade de obras em diversas cidades dão mostra disso. Sempre orientado à construção de obras religiosas, imensas catedrais, igrejas, conventos e mosteiros, os franceses de então viram na arquitetura gótica uma forma que guarda o equilíbrio entre a simplicidade que impõe a religião e a fantasia que oferece a construção. Sem lugar a dúvidas, a imagem da França gótica que mais se conhece no mundo é a da Catedral de Notre-Dame em Paris.

O Renascimento

O Renascimento também deixou sua pegada na cultura e na arte francesa.

A corte de Felipe I reuniu a alguns dos mais avantajados renascentistas italianos ao oferece-lhes refúgio em França. Entre estes, os mais destacados são Rosso, Primaticcio e Leonardo Da Vinci que doou a Paris A Gioconda (Monalisa). As mudanças introduzidas pelos renascentistas, orientados a recuperar a beleza e os padrões da antigüidade greco-latina com uma visão mais prolongada às necessidades e prazeres individuais, significaram uma volta à simplicidade, ao realismo em todas as artes. Um cambio relevante desta etapa é a orientação, por primeira vez, da estética da arte para a vida secular; isto se revela nos quadros que representam cenas campestres, urbanas e palacianas, assim como no florescimento de castelos, palácios e praças que nada têm que ver com a cultura religiosa.

Em contraste, a literatura épica, gestora de glorias nacionalistas e Batalhas em pró da religiosidade, se orienta ao teatro e as comedias, aos mensagens didáticos-moralistas.

O Barroco

O barroco chega para elevar a atmosfera estética para um sentido mais artificial, recarregado, suntuoso, para distinguir ampla e notavelmente a vida da massa popular da aristocrática vida da nobreza. Nela, a construção de grandes castelos ou Chateuax, principalmente no vale do Loire, são uma espécie de rebelião discreta contra a dominação religiosa e a invasão da vida popular na arte que as etapas anteriores tinham logrado. Fontainebleau e Versalles são formosas mostras arquitetônicas do recarregado e evidentemente aristocrático estilo barroco. Entretanto, Descartes desenvolve o Método Científico e Moliére, Racine e Corneille elaboram peças teatrais que têm-se convertido em verdadeiros clássicos. A pintura também abunda tanto como a música; é época de grandes mecenazgos, das peças dedicadas às mais insólitas obras reais e nobres.

Estilo Rococó

Esse espirito de ir sempre em procura do mais inimaginável, de ter esse encontro entre o mágico e o racional, se coroa com as extravagancias do estilo rococó, que reúne dentro de um corpo estabelecido, uma peça musical, uma obra arquitetônica ou até um simples móvel, uma série excessiva de detalhes que o realcem.

A decoração interior dos Palácios Reais e os Castelos habitados pela nobreza constituem a mostra mais clara deste estilo. Entre os pintores da época, Antoine Wateau, Francois Boucher e Jean Honoré Fragonard são os mais representativos.

O Neoclássico e o Romantismo

Um novo retorno à simplicidade é marcado pela aparição da tendência neoclássica. A literatura se volta menos fantasiosa, mais real e viva, capaz de retratar os sentimentos humanos com claridade e simplicidade, embora a nível interno as obras se encontrem reguladas por múltiplos parâmetros.

A filosofia deriva para as visões mais humanistas e naturalistas do homem como as expõe Rousseau, para o nascimento do estado moderno com as bases aportadas pela Ilustração, desenvesqueces por Voltaire e Diderot.

Aparece o ensaio político com Montaigne, como uma trombeta que sinala o que se aproxima: a Revolução Francesa, o fim do absolutismo, o sonho de justiça e igualdade para os homens.

Posterior à afamada Revolução de 1789, o romantismo se instala no mundo cultural e artístico. Stendhal, Chateubriand, Balzac, Baudelaire e desde logo, Víctor Hugo, deleitam com suas obras melancólicas, amorosas e idealistas que põe ênfases na paisagem regional, enquanto que Delacroix, na pintura faz o seu.

O Realismo e Naturalismo

Talvez sejam tantas invasões, tantas guerras internas ou tantos intentos por retornar ao caráter imperial o que beira aos artistas franceses a assentar-se num estilo mais real, mais próximo à vida da gente, mais igualitário através do realismo. Nesta viagem à realidade, chega-se à introdução de transportes mais acessíveis e à reconstrução de cidades como Paris, cuidando de conservar a mostra artística que a história lhes havia deixado encarregada.

O naturalismo é uma mostra mais da tendência a ver o lado escuro das coisas. Agora já não basta com retratar as paisagens cotidianos ou narrar histórias aproximadas à vida de qualquer; é necessário expressar os aspetos mais sórdidos e crus da vida nas cidades. Emile Zolá é quem melhor expressa a vida popular e descarnada da Paris daquela época que iniciava sua verdadeira ascensão para a democracia.

O Impressionismo

Uma série de pintores põe em marcha, a mediados do século XIX uma nova visão estética: o impressionismo, ao qual se lhe considera como o nascimento da pintura moderna, onde a realidade exterior, tanto como a subjetiva, se plasma filtrada pelos olhos do artista. Eduard Manet, Claude Monet e Paul Cézanne são os primeiros artistas do pincel que se expressaram desta maneira; posteriormente Degas e Renoir se uniram. Mais que em outras épocas e talvez favorecidos pela crescente ampliação dos transportes e as comunicações, estas novidades francesas no mundo da arte, atraem a credores de todo o mundo, fundamentalmente europeus, que fixam em sua mente a idéia de chegar a França a aprender, a expressar suas idéias, a ser compreendidos, porque o caráter francês, tão permissivo, tão aberto ao novo, não se espanta e inclusive aprecia a arte moderno.

A música também cambia seus padrões no século XIX. Maurice Ravel e Claude Debussy são os músicos mais representativos desta etapa modernista. Rodin, cria obras carregadas de filosofia e erotismo, joga com o novo espirito individualista francês, com uma mirada profunda aos sentimentos próprios do homem.

Surrealismo e Cubismo

A zona sul da França alberga aos precursores dos movimentos surrealistas e cubistas. Por ai se estabeleceram Van Gogh, Picasso e Dalí, ao menos durante um período de sua vida. O que procuravam era um espaço tranqüilo e estimulante ao memso tempo para suas particulares visões da realidade. E se França lhes deu o espaço que procuravam, eles lhe têm dado ao mundo uma visão intensa do que é o país galo através de suas obras.

Literatura

Na literatura, durante os séculos XIX e XX, França é tão acolhedora como com os pintores e recebe a numerosos escritores que desenvolvem suas melhores obras ao amparo da vida em Paris, Lyon, Nice ou Marseille. A instabilidade política, produto do fim do Império, assim como as Guerras Mundiais que castigaram duramente ao povo francês, são períodos alternos a aqueles em que a Ciência, a cultura e a arte floresce nesta nação.

Movimentos como o surrealismo, o dadaísmo e o existencialismo expressados nas obras de Camús, Sartre e Simone de Beauvoir, surgiram entre as ruínas que a ação bélica deixou, crescendo para seguir à vanguarda da expressão mundial do pensamento livre.

De ai que a maior parte dos escritores, músicos, bailarinos e pintores da época contemporânea tenham residido em algum lugar da França, em algum momento de sua vida: ir a França era uma convite ao desenvolvimento profissional.

Cinema

A sétima arte, o cinema, teve sua origem precisamente neste país quando os irmãos Lumiére apresentaram seu aparato mágico a uma série de audazes espectadores. A tradição pelo cinema permanece e se volta maior cada dia. O Festival de Cannes, além do luxo que representa, conta com o prestigio de valorar o cinema de qualidade, o cinema arte.

GASTRONOMIA

A cozinha costuma ser o reflexo mais público da sensualidade de um povo, de seus segredos primários, do mestiçagem de sua história. No instante em que os olhos do estrangeiro se cruzam com a exposição dos produtos alimentícios nos mercados, lojas, padarias, mantequerias e vinaterías, é possível saber o que a comida significa para os habitantes de cada região da França.

A comida em França têm tanta tradição como sua história, sua arte ou seu sentido da liberdade. Quando acorrem à mente cenas de refinamento, romantismo e sensualidade relacionadas com os franceses, se projetam no arquivo interior as imagens palacianas que o cinema tem-se encarregado de divulgar, onde reis e aristocratas se deleitam com mesas inteiras cobertas por pratos inimagináveis, fontes de frutas e esculturas de postres com nomes extravagantes. Esta é a cozinha dos reis, propriedade atual dos chefs.

Restaurantes exclusivos; é a alta cozinha francesa. Porém, o espirito igualitário que os franceses têm desenvolvido nos últimos séculos têm fato que sua cozinha resulte acessível para todo o que a visita.

Existem dos tipos de gastronomia que podem guiar ao turista: a clássica e a chamada "de mulheres". A primeira é aquela que, vinda da aristocracia, tem-se ido renovando sem perder sua origem e que se oferece atualmente a todo o que queira prová-la quase ao longo de todo o país. A cozinha de mulheres deve seu nome ao fato de que era a realizada pelas amas de casa, mães e avós; é aquela que antanho fora a cozinha campestre, mais regional, mais própria do cotidiano dos franceses. Ambas gastronomia convivem perfeitamente na atualidade e, sendo França o país com mais restaurantes da Europa, o visitante têm a possibilidade de degustar interminavelmente o que mais lhe atraia.

Os cozinheiros franceses conhecem muito bem o ritual de sua cozinha; sabem que o ponto de distinção é a qualidade de seus ingredientes e o equilíbrio entre estes com a boa apresentação e a simplicidade. Por isso é que têm desenvolvido inumeráveis tipos de salsas e cremas com as que acompanham seus pratos. desta forma, o visitante se surpreende com pratos sumamente simples cujo atrativo reside na harmonia de seus componentes e o ritmo que lhe impõe enquanto sua cor como sua forma de ingerí-lo. Exemplos claros de isto são o suflê, o foie gras, o salmão em aspicou as mouselines e macédonies.

Elementos chaves da cozinha francesa

Um ponto chave dentro da gastronomia francesa são suas padarias.

Existem grande quantidade e variedade de panes; o mais clássico, o branco, que se apresenta em forma de barras: as delgadas ou "flutes", os baguetes e as mais grossas ou "pains". O pão francês só se conserva fresco ao redor de quatro horas e cada dia são menos as padarias que o elaboram da maneira tradicional, razão que torna-se muito atrativo e se converte num desafio provar um pão recém feito.

A pastelaria é outro forte da cozinha francesa. Nelas poderá encontrar infinidade de pastéis de diversos tipos e tamanhos entre os que destacam os merengues, as madalenas, os "pettits fours", tartaletas, bolinhos e o caramelo. As tortas também são variadas, especialmente de chocolate e de frutos secos ou de temporada; têm a caraterística de uma apresentação elegante e atrativa.

As carnes frias são também produtos muito atrativos e abundantes. Nas charcuterias pode-se encontrar grande variedade de carnes cozinhadas, presuntos, salchichas e patês. Algumas delas também oferecem saladas e pratos do dia, simples, atrativos e econômicos em geral.

Os queijos são algo que convém provar; a eleição entre mais de 360 tipos existentes é como atravessar um labirinto sem fin. Numa boa loja de queijos pode-se degustar vários de eles e escolher o que mais se adapta aos gostos pessoais, contando sempre com a colaboração dos encarregados do estabelecimento. Entre os melhores queijos estão o Fromage Fermier e o Camembert; um queijo com a inscrição "lait cru" (leche pura), que representa a mais alta qualidade entre os produtos desta natureza.

Cozinha Regional

Não se deve esquecer que cada região implica sua geografia em sua cozinha e que, por tanto, cada zona oferecerá diferentes especialidades. Em Alsacia pode-se pedir o foie gras, choucroute e torta flamejada, acompanhada de um bom vinho. Na zona sudoeste, o cassoulet, confit de pato e setas preparadas de diferentes formas. Em Bretanha se recomenda o peixe, o marisco e as crepes. Na zona de Normandia vale viver a aventura de degustar o pato ao molho, o peixe à creme e as sobremesas de maçã.

Em Borgonha, além de seu vinho que é o protagonista do evento mais importante da colheita da uva cada ano, pode provar os caracoles ao ajo e o boi borgonhês, sem lugar a dúvidas, cumes da refinada arte culinária francês. Em Lyon, o salsichão com pistachos, a pularda trufada e o "gras double", simplesmente delicioso. A zona mediterrânea de Provença oferece variados tipos de peixes à brasa temperados com hinojo, ratatouille e bullabesa. Por último, na zona norte pode-se provar os waffers, a carbonada de boi à cerveja e a anguila "au vert".

Paris não conta com uma cozinha própria de grande tradição e sua arte culinário radica em que, ao converter-se no centro da nação, os imigrantes têm levado a esta cidade suas especialidades regionais. Na Cidade da Luz quase tem-se ao alcance toda a comida francesa regional assim como uma magnífica representação de cozinhas internacionais, por se alguém sente muita saudade de seu país.

Lyon oferece uma variedade gastronômica tão intensa como Paris pois seus restaurantes estão ainda mais especializados nas comidas regionais e na "cozinha de mulheres", pelo que resultam menos elitistas que os refinados restaurantes parisienses. Porém, em qualquer lugar da França poderá encontrar a cozinha em todo seu esplendor e deleitar-se com ela de múltiplas formas.

Vinhos Franceses

Outro produto de grande tradição em França é o vinho, essa bebida mágica que vem a ser o perfume do paladar. Cada região têm o seu próprio, que dificilmente poderá encontrar fora dela; mas também existem os vinhos que traspassam fronteiras, que envolveram histórias e lendas e que com segurança lhe agradaria provar como é o caso do Borgonha, o Bordaux, o Conhac e o místico Champagne. O Bordaux têm suas origens na Idade Media, quando esta região, ao sudoeste francês estava dominada pelos ingleses. O Champagne, símbolo de êxito e triunfo, está elaborado a partir da combinação de uvas de diversos vinhedos.

Possivelmente haja escutado falar de "Dom Pérignon", associando este nome a uma das mais prestigiosas marcas de champagne; pois bem, para 1700 este monge cego foi quem descobriu a qualidade espumosa deste vinho que, graças às garrafas de cristal grosso e o uso de casca no envase, pôde ser produzido e conservado em maior escala. O Borgonha é um vinho que se produz em menor quantidade pois suas uvas requerem de uma qualidade que não é fácil obter em grande escala. É um vinho clássico, forte, que se incrusta no paladar e permanece no lembrança para sempre. se aproxima à zona de Provença poderá encontrar vinhos mais ligeiros, frescos e afrutados, produto de um clima mais mediterrâneo.

Os vinhos oferecem em sua etiqueta as claves para conhecer sua essência. A abreviatura AC (Appelatiom d'Origem Controlée) significa que trata-se de um vinho rigorosamente controlado desde a seleção de suas uvas, passando pelos procedimentos de elaboração e o tempo de aperfeiçoamento até a graduação que contém. A categoria Vin Délimité de Qualité Supérieure (VDQS) são vinhos de segunda classe que resultam bastante bons e que competem ano com ano para passar à primeira categoria. Por último, os Vim de Tável são vinhos regionais que requerem menos rigor em sua elaboração, embora isso não significa que sejam de mala qualidade, além de resultar mais econômicos.

Horário de refeições

Geralmente o café da manhã é ligeiro: crosaint ou brioche com café. Se deseja suco de frutas terá que pedi-lo aparte na maioria dos casos. A hora para o café da manhã é a mais variável das refeições embora costume ser cedo. O almoço e o jantar têm horários mais estritos e na cultura francesa não é bem visto tomar um aperitivo entre refeições ou beliscar algo. O almoço costuma servir-se às 12:30 ou 13:00 h. e o jantar, que é a principal refeição do dia, ao redor das 20:00 h.

Ambos podem ser abundantes e pelo geral incluem uma salada com algum produto de origem animal como o frango ou os frutos do mar, um creme ou sopa e um prato forte. Se acompanham com vinho ou com água mineral. É aconselhável realizar reserva nos restaurante, especialmente à hora de jantar e nas grandes cidades pois é a hora em que encontram-se mais comensais. Alguns estabelecimentos abrem até muito tarde e servem jantar entre as 12 da noite e as 2 da manhã para os assistentes a espetáculos noturnos.

Se não deseja enfrentar-se aos restaurantes formais, com segurança encontrará inumeráveis cafés, bistros, brasseries (restaurantes de grande tradição mas menos formais) ou restaurantes de comida rápida que têm chegado a quase todo o mundo. Nas ruas e mercados também existem vendedores ambulantes de diversos sanduíches.

COMPRAS

Em geral França é um país onde pode-se adquirir de tudo. Sempre têm sido zona de trânsito para muitos produtos, especialmente para aqueles que tenham que ver com a beleza, a decoração, a moda, a cultura e os prazeres do paladar.

Em geral, os estabelecimentos comerciais incluem em seus preços o IVA, conhecido em França como VAT. Os estrangeiros têm direito a que lhes seja reembolsado. Um desconto por exportação, do 20 ao 30% é possível se a compra num mesmo estabelecimento supera os 2.800 francos, para os estrangeiros de países membros da CEE e os 1.200 francos se o país de procedência não pertence à união Européia, embora este também dependerá dos artigos que se hajam selecionado. Os preços nas lojas são definitivos e não se regateiam, más nos mercados pode-se pôr a prova as habilidades de todo bom comprador.

Compras em Paris

Se fazer compras é um prazer para você, neste país poderá fazê-lo com grande deleite. Em Paris poderá encontrar uma enorme quantidade de lojas com diversos produtos, desde os mais simples e ordinários, até os mais especializados e extravagantes. Antes de iniciar as compras é necessário dizer que na esfera parisiense a Margem Direita costuma conter as casas mais exclusivas e tradicionais de alta costura, galerias de arte e antigüidades, grandes armazéns e lojas de luxo. A Margem esquerda, em cambio, guarda zelosamente suas grandes livrarias, pequenas lojas artesanais e galerias vanguardistas. Porém, em ambos lados há lojas exclusivas e de altos preços convivendo em harmonia com as lojas mais acessíveis e modestas.

Em geral, a atitude dos vendedores só é amável quando o cliente não anda a indeciso e sabe o que quer; ademais, sempre é melhor atendido quem têm a delicadeza de saúdar primeiro. Nos grandes armazéns existem empregados instruídos especialmente para atender aos clientes estrangeiros. Galerias Lafayette e Le Printemps são duas das melhores lojas de roupa, porcelanas, equipamentos e perfumaria. Les Printemps, conta ademais, com um magnífico departamento de brinquedos e roupas íntimas.

Samaritane, nas proximidades do Pont Neuf, sobre o Sena, é uma peculiar loja que oferece mais de 52 uniformes de trabalho. Se o que deseja é encontrar bons livros e boa música, os armazéns fnac, do estilo moderno, se os oferecem com grande qualidade.

A moda nasceu em Paris e apesar de que tem-se trasladado a Tokio e Nova York, Paris segue sendo o centro artístico da moda. Em cada estação do ano realizam-se majestosos desfiles com as modelos do momento e Paris converte-se num cenário constante de atividade e com visitas de personagens do mundo social e econômico. Em Paris estão presentes as mais prestigiosas firmas de moda como Dior, Givenchy, Saint Laurent, ou Channel. Comprar numa loja de alta costura ou "pret a portér" é privilegio de uns quantos, mas assomar-se a suas vitrines é uma possibilidade mais democrática.

A Margem esquerda têm por tradição, em Saint Germaine des Prés, grandes e pequenas livrarias, lojas de roupa especializadas e a vitrine da moda "chic" com as butiques de Sonia Rykiel e Charles Jourdan. A Rue de Saints Pères está coberta por sapatarias e estabelecimentos de telas e nos arredores da Rue de Rennes pode-se encontrar lojas de vários artigos de moda a preços muito acessíveis. Subindo para Montparnasse, pode-se encontrar grandes armazéns que oferecem bons produtos a preços adequados.

O Forum des Halles, antigo mercado popular ao leste do Palais-Royal, foi convertido num moderno centro comercial que alberga múltiplas lojas de roupa, sapatos e souvenirs entre outras coisas. Em seus arredores, perto do Palácio da Opera, a Rue Faubourg Saint Honoré alberga as lojas mais caras e exclusivas de jóias, peles e alta costura.

França é um lugar fantástico para a busca de antigüidades. Há lojas muito prestigiosas na Margem esquerda, assim como mercados populares nos arredores da cidade, especialmente os sábados, onde podem-se encontrar os clássicos soldadinhos napoleônicos de plomo, bonecas e instrumentos musicais. O Mercado de Birom é especialista em antigüidades de móveis e arte, seus preços são muito inferiores aos das grandes galerias enquanto que sua qualidade é boa. Malik é o mercado que oferece mais diversão pois sua especialidade são os vestidos, jóias, trajes, uniformes, lembranças da Belle Epoque e a primeira Guerra Mundial. Em cambio, se o que procura é Art Nouveau, Jules Vallés é o mercado ideal. Se o que quer é levar prá casa uma obra de arte, prove olhar e comprar em Montmartre com os pintores que se instalam nas calçadas, embora faça-o com firmeza e cautela pois é uma zona de muito trânsito.

Os amantes da leitura também têm um paraíso em Paris. Ao longo do Sena se colocam livrarias de segunda mão que na atualidade oferecem muito mais periódicos e revistas de época. Respeito a livros, Reiffel é o lugar adequado para procurar curiosidades e antigüidades.

Os perfumes são um maravilhoso presente de Paris ao mundo. Há várias lojas especializadas em ambos lados da cidade, mas não se ilusione demais com os preços, pois são muito similares aos preços do resto da Europa (em alguns casos mais caros).

Os queijos, embutidos e vinhos são extraordinários lembranças que levar da França. Lhe aconselhamos que busque embalagens que, além da beleza sejam seguras no relativo ao transporte e conservação dos alimentos.

Mercados em Paris

Os mercados são um espetáculo que não é aconselhável perdê-lo, ainda se não têm intenção de comprar.

Coloridos, ruidosos e com o aroma de Paris, há quatro mercados onde poderá deleitar-se com as cenas de vida que ali se representam dia a dia: o da Rue Mouffetard, que abre terça-feira, quinta-feira e sábados; o de Rue de Bucci, que está aberto todos os dias, exceto os segunda-feira; o da Rue Daguerre e o de Lepic, abrem diário e descansam os segunda-feira. Em Ile da Cité se coloca um mercado especializado em flores e plantas; é um verdadeiro desdobramento de cores, aromas e rumores que o vento dispersa por todo Paris.

Este mesmo mercado floral surpreende os domingos ao converter-se num mercado de pássaros.

Compras em outras regiões

No relativo a outras zonas, a emoção das compras se mantém e talvez se intensifique, pois as diferentes regiões francesas guardam preciosos tesouros, em forma de artesanatos, alimentos, doces, vinhos e um longo etc.

No Vale do Loire é conveniente procurar seus doces de mazapán, de ameixa, de açúcar de cevada e chocolate. Por outro lado, seu caráter palaciano têm discorrido em variadas lojas de antigüidades a preços mais acessíveis que em Paris. A louça, a cerâmica e os artigos de vime são caraterísticos desta formosa zona.

Em Bretanha impressionam seus trajes típicos, de origem celta, seus telas de lana, louça pintada a mano, rendas, tecidos bordados, marionetes, bonecas e joalheria típica. O chocolate é uma boa opção, especialmente as uvas em conhaque cobertas de chocolate. O artesanato, que pode-se adquirir nos mercados populares e em lojas especializadas se carateriza pela madeira talhada, jóias, artigos de pele, cristal e seda pintada.

Em Normandia destacam os bordados a mano, que costumam ser caros e difíceis de encontrar, mas que compensam por sua inacreditável beleza e tradição. Em junho em Caén e em agosto em Cabourg, se montam mercados de antigüidades onde podem-se encontrar objetos e peças muito interessantes.

Champagne e o norte são zonas tradicionalmente famosas por suas rendas, sedas pintadas e artigos de vime.

Em Amiens podem-se adquirir graciosas marionetes de manufatura tradicional enquanto que em St-Omer a louça esmaltada é o mais atrativo.

Mas sem dúvida, o que não deve esquecer comprar nesta zona é o produto de ouro da França: o champagne. Experimetne fazê-lo com os produtores regionais que se estabelecem ao longo dos povoados.

Na zona de Alsacia e Lorraine, ao leste, os jogos de mesas tecidos a mão são uma boa compra. A louça esmaltada de brilhantes cores é preciosa.

Em Lorraine a cristaleria é o ponto de êxtases: Baccarat têm sua origem aqui. Bensancon é a terra dos relógios e as Ardenas oferecem trabalhos em madeira talhada enquanto que Langers é famosa pela a suas facas.

Em Borgonha, Troyes é o lugar ideal para adquirir roupa a preços geralmente inferiores, até num 50% mais baixo que no resto da França. O vinho da região, escasso e caro mas maravilhoso, é outra boa aquisição.

Lyon é a segunda cidade em importância do país. É um mercado significativo de roupa elegante e seda. Suas gravuras também são chamativos assim como suas marionetes. Respeito a comida, o chocolate, alguns pastéis e patês são dignos de tentar levá-los prá casa. Há associações de artesãos que têm seus próprios mercados e oferecem objetos fatos a mão a preços muito vantajosos.

A zona provençal é famosa por suas figuras de barro que representam aos participantes do nascimento de Cristo, feitas a mão e pintadas em cores chamativos; se lhes conhece como "santons". Em Aix-en-Provence, os sabões de ervas e flores são uma boa compra; ai mesmo, os maçapães de amêndoa e ovo convertem-se em atrativas figurillas. Provença é zona de formosas e delicadas telas com finos estampados, que podem-se adquirir por metros ou bem, convertidos em vestidos, chais e jogos de mesa. Os mercados provençais são muito chamativos, embora a maior parte dos produtos que oferecem não sejam objetos que se possam levar a casa.

A Riviera, a zona mais exclusiva do sul, lhe oferece roupa e acessórios elegantes, geralmente de prestigiosas e reconhecidas marcas. Os chocolates e frutas escarchadas são outra alternativa. O aceite de oliva, muito bem envasado atrai muito aos visitantes.

A zona de Toulouse e os Pirineos favorece o sabor de seu famoso foie-gras e pato em conserva em latas que asseguram sua duração. Sant Vincens em Perpinhám lhe deleitará com um mercado de artesanatos. A roupa, livros, discos, jóias e perfumes são acessíveis e variados nesta parte da França.

Córcega é terra de bosques e madeiras. Seu artesanato lança mão deste recurso e pode-se adquirir objetos talhados neste nobre elemento. Um bom cachimbo da Córcega é um presente excelente. A cerâmica também é atrativa, além dos tecidos e aquarelas.

POPULAÇÃO E COSTUMES

França é um país com uma grandeza histórica e cultural muito mais ampla que o seu território de apenas meio milhão de quilômetros quadrados. Tem uma população de 57 milhões, na maioria adultos e de terceira idade.

Como muitos países europeus, sofre o problema de desemprego, o qual têm fato dos últimos anos uma época difícil de assumir, variando o caráter dos franceses para sentidos menos participativos na vida social, como era seu costume.

Uma caraterística de seus povoadores é a apertura cultural para outros habitantes do planeta dentro e fora do seu território, sem perder sua individualidade ou afetar seu nacionalismo. Tradicionalmente França têm sido um dos impulsores da tolerância racial e cultural, eixo de muitas associações internacionais em favor dos direitos humanos. Este aprecio à diversidade se reflete no seu território. Nele convivem, em boa medida, minorias africanas, judias e da Europa do Leste que conformam uma população de quase 4 milhões. Tudo isso produz um espetacular mosaico de cores, idéias e raças.

Durante a época de seu esplendor imperial e seu domínio bélico dos séculos XIX e XX, o nível de vida francês foi dos mais altos do mundo; suas modas sociais, educativas, científicas e inclusive de vestido, eram imitadas em todo o mundo. Ser francês, por nascimento, era uma espécie de dom divino incomparável. Isto causou uma espécie de sobre valorização de sua cultura que fez presa a alguns de seus habitantes e desta forma, se ganharam uma fama de individualistas que desprezavam aos demais países e que lhes olhavam por acima. Atualmente esse sentimento têm ficado atrás ao ver-se enfrentado à realidade de finais do século XX. Hoje em dia, França vê nos países europeus, aliados aos que lhes deve tratar com hospitalidade e respeito.

A vida familiar segue sendo um núcleo social importante, embora cada vez existem mais famílias sem filhos. O nível de vida permite que o bem estar reine na maioria dos lares. Existe a costume da comida em família, que se respeita apesar do acelerado ritmo de suas cidades. Outra costume francesa é não comer entre comidas nem beber aperitivos que estragam o gosto pelos alimentos. Se uma família lhe convidasse a comer, a pontualidade é básica e é recomendável que o aparência seja formal. No lar, é costume repetir várias vezes o prato que mais agrada, sem que por isso se descuide aos outros pratos do dia.

Os franceses gostam que os visitantes façam esforços para falar em sua língua, embora seja com um péssimo sotaque. São muito mais cordiais quando percebem o interesse do visitante que quando lhe olham indeciso e incapaz de arriscar-se. Rara vez respondem em outro idioma embora o conheçam muito bem.

As mulheres francesas, especialmente as parisienses, vestem com uma elegância que não têm que ver com suas roupas ou adornos, senão mais que nada com a graça que imprimem a seus movimentos, andares e gestos. Essa mesma graça que cativa e faz mirar os lugares históricos desta cultura com ansiosos olhos. Os jovens têm acesso, em geral, à educação universitária pelo que sua preparação é alta. Os centros educativos contam com grande tradição no relativo a sua qualidade, motivo que traz anualmente a milhares de estudantes dos lugares mais recônditos do planeta. Este fato contribui a que o caleidoscópio das imagens urbanas se complique e se volte mais atrativo.

Entre as costumes mais importantes dos habitantes do país está a assistência a espetáculos teatrais, musicais e cinematográficos. Sendo França o berço do cinema, seus povoadores devoram com assiduidade o que a industria produz, especialmente a cinematografia nacional, porque, um traço muito próprio dos galos é o amor às produções de sua pátria.

A gente em França têm uma só costume comum, a de surpreender pela sua segurança, por sua variedade e por sua facilidade para misturar-se com o novo sem perder o que têm conservado por anos. Pela mesma razão, para conhecer aos franceses há que transladar-se às regiões mais distantes das grandes cidades.

Nelas conservam-se costumes mais antigas, mais simples, especialmente no relativo à alimentação e a diversão, o que produz um agradável contraste com a vida urbana. A vida religiosa é mais ativa nestas áreas, onde celebram-se incontáveis festividades de caráter religioso cada ano.

Apesar de todo, o principal traço do galo moderno é seu apego à liberdade individual, apego que se fortaleceu com o governo socialista e que os faz afortunados embora solitários. Possivelmente por essa solidão e o agobio econômico que vivem atualmente, estejam procurando com ansiedade as atenções de adivinhos e curandeiros, deixando claro que não perderam seu caráter mágico, de herança celtica.

ENTRETENIMENTO

Um espirito de curiosidade e um pouco de energia são suficientes para não se cansar num país como França, no que existem múltiplas formas para ocupar-se e que abarcam desde os gostos e motivos mais simples até os desejos mais sofisticados.

É comum associar a esta nação com os eventos e lugares mais atrativos do mundo, com a mais alta expressão artística e cultural, contudo, em França podem-se viver trepidantes aventuras em suas montanhas, seus rios e suas ilhas ou bem, desfrutar de sossegados passeios por suas campinas, seus vinhedos, litorais e cidades medievais.

A estranha qualidade mimética desta nação experta em abrir-se aos visitantes de qualquer nacionalidade e cultura, faz que o estrangeiro veja nela justamente o que deseja ver. Seja qual seja o interesse particular do viajante, nesta terra poderá encontrá-lo.

Mar, Praia e Sol

As areias do litoral Atlântico francês são magníficas para os esportes de navegação com vela já seja em água ou na areia. A região do Canal da Mancha é o lugar ideal para os apaixonados do surf, especialmente durante os meses do outono.

O mergulho pode ser praticado com grande facilidade nas ilhas mediterrâneas como Córcega, Porquerolles e Port Cros. Suas águas transparentes e espécies marinhas farão sentir a profundidade do imenso mar; se ademais, ao sair encontra-se com esse ar de piratas que oferecem as ilhas, a experiência será única.

Os Portos do Atlântico oferecem uma possibilidade que nem todos os lugares do mundo tem: centros naturistas onde pode-se levar uma vida tranqüila, distante da contaminação, mas muito longe de resultar cansativa. se é mais atrevido, as zonas costeiras da Riviera, especialmente Saint Tropez, escondem pequenas praias destinadas ao nudismo. Numa palavra, França oferece todas as possibilidades para quem gosta de praia, areia e sol.

Turismo Fluvial

Navegar pelos rios da França é uma aventura relaxada e atrativa. Mais de 12.000 quilômetros de leito fluviais navegáveis - graças aos 5.000 quilômetros de canais que unem aos rios- oferecem variadas alternativas.

Os quatro principais rios (Dordonha, Loire, Ródano, único rio que desemboca no Mediterrâneo e o Sena), contam com tours organizados para percorrer seus afluentes e desfrutar das paisagens que os rodeiam. estes passeios costumam ser tranqüilos, por vezes animados durante a travessia com música ou um pequeno salão de baile, mas que podem ser perfeitamente familiares. Existem cruzeiros de uma manhã até de vários dias em modernas embarcações tipo hotel.

Se o que lhe atrai é a independência e a solidão, pode alugar um bote pequeno ou uma casa flutuante e percorrer por suaconta a zona elegida. Entre os lugares mais visitados e atrativos encontra-se o vale do Loire, o Canal de Borgonha, o Marne que cruza os vinhedos de Champagne e chega a Estrasburgo e o Canal de Midi que passa por Bordaux.

Algumas direções de interesse para praticar turismo fluvial no Rodano:

Relais Nautique D´Avignon, Kapitaim Manureva Pont St Benezet. Avignon.

DNP France, 20, Quai du Canal. Saint Guilles.

Au Fil de l´Eau, 1 Rue Emile Zola. Vitry sul Seine.

Cruzeiros

Fazer um cruzeiro pelas pequenas ilhas que salpicam as costas francesas pode ser uma aventura apaixonamte e romântica.

Existem alguns lugares indicados para realizar esta atividade:

Castelo de If e Ilha de Frioul. Agrupamento de Armadores costeiros Marselleses. Quai des Belgues. Marseille.

L´Ile Verte. Quai Ganteaume. A Ciotat / Quai de Gaulle. Le Voltigeur II. Le Monte Cristo II.

Ilha de Bendor. Société des Transports Maritimes de Bendor. Bandol.

Ilha de Hyéres (Porquerolles, Port Cros e Ile du Levant), Embarcadouro no porto de Hyères e na Tour Fondue.

Transports Maritimes du Litoral Varois. BP 1106.

Compagnie des Transports Maritimes "Iles d´Or" e "Le Corsire". 15, Quai Gabriel Péri. Le Lavandou.

Armement Yves Amal. 1247 Route de Faron. Toulon.

Centros Termais

Desde a época dos romanos existiram pequenas zonas termais acolhedoras e suaves. Atualmente são centros de descanso invejáveis que oferecem múltiplos serviços. Entre os mais famosos estão Bourbonne les Bains na zona dos Vosgos, Contrexeville, Parque Vitel, Bourbole e Royat em Auvergne e Vichy, proximidades ao bosque de Troncay e ao Lago Allier.

No mar também existem centros de talasoterapia que combinam as bondades da água com as de algas marinhas e outros produtos relaxantes. As costas do oeste oferecem serviços de tipo tonificante e revitalizante; as do sul são as ideais para o descanso e diminuição do estresse. As costas do norte estão mais orientadas à relaxo através de atividades esportivas.

Pesca em Lagos

As cadeias montanhosas contam com lagos que convertem-se no recipiente ideal da primavera quando acontece o desgelo das altas montanhas. É então um momento e um lugar ideal para a relaxo por meio da pesca encontrando salmão, truta e carpa entre outras espécies. Languedoc-Roussillom combina com harmonia a pesca e a montanha. Se o que interessa é encontrar-se com o místico salmão, os Pirineos Atlânticos são o lugar ideal. Se por outra parte, se desejam grandes espécies como marlins, tubarões e wahoos, (A Reunião no Indico) é o lugar ideal.

Turismo de Montanha

O país conta com várias cadeias montanhosas de níveis médios e com os Alpes e os Pirineos para as grandes altitudes. Sua ascensão, tanto em verão como em inverno, é uma emoção inesquecível. Em qualquer caso é conveniente prever as diversas situações climáticas e de saúde e não pôr-se metas impossíveis. Apesar de que as zonas estão altamente protegidas e oferecem estações adequadas para passar a noite ou descansar, é melhor não arriscar-se demasiado.

Viajes em Bicicleta

A França têm uma grande tradição ciclista. Quase pode-se cruzar todo o território neste meio de transporte, embora desde logo com várias escalas.

Há mais de 28.000 sendeiros corretamente sinalizados para os amantes da bicicleta.

A rota que se elija pode ir perfeitamente em função do que se quer ver e descobrir: o vinho, as costas, os castelos medievais, etc.

Viajes a Cavalo

Este nobre meio de transporte é muito atrativo para dar um passeio corto ou de mediana duração sobre as zonas verdes da França. Suas paisagens adquirem uma imagem muito mais histórica se percorrem num meio de locomoção tão natural como o cavalo. Pode alugar-se com ou sem guia nas cidades próximas aos lugares mais adequados para seu uso, como são as praias e povoados situados nos formosos vales.

Espeleología

Mais de 10.000 grutas e cavernas esperam para os curiosos que desejam descobrir as profundidades da terra. As mais atrativas são as de Pierre São Martín nos Pirineos, Vercors, Ardeche e as Gargantas do Verdon. Se não se deseja ir tão longe, nos arredores de Paris as grutas próximas a Fontainebleau podem ser uma magnífica opção.

O roteiro dos vinhos

Cada região têm seus vinhedos próprios e fascinantes, acompanhados de suas vinhatarias e bodegas. Fazer um percurso por elas é uma excelente forma de compreender o aprecio por esta bebida. Pode-se escolher entre a rota de Alsacia, a do maravilhoso e afamado Borgonha, que entre outubro e novembro converte-se numa rota inesquecível, a do Bordaux, o Loire, Provença e, por suposto, a rota do Champagne. Fazer um itinerário do vinho é em certa forma ver sua origem, sua gestação e seu destino. No caminho, que pode ser em ônibus ou inclusive em bicicleta, podem-se ir descobrindo histórias fabulosas que adornam ao fruto da vide e que têm tornado o produto mais típico da França.

Rotas Religiosas

Se elige viajar às mais renomeadas zonas religiosas da França pode fazê-lo amplamente. Cada pequeno povoado e cada grande cidade guardam uma magnífica relação histórica com a igreja. Há agências que organizam tours exclusivamente para visitar os monumentos, edifícios e todo o relacionado com a história religiosa.

Cemitérios

Embora possa parecer estranho, um dos melhores lugares para conhecer mais a fundo o país são seus cemitérios. Com uma grande reverencia pela morte, os franceses têm-se distinguido pela beleza com que constróem e conservam as últimas moradas de seus homens e mulheres ilustres.

Turismo Musical

Esta é uma classe de tour organizado para chegar a diversos lugares que têm relação direta com a música, especialmente durante a temporada de concertos ou os programas de Opera de Paris. O plano inclui traslados, entradas aos concertos e hotel com ou sem alimentação.

Cursos

A maioria dos cursos que se oferecem são para aprender o idioma francês, em especial em Paris e se ofertam durante o verão ou nas férias escolares. Estão organizados para toda classe de pessoas, embora predominam os destinados a estudantes. Se dividem em principiantes, intermediários e avançados. Existem também cursos de gastronomia, hoteleira, etiqueta e artes que se promovem durante todo o ano. Na zona de Provença, região que têm recorrido grande parte da tradição francesa da arte popular, se distribuem cursos breves de olaria, gravura em madeira, vidro, mosaico ou cobre, marceneria, pintura, fotografia, escultura, tecido e cerâmica.

Vida noturna

Para os amantes da escuridão e as luzes artificiais, as noites costumam ser intensas, especialmente em Paris. Centos de discotecas, bares, cafeterias, centros de espetáculos, em ambos lados da cidade, lhe esperam. Um tranqüilo e romântico passeio em bote pelo Sena é possível em essas noite de lua cheia que adquirem um cor diferente e reanimam os sentidos. O que deve ter presente se gosta da vida noturna é que França costuma ser cara no relativo às entradas e consumações em seus centros e que alguns de eles são exclusivos e não será fácil entrar sem reserva e inclusive em ocasiones, de nenhuma maneira. Nas cidades de Provença, a vida de noite é tão agitada como em Paris, especialmente na Riviera. Geralmente se exige roupa formal para ingressar a certos estabelecimentos.

Endereços de Museus e Parques de Ócio

Inter Musées (Association), 25 rue du Renard, Paris.

Caisse Nationale des Monuments Historiques et des Sites, Hotel de Sully. 62, rue Saint-Antoine, Paris.

Musées Nationaux, 49, rue Etienne-Marcel, Paris.

Cité des Sciences et de l´Industrie na Villette, 30 Avenue Corentim Cariu 75930 Paris Cedex 19.

Le Pays France Miniature / Grupo de Museus Grevin, 25 Route du Masnil - 78 990 Elancourt. Tel.

Memorial de Caem / Museu pela Paz, Esplanade D. Eisenhower. BP 6261 - 14066 Caem Cedex.

Nausicaá / Centro Nacional do Mar, Boulevard Ste-Beuve 62200 Boulogne sul Mer.

Futuroscope, BP 3030 - 86130, Jaunay Clan.

Parc Astérix, BP 8 - 60128 Plailly.

Chateau et Parc de Thoiry, 78770 Thoiry.

Océanopolis Brest, BP 411 - 29275 Brest Cedex.

O Dorado City, Chateauneuf les Martigues (Bouches du Rhone).

Ok Corral, Cuges-les-Pins (Bouches du Rhone).

Aquacity, Estrada de Septèmes-les-Vallons "Le Petit Péage" (Bouches du Rhone).

Parc Minifrance, RN 7 Estrada de Nice Brignoles (Var).

Niagra, Estrada de Canadel A Mole (Var).

Aqualand, Z.A.C. des Pradeaux BP 42 Saint Cyr sul Mer Cédex (Var).

Aquatica, Direção Sainte Maxime RN 98 Fréjus (Var).

Parques Naturais Nacionais

Les Ecrins (Isère, Hautes Alpes).

Port-Cros (Var).

Le Mercantour (Alpes Maritimes, Alpes de Haute Provence).

Parques Naturais Regionais

Camargue (Bouches du Rhone).

Luberam (Vaucluse, Alpes de Hautes Provence).

Queyras (Hautes Alpes).

Parques Marinhos, Zoos e Parques Naturais Protegidos

Parque Regional Marinho da Cote Bleue (Bouches du Rhone).

Parque Regional Marinho da Baie da Ciotat (Bouches du Rhone).

Le Barbem Parque Zoológico (Bouches du Rhone).

Parque Natural Protegido des Cordes (Bouches du Rhone).

Parque Zoológico (Var).

Zoo e Jardim exótico (Var).

Zoo (Var).

Feiras de Mont-Faram (Var).

Parque das Aves (Var).

FESTIVIDADES

Um dos maiores atrativos da França são suas festas e festivais. Anualmente celebram-se mais de 500 acontecimentos relacionados com o cinema, a arte, a religião, o esporte e a gastronomia, entre outros, que não só resultam conhecidos em todo o mundo, senão que representam a elite de diversos setor es. Por outro lado, cada região têm à parte que seu vinho, sua cozinha e seu queijo, suas festividades próprias. Não há que esquecer que França é uma nação onde convergem grandes culturas de antanho e contemporâneas, pelo que seus festivais estão abertos ao mundo.

Janeiro - Fevereiro

A princípios de janeiro têm lugar o Festival Internacional do Circo em Mônaco onde os melhores palhaços, trapezistas, magos e domadores do mundo se dão encontros para reivindicar sua profissão. A mediados do mesmo mês têm lugar o Rally de Montecarlo, de grande tradição no mundo do automobilismo.

Em fevereiro os Carnavais se vivem, como em outros países da Europa, sendo o mais importante o de Nice, onde a cultura mediterrânea impõe seus disfarces, suas fantasias e sua algaravia.

Março - Abril

Entre os meses de março e abril realiza-se o Prix du Président da République no hipódromo de Auteuil, em Paris. Também em abril comparessem as melhores raquetes do mundo no Campeonato Aberto de Tênis de Montecarlo.

No vale do Loire, desde abril até setembro, realizam-se em numerosos castelos Espetáculos de Luz e Som.

A época de Semana Santa, que sempre celebra-se em algum destes meses, é temporada para desfrutar, em cada região, as diferentes e particulares visões do cristianismo. As festividades do norte, antiga zona celta, se caraterizam pelo colorido de seus trajes e sua música.

Maio - Junho

Maio é um mês muito ativo. Destaca o Festival de Cinema de Cannes que durante dos semanas reúne às estrelas mais famosas do mundo cinematográfico e que conta com um grande prestigio dentro do cinema cultural e de vanguarda. Quase ao mesmo tempo têm lugar a Maratona Internacional de Paris no coração desta histórica cidade. para finais deste mês inicia o Festival Internacional de Lyon e o Campeonato Aberto de Tênis da França, que celebra-se no estádio Roland Garros de Paris.

A mediados de junho inicia o Festival du Marais, dedicado durante um mês aos espetáculos de música, dança e teatro e realizado nas igrejas e mansões históricas de Marais, em Paris. Também neste mês celebra-se o Festival Internacional de Música de Estrasburgo assim como a grande Corrida de Obstáculos de Paris que realiza-se no hipódromo parisiense de Auteuil. O 21 de junho em toda França é a Festa da Música, com a que se comemora o inicio do verão. O Gran Prêmio de Paris fecha o mês de junho com a emoção da competência hípica em cavalos de três anos no hipódromo de Longchamp.

Julho - Agosto

Julho é o mês da França por excelência. O dia 14 se comemora o Dia da Queda Bastilha, símbolo da Revolução Francesa de 1789. A calidez do verão francês é o marco de numerosos acontecimentos de todo tipo, especialmente no mês de julho. O Festival de Avignon destina seu espaço ao teatro europeu de vanguarda apresentando espetáculos por toda a zona. O Gran Festival de Jazz, em Nice, oferece os melhores grupos deste gênero, enquanto que o Festival de Música e Arte Lírica, em Aix-en-Provence, deleita durante quase três semanas aos amantes dos espetáculos musicais.

O Festival de Verão de Paris, que inicia a mediados de julho e se prolonga até finais de setembro, dedica seu espaço à música clássica executada em igrejas, museus e salas de toda a cidade. Entre julho e agosto, o Festival Internacional de Fogos Artificiais converte-se numa deslumbrante exibição pirotécnica em Mônaco.

O mês de julho termina com a corrida ciclista mais famosa do mundo: o Tour da França, a cuja meta nos Campos Eliseos acorrem grande quantidade de amantes para aclamar aos corredores.

Durante agosto continuam alguns dos festivais musicais e artísticos iniciados em julho. Em Bretanha têm lugar o Festival Intercéltico de Lorient que rememora as danças, cantos e lendas herdadas dos celtas.

Setembro - Outubro

Em setembro, quando o clima é ainda quente mas longe das chuva verãos, começa o Festival de Música de Bensancon e Franche Comté dedicado à música de câmara. Neste mesmo mês inicia o Festival de Outono de Paris, dedicado às artes e que se prolonga até finais de dezembro.

Entre setembro e outubro celebram-se as Festas do vinho cujo motivo é a celebração da colheita da uva nas regiões vinícolas da França como Champagne-Ardenne, Alsacia e Borgonha. Também nessas datas tem lugar a Bienal de Dança de Lyon que representa um cenário importantíssimo para a dança contemporânea e moderna.

Nos primeiros dias de outubro têm lugar o Prix de l'Arc de Triomphe, corrida anual de cavalos que se leva a cabo no hipódromo de Longchamp em Paris.

Novembro - Dezembro

Na região de Borgonha, a finais do mês de novembro realiza-se o festival de vinho desta denominação que inclui a subasta mais importante de todo o ano: Les Trois Glorieses. Esta festividade conta com uma grande tradição, momento em que as famílias desfilam pelos vinhedos e fazem do campo seu pedaço de éden desfrutando de uma deliciosa e tradicional merenda.

Dezembro, mês do Natal num país de tradição cristã, traz o dia 24 o Festival do Pastor, uma celebração natalina que inclui uma tradicional missa de galo e um atrativo nascimento de figuras vivas em Les Baux, Provença. O Natal francês está cheio do colorido caraterístico desta época do ano que oferece variados espetáculos organizados principalmente para as crianças pelos setores comerciais da nação.

Aparte disso tudo, Paris oferece ao longo do ano as celebrações, não históricas nem tradicionais, mas sim muito esperados os desfiles de moda, de calçados, de acessórios e objetos de adorno. Há também inumeráveis eventos musicais, de dança, de teatro ou esportivos que se projetam em diferentes épocas do ano e que podem ser o ponto principal de uma visita a esta maravilhosa terra.

TRANSPORTES

Avião

As principais cidades da França estão comunicadas por via aérea. Existe, além de Air France, duas linhas aéreas de caráter nacional e ao redor de 29 regionais.

As principais cidades francesas contam com um aeroporto grande e moderno.

Paris têm dois aeroportos internacionais: o de Orly, situado a 14 quilômetros ao sudeste da cidade e o Charles de Gaulle, também conhecido como Roissy, 23 quilômetros ao norte do centro da cidade. Ambos aeroportos oferecem facilidades ao viajante para transladar-se a qualquer lugar da cidade desde as 5.55 h. até as 23:00 h.

Em ambos existem conexões com o trem expresso suburbano, com ônibus especiais e com taxis. A diferença de preço entre o trem e os ônibus, com respeito ao taxi é considerável pelo que é recomendável, se leva pouca bagagem e se dispõe de tempo, utilizar o transporte público.

Barco

França conta com uma excelente rede de rotas marítima que enlaçam vários países da Europa e do resto do mundo. As mais populares rotas as mantém com Inglaterra e Espanha através dos Ferrys que percorrem o Canal da Mancha. Na zona mediterrânea existem, ao alcance da maioria, cruzeiros desde 2 até 30 dias que variam de preço de acordo à qualidade do serviço contratado. O maior atrativo da navegação por mar radica mais na possibilidade de apreciar os formosos lugares da Costa Azul, gozar de diversão e um serviço completo, mais que como um meio de transporte.

As embarcações estrangeiras podem atracar em qualquer porto marítimo francês sem ter que pagar quota alguma exceto se pensa permanecer mais de 30 dias; neste caso têm de pagar-se um imposto por repatriação da nave. Respeito à navegação fluvial, as disposições são diferentes e os estrangeiros que trazem seu próprio barco deverão abonar um imposto para poder navegar em águas de rios franceses.

Existem agências que alugam barcos de diversos tamanhos para que o turista os conduza, ou bem, previstos de tripulação. Em ambos casos, o seguro é obrigatório. Também existem companhias que oferecem rotas de navegação por diversos rios, muito populares, pois França é o país europeu com maior densidade de tráfico fluvial. estes percursos geralmente são tão atrativos como os marítimos, com o aumento da emoção das correntes e o passo constante por vilas pitorescas e grandes cidades. Entre as rotas mais solicitadas estão as de Bretanha e Borgonha.

TRENS TALGO TRANS-PIRINEOS

Sem lugar a dúvidas, uma das melhores formas para aceder a França desde Espanha é fazê-lo com os TRENS TALGO TRANS-PIRINEOS. As vantagens podem ser inumeráveis pois os trajetos diretos realizam-se durante a noite (o que se traduz na economia de uma noite de hotel) em confortáveis carros cama (cabina individual, cabina doble, cabina quádrupla), em alguns casos previstos de ducha e lavabo, com os últimos avanços e comodidades dos trens próprios do século XXI. Todos os trens contam com Coche Cafeteria, para picar e beber algo e com Coche Restaurante, com os melhores pratos da gastronomia espanhola e francesa.

Os trens TALGO TRANS-PIRINEOS têm sua chegada a seu destino a primeiras horas da manhã nas principais estações, pelo que o passageiro, descansado e com café da manhã tomado, aproveita ao máximo seu dia. Deste modo, o sistema Talgo RD permite o cambio automático das vias sem a intervenção humana (no há que esquecer que o largo das vias espanholas é diferente ao do resto de países da Europa).

Os trens TALGO TRANS-PIRINEOS, batizados com nomes de personagens emblemáticos, oferecem os seguintes trajetos:

Trem "Francisco de Goya", Madrid - Paris, com uma parada especial em Poitiers muito perto do Parque Temático Futuroscope.

Trem "Joan Miró", Barcelona - Paris, com uma parada na capital da borgonha francesa: Dijon.

Trem "Paul Casals", Barcelona - Zurich (com paragens em Geneve, Lausana, Berna e Friburgo).

Trem "Salvador Dalí", Barcelona - Milám (com parada em Turín).

Trem

Em França existem trens de Alta Velocidade (TGV) que fazem percursos entre Paris e as principais cidades como Lyon, Bordaux, Nantes, Rennes e Marseill. A reserva no TGV é obrigatória. Também conta com trens normais que estão classificados em várias categorias e cujos preços variam entre uma e outra classe. A maior parte dos trens contam com camas, comedor, salão e serviços higiênicos. Viajar neles, além da comodidade e beleza, é a oportunidade de apreciar melhor as paisagens da França.

As grandes cidades contam com várias estações ferroviárias, distribuídas na cidade de acordo aos lugares de onde procedem e a onde retornam.

Em Paris, por exemplo, há seis estações de trem internacionais: Gare du Nord, para quem chega ou parte para o norte via Calais; Gare Saint Lazare, para quem se dirige ao norte via Dieppe; Gare del'Est, para aqueles que têm como destino Europa Central; Gare de Lyon, para dirigir-se para Provença e Italia; Gare d'Austerlitz, para viajar para o vale do Loire e Espanha; e Gare Montparnasse para quem tem seu destino em direção Bordaux.

Para percorrer o interior do país fazendo uso das redes nacionais de trem se têm várias alternativas. A melhor e mais rápida são os trens de alta velocidade cuja velocidade varia entre os 250 e 300 km/hora dependendo da rota a que corresponda. Com os TGV é possível transladar-se de Paris a Lyon, Suíça, a Riviera, Angers, Nantes, Tours e Bordaux. Para o resto de destinos existem trens regulares que são limpos, cômodos e oferecem serviço de comedor na maioria dos casos, embora os alimentos costumam ser caros. Em França existe o costume de cobrar um importe adicional por viajar nas horas de maior tráfico.

No caso de que se requer viajar de noite, os trens internos da França contam com os conhecidos "wagon-lits" (coches cama) e os leitos ou "couchettes", que estão agrupadas de seis em seis.

A empresa de transporte ferroviário organiza o calendário em dias vermelhos, brancos e azules. Os primeiros são os feirados, durante os quais não existe nenhuma classe de descontos; os dias brancos correspondem ao fim de semana e só oferecem descontos do 20% aos jovens e aos passageiros da terceira idade. Os dias azuis são os dias uteis, exceto a sexta-feira, e oferecem um desconto do 50% às mesmas pessoas que os dias brancos. Em qualquer caso, a tarifa do trem não varia comprando a viagem redondo e costuma diminuir quando se compra um bônus de 4 ou 8 viagens.

Ônibus

O ônibus não é o meio mais popular dentro da França, possivelmente porque a rede ferroviária o substitui. As estações de ônibus costumam estar distantes das zonas centrais das cidades e o mais comum é que os visitantes estrangeiros que chegam por este meio, o façam em tours previamente organizados por agências de viagens com lugares especiais para estacionar.

Carro

As estradas francesas são seguras e encontram-se em muito bom estado. A rede de estradas cobre densamente o país e pode-se chegar por este meio a qualquer lugar.

A circulação é pela direita e as velocidades permitidas variam de acordo ao tipo de estrada: 50 km/h nas zonas urbanas, 90 km/h em estrada, 110 km/h em autovias e 130 km/h em auto-estradas. É obrigatório o cinto de segurança para todos os passageiros que viajem no veículo. As crianças deverão ter dispositivos adequados para sua idade que lhes assegurem durante o trajeto e em caso de acidentes. É válido o carnê de conduzir de outros países sempre que o condutor seja maior de 21 anos e o veículo tenha seguro a terceiros. As infrações para os estrangeiros devem abonar-se no momento mesmo em que são impostas e costumam ser altas.

A tarifa nas auto-estradas de pedágio é elevada, todavia, isto se compreende ao observar o magnífico estado em que encontram-se as auto-estradas e os serviços que oferecem aos condutores. As áreas de descanso e serviço são maravilhosas e oferecem toda classe de produtos necessários para o caminho, boas comidas e postos de gasolina rápidos e cômodos. Existe um serviço de atenção em caso de avarias por meio do qual basta uma chamada para que um membro de uma oficina autorizada se apresente e conserte qualquer defeito mecânico ou auxilie em rebocar o veículo. As áreas de descanso têm sido desenhadas pensando em toda classe de viajantes e contam com lugares para merendar, para relaxar-se ou para que as crianças brinquem. desta maneira, as auto-estradas oferecem uma paisagem inesquecível e uma especial proximidade à cultura francesa.

Se não têm carro ou não deseja pagar o custo de transladar o seu próprio, pode encontrar as mais prestigiosas agências de aluguel de veículos em França.

Transportes Públicos

O melhor para percorrer a cidade uma vez instalado é converter-se num audaz pedestre. A quantidade e proximidade de lugares históricos, museus, monumentos, restaurantes e centros de interesse faz que as distâncias sejam assombrosamente curtas; enquanto que a vista resulta muito atrativa com os mercados, lojas, varandas e bairros, que leva à conclusão de que caminhar é o melhor que pode-se fazer em França. Para um percurso maior pode utilizar o metrô em Paris, Lille, Lyon, Marseill, Toulouse e Rouen. O horário de serviço é das 5:30 h às 0:30 h.

O ônibus é outra boa opção para transladar-se dentro das cidades francesas. O serviço é bom e amplio em qualidade e cobertura de distância e de horário; geralmente iniciam às 6:30 h e terminam às 22:30 horas. Por a noite há um serviço noturno de ônibus em Paris, uma cidade que não dorme. Os bilhetes se compram ao momento de abordar ou nos estancos; podem-se adquirir por unidade ou por bônus, existindo combinações variadas segundo as necessidades do viajante. Lembre-se de conservar seu bilhete durante o trajeto.

O carro não é, no caso do turista, o melhor meio para percorrer uma cidade francesa. O melhor é estacioná-lo em algum lugar seguro, difícil de encontrar, por certo, e percorrer a cidade por outros meios. O taxi é um meio que deve deixar-se como recurso especial, pois costuma ser caro, pode-se encontrar em meio de um engarrafamento não economizar tempo nem dinheiro.

Bicicleta

Os franceses são grandes amantes ao ciclismo; por isso é freqüente encontrar espaço para as bicicletas nas estradas e caminhos, assim como numerosas empresas de aluguer. Talvez não seja o meio mais adequado para percorrer o país, contudo, a bicicleta oferece uma possibilidade de sair do turismo tradicional e se recomenda, ao menos durante um pequeno percurso entre uma cidade ou povoado e outro.

Fonte: www.rumbo.com.br

França

"Marcos históricos monumentais, belos jardins, cozinha de classe internacional, alta costura, um dos maiores e mais completos sistema de metrô do mundo e toda sua vida sociocultural. "

Famosa pela culinária, pela moda, pelos perfumes e conhecida como importante centro irradiador de cultura, a França é um dos países mais visitados do mundo.

Localizada a oeste da Europa Ocidental, ocupa uma área de 543.965 km² e tem uma população de aproximadamente 58,9 milhões de habitantes, composta basicamente por três grupos: o nórdico, o alpino e o mediterrâneo.

Paris, a "cidade luz", é a capital do país e o destino preferido de milhões de turistas, mas a França oferece paisagens variadas e atraentes, que vão das regiões montanhosas dos Alpes à ensolarada costa mediterrânea.

Diversão

Centro de discotecas, bares, cafeterias, centros de espetáculos, em ambos lados da cidade, lhe esperam. Um tranqüilo e romântico passeio em bote pelo Sena é possível em essas noite de lua cheia que adquirem um cor diferente e reanimam os sentidos. O que deve ter presente se gosta da vida noturna é que França costuma ser cara no relativo às entradas e consumações em seus centros e que alguns de eles são exclusivos e não será fácil entrar sem reserva e inclusive em ocasiones, de nenhuma maneira.

Transporte

A principal porta de entrada internacional para Paris e a França é o Aeroporto Charles de Gaulle [1] (CDG), também conhecido como Roissy, que é o segundo mais movimentado da Europa. Situado a 23 quilômetros do centro de Paris, o aeroporto tem diversas conexões com a cidade e até mesmo com outras partes do país e da Europa,

Do terminal 2 (onde pousam a Air France e a TAM - a TAP usa o terminal 1) parte a linha B do RER.

A rede do metrô é muito extensa e, não importa onde você vá, quase sempre haverá uma estação por perto.

Dinheiro

A moeda corrente é o Euro da União Européia.

Existem notas de maior valor: de 500 euros, 200 euros, 100 euros e 50 euros e circulam, também, notas de menor valor: de 20 euros, 10 euros e 5 euros.

O cambio de moeda pode-se realizar tanto nos bancos como nos escritórios de cambio situados em aeroportos, estações, hotéis e em numerosos lugares.

Clima

No inverno as temperaturas são baixas em todas as regiões, embora não costumam descender baixo zero, excetuando a zona dos Alpes e os Pirineos.

No verão a temperatura atinge os 27 graus centígrados na maior parte do território.

Os melhores meses para conhecer França são junho, quando o clima quente começa a invadir mas ainda não é muito quente e setembro, que conserva o encanto do verão sem as sufocantes temperaturas.

A primaveira se instala em França em maio.

A temporada de esqui nos Alpes começa em dezembro.

Paris

França
Torre Eiffel

Paris é a capital cosmopolita da França e a mais visitada do mundo. Com 3 milhões de pessoas vivendo na cidade e mais 10 milhões em seus subúrbios (la banlieue) é uma das maiores cidades da Europa. Localizada ao norte da França, às margens do rio Sena, é conhecida como a "Cidade Luz".

Tal reputação se deve talvez por ser um dos mais bonitos e românticos lugares do mundo, cheia de história e mantendo uma vasta influência sobre a cultura, arte, moda, culinária e arquitetura.

Fonte: www.souturista.com.br

França

Nome oficial: República Francesa (République Française).

Nacionalidade - francesa.

Data nacional - 14 de julho (Queda da Bastilha).

Capital: Paris.

Cidades principais: Paris (aglomerado urbano: 9.469.000 em 1995; cidade: 2.156.766 em 1991); Marselha (797.700), Lyon (416.263), Toulouse (390.712), Nice (341.016), Nantes (268.683), Estrasburgo (263.896) (1999).

Idioma: francês (oficial), línguas regionais (bretão, basco).

Religião: cristianismo 79,2% (católicos 76,3%, protestantes 2,9%), islamismo 6,3%, outras 14,5% (1992).

GEOGRAFIA

Localização: oeste da Europa.
Hora local: +4h.
Área: 543.965 km2.
Clima: temperado oceânico, mediterrâneo (S).
Área de floresta: 150 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 59,1 milhões (2000), sendo franceses 93,6%, outros europeus 2,9%, outros 3,5% (1996).
Densidade: 108,65 hab./km2.
População urbana: 75% (1998).
População rural: 25% (1998).
Crescimento demográfico: 0,4% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 1,71 filho por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 74/82 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 6 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: menor do que 5% (2000).
IDH (0-1): 0,917 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: República com forma mista de governo.
Divisão administrativa: 21 regiões administrativas subdivididas em departamentos.
Principais partidos: União pela República (RPR), União pela Democracia Francesa (UDF), Socialista (PS).
Legislativo: bicameral - Senado, com 321 membros eleitos pela Assembléia Nacional e por delegados departamentais e municipais (1/3 renovável a cada 3 anos); Assembléia Nacional, com 577 membros eleitos por voto direto. Com mandatos de 9 e 5 anos, respectivamente.
Constituição em vigor: 1958.
Territórios administrados: Guadalupe, Guiana Francesa, Ilhas Wallis e Futuna, Martinica, Mayotte, Nova Caledônia, Polinésia Francesa, Reunião, Saint-Pierre e Miquelon.

ECONOMIA

Moeda: Euro.
PIB: US$ 1,4 trilhão (1998).
PIB agropecuária: 2% (1998).
PIB indústria: 26% (1998).
PIB serviços: 72% (1998).
Crescimento do PIB: 1,5% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 24.210, Incluindo Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica e Reunião (1998).
Força de trabalho: 26 milhões (1998).
Agricultura: trigo, beterraba, milho, cevada.
Pecuária: bovinos, suínos, ovinos, aves.
Pesca: 829,9 mil t (1997).
Mineração: carvão, petróleo, gás natural, minério de ferro, gipsita.
Indústria: alimentícia, equipamentos de transporte, química, máquinas, metalúrgica, bebidas, tabaco.
Exportações: US$ 304,8 bilhões (1998).
Importações: US$ 286,3 bilhões (1998).
Principais parceiros comerciais: Alemanha, Itália, Bélgica, Luxemburgo, Reino Unido, EUA.

DEFESA

Efetivo total: 358,8 mil (1998).
Gastos: US$ 39,8 bilhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

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