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Paris

Paris é... Paris. Não há necessidade de maiores adjetivos para reconhecer o que na mente desperta esta cidade no viajante. Paris é tão intensa como sutil, tão veloz na vida cotidiana como repousada nas tardes de bohemia, tão moderna como antiga, tão culta como popular; é tão francês, que não se concebe a França sem ela. Más Paris não é toda França, é só uma parte deste encantador país cujo encontro acudem anualmente milhares de turistas.

A cidade está dividida em 20 distritos ou arrondissements, cada um dos quais oferece um animada paisagem urbano. Esta divisão de tipo geopolítico, queda marcada pelo rio Sena, que cruza Paris e em cujas margens se fundou a cidade faz mais de 20 séculos.

Com fins práticos podem-se assinalar quatro zonas: a Ile de la Cité, que compreende as ilhas que se encravam no Sena, o próprio rio em todo seu caudal, a Margem Direita e a Margem esquerda, que são os lugares situados a ambos lados do rio.

O RIO SENA

Um passeio em barco pelo rio Sena oferece uma vista que resulta muito atrativa e bem localizada para o recém chegado. Desde suas águas ancestrais, é possível viver com intensidade essa sensação onírica de estar preso no passado, numa espécie de cartão postal vivo que golpeia com os cheiros, os sons e as cores que se percebem. Há três companhias que oferecem excursões em barco pelo rio de dia durante quase todo o ano e de noite durante o verão, quando o clima convida a percorrer Paris desta romântica maneira. Os passeios duram desde uma hora até uma manhã ou uma tarde. Algumas naves são de grande elegância e exigiram a seus passageiros o uso de traje e gravata. Os preços variam de acordo à qualidade da embarcação e os serviços que preste.

O rio pode-se percorrer também a pé, por suas margens, encontrando então um forte contraste entre a quietude de suas águas por um lado, e a agitação veicular das vias rápidas que correm paralelas ao rio.

A maior vantagem de fazer o percurso a pé é que desta forma resulta possível aceder a suas pontes no sentido em que foram construídos: como forma de cruzamento para o lado oposto.

As pontes do Sena foram construídas entre 1600 e 1800 por ordens de diferentes governantes.

A intenção era, desde logo, prática: facilitar o trânsito de um lado a outro do rio; contudo, a caraterística espirito estético dos franceses fez destas pontes lugares românticos e belos desde os quais ter um instante de intimidade com o rio e seus reflexos. O Pont Neuf, de 1607, foi nos tempos de sua recente construção um centro de reunião de cantores mambembes, charlatães, vendedores de livros e dentistas amadores, assim como de toda classe de picaretas e ladrões. O Pont Royal, construída no reinado de Luiz XIV, permite uma excelente vista dos jardins das Tullerias e o Louvre. O Pont de la Concordia, correspondente à etapa da Revolução francesa, guarda em suas entranhas pedra tomada da destruição da Bastilha e com isso representa o fim de uma era de absolutismo que os franceses marcam notavelmente. Também se lhe conhece como o Ponte da Revolução. Por último, o Pont Alexandre III, a mais nova do rio, construído a finais do século XIX, representa a era tecnológica da França ao estar realizado em aço.

A MARGEM DIREITA

A Margem Direita do Sena têm sido tradicionalmente a zona burguesa da capital francesa. É aqui onde se localizam as boutiques mais exclusivas, as joalherias mais renomeadas, os teatros e cinemas de maior categoria e elegância. Os Campos Elíseos é a avenida mais importante e representativa desta zona e da vida parisiense em geral são essa espécie de caminho no que pode-se perder, por um instante, a visão da realidade e sentir-se um personagem épico, romântico, histórico ou ser, simplesmente, um turista que se acerca a uma cultura acolhedora. Ainda se só se cruza como mero efeito de trânsito, esta avenida hipnotiza com seu encanto e elegância. De dia, a beleza de suas árvores, castanheiras, plantadas ao longo do caminho por ordens de Catarina de Médicis, oferece uma vista natural, serena e atrativa para aqueles que gostam dessa estranha conjugação entre a civilização e a natureza. De noite, as luzes que a iluminam convertem esta zona num espetáculo de luz, sofisticado, cosmopolita, verdadeiramente francês e absolutamente parisiense. A maior parte desta famosa avenida está ocupada por lojas, cinemas e cafés, dos quais são mundialmente conhecidas suas varandas onde é possível observar passar aos outros e sentir que o tempo não é a torturante ameaça de todos os dias.

Um percurso ideal é o que inicia na Praça da Concórdia, onde foram guilhotinadas mais de 1.000 pessoas durante a era de terror pós-revolucionária.

Nesta praça encontra-se também o monumento mais antigo da França: o Obelisco de Luxor, impressionante obra de 23 m de altura, talhado em granito rosado no ano 1300 a.C. presente do vice-rei do Egito em 1836. Continuando pelos Campos Elíseos, chega-se ao Arco do Triunfo erigido por Napoleão e símbolo do império, da república e da liberdade. Durante este trajeto podem-se observar o Petit et Grand Palais, da época monárquica, esculturas colossais que têm-se ganho um lugar nesta rua e, baixo o imponente Arco do Triunfo, a Tumba do Soldado Desconhecido que rende homenagem aos mortos na primeira Guerra Mundial.

O Louvre é o museu de maior renome de Paris. Mais de 18 hectares compõe esta espécie de praça- museu que alberga ao redor de 400.000 obras; entre estas, A Mona Lisa de Leonardo Da Vinci, talvez a estrela do museu. Entrar no Louvre é abstrair-se do acelerado mundo atual e transladar-se a uma época sem tempo, onde só a sensibilidade, o sossego, a beleza marcam o ritmo da história. Construído a princípios do século XIII, foi originalmente uma fortaleza de proteção da cidade. Com o passo dos anos e da monarquia, foi sofrendo modificações que o deixaram mais acolhedor e que o converteram em residência real.

A seção que oferece uma vista para o jardim das Tullerías, correspondeu à zona palaciana destinada a funcionar como morada da família Real em Paris. Em outra época, foi residência de cortesãos menores ou de artistas até que, durante a Revolução Francesa, se lhe utilizou como Quartel General, para ser convertido por Napoleão, anos mais tarde, em museu. A última modificação que se lhe fez, durante o mandato de Mitterrand, foi a construção da Pirâmide de Cristal, imponente obra que encontra-se na zona da entrada principal e que lhe lembra aos visitantes a presença do século XX, antes de perder-se no interior do museu numa viagem pelo passado.

O museu está dividido em três andares e em oito salas: antigüidades orientais, egípcias, gregas, etruscas e romanas, esculturas, pinturas, artes gráficas e objetos de arte.

A parte de construção que queda sobre o solo está formada por três alas: Denon, Richelieu e Sully, cada uma com seus pátios interiores e seus jardines.

A seção de objetos de arte, guarda a coleção de jóias da Coroa Francesa que contem o inacreditável diamante Regent de 186 quilates. No salão Napoleão, podem-se observar a história do próprio museu e exposições temporais; esta é também a parte onde situam-se restaurantes e livrarias dentro do museu. O Louvre abre suas portas de 9:00 h a 21:30 h. Todos os dias, exceto as terças-feiras. Não há necessidade de fazer reserva, embora se deve levar em conta que é o museu mais visitado da França e que seguramente há que incluir um tempo para as filas. Por ser um museu tão grande, é recomendável dispor de vários dias ou visitá-lo por zonas.

O Palais Royal é uma impressionante construção destinada ao Cardeal Richelieu em 1639. A beleza e a paz que irradia fazem pensar nos tempos de antanho, nas intrigas palacianas e eclesiásticas que dominaram essa época da história. Para poder sustentá-lo, desde os tempos da monarquia, se abriram ao público vários salões do andar térreo convertendo-os em cafés e lojas exclusivas que perduram até hoje.

Les Halles foi o mercado mais importante desde 1183 até os anos sessenta, em que por rações de tráfico foi demolido e convertido num espaço mais higiênico e moderno, mas menos vivo, chamado Forum des Halles. Atualmente abaixo deste localiza-se uma das estações do metrô de Paris mais abarrotadas. Seu espaço multicomercial e modernista é ocupado por lojas de todo tipo e cafés. Nos arredores deste Forum encontra-se a Videoteca de Paris, ampla, moderna e muito visitada e o Museu de Holografia que oferece retratos que parecem vivos. A escassos metros do Forum encontra-se a Fonte dos Inocentes, obra renascentista que atrai a muita gente devido a sua beleza e simplicidade.

O Centro George Pompidou, conhecido também como o Museu Nacional de Arte Moderna, é o centro principal das exposições temporais e de obras de Matisse, Miru e Picasso entre outros. Conta com uma extensa praça exterior onde artistas mambembes apresentam suas obras. O Museu é um moderno complexo que conta com biblioteca informativa, salas de projeção e um Centro de Criação Industrial dedicado à arquitetura moderna.

Na zona final ao Pompidou pode-se aceder a lugares curiosos como O defensor do Tempo, que não é outra coisa que um grande relógio mecanizado de beleza excepcional o IRCAM, um centro "underground" destinado à criação musical e a Praça Igor Stravinsky, que conta com a primeira fonte contemporânea de Paris, cheia de colorido contrastante com a sobriedade da zona.

Place Vendome é uma pequena zona destinada a albergar a estátua de Luiz XIV, mas que terminou ocupada pela efígie de Napoleão. Atualmente é a zona financeira de Paris, repleta de bancos, joalherias, casas de bolsa e o Ministério de Justiça. Seguindo pela Rue da Paix, podem-se observar as melhores lojas de peles, jóias e artigos decorativos em ouro até chegar ao Teatro da Opera, o maior do mundo, do estilo neobarroco, que têm albergado ao mais seleto da aristocracia e a burguesia posterior à Revolução Francesa e cujo vestíbulo foi decorado pelo pintor Chagall. O caminho da Opera à Place da Madeleine foi em seu tempo o caminho de artistas tão brilhantes como Renoir e Manet, que celebraram nesta zona a primeira exposição de pintura impressionista. Nesta zona encontra-se também o lugar onde os Irmãos Lumiere apresentaram a primeira obra de cinema. Esta herança cinematográfica têm levado a colocar no Boulevard Des Capucines as melhores salas cinematográficas de Paris, posto que seus habitantes continuam rendendo homenagens a esta arte. A duas quadras da Madeleine encontra-se Maxim's, o restaurante mais exclusivo da cidade.

Caminhar pela Rue du Faubourg Saint-Honoré é fazê-lo pela rua que oferece os espaços mais excêntricos no relativo a compras em Paris; ao mesmo tempo, é possível observar o Palácio Presidencial francês, conhecido como Palais de l'Elysèe.

Dentro da área que se conhece como Margem Direita encontra-se o distrito de Montmartre que é a zona bohemia por excelência. Aqui é possível apreciar as paisagens humanos e naturais que inspiraram a Renoir, Van Gogh, Gauguin e Picasso em suas particulares visões do mundo. Aqui também encontram-se alguns dos estúdios onde inicialmente estes artistas deram renda solta a suas idéias; estúdios que podem visitar-se com ajuda dos habitantes da zona. Uma veloz viagem para o presente faz ver em suas ruas, artistas de todo tipo, em especial pintores, que realizam suas obras nas calçadas da Place du Terte, perante os assombrados olhos dos turistas. Este mercado de arte resulta interessantíssimo pela vivacidade de sua gente, pela mistura de cores e sotaques que a zona impõe e pelo contraste entre o sublime e o vulgar.

Pequeno mas adequado à obra de Salvador Dalí, no coração deste distrito, existe um pequeno museu que mostra algumas pinturas deste gênio espanhol.

Também é recomendável visitar o Museu Montmartre que realiza exposições temporais de obras artísticas nascidas na zona; talvez não tenha a imponente força de outros museus de Paris, contudo, oferece o atrevimento de sentir que se descobre a arte que está nascendo no presente.

A Basílica do Sacré-Coeur, situada numa colina, reflete a luz de maneira espetacular nesta parte de Paris. Foi construída em 1871 num estilo romano bizantino, recarregado em adornos, de pedra de Chateau-Landom que têm a qualidade de endurecer e volver-se mais branca com o passo dos anos. Desde sua cúpula, se obtém uma estupenda vista da cidade que converte-se num dos maiores atrativos para o turista. Para aceder à basílica pode-se tomar o funicular que parte da rua Foyatier e que aceita os bilhetes do metrô de Paris.

Próximo a esta basílica localiza-se a Igreja de Saint Pierre de Montmartre, possivelmente a mais antiga de Paris, construída em 1147, cuja beleza radica em seu estilo gótico primitivo.

O cemitério de Montmartre lhe oferece a beleza de seus jardins e seu silencio respeitoso, com a possibilidade de acercar-se os túmulos de alguns notáveis personagens da cultura como Stendhal, Heins, Degas, Zolá e Berlioz.

Há dos lugares deste distrito que contam com uma grande tradição popular. O primeiro é um restaurante chamado "A a Mère Catherine", onde os corsacos russos com sua mistura lingüística criaram uma gíria deste ambiente que perdura em Paris. O outro lugar é o Au Lapim Agile (O Coelho Ágil), clube noturno onde realizam-se tertúlias literárias desde 1910 que convém visitar para empapar-se do entorno bohemio da zona.

Finalmente, é necessário assinalar que de todo Paris, só em Montmartre sobrevive uma pequena parcela de vinhedos situados na Rue Sant Vicent e que o primeiro sábado de outubro revivem o ritual da colheita da uva, esquecido e perdido entre as histórias desta cosmopolita cidade.

O Marais é outro distrito da Margem Direita cujo nome provém de haver sido uma zona pantanosa. As construções que conserva revelam o desenvolvimento histórico, artístico e arquitetônico de Paris desde os últimos anos do século XVI até a Revolução. É uma zona que guarda às casas mais representativas do renascimento e que atualmente alberga museus históricos e biográficos, assim como bibliotecas. Algumas de suas velhas mansões têm-se convertido em sóbrios hotéis que permitem viver a fantasia de hospedar-se em lugares verdadeiramente impressionantes.

A Place des Vosges é uma zona de inacreditável beleza com seus jardins e construção palaciana de absoluta simetria. O escritor Víctor Hugo viveu nesta zona e seu lar é atualmente um museu em sua homenagem.

O Museu Picasso foi criado em 1986 com numerosas obras do autor que o governo francês herdou como pagos sucessórios à morte do pintor. Alberga uma coleção de quadros, desenhos e esculturas que refletem claramente a evolução do artista, com seus períodos azul, rosa e cubista. A coleção não se exibe completa todo o tempo; há obras que não podem ver-se numa visita, mas que seguramente em outra poderão desfrutarse. O museu inclui pequenas salas de projeção e abre todos os dias, exceto terça-feira e feirados, de 9:30 a 18:00 h.

O Museu Kwok-Om é uma de essas estranhezas no coração de Paris: um espaço dedicado à cultura oriental que contem objetos dos festivais mambembes das tradições orientais.

AS ILHAS DO SENA

As ilhas que encontram-se no interior do Sena compõe outra zona de atrações para o visitante. Ile da Cité é o lugar mais antigo de Paris. Em seu interior encontram-se alguns dos lugares mais representativos desta formosa cidade. O Concergierie é um formoso palácio destinado durante a Revolução a salvaguardar aos prisioneiros até o momento de sua execução na guilhotina. Sainte- Chapelle é uma magnífica obra gótica do ano 1248 cuja principal caraterística é a cor e a luz que se filtram através de suas 15 vidraceiras elevadas, construídas como um caleidoscópio em cores vermelho, azul, dourada, verde e malva que formam cenas religiosas assombrosamente formosas. Suas altas torres de 15 m de altura, estão coroadas por uma espécie de espinhas talhadas em pedra que representam as espinhas que Cristo levou em sua cabeça.

Arredores de Sainte-Chapelle, em tempos remotos, os ourives freqüentavam a zona, razão pela que esta rua se conhece como Quai des Orfevres.

Paris não se concebe sem a imagem de Notre-Dame, obra prima da arquitetura gótica e medieval. Sua construção se iniciou em 1163 e levou 170 anos para terminá-la. Sua impressionante nave do estilo romano está rodeada por colunas e torres góticas que se coroam com esculturas de imagens claramente medievais.

A luz, que tanto encanta aos franceses joga um papel central nesta preciosa construção e se filtra pelos grandes rosetões para oferecer nos entardeceres um espetáculo próximo ao céu. A um lado desta magnífica obra, se desenvolveu o Museu Notre-Dame, destinado a recolher a história e tradição da célebre basílica que inspirou a mais conhecida obra de Víctor Hugo.

Ile Saint-Louis é a outra ilha que alberga o Sena. Tem uma grande diferença com Ile da Cité ao conservar um caráter menos religioso e mais pagão com seus hotéis, restaurantes e bares onde a vida se goza amplamente. Habitualmente é zona de gente poderosa que goza da magnífica vista que viver aqui oferece.

A MARGEM ESQUERDA

A margem esquerda de Paris têm sido tradicionalmente a zona intelectual, vanguardista e mais cultural da cidade. É um espaço onde situam-se as universidades, as editoriais e galerias de arte mais independente. Para conhecer este ambiente há que iniciar pelo bairro Latino, no que antanho os jovens acudiam a aprender latim para poder ingressar na Universidade. A Place Sainte-Michael é o lugar onde podem-se adquirir livros em maior quantidade e onde acudem com freqüência os estudantes, razão pela que está repleta de cafés onde se vive um ambiente muito juvenil.

A Sobornne foi, inicialmente um lugar onde os estudantes se reuniam ao ar livre para discutir sobre temas teológicos. Seu fundador foi Robert de Sorbon em 1253. Anos mais tarde, o Cardeal Richelieu apoiou a financiamento deste centro, tempo em que se construiu a Igreja da Sorbonne onde se celebra em honra ao cardeal ano após ano no 4 de dezembro, dia de sua morte. A universidade conta com um Anfiteatro de 2.700 assentos onde se levaram a cabo históricas discussões, como a de maio de 1968. Esta construção conta no interior com pinturas de Puvis de Chavannes que a embelezam notavelmente. A universidade tem-se estendido atualmente em diversas faculdades que ocupam zonas retiradas.

Próximo à Soborne encontra-se o Pantheon, do estilo neoclássico, que alberga os restos dos heróis, políticos e literatos mais notáveis da nação. O funeral de Víctor Hugo foi quem marcou a pauta para este caráter secular do Pantheon; diz-se que foi o funeral mais imponente da história francesa. Aqui jazem entre outros, Voltaire e Rousseau, assim como Louis Braille, inventor do alfabeto para cegos.

Se o que deseja é um encontro com as reminiscências romanas e a Idade Media, pode visitar o Museu Cluny, nas redondezas do bairro Latino, onde poderá observar à Dama do Unicórnio, encontrar as melhores coleções de arte medieval e entrar nas ruínas de alguns banhos galorromanos que alberga o edifício.

O bairro de Luxemburgo é uma zona pacífica e extremadamente elegante em meio de uma cidade moderna. Os Jardins de Luxemburgo, de uma beleza menos simétrica que os de Versalles ou as Tullerías, permitem desfrutar de um momento de relax e de uma visão tranqüila sobre Paris. foram propriedade do Conde de Provence que oferecia entrar e provar a fruta de suas hortas por uma pequena quantidade de dinheiro. Atualmente estão a cargo do Estado e o importe da entrada utiliza-se para conservá-los. É possível ter uma comida campestre no parque, embora não sobre os próprios jardines. Para isso é recomendável comprar algo no mercado da rua próxima ao Pantheon.

St-Germaim des Prés é outro exclusivo bairro parisiense do lado esquerdo que convém visitar. Ha sido centro de vida e reunião de intelectuais da envergadura de Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir. A filosofia e arte existencialistas nasceram nesta zona depois da Segunda Guerra Mundial. É um espaço coberto de bares, cafés e brasseries, lojas de antigüidades, livros e moda que a fazem ruidosa, movida, intranqüila, que causa a sensação de que ai se cozinha algo encantador respeito à vida e o pensamento. O Café de Flore, com seu interior Art Deco, refugiou a muitos destes célebres intelectuais enquanto que a Brasserie Lipp, decorada com azulejos de cores, é centro de reunião de políticos atualmente. A Igreja do bairro, do mesmo nome, é a mais antiga de Paris; conta com uma torre com um relógio de faz 1.000 anos e no interior descansam Descartes e o rei de Polônia.

A Ecole des Beux Arts, de grande tradição desde a etapa medieval, é um lugar mais que visitar para observar a evolução que têm tido desde a sua fundação. O Palais de l'Institute de France acolhe à prestigiosa academia francesa, fundada em 1635 por Richelieu. Posteriormente se incorporaram a academia de letras, de Ciências, belas artes e Ciências morais e políticas.

O Palais Bourbon é a sede da Assembléia Nacional. Sua imponente construção dos. XVIII é o marco da zona de embaixadas, ministérios e residências de nobres. Está adornado por pinturas de Delacroix, contudo, dado seu caráter político, só é possível visitá-lo solicitando autorização previamente.

O Museu de Orsay é uma soberbia construção de Víctor Laloux, que em 1900 se desenhou como um terminal de trens. Resgatada e remodelada em 1986, se converteu em museu.

Conta com três níveis: no primeiro, se oferecem obras correspondentes ao período de 1850 a 1900; na segundo andar pode-se apreciar uma mostra de Art Nouveau decorativo do século XIX e princípios do XX, assim como uma mostra dos inícios do cinema; o andar superior conserva uma destacada e ampla coleção da pintura impressionista e pós-impresionista francesa. Entre as obras mais atrativas estão "Almoço na Grama" de Manet, "As Portas do Inferno" de Rodín, "Dotor Paul Gachet" de Van Gogh e "Bailando no Moulin da Galette" de Renoir. As portas do museu estão abertas de terça-feira a sábado de 10 a 18 h.

Um lugar que não pode perder-se é o Museu Rodín, antiga residência do artista, onde poderá observar uma grande quantidade de suas obras para sentir o espirito francês da atualidade. O célebre "Pensador", que transmite a constante dúvida do homem perante a vida, ou "O Beijo", que revela o erotismo em sua expressão mais pura, impregnando aos espectadores de uma magia que não se dissolve com o passo do tempo. Uma riqueza mais deste museu é a possibilidade de encontrar-se com a obra de Camille Claudel, mulher que compartiu uma tormentosa relação com Auguste Rodín e da qual pouco se conhece da sua obra; isto lhe permitirá sentir que entra no mundo privado desta dupla, que conhece seus segredos e imagina seus pensamentos.

Montparnasse é uma zona do lado esquerdo da cidade que conserva um elevado nível de vida, tanto como pode-se esperar de um nome como o que possui.

Embora Montmartre é o centro de reunião de artistas, Montparnasse têm reunido sempre aos mais vanguardistas. Os lugares mais atrativos deste distrito não são precisamente grandes construções, praças ou mercados senão suas cafeterias e bares onde personagens históricos discutiram e deram forma a suas idéias, pensamentos e projetos que mais tarde influiriam no mundo. Por este espaço parisiense desfilaram numerosos expatriados russos e americanos como Hemingway, Gertrude Steim e Trotsky, acompanhados por franceses solidários, espanhóis que viam em Paris o centro de seu desenvolvimento, ingleses que procuravam um refúgio para atrair a inspiração e escrever, assim como um sem fim de aspirantes a artistas ou políticos que nunca chegaram a ser conhecidos pela história.

A maior parte dos lugares onde esta agitada vida cultural se gerou permanecem atualmente e oferecem serviço ao público. A Coupole é uma brasserie que funciona desde 1927, A Closerie des Lilas era o lugar favorito de Lenin e Trotsky.

Porém, há um legado popular que Montparnasse fez à tradição francesa: em 1845, na Sala da Grande Chaumiére, nasceu o Cancán.

Esta zona alegre mas favorecedora do pensamento conta com um cemitério que, como era de se supor, guarda os restos de alguns de esses homens e mulheres que nestas ruas deram a luz a suas mais brilhantes idéias.

A Torre Eiffel é sem dúvida alguma o monumento francês mais representativo da atualidade. Foi construída por Gostave Eiffel para a Exposição Universal de 1889. Seu desenho, naquele tempo modernista, despertou severas críticas para seu autor, talvez porque resultava chocante com o estilo da Paris do século XIX.

Hoje em dia é um dos lugares mais visitados. Conta com 320 m de altura divididos em três níveis. No primeiro pode-se chegar a um observatório, aos 57 m de altura por meio de elevadores hidráulicos ou degraus. O segundo nível conta com o Restaurante Julho Verne, que oferece uma vista magnifica de Paris através de suas amplas janelas de cristal. O terceiro e último nível têm uma capacidade de 800 pessoas e salas de observatórios com potentes lentes para inspecionar a cidade. Este monumento é muito visitado e é conveniente fazer à idéia de que possivelmente tenha que esperar bastante para poder subir.

Assim como Paris têm sido o refúgio histórico das mais notáveis expressões da arte através da história, também é, hoje em dia, uma janela para olhar para a tecnologia do presente e a ilusão do futuro.

A Cité des Sciences et de l'Industrie, é o museu mais moderno desta clássica cidade e o segundo mais visitado, depois do Louvre: 5 milhões de visitantes por ano. Aqui podem-se sentir as emoções mais fortes que não encontram-se precisamente ao alcance do cidadão comum. Em suas salas de simulação, é possível converter-se no piloto de um sofisticado avião, em capitão de um moderno submarino ou realizar uma viagem mágica desde as entranhas da terra até o universo. A Géode é uma construção hemisférica de 1000 metros quadrados que compõe uma tela cinematográfica através da qual se projetam filmes que são uma verdadeira homenagem à imagem e o som; é, também, a construção que identifica a este Museu Temático. E se já sonhou em ser um astronauta?

Este é o lugar ideal para realizar sua fantasia: no Planetário deste museu é possível ver e sentir o universo tal e como o veria um viajante do espaço. Outro atrativo é O Cinaxe, uma sala móvel onde se oferecem espetáculos que conjugam a poesia, o humor e as sensações fortes.

Dentro da Cité des Sciences, existe uma zona destinada as crianças: A Cité des Enfants. Esta zona, de tipo interativo, permite as crianças de 3 a 12 anos acercar-se às maravilhas da Ciência de uma maneira divertida e atrativa. Dentro deste parque temático existem serviços de banco, restaurantes, lojas e livrarias. Como seu nome indica, é uma pequena cidade do futuro onde convém passar ao menos um dia inteiro. As entradas podem ser individuais ou por grupos de 20 pessoas, em cujo caso seria necessário fazer uma reserva.

Outras atrações para crianças na zona de Paris são O Jardim d'Acclimatation, parque infantil situado no Bois de Bologne que conta com um trem em miniatura, zoológico e barco nos que se pode passear. O Parque Floral de Paris é similar ao anterior, embora está situado na zona leste. Há vários aquários que reúnem espécies inesquecíveis e que sempre resultam atrativos para as crianças; entre os mais famosos estão o Centre da Mer et des Eux e o Aquarium Tropical. Em geral as entradas a estes lugares não costumam ser caras e as crianças sempre pagam menos que os adultos. Os horários variam entre a 10 e as 18 horas.

Idealizado pelo oceanógrafo Jacques Costeau, o Parc Océanique está destinado à observação de espécies marítimas; a entrada é cara pois com ela se financia a exploração científica, contudo, seu conteúdo é muito interessante para aqueles que gostam do mar.

O Museu da Femme et Colletion d'Automates é um atrativo lugar para as meninas e as pessoas que não esqueceram a ternura da infância. Sua coleção de bonecas de corda e automáticas é posta para funcionar a cada tarde, fazendo com isso um espetáculo delicioso que remonta àqueles tempos em que os jogos eram mais simples e menos visuais.

OS ARREDORES DE PARIS

Ile de France não é nenhuma ilha; é o nome que se deu à zona urbana que mescla-se com Paris. Nela encontram-se principalmente subúrbios mais modernos, fruto da concentração da população em torno à capital, convivendo com a aristocracia dos velhos palácios e castelos da etapa dos reis.

O Palácio de Versalles, a 24 quilômetros ao oeste de Paris, foi o sonho de fuga de Luiz XIV, o Rei Sol, que via como Paris se tornava cada dia mais ruidosa, repleta de gente e pouco atrativa para a tranqüilidade. Com a idéia de estabelecer um novo lugar que conservara o ar aristocrático e elitista da tranqüilidade privada, mandou construir Versalles. Seu grande tamanho se deve à necessidade de transladar à corte completa que, com suas damas, sirventes, cozinheiros e guardas contaria ao redor de 20.000 pessoas. Versalles é o símbolo por excelência dos excessos cometidos pela monarquia, do ócio, da decadência moral, mas é também um lugar recarregado de beleza, de salas para usos específicos, de tradição e histórias palacianas que não distinguem entre a realidade e a lenda.

Dentro de Versalles o mais visitado é O Petit Trianon, lugar onde se refugiava Luiz XVI antes de que a Revolução terminasse com seu reinado; a Galeria des Glaces, onde formosos e amplos espelhos são o centro de atração; os Grands Apartements que foram salões de estado onde se deram cita numerosos nobres e militares, os Petit Apartments que refletem a vida mais íntima da família real e o impressionante Salão Apolo, que Luiz XIV dedicou ao Deus do sol e no qual se localizava o trono do monarca galo. A capela e uma pequena sala oval de Opera são também muito atrativas para visitá-las. Entrar em Versalles é assomar-se a um mundo irreal para a maior parte dos mortais que está recarregado de luxo, suntuosidade e beleza monárquica.

Na parte exterior, banhados de luz e oferecendo um espetáculo de cor e harmonia geométrica encontram-se os famosos Jardins de Versalles. Entrar nesta zona é gratuito. Seu percurso pode ser esgotador pois trata-se de 100 hectares de jardim desenhadas tão detalhadamente que rimam com o suntuoso interior do Palácio.

No verão se organizam espetáculos de luz e fogos artificiais que fazem aparecer a Versalles como o palácio de um conto de fadas. Apesar disso, visitá-lo no outono oferece a paisagem mais pura deste precioso jardim, com as cores ocres e douradas da temporada mais nostálgica do ano.

O Chateau de Chantilly, para o norte de Paris é um palácio de beleza excepcional que conserva no interior obras de Rafael, Da Vinci, Delacroix assim como uma maravilhosa coleção de manuscritos da época, (especialmente famosos são os do Duque de Berry).

Fontainebleau foi talvez o castelo mais apreciado pela realeza para as temporadas de caça; construído por Francisco I e sumamente apreciado por Napoleão. Em seu interior se exibe o uniforme do famoso imperador, a cama na que dormia e o chapéu que levava quando regressou de seu desterro na ilha de Elba para tentar reinstalar o império. Igualmente a Versalles, Fontainebleau conta com salas dormitório para o rei, o salão do trono, os aposentos da reina, neste caso conhecidos como o salão das Seis Marias, biblioteca, ópera e um amplio espaço de imponentes jardines.

Vincennes é outra zona dedicada à estação de caça. As portas de Paris, oferece um pátio de armas impressionante que não deve perdesse. Em sua torre principal, albergou a célebres prisioneiros como Diderot, Mirabeau e Sade.

Rambouillet foi sede de trabalho de Napoleão. Está decorada ao estilo renascentista e conta com amplas salas de mármore que se utilizavam para oferecer festas diplomáticas. Atualmente é a Residência dos Presidentes da República.

Toda a zona que envolve a Paris está carregada de mansões, palácios e castelos de menor tamanho que os mais afamados, embora não de menor beleza. Um percurso tranqüilo lhe gera ao visitante essa distância que se procura nas férias, a distância com a agitada vida moderna, ao submergir-se na vida palaciana que os franceses viveram com intensidade.

Entre um trajeto e outro, podem-se visitar os pequenos povos onde a vida se volta simples, acessível, onde a França de hoje se constrói.

Ao fazer uma parada em algum destes povoados, pode-se ter a visão daquilo que têm inspirado a tantos artistas, políticos, científicos e celebridades a elaborar obras que permanecem: um sol que banha uma natureza fantástica, umas pessoas amáveis e simples, um contraste espetacular entre o refinado e o inteiramente humano.

Fonte: www.rumbo.com.br

Paris

Paris a "cidade luz" - Les Lumières de la Ville

Se você estiver em Paris à noite, especialmente durante o Natal e o Ano Novo, não será difícil entender o motivo da expressão "cidade luz". A iluminação enche os olhos de todos que por lá passam. Mas não é só a luminosidade que é abundante na cidade. A arquitetura exala beleza e a programação cultural é intensa.

Paris
Arco do Triunfo

O ideal seria percorrer Paris a pé para não perder absolutamente nada. Mas isso não é possível. Então, escolha roteiros que você possa cumprir. Visite a Torre Eiffel e os jardins e espelhos d'água do Trocadeiro, na Île de la Cite vá até a catedral de Notre Dame, imperdível, e desça até a cripta onde estão as primeiras pedras de Paris, que remetem ao Império Romano. Depois, siga até a Sainte Chapelle, no Palais de Justice, uma linda capela transformada em museu.

A Bastilha, onde ficava a prisão política do império francês, vale uma visita. A queda da Bastilha, ocorrida dia 14 de Julho de 1789, é o principal feriado francês.

Já o Cemitério do Père Lachaise é, possivelmente, o mais importante do mundo. Nele, estão os túmulos de Jim Morrison, Balzac, Molière, Proust, Oscar Wilde, Irmãos Lumiére, La Fontaine, Chopin, Edith Piaf, Allan Kardec, Sarah Bernhardt e muitos outros. O local é visitado por turistas e amantes de História, Artes e Arquitetura.

A Grand Bibliotèque de France é um lindo prédio de vidro, que teve sua construção muito criticada por deixar que a luz do sol estrague os livros. Um sistema de tapumes foi criado depois de sua inauguração para evitar a destruição das obras. O prédio vale uma visita.

Paris
Torre Eiffel

O bairro Le Marais, que faz parte do patrimônio histórico da Unesco, era uma área boêmia de artistas e hoje abriga uma animada comunidade gay. Já o Quartier Latin, no lado direito do rio Sena, ainda reúne estudantes e intelectuais. Passear pelos bulevares Saint Michel e Saint Germain, cheios de bistrôs e cafés, é uma experiência agradabilíssima.

Ainda no Quartier Latin encontra-se a Sorbonne, uma das mais respeitadas universidades do mundo, e o Panthéon, construído na época de Luís XV como Igreja de Santa Genoveva e nacionalizado em 1791 como sepultura dos "Grandes Homens". O monumento abriga nomes como Napoleão, Voltaire, Rousseau, Victor Hugo, Émile Zola entre outros.

Já o bairro de Septième é o exato oposto, onde encontra-se a burguesia parisiense, consulados, a École Militaire, o Musée des Armées, onde está exposto o caixão de Napoleão, e a sede mundial da Unesco. Um local interessante, também com outra proposta, é La Defense, uma área futurística criada por multinacionais francesas onde está o moderno arco do triunfo, o Grand Arch de La Defense, e outras esculturas.

Antes de deixar Paris, pegue um trem e vá até Versailles, sede da corte francesa de Luís 15 e um dos palácios mais ricos do mundo. O local dá uma idéia do refinamento e do luxo da elite na França pré-revolucionária.

Fonte: www.webluxo.com.br

Paris

Em qualquer época do ano, Paris brilha e mantém seu status de cidade mais charmosa e elegante do mundo.

Capital da moda e da boa gastronomia, outrora palco de importantes revoluções culturais, Paris abriga em suas ruas estreitas, um conjunto arquitetônico fascinante, repleto de famosos cartões postais, museus, cafés, bistrôs, e gente elegante vinda de todos os cantos do planeta.

Atrações Turísticas

Torre Eiffel

Paris
Torre Eiffel - Paris

Um dos monumentos mais visitados em todo o mundo, a Torre Eiffel é o principal cartão postal de Paris.

Possui 324 metros de altura e foi erguida por Gustave Eiffel em 1889, como principal atração da Exposição Universal de Paris.

Notre Dame

Paris
Catedral de Notre Dame - Paris

A catedral de Notre Dame é um marco da peregrinação do mundo medieval desde o séc. XII. Em frente está a cripta que guarda as primeiras pedras de Paris, do tempo dos romanos.

Praça da Bastilha

Paris
Praça da Bastilha - Paris

Erguida no loccal em que funcionava a antiga prisão política da do Império Francês. Hoje é um importante ponto turístico de Paris, palco de diversos shows e eventos culturais.

Champs Elyseés

Paris
Arco do Triunfo - Paris

Tendo como ponto de partida o Arco do Triunfo, um dos principais marcos da cidade de Paris, o Boulevard mais chique e caro da cidade, é uma avenida larga e movimentada, rodeada de edifícios históricos. No fim do ano, as luzes de Natal proporcionam um espetáculo a parte.

Place de la Concorde

Paris
Place de la Concorde - Paris

O local onde o Rei Luis XVI e sua esposa Maria Antonieta foram guilhotinados, hoje é um importante ponto turístico de Paris.

Museu do Louvre

Paris
Museu do Louvre - Paris

É o mais famoso de Paris. Foi sede da Corte Francesa desde o Séc. XIII. Hoje abriga um acervo valiosíssimo de obras de arte de vários gêneros e épocas. Recentemente foi construída uma moderna pirâmide ao lado do prédio principal, que gerou uma grande polêmica entre os franceses.

Quartier Latin

Paris
Bairro Quartier Latin - Paris

Reduto dos estudantes e intelectuais de Paris, abriga os dois boulevares preferidos da boemia francesa, Saint Michel e Saint Germain, repletos de bistrôs e cafés.

Sorbonne

Ainda no Quartier Latin, a Sorbonne é uma das mais antigas e respeitadas universidades do mundo, que inspirou a causa revolucionária de tantos estudantes, após a revolução de 1968.

Paris
Universidade Sorbonne - Paris

Palácio de Versailles

Próximo a Paris, a sede da sofisticada corte de Luis XV, é um dos palácios mais ricos do mundo, e mostra até onde o luxo e a ostentação chegaram na França pré-revolucionária.

Paris
Palácio de Versailles - Paris

Montmartre e Sacre Cour

O Montmartre é um dos lugares mais poéticos de Paris. Das escadarias da Basílica de Sacre Cour tem-se a melhor vista da cidade.

Paris
Montmartre e Sacre Cour - Paris

Pigalle

Berço dos cabarés e prostíbulos parisienses, o Pigalle preserva um ar decadente e hoje concentra a vida noturna da juventude de Paris, com suas danceterias.

Paris
Pigalle - Paris

Fonte: www.viabrturismo.com.br

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