
É o movimento literário artístico surgido na Europa, na primeira década do séc XX.
O movimento reivindicava uma ruptura com o passado, buscando novas formas, assuntos e estilo, que melhor representaria a modernidade, era das máquinas, aeroplanos, fábricas e da velocidade.
O lema central era "liberdade para a palavra" e, neste sentido, afirmava o manifesto: "destruir a sintaxe". Pretendiam defender o uso do verbo no infinito e abolir advérbios e adjetivos, assim, acompanhar cada substantivo de outro com função de adjetivo. Pretendiam buscar analogia cada vez mais simples e suprimir a pontuação.
Nas artes plásticas procuravam obter a máxima desordem abolindo o lado psicológico. Exaltou o culto ao perigo e na velocidade encontrou a sua melhor expressão.
" Declaramos que o esplendor do mundo se enriqueceu com uma beleza nova - a velocidade"
O movimento atingiu o campo político pregando o nacionalismo, violência e a prática da guerra que na Itália levou base ao fascismo.
Foi um movimento forte, com grandes pretensões, pois queria atingir diversas artes (música, pintura, dança, poesia, teatro e cinema).
No Brasil ele se iniciou com a semana de arte moderna reunião artistas modernistas no Brasil (sic)*, no qual houve exposições, debates, declamações, et coetera.
Desta semana, difundiu se os ideais da vanguarda de origem européia originando o modernismo brasileiro.
Naturalmente os movimentos de vanguarda declinaram enfim todo o rebuliço, renovação repentinas se apagaram .
Fonte: www.geocites.com

Movimento artístico e literário iniciado oficialmente em 1909, na Itália, com a publicação do Manifesto Futurista, do poeta italiano Filippo Marinetti, no jornal francês Le Figaro. Sua base foi a rejeição ao passado e a exaltação à desordem e a um novo tipo de beleza baseado na velocidade e no movimento
O apego ao novo foi tanto que os futuristas chegaram a defender a destruição de museus e cidades antigas. Agressivo e extravagante, esse movimento encarava a guerra como forma de limpar o mundo.
Os Futuristas queriam fortalecer a sociedade italiana por meio da aceitação e exaltação da tecnologia moderna. Tinham como expoente o pintor e escultor italiano Umberto Boccioni (1882-1916), cuja obra consiste na interação de vários volumes distorcidos, na qual se percebe a idéia de movimento e força.
Tinham como objetivo criar obras com o mesmo ritmo e espírito da sociedade industrial. Com vermelhos berrantes, verdes intensos, amarelos e laranjas, em composições violentas e chocantes, eles refletiam a vida moderna.
Seus desenhos são modificados e as formas geométricas do cubismo são consideradas muito frias. Predominam, então, arabescos contorcidos e linhas circulares emaranhadas, elípticas e espirais.
O tumulto, este sim é considerado pelos futuristas fator indispensável para a criação do clima adequado ao novo mundo em que vivem e com o qual estão de acordo.
Fonte: www.acrilex.com.br