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Galactorréia

 

 

Definição

Galactorréia é uma descarga de substância semelhante a leite do peito que não está associado com a amamentação após a gravidez.

Esta condição ocorre principalmente em mulheres.

Também ocorre em homens, mas muito menos comumente. O corrimento branco leitoso pode vir de um ou ambos os seios, e da mama pode vazar fluido com ou sem estimulação.

Galactorréia é a produção de leite materno em homens ou em mulheres que não estão amamentando.

A causa mais comum de galactorreia é um tumor na glândula pituitária.

Galactorréia pode causar a produção de leite inesperada e infertilidade em homens e mulheres.

O diagnóstico é baseado na medição dos níveis sanguíneos do hormônio prolactina.

Os exames de imagem pode ser feito para procurar uma causa.

Quando as drogas sozinhas não parar a produção de prolactina ou reduzir o tumor, a cirurgia e, por vezes, a radioterapia pode ser feito.

Em ambos os sexos, a causa mais comum de galactorreia é um tumor secretor de prolactina (prolactinoma) na glândula pituitária.

A prolactina é um hormônio que estimula os seios para a produção de leite. Prolactinomas normalmente são muito pequenas quando diagnosticada pela primeira vez. Eles tendem a ser maiores em homens do que em mulheres, provavelmente porque eles vêm a atenção mais tarde.

Tumores apenas acima da glândula pituitária, que não produzem de prolactina pode aumentar a secreção de prolactina, se comprimir a haste da glândula pituitária.

Comprimir o talo pode impedir a dopamina hormona de atingir a glândula pituitária, onde normalmente actua para diminuir a produção de prolactina.

A superprodução de prolactina eo desenvolvimento da galactorréia também pode ser induzida por drogas, incluindo fenotiazinas, determinados medicamentos indicados para a pressão arterial elevada (especialmente metildopa), os opióides, e pílulas anticoncepcionais, e por certos distúrbios fora da pituitária. Tais distúrbios incluem uma glândula da tiróide (hipotiroidismo), doença renal crônica, doença hepática, e certos tipos de câncer de pulmão.

Os sintomas

Embora a produção de leite materno inesperado pode ser o único sintoma de um prolactinoma, muitas mulheres também parar de menstruar (amenorréia) ou ter períodos menstruais menos freqüentes. As mulheres com prolactinomas, muitas vezes têm baixos níveis de estrogênio, que podem produzir secura vaginal, e, assim, desconforto com a relação sexual. Cerca de dois terços dos homens com prolactinomas perdem o interesse em sexo (diminuição da libido) e têm disfunção erétil. Um alto nível de prolactina pode causar infertilidade em homens e mulheres.

Quando um prolactinoma é grande, pode pressionar os nervos do cérebro que estão localizados logo acima da hipófise, levando a pessoa a ter dores de cabeça ou tornar-se cego em campos visuais específicos.

O principal sintoma é um corrimento leitoso do mamilo que não está associado com a amamentação. A descarga pode vir de um ou ambos os seios.

Outros sintomas que podem ocorrer junto com a descarga incluem:

Menstruação anormal ou ausente
Calor ou intolerância ao frio
Apetite desordenado, aumento ou diminuição do peso
Aumento da sede ou micção
Perda do desejo sexual
Secreção sanguinolenta ou mau-cheiro
Dores de cabeça
Acne ou crescimento anormal do cabelo
Dificuldades visuais
A impotência em homens

Causas

Galactorréia tem muitas causas, embora às vezes a causa é desconhecida. Os tumores da glândula pituitária, chamados de adenomas hipofisários ou prolactinomas, pode causar galactorréia. A hipófise é uma pequena glândula ligado ao cérebro. Os tumores hipofisários geralmente não são cancerosos. Eles podem causar galactorréia quando produzem excesso de prolactina, um hormônio que estimula a produção de leite.

Outras causas de galactorreia incluem:

Desequilíbrio hormonal
Alguns medicamentos, tais como:

Parar ou começar a tomar pílulas anticoncepcionais ou outros hormônios
Certas drogas pressão arterial
Certos medicamentos psiquiátricos
Os medicamentos anti-náusea
Alguns medicamentos de refluxo antigastroesophageal
Alguns analgésicos

Diagnóstico

O diagnóstico geralmente é suspeitado em mulheres quando os períodos menstruais são reduzidas ou ausentes ou quando o leite é produzido de forma inesperada.

Ele também é suspeito em homens com libido reduzida e diminuição dos níveis de testosterona no sangue que estão produzindo leite materno.

Confirma-se por encontrar um elevado nível de prolactina no sangue.

A tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (MRI) é feito para procurar um prolactinoma ou outro tumor perto da hipófise.

Se for detectado nenhum tumor e não há outra causa aparente do elevado nível de prolactina (tal como uma droga), um tumor da pituitária ainda é a causa mais provável, especialmente em mulheres. Neste caso, o tumor é provavelmente demasiado pequeno para ser observado no exame.

Fonte: medicine.med.nyu.edu/www.merckmanuals.com

Galactorréia

Galactorréia ou descarga de mama, é a secreção do leite através das mamas das mulheres fora do período de gestação e lactação. O muco pode vir de uma das mamas ou as duas mamas e pode variar na cor, composição e consistência.

Este distúrbio pode afetar os mais velhos e mulheres jovens, que nunca foram mães, que não estejam amamentando e mesmo para os homens, embora isso seja raro.

A produção de leite na glândula mamária é estimulada por um hormônio chamado prolactina ou lactogen produzido pela placenta, segue-se que galactorréia é devido a uma alteração na produção desse hormônio.

CAUSAS

Vários fatores podem causar galactorréia, e às vezes você não consegue encontrar a causa do mesmo.

Estes incluem:

Doenças ginecológicas,
Adenomas ou prolactinomas
Desequilíbrios hormonais (por excesso ou por defeito)
A função anormal da tireóide (hipertireoidismo)
Malformações vasculares do cérebro
Consumo de medicamentos para contracepção ou tratamento da depressão, pressão arterial e epilepsia.
Uso de drogas como o ópio e da maconha.
Traumáticas ou processos inflamatórios no cérebro.
Ansiedade, esporte competitivo, o esforço físico extenuante.
Algumas doenças como insuficiência renal crônica, doença de Cushing, doença crônica do fígado (cirrose), lúpus, sarcoidose, entre outros.

Sintomas

Além de secreção do leite através do mamilo, pode haver alguma causa relacionados com os sintomas causados pela descarga, tais como: dores de cabeça, visão turva ou visão dupla, sonolência excessiva, prisão de ventre e pele seca.

Também poderia ocorrer: a menstruação anormal ou falta dela, flashes quentes, drenagem vaginal, infertilidade, perda do desejo sexual, impotência (nos homens).

FATORES DE RISCO

As mulheres têm maior risco de galactorréia, estresse, uso de roupas que irrita o mamilo ou tornar-se uma análise diária da mama freqüentemente, também podem ser fatores de risco.

PREVENÇÃO

Para reduzir o risco de galactorréia, evite usar roupas muito apertadas, do auto de mama, exame muitas vezes (uma vez por mês é suficiente), evitar a estimulação sexual excessivo das mamas e não usam drogas ilícitas.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

O diagnóstico foi baseado em pesquisa cuidadosa dos sintomas que acompanham. Inclui exame físico, história detalhada. Ele descartou a presença de lesões no tórax e medicamentos que o paciente consome.

O médico pode pedir exames, como análises ao sangue para verificar os níveis de hormônio, teste de gravidez, exames de imagem para descartar qualquer tumor na glândula pituitária do cérebro, ressonância magnética, tomografia computadorizada, campimetria visual

POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES

O tratamento será destinada a corrigir as causas que provocaram galactorréia.Por exemplo, se a pessoa é uma droga, a suspensão imediata da diminuição níveis elevados de prolactina.

Se o medicamento não pode ser suspensa porque as conseqüências seriam piores ainda, pode ser objecto de recurso para a administração da bromocriptina como terapia adjuvante.

Se o culpado é um tumor como prolactinoma, o tratamento pode ser cirurgia ou tratamento com base em bromocriptina.

PROGNÓSTICO

Galactorréia pode ser pouco importante ou pode ser um sintoma de uma doença grave.

Fonte: www.saudedicas.com.br

Galactorréia

Galactorréia

Num auto-exame das mamas, realizado pela paciente ela se depara com a presença de leite, ou colostro na expresão mamária. Ela conclui inicialmente que não esta grávida, não está amamentando e também não está no puerpério, não está fazendo uso de anticoncepcionais.

Qual a causa desta secreção mamária?

Podemos definir que galactórréia é a secreção de leite ou colostro fora do ciclo grávido-puerperal.

E esta galactórreia é proveniente pelo aumento dos níveis de Prolactina, que é um hormônio secretado pela adeno-hipofise. E este hormônio é inibido pelo PIF(fator inibidor de prolactina).

A prolactina é secretado em ritmo circadiano, alcançando seu níveis mais elevados durante o sono,na fase luteiua do ciclo menstrual e no período reprodutivo da mulher.

Fatores que aumentam o nível de prolactina, levando a hiperprolactemia e galactorréia:

A gravidez.
A amamentação
O estress
Os exercícios físicos(pela liberação de endorfinas)
Procedimentos cirúrgicos.
Herpes zoster
Lesões torácicas(por envolvimento do 4 e 6 nervo intercostal)
Estimulação dos mamilos
Atividade Sexual
Medicação antihipertensiva.
Medicação antidepressiva
Contraceptivos orais
Os antieméticos
Cimetidina
Estrógenos
Alimentos gordurosos
Haloperidol
Diazepinicos

Alterações menstruais – polimenorreia, amenorréia, anovulação.

A associação galactorréia+ovários policisticos+ hiperprolactemia são freqüentes.

Na mulher a galactorreia + hiperprolactemia é freqüente em 70% dos casos estudados.

Embora se encontre casos de galactorreia com prolactina normal e casos de hiperprolactemia sem galactorreia ou amenorréia.

Outras causas de Hiperprolactemia

Hipotireiodismo
Patologias hipotalâmicas
Patologias hipofisárias
Insuficiência renal
Cirrose hepática
Prolactinomas
Síndrome dos ovários policisticos
Tipos de Prolactina.

Temos as forma small que tem peso molecular de 23000 que representa 80% da prolactina. As formas Big com peso molecular de 50000. E as formas Big-Big de peso molecular de 100.000.(de menor potencia biológica).

Valores normais: 5 a 20 ng/ml(levar em consideração condições ambientais, stress, repouso, método de coleta, horário etc)..

Os valores acima de 100ng/ml merecem uma investigação mais detalhada,podem estar associados a tumores-prolactinomas.

Investigação clinica:

Anamnese: afastar as causas desencadeantes acima relacionados.

Conduta:

Exames laboratorias: dosagem de prolactina. Tsh. Rx de sela turcica, tomografia, ressonância magnética.

Campimetria(avaliar alterações oftálmicas).

Tratamento: clinico ou cirúrgico a depender da avaliação do medico assistente e do período gestacional.

Severino Rodrigues de Figueiredo

Bibliografia

Endocrinologia Ginecológica – Lucas Vianna Machado.
Reprodução Humama- José Aristodemo Pinotti.
Ginecologia Endócrina e da Reprodução- Mário Gáspare Giordano

Fonte: www.portaldeginecologia.com.br

Galactorréia

Secreção mamária anormal de leite fora do período da amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou por medicamentos.

Níveis elevados de prolactina podem provocar a liberação de leite pelas mamas (galactorréia) num período fora da gestação ou amamentação.

A galactorréia raramente pode ocorrer em homens. A prolactina tem a capacidade de inibir a secreção do hormônio luteinizante (LH) e do folículo-estimulante (FSH) pela hipófise, que são os hormônios que agem estimulando as gônadas (testículo e ovário).

Com a diminuição do LH e do FSH, e conseqüente deficiência dos hormônios sexuais, pode ocorrer diminuição do desejo sexual (libido), impotência, infertilidade, menstruações irregulares (oligomenorréia) ou ausência de menstruação (amenorréia). Denomina-se síndrome galacto-amenorréia o conjunto de sinais e sintomas decorrentes do aumento nos níveis sangüíneos de prolactina.

A prolactina é um hormônio polipeptídico produzido pelas células da hipófise anterior. A dosagem de prolactina tem interesse no diagnóstico de tumores hipofisários (prolactinomas), na avaliação da amenorréia secundária, nos distúrbios menstruais associados ou não a galactorréia, nos casos de impotência no sexo masculino e hipogonadismo.

Durante a gravidez se verifica hiperplasia das células produtoras de prolactina da hipófise com resultante aumento do hormônio prolactina responsável pela produção de leite.

Sob determinadas condições a mulher pode apresentar a produção de leite fora do período de amamentação. Esse fato recebe o nome de galactorreia.

O excesso de produção do hormônio prolactina pode aparecer nos casos de tumores da glândula hipófise, os prolactinomas ou como efeito colateral de alguns medicamentos como os antieméticos e os procinéticos.

Fonte: www.endoclinicasp.com.br

Galactorréia

A galactorreia define-se como a produção de leite pelas mamas nas mulheres que não estão em período de lactação ou nos homens.

Em ambos os sexos, a causa mais frequente de galactorreia é um tumor na hipófise que produz prolactina (prolactinoma).

Em geral, os prolactinomas são muito pequenos quando se diagnosticam pela primeira vez. Por outro lado, tendem a aumentar de tamanho mais nos homens do que nas mulheres.

Os medicamentos, tais como as fenotiazinas, alguns dos fornecidos para tratar a hipertensão (sobretudo a metildopa) e os narcóticos, aumentam a produção de prolactina e, por conseguinte, causam galactorreia. O hipotiroidismo (diminuição da função da tiróide) também pode provocar esta perturbação.

Sintomas

Apesar de a produção de leite pelas glândulas mamárias poder ser o único sintoma de um prolactinoma, muitas mulheres deixam de ser menstruadas ou começam a ter períodos menstruais anómalos. As mulheres com prolactinomas começam a sofrer ondas de calor e secura vaginal, o que causa incómodos durante uma relação sexual.

Os homens tipicamente sofrem dores de cabeça ou perdem a visão periférica. Cerca de dois terços dos homens perdem o interesse pelo sexo e tornam-se impotentes.

Diagnóstico

Para determinar a causa de uma produção anómala de leite, utiliza-se uma combinação de análises de sangue e tomografia axial computadorizada (TAC) ou ressonância magnética (RM).

Os sinais da deficiência de estrogénios são óbvios num exame físico, enquanto os valores da prolactina e outras hormonas, como a luteinizante e a foliculoestimulante, exigem uma análise de sangue. Os exames com TAC ou RM podem revelar pequenos prolactinomas e, se o tumor for grande, o oftalmologista efectua exames dos campos para detectar defeitos da visão.

Tratamento

Os prolactinomas são tratados por meio de diversas técnicas. Quando a concentração de prolactina no sangue de um paciente é muito alta e o exame com TAC ou RM detecta apenas um pequeno tumor hipofisário ou absolutamente nada, o médico pode prescrever a administração de bromocriptina ou inclusive não recomendar qualquer tratamento. Nas mulheres, a bromocriptina tem a vantagem de aumentar os valores de estrogénios (muitas vezes baixos naquelas que apresentam valores elevados de prolactina), o que as protege de desenvolver uma possível osteoporose.

A bromocriptina deve ser recomendada às pacientes com prolactinomas que pretendam ficar grávidas, além de que também contribui para interromper o fluxo de leite. Prescrever-se-ão estrogénios ou contraceptivos orais que contenham estrogénios às mulheres com pequenos prolactinomas, já que não existem provas de que os estrogénios provoquem uma aceleração anormal do crescimento dos tumores pequenos. A maior parte dos especialistas recomenda um exame anual com TAC ou RM, no mínimo durante 2 anos, para assegurar que o tumor não cresça demasiado.

Os médicos tratam em geral com bromocriptina ou cirurgia os doentes que apresentam tumores grandes (macroadenomas), depois de terem efectuado um estudo do sistema endócrino. O tratamento é coordenado com um endocrinologista, um neurocirurgião e um radioterapeuta. Se a bromocriptina faz diminuir a concentração de prolactina e os sintomas desaparecem, a cirurgia é, com frequência, desnecessária. Mesmo quando se recorre à cirurgia, a administração de bromocriptina pode reduzir o tumor antes da operação.

Apesar de a intervenção cirúrgica inicialmente normalizar a concentração de prolactina no sangue, a maior parte dos prolactinomas reaparece.

A radioterapia só se utiliza quando os sintomas se agravam e o tumor cresce apesar do tratamento com bromocriptina. As concentrações de outras hormonas da hipófise podem diminuir durante vários anos depois de se aplicar a radioterapia.

Fonte: www.manualmerck.net

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