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Gametogênese

 

 

O que é gametogênese?

Gametogênese é um processo em que um organismo torna gametas, as células que são utilizadas na reprodução sexual. Cada gameta contém metade do material genético do organismo de origem. Quando se funde com outro gameta, ele cria um conjunto completo de DNA. Esta fusão de dois gametas pode evoluir para um novo organismo de uma série de multiplicações e divisões. Organismos de baleias azuis para amendoeiras se envolver em gametogênese, para que possam se reproduzir.

Organismos femininos produzem ovos ou óvulos em um processo conhecido como ovogênese, enquanto os organismos masculinos fazem esperma na espermatogênese. Ambos os processos dependem de meiose, uma técnica de divisão celular, que termina com quatro células contendo a metade do DNA da célula mãe. Estas células são conhecidas como haplóides , em contraste com as células-mãe diplóides que contêm um conjunto completo de DNA. As duas técnicas diferentes gametogenesis são muito diferentes, no entanto.

O processo começa nas gônadas, órgãos usado especificamente para gametogênese. Células exclusivos dentro das gônadas conhecidas como células germinativas propagar-se com a meiose. Primeiramente as células dividido em dois, criando duas células mais pequenas com a metade do ADN da célula mãe.

Cada uma dessas células-filhas duplicatas. No final da meiose, quatro células haplóides foram produzidos e estas células podem amadurecer em gametas e fertilizar ou ser fertilizado, dependendo se eles são de espermatozóides ou óvulos.

No sexo masculino, gametogênese acontece em uma base constante. As células germinais renovar continuamente o fornecimento de esperma para manter o organismo hospedeiro fértil. Nas fêmeas, gametogênese é um processo um pouco mais complicado. Alguns dos trabalhos acontece antes do nascimento como o corpo acumula-se uma fonte de oócitos imaturos que são realizadas em um estado de estase. Uma vez que o organismo atinge a maturidade sexual, oócitos individuais amadurecer um de cada vez. A fecundação é necessário para concluir o processo de maturação. Nos seres humanos e alguns outros animais, as células não fertilizados são periodicamente verter juntamente com o revestimento uterino.

Outra coisa interessante acontece com gametogensis nas fêmeas. A divisão meiótica resulta num gâmeta e três chamadas "células polares." Este é o resultado de conservação de energia. Produzir um óvulo fértil requer energia suficiente para que ele não seria possível fazer quatro de cada vez. Como resultado, quando a célula germinal divide pela primeira vez, ele produz um imaturo oócito e uma célula polar. Ambas as células, por sua vez replicar, com a célula polar fazendo duas células mais polares e do oócito imaturo fazendo uma célula polar e outra de oócitos imaturos, que vão amadurecer, se for fecundado. As células polares, entretanto, são reabsorvidos pelo corpo.

Fonte: www.wisegeek.com

Gametogênese

Dá-se o nome de gametogênese ao processo de formação dos gametas, o que se processa no interior das glândulas sexuais ou gônadas.

Gametogénese: O desenvolvimento e produção de células germinais masculinas e femininas necessários para formar um novo indivíduo.

A gametogênese compreende a ESPERMATOGÊNESE e a OVOGÊNESE, a  primeira a delas corresponde a produção dos espermatozóides , e a segunda, à formação dos óvulos. A espermatogênese se passa nos testículos e a ovogênese , nos ovários.

Tanto a espermatogênese quanto a ovogênese  abrangem 3 fases fundamentais sucessivas: fase de multiplicação, fase de crescimento e fase de maturação.

Os espermatozóides são células muito ativas, com enorme capacidade de movimentação .Sei citoplasma é reduzido e o núcleo é a parte mais volumosa.

Durante sua formação os espermatozóide se especializam para função reprodutiva: perdem parte do citoplasma , reduzindo  seu peso , e adquirem cauda, com a qual nadarão até o óvulo.

O óvulo é uma célula bem maior que o espermatozóide, e não se movimenta ativamente. Sua especialização mais marcante , é possuir , estocados no citoplasma , grânulos de substâncias nutritivas, os grãos de vitelo. A função dessas substâncias é assegurar a nutrição do embrião que se desenvolverá após a fecundação.

As gônadas e o período de multiplicação

As células que irão originar gametas já estão predeterminadas , desde o começo da vida de um embrião. Ainda nessa fase , células germinativas primordiais, diplóides, migram para a região das gônadas( testículo ou ovário) em formação.

Nos machos , na região do futuro testículo essas células se transformarão em espermatogônias ,enquanto nas fêmeas, na região do futuro ovário , se transformarão em ovogônias.

Espermatogônias e ovogônias vão se multiplicando por mitose , aumentando de número.

Nos machos a multiplicação inicia na puberdade e perdura por toda vida.

Nas fêmeas dos mamíferos o período de multiplicação restringe-se à vida embrionária .

Essa diferença de multiplicação das gônias explica por que o número de gametas produzidos é significativamente maior nos machos do que nas fêmeas.

Na espécie humana , por exemplo, a mulher libera apenas um óvulo por mês , aproximadamente entre os 12 e os 50 anos de vida .Já o homem elimina , a cada ato sexual , cerca de 350 mil espermatozóides. Em geral ,a produção de gametas no homem inicia-se aos 14 e perdura até os 60 , ou mesmo além dessa idade.

Citos I e II , período de crescimento e meiose.

Nos machos na puberdade , grupos de espermatozóides deixam de se multiplicar e crescem um pouco, transformando-se em espermatócitos primários (ou espermatócitos I ou de 1º ordem).

Nas fêmeas , as ovogônias crescem muito ( isto ainda na vida intra-uterina), podendo acumular enormes quantidade de vitelo .Elas passam a ser chamadas de ovócitos primários (ou ovócitos I ou de 1º ordem)Células diplóides.

Tanto os espermatócitos quanto os ovócitos duplicam os cromossomos e iniciam a meiose .

A ovogênese inicia a meiose na vida intra uterina vai até a diacinese e para. A meiose na ovogênese reinicia na puberdade em cada cíclo sexual.. A espermatogênese a meiose inicia na puberdade e é contínua.

No caso masculino , a divisão I da meiose leva à formação de duas células de mesmo tamanho , os espermatócitos secundários ( ou espermatócitos II ou de 2º ordem) , células haplóides.

As células formadas na divisão I prosseguem a meiose . Cada espermatócito II dá origem a duas células de mesmo tamanho , denominadas espermátides , Haplóides.

As espermátides iniciarão um processo de especialização que as transformarão em espermatozóides ( células haplóides ) . Esse processo de transformação de espermátide em espermatozóide é chamado de espermiogênese.

Formação dos glóbulos polares.

No caso feminino as células formadas na divisão I são muito diferentes entre si .Uma delas fica praticamente com todo o citoplasma ( e vitelo ) , e é chamada de ovócito secundário ( ou ovócito II ou de 2º ordem ).

A outra célula , apesar do núcleo normal, quase não tem citoplasma . Ela nada mais é do que um pequeno glóbulo aderido a um dos pólos do ovócito II, daí ser denominada glóbulo ( ou corpúsculo _ polar I.

A meiose II só prossegue depois da fecundação . Na espécie humana por exemplo , a mulher liberta do ovário um ovócito II, célula haplóide resultante da meiose I, com a meiose estacionada em metáfase II, da meiose II .

A penetração do espermatozóide estimula o ovócito II a prosseguir a meiose ,. Se houver fertilização do ovócito II a meiose II se completa se não o ovócito fica como a meiose II e degenera em 24 horas.Se a fertilização ocorrer a meiose se completa . Forma-se o óvulo e é liberado o 2 corpúsculo polar.

Na ovogênese inicia a meiose I e pára na diacinese so se completa momentos antes da ovulação.

Fonte: pucrs.campus2.br

Gametogênese

INTRODUÇÃO

São nas Gônadas (glândulas de reprodução), que a partir da puberdade, se formam os gametas, células imprescindíveis no ciclo biológico humano.

No decorrer do desenvolvimento embrionário aparecem as células germinais primordiais que migram para as glândulas sexuais em formação.

São as células que permitem a diferenciação das glândulas sexuais em testículos e ovários. As células primordiais não desaparecem; constituem células precursoras de todas as células germinais que, originam os gametas.

O conjunto de fenômenos que decorre nas gônadas e determina a formação dos gametas é designado por GAMETOGÊNESE. Nos testículos desenrola-se a Espermatogênese e nos ovários a Ovogênese.

Para compreender como se dá estes processos é importante conhecer um pouco da MEIOSE já que esta é fundamental para a formação dos gametas.

MEIOSE

Forma da divisão celular, característica da formação gametas em organismos que se reproduzem sexuadamente, a Meiose consiste, em princípio, em duas divisões mitóticas, sucessivas acompanhadas por apenas uma divisão do núcleo.

Uma célula-mãe gameta, tal como as outras células somáticas do corpo, é diplóide, isto é, os cromossomos estão presentes em pares, sendo os cromossomos de cada par  derivados de cada um dos progenitores.

O efeito da Meiose é que os gametas resultantes dela contêm não o número diplóide de cromossomos mas apenas metade desse número, correspondendo cada cromossomo a somente um par de cromossomos emparelhados do gameta da célula-mãe: a condição haplóide.

A segregação dos dois cromossomos na Meiose é aleatória, assim como a sua união na fertilização – dois acontecimentos aleatórios, segregação e recombinação, que são responsáveis pelo caracter probabilístico da hereditariedade mendeliana.

A Meiose é constituída por duas (2) divisões:

Divisão I

Gametogênese
Prófase I

Gametogênese
Anáfase I

Gametogênese
Metáfase I

Gametogênese
Telófase I

Divisão II

Gametogênese

ESPERMATOGÊNESE

É nos testículos que ocorre a espermatogênese.

Estrutura dos testículos
Fases de desenvolvimento das células espermáticas
Fases de desenvolvimento
Estrutura do espermatozoide

Estrutura dos testículos

Os testículos são dois pequenos órgãos ovóides com, aproximadamente 4 ou 5 cm no maior diâmetro, situados dentro da bolsa. São ao mesmo tempo glândulas endócrinas e exócrinas. Os espermatozóides constituem a maior parte da secreção externa dos testículos, e a testosterona, uma hormônio masculino, a sua principal secreção endócrina.

O revestimento exterior de cada testículo é uma cápsula espessa e branca designada por túnica ou albugínea. O tecido conjuntivo desta membrana penetra para o interior do testículo formando septos incompletos. Os septos dividem cada testículo em, aproximadamente, 300 a 400 lóbulos. O conteúdo testicular do espaço entre os septos inclui dois tipos de estrutura – os túbulos (ou transportadores de sementes) onde se dá o desenvolvimento onde se dá o desenvolvimento dos espermatozoides, e o estroma de tecido conjuntivo laxo que envolve os túbulos e que contém aglomerados de células endócrinas chamadas células de Leydig, secretoras de testosterona. De comprimento total dos túbulos seminíferos em ambos os testículos é aproximadamente 800 m. Os túbulos seminíferos abrem se para um sistema de túbulos curtos e rectos, os quais por sua vez se abrem para uma rede tubular designada por rede testicular. A rede testicular esvazia se para dentro de 15 a 20 túbulos, os canais eferentes e estes possuem um epitélio cilíndrico pseudo-estratificado ciliado cujos cílios impulsionam as células espermáticas do testículo para o epidídimo. Os canais aferentes perfuram a túnica albugínea para sair dos testículos.

Desenvolvimento das células espermáticas

Desde o início do seu desenvolvimento , os testículos permanecem simples e indiferenciados . Durante este período as células intersticiais não são particularmente evidentes , e os tubos seminíferos não tem lúmen e não são ainda funcionais. Dos doze aos catorze anos de idade, as células intersticiais aumentam em numero e dimensão, desenvolvem se o lúmen em cada túbulo seminífero e é iniciada na produção de espermatozóides.

A secção de um túbulo seminífero maduro revela os vários estádios de desenvolvimento das células espermáticas, um processo designado por espermatogênese.

Os túbulos seminíferos contém dois tipos celulares: as células germinativas (ou espermatogônias) e as células de Sertoli (segundo um nome de um histologista italiano). Algumas vezes as células de Sertoli também são referidas como células de suporte ou células nutritivas.

As células de Sertoli são células grandes que estendem radialmente desde a periferia até ao lúmen dos túbulos seminíferos. Fornecem os nutrientes ás células germinativas e, provavelmente produzem juntamente com as células de Leydig, algumas hormonios como os andrógenos, os estrogênios e as inibinas. Além disso as células de Sertoli formam uma barreira hematotesticular que isola os espermatozóides do sistema imunitário protegendo da agressão a testosterona, produzido pelas células de Leydig passa para as células de Sertoli e liga se a receptores. Esta combinação da testosterona com os receptores é necessária para o normal funcionamento das células de Sertoli. Dispersas no meio as células de Sertoli estão umas outras células mais pequenas as células germinativas, e que derivam as células espermáticas. Estas encontram-se dispostas segundo o seu grau de maturidade, da periferia até aos centros dos tubos seminíferos.

Fases de desenvolvimento:

Multiplicação
Crescimento
Maturação
Transformação

Multiplicação:

As células mais periféricas adjacentes à membrana basal dos tubos seminíferos são os espermatogônias, estas se dividem por mitose (multiplicação).

Algumas das células filhas resultantes destas divisões mitóticas permanecem como espermatogônias e continuam a produzir espermatogônias suplementares.

Outras vão dar origem aos espermatócitos primários, ou espermatócitos I.

Gametogênese

Crescimento:

Esta fase da espermatogênese é um fase de diferenciação, de preparação para que possa ocorrer a meiose.

Maturação:

Os espermatócitos de primeira ordem passam pela primeira divisão meiótica para se tornarem espermatócitos secundários ou, espermatócitos II.

Gametogênese

Transformação:

Cada espermatócito de segunda ordem sofre uma segunda divisão meiótica para produzir duas células, as espermátides. Cada espermátide passa, então, a ultima fase da espermatogênese (espermiogênese) para se tornar um espermatozóide.

Gametogênese

Estrutura do espermatozoide:

Em cada espermátide desenvolve se uma cabeça e uma cauda. Na cabeça estão contidos os cromossomas e na extremidade o capuz cefálico, o acrossoma contém as enzimas necessárias para o espermatozóide penetrar no óvulo (a célula sexual feminina). O flagelo é composto de um segmento intermediário e uma cauda. O flagelo é semelhante ao cílio e o movimento nos microtúbulos, que se transmite de uns para outros, determina o movimento da cauda e impele o espermatozóide para adiante. O segmento intermediário é muito rico em mitocôndrias que produzem o trifosfato de adenosina necessário para o movimento dos microtúbulos.

No final da espermatogênese os espermatozóides recém formados reúnem, se na periferia do lúmen dos túbulos seminíferos, com as cabeças orientadas para as células de Sertoli que as envolve e as caudas dirigidas para o centro do lúmen. Por fim, os espermatozóides são libertados no lúmen dos túbulos seminíferos.

Gametogênese

 

Ovogênese

É nos Ovários que se desenrola a Ovogênese.

Fases de Desenvolvimento
Estrutura do Ovário
Ciclos Sexuais
Regulação dos Ciclos Sexuais

Fases de Desenvolvimento:

A ovogênese é constituída por três Fases de Desenvolvimento, sendo elas:

Multiplicação:

Gametogênese

Ocorre antes do nascimento, onde as células (ovogônias) experimentam mitoses sucessivas, fazendo aumentar o seu número.

Crescimento:

Gametogênese

Ocorre a formação do ovócito I, havendo um crescimento muito acentuado, resultando dele células ricas em substâncias de reserva e de grandes dimensões.

Maturação:

Gametogênese

Do ovócito I, ocorre uma divisão muito desigual do citoplasma, resultando desta divisão células de grandes dimensões, o ovócito II, e uma célula muito pequena, o primeiro glóbulo polar.

Na divisão II da meiose cada ovócito II dá origem a uma célula grande: o óvulo e uma mais pequena o segundo glóbulo polar. Assim cada ovócito dá origem apenas a um óvulo. Os Glóbulos Polares acabam por degenerar.

Estrutura do Ovário:

Zona Medular – região interior, com um tecido rico em vasos sanguíneos.
Zona Cortical –
região superficial, com uma estrutura típica com formações designadas por folículos ováricos, em diferentes estádios de desenvolvimento.

Antes da Puberdade existem, em cada ovários, numerosos folículos de pequenas dimensões, designados por folículos primordiais.

Cada folículo Primordial é constituído por um ovócito envolvido por algumas células achatadas, as células foliculares.

Folículos Primários – Só ocorre a sua formação na Puberdade de forma ciclica, onde se verifica uma multiplicação celular, formado-se camadas granulosas.

Folículos em desenvolvimento ou secundários – Formação de duas camadas (Tecas). A zona pelúcida é acelular.

Folículos Maduro ou de Graaf – O folículo apresenta grandes dimensões, acabando o mesmo por fazer uma saliência á superfície do Ovário. O ovócito, que está rodeado por uma camada de células, fica ligado a parede do folículo apenas por um cordão de células.

Ovulação (14º Dia)

Devido á pressão da Cavidade Folicular sobre a parede do ovário o folículo rompe e o oócito II é expelido, sendo recolhido pelo pavilhão da trompa de Falópio.

Após a Ovulação:

Dá-se a cicratização da parede do Ovário. As células foliculares reorganizam-se, aumentam de volume e adquirem características das células secretoras. No seu citoplasma segrega-se uma pigmento amarelo, a luteina, conferindo-lhe uma tonalidade amarela. Daí a designação de Corpo Amarelo para essa estrutura que regride se não houver fecundação.

Fonte: www.fag.edu.br

Gametogênese

Nosso corpo precisa produzir células reprodutivas durante boa parte da vida. Afinal, a função básica de perpetuar a espécie, ou seja, se reproduzir depende disso.

Por isso tanto o homem quanto a mulher é considerado férteis quando são capazes de produzir óvulos e espermatozóides maduros, prontos para ocorrer a união e gerar um zigoto (uma nova vida).

As células reprodutivas são chamadas de gametas e o processo que nosso corpo executa para produzir os gametas é chamado de gametogênese.

O espermatozóide é a célula masculina relacionada com a reprodução. Ele é produzido aos milhares a cada 72 horas nos testículos dos meninos.

O homem passa a produzir seus espermatozóides a partir de seus 10 ou 12 anos e a partir deste instante ele já pode ser pai.

Os espermatozóides são estruturas microscópicas que são dotadas de uma cabeça (onde fica alojado o DNA que é do pai) e um flagelo (um rabinho usado pelo espermatozóide para nadar até chegar ao óvulo).

O óvulo é a célula feminina relacionada com a reprodução. Ele é produzido uma única vez na vida da menina (enquanto ela ainda é um feto na barriga de sua mãe). Todos os meses, apenas um desses óvulos se amadurece por um período curto de no máximo 15 dias. Neste curto espaço de tempo, é o único momento em que ela pode ficar grávida.

A partir dos 11 até 15 anos, a menina começa a amadurecer seus óvulos, um por mês, alternando nos ovários.

O óvulo é uma estrutura quase 50 vezes maior que um espermatozóide e muitas vezes, ele quando maduro, é protegido por células menores, que ficam ao seu redor, que são denominadas células foliculares.

A fecundação é o resultado da união do espermatozóide e o óvulo, formando a célula-ovo ou zigoto.

Todo o corpo humano foi formado a partir de uma única célula, que cresce dentro do útero da mulher durante 36 semanas aproximadamente (9 meses). Esta célula-ovo, durante esse período, sofrerá inúmeras divisões celulares até formar um indivíduo completo com bilhões de células.

OS GÊMEOS

Gêmeos são irmãos que dividirão o mesmo útero durante os mesmos 9 meses da gestação.

Existem dois tipos diferentes de gêmeos:

1.) GÊMEOS IDÊNTICOS ou UNIVITELINOS: são aqueles iguaizinhos, têm até o mesmo sexo. Eles se formam a partir de um único óvulo, que, após ser fecundado pelo espermatozóide, se divide em dois.
Esses dois indivíduos dividirão não só o útero, mas também a mesma placenta e bolsa amniótica.
2.) GÊMEOS FRATERNOS ou BIVITELINOS: são aqueles casos de gêmeos diferentes entre si. Eles ocorrem quando a mulher produz dois óvulos ao mesmo tempo e aí cada um é fecundado por um espermatozóide diferente.
Esses dois indivíduos só ocupam o mesmo útero, mas são totalmente independentes um do outro. São apenas irmãos que terão a mesma idade.

Em alguns casos de gêmeos idênticos, em que o óvulo não se separa totalmente pode dar origem aos gêmeos siameses. Estes gêmeos têm seus corpos soldados entre si, compartilhando até alguns órgãos.

Nem sempre há como operá-los e são forçados a viver juntos até a morte ou então, a família faz a opção pela vida de um pelo outro.

Carlos Gomes Barboza-Filho

Fonte: www.geocities.com

Gametogênese

A Base Cromossômica da Hereditariedade

NÚCLEO CELULAR - Gametas

Os gametas ou células germinativas masculina e feminina são células sexuias altamente especializadas, que possuem metade do número normal de cromossomos (número haplóide).

Espermatozóides

São células sexuais masculinas e sob microscopia usual, pode se reconhecer neles uma cabeça e uma cauda.A parte inicial da cauda, que é sua região de maior diâmetro, é denominda peça intermediária.

Gametogênese

Óvulos

São células sexuais femininas

Gametogênese

O processo de formação e desenvolvimento das células germinativas é chamado gametogênese.

GAMETOGÊNESE

Gametogênese é o processo de formação e desenvolvimento de células geradoras especializadas denominadas gametas ou células germinativas. Durante a gametogênese, o número de cromossomos é reduzido à metade, e a forma da célula é modificada.

Essa redução se dá durante a meiose , um tipo de divisão celular que ocorre durante a gametogênese. Esse processo de maturacão é chamado de espermatogênese, nos homens , e ovogênese nas mulheres.

Espermatogênese

A espermatogênese envolve a sequência de eventos através da qual células germinativas primitivas chamadas espermatogônias transformam-se em espermatozóides. Esse processo tem início na puberdade (13 a 16 anos), e continua até a velhice.

Gametogênese

Ovogênese

A ovogênese refere-se a toda sequência de eventos pela qual as ovogônias transformam-se em óvulos maduros. Esse processo de maturação começa antes do nascimento, mas só é completada na puberdade. Os ovócitos primários permanecem em prófase suapensa (dictióteno), por vários anos até que a maturidade sexual seja alcançada na puberdade e comecem os ciclos reprodutivos.

Gametogênese

Fonte: www.virtual.epm.br

Gametogênese

Gametogênese Masculina e Feminina

Introdução

O trabalho apresentado abaixo vai falar sobre gametogênese, abordando as os gametas masculinos (espermatozóide) e femininos (óvulos) e falando um pouco sobre cada gameta.

GAMETOGÊNESE

Gametogênese é o processo de formação e desenvolvimento de células geradoras especializadas denominadas gametas ou células germinativas. Durante a gametogênese, o número de cromossomos é reduzido à metade, e a forma da célula é modificada.

Essa redução se dá durante a meiose, um tipo de divisão celular que ocorre durante a gametogênese. Esse processo de maturação é chamado de espermatogênese, nos homens, e ovo gênese nas mulheres.

No homem, o processo da gametogênese é denominado de espermatogênese e dá origem ao gameta masculino, denominado espermatozóide.

Na mulher, o processo é denominado ovo gênese e dá origem ao gameta feminino, ou ovócito.

GAMETOGÊNESE MASCULINA (ESPERMATOGÊNESE)

A espermatogênese compreende o processo pelo qual a espermatogônias é transformada em espermatozóide. Esse processo tem início com a puberdade.
As espermatogônias tipo A se dividem também por mitose, mantendo assim a população de espermatogônias. As espermatogônias do tipo B se dividem por meiose originando os gametas. O processo da espermatogênese no homem é contínuo, não obedecendo a nenhum ciclo específico, e se continua até a velhice.

Etapas da espermatogênese

1. espermatogônias cresce e sua cromatina se condensa transformando-se nos espermatófitos primários.
2. Os espermatófitos primários sofrem então uma divisão reducional, a primeira divisão meiótica, gerando dois espermatófitos secundários.
3. Cada espermatófito primário passa pela segunda divisão meiótica originando duas espermátides.
4. Cada espermátide transforma-se gradualmente em um espermatóide através de um processo denominado espermiogênese.

Espermiogênese

A espermiogênese é um processo pelo qual a espermátide perde a maior parte do seu citoplasma e organelas, transformando-se em uma célula contendo: núcleo (com metade do número de cromossomos), e uma organela especial denominada acrossomo.

O acrossomo consiste em uma organela derivada do Aparelho de Golgi e que contêm no seu interior enzimas que têm uma função importante para o processo de fertilização. As mitocôndrias se arranjam circundando a parte inicial do flagelo denominada peça intermediária, e tem importante função no fornecimento de energia para a movimentação do flagelo e consequentemente condução do espermatozóide através do trato genital feminino.

Gônada masculina (testículo)

O processo da gametogênese masculina ocorre na gônada masculina, denominada testículo. Este é constituído por uma série de túbulos enovelados, denominados túbulos seminíferos, entre os quais existe um tecido intersticial constituído por tecido conjuntivo frouxo.

É no interior dos túbulos seminíferos que ocorre o processo da espermatogênese.

Um dos principais componentes do túbulo seminífero é uma célula denominada Célula de Sertoli. As células de Sertoli são as responsáveis pela estrutura do túbulo, além de servirem de proteção e fonte de nutrição para as células germinativas. Constituem o principal elemento da chamada barreira Hemato-testicular, pois qualquer substância para chegar até as células germinativas passa primeiro pelas células de Sertoli. Todo o material que é eliminado pelas células da linhagem germinativa durante o processo da espermatogênese é absorvido e digerido pelas células de Sertoli. Dessa forma este material não atingirá a circulação sanguínea e não constituirá fonte contínua de antígenos.

As espermatogônias localizam-se na periferia do túbulo seminífero e à medida que o processo da gametogênese ocorre elas se localizam mais próximo à luz do túbulos. Durante o processo da espermiogênese, todo o material desprendido das espermátides é então absorvido e digerido pelas células de Sertoli. Quando prontos, os espermatozóides são liberados e caem na luz dos túbulos seminíferos indo em direção ao epidídimo. Lá ficam armazenados por um tempo variável, amadurecem e ganham mobilidade até serem eliminados através das vias genitais masculinas durante a ejaculação.

Como conseqüência do processo de gametogênese masculina tem: a partir de uma espermatogônias que é uma célula 2n, ou seja com 46 cromossomos, originam-se 4 células com 23 cromossomos, ou haplóides (n).

No tecido intersticial do testículo, um tipo especial de células, a célula de Leydig tem a função de produzir o hormônio masculino, ou testosterona.

GAMETOGÊNESE FEMININA

O processo de gametogênese feminina é denominado ovo gênese. Diferentemente do sexo masculino, a maturação do gameta feminino inicia-se ainda no período pré-natal e termina depois do fim da maturação sexual (puberdade).

Maturação pré-natal

A ovogônia tem origem também a partir das células germinativas primor dias que migram da parede posterior do saco vitelino e, quando a gônada se diferencia em ovário, as células germinativas primordiais se diferenciam em ovogônias.

No início da vida fetal, as ovogônias proliferam por divisão mitótica e ainda antes do nascimento, todas crescem formando os ovócitos primários e iniciam a primeira divisão meiótica. As células permanecem em prófase suspensa da primeira divisão meiótica (dictióteno) até o início dos períodos reprodutivos na puberdade.

Maturação pós-natal

Na puberdade, a cada período reprodutivo, vários ovócitos reiniciam a divisão meiótica, porém apenas um vai ser eliminado a cada mês na ovulação.

O ovócito primário aumenta de tamanho e termina a primeira divisão meiótica pouco antes da ovulação (48 a 72 horas antes), porém a divisão gera duas células de tamanhos desiguais: o ovócito secundário fica com quase todo o citoplasma e a maioria das organelas, a outra célula, bem menor, é chamada de corpúsculo polar e logo degenera Durante o processo de ovulação (eliminação do ovócito do ovário), o ovócito inicia a segunda divisão meiótica, porém esta é novamente suspensa, desta vez na metáfase, e só será completada no momento da fecundação com a entrada do espermatozóide no interior da célula.

Ocorrendo a fecundação, antes da fusão dos dois pró-núcleos, o masculino e o feminino, o ovócito secundário termina a segunda divisão meiótica, novamente eliminando outro corpúsculo polar.

Formação do folículo ovariano

Folículo ovariano é a estrutura no interior do ovário, localizada no córtex da gônada e é constituída pela célula germinativa, o ovócito, envolta pelas células foliculares, que são células derivadas do estroma do ovário.

No momento em que é formado o ovócito primário a partir da ovogônia, ele é envolvido por uma camada de células foliculares, que têm forma achatada. O folículo é denominado folículo primordial.

Na puberdade, quando o ovócito primário cresce, as células epiteliais tornam-se cubóides e depois colunares, tendo o seu núcleo forma esférica, constituindo assim o folículo primário. Nessa fase, ovócito é envolvido por uma camada de material amorfo, acelular, chamada de zona pelúcida, constituída por glicoproteínas e glicosamninoglicanos.

As células foliculares proliferam e constituem várias camadas envolvendo o ovócito. Nessa fase o folículo é chamada folículo em crescimento. Essa proliferação das células foliculares é estimulada pelas Gonadotrofinas hipofisárias, principalmente o FSH.

O folículo aumenta de tamanho e, devido ao crescimento desigual das células foliculares, assume uma forma oval sugindo em um dos pólos uma cavidade entre as células foliculares, cheia de líquido, denominada antro folicular. O ovócito rodeado por um grupo de células fica localizado em um dos polos da estrutura, o cumulus oophorus.

Com o desenvolvimento do folículo, uma nova camada de células derivado do estroma ovariano passa a envolver o folículo e logo se organiza em duas camadas: teca externa, responsável pelo envoltório do folículo e teca interna, responsável pela produção dos hormônios femininos, estrógeno e progesterona.

Aproximadamente, na metade do cilo ovariano, o folículo encontra-se pronto para eliminar o ovócito, e é chamado de folículo maduro ou folículo de Graaf.

Ovulação

Durante o processo de ovulação, determinado pelas produções hormonais, é eliminado do ovário através de uma região ligeiramente protusa, o estigma, o ovócito secundário, circundado pela zona pelúcida e rodeado por uma ou mais camadas de células foliculares que se dispõem radialmente formando a coroa radiata, além do líquido folicular, sendo então captado pelas tubas uterinas.

A parede do folículo ovariano que permanece no ovário, se diferencia em uma estrutura conhecida como corpo lúteo e que produz hormônios, principalmente progesterona que mantêm o endométrio preparado para receber o embrião.

Principais diferenças entre os processos da gametogênese masculina e feminina.

1. A espermatogênese é um processo contínuo, enquanto a ovo gênese está relacionada ao cilo reprodutivo da mulher;
2. Na espermatogênese, cada espermatogônia produz 4 espermatozóides. Na ovogênese, cada ovogônia dá origem a apenas um ovócito e células inviáveis denominadas corpúsculos polares.
3. A produção de gametas masculinos é um processo que se continua até a velhice, enquanto que a produção de gametas femininos cessa com a menopausa.
4. O espermatozóide é uma célula pequena e móvel, enquanto que o ovócito é uma célula grande e sem mobilidade.
5. Quanto à constituição cromossômica, existem dois tipo de espermatozóides: 23,X ou 23,Y. A mulher só produz um tipo de gameta quanto à constituição cromossômica: 23,X.

Conclusão

Concluímos que o trabalho foi um meio de aprendermos mais sobre os gametas femininos e masculinos e saber um pouco mais sobre o nosso corpo, aprofundando mais o nosso conhecimento sobre o homem e a mulher

Fonte: www.iesambi.org.br

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