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Gana

GANA, ANTIGO IMPÉRIO

O nome de Gana foi tomado do ancestral e sofisticado império do Sudão que floresceu no ocidente da África entre os séculos IV e X a.C. Trata-se de um jovem país que guarda em seus territórios belezas naturais espetaculares ao longo de suas costas e nas elevações do interior. Sua arquitetura é uma mistura rara de restos bem conservados de diversas edificações da época colonial e núcleos africanos, onde ainda convivem algumas povoações que preservam suas crenças tradicionais entre o cristianismo, o islamismo e as religiões animistas. São famosas suas festas e eventos culturais.

Gana soube explorar suas zonas naturais para converte-las em um atrativo singular para os visitantes, que são tratados com afeto e cordialidade, entre festivais artísticos, musicais e cerimoniais.

Localização Geográfica

Gana ocupa uma superfície de 238.5333 quilômetros quadrados. Está situado na África Ocidental e limita-se ao norte com Burkina Faso e Níger, ao sul com o Oceano Atlântico, ao leste com Costa de Marfim, e ao oeste com Togo.

Sua morfologia é relativamente plana. Na costa predominam as planícies e no interior a savana, os bosques e os cultivos de algodão e cacau. Pode-se ver montanhas de pouca altitude na área da Região do Volta, onde acha-se o lago do mesmo nome, o lago artificial mais extenso do mundo.

Os rios que regam Gana são o Volta Preto e o Volta Branco.

Flora e Fauna

O clima do Gana é diverso; enquanto que nas zonas costeiras é úmido e caloroso, no norte é seco e com temperaturas mais radicais. Este contexto favorece a existência de grandes extensões de bosques e áreas de reserva natural, onde a vida selvagem se reproduz com facilidade.

Isto também tem determinado a economia do país que baseia-se em três atividades centrais: a agricultura (plantações tropicais como o cacau); a mineração (ouro, diamantes e minerais); e a exploração de recursos florestais (vastas plantações de árvores de madeira comercial).

No Gana existem numerosos centros de conservação tanto da flora como da fauna selvagem. Há mais de 500 espécies de borboletas e mais de 200 variedades de aves como loros, come-abelhas, come-plantas, hornbills e kingfishers, entre outras espécies. Podemos encontrar parques naturais, jardins botânicos e zonas de conservação de espécies de terra e ar.

História

Até o Século XV

A história do Gana estava muito estreitamente relacionada à dos vizinhos. Desde Guiné até Nigéria partilharam-se longos anos de civilização em comum.

No século XIII vários reinos foram à região e trouxeram consigo a influência Saheliana: os Songaï, Kanem-Bornu e Hausa. Os primeiros destes estabeleceram-se em Bono e Banda ao norte. Gradualmente foram-se expandindo para o sul ao longo do curso do Rio Volta. A penetração nas zonas florestais chuvosas não aconteceu até o século XV.

Comércio de Escravos

Entrado o século XVII a força do reino de Shanti concretou-se na maioria dos estados e começou o controle da costa. A capital, Kumasi, foi organizada para ter todos os serviços de qualquer cidade europeia. O líder conhecido como Asanthene, empregava segretários muçulmanos do norte para administrar as zonas e manejar o comércio com os reinos de Sahelian.

Por séculos o comércio na África Ocidental esteve focalizado fora das costas em uma zona correspondida entre as ribeiras do Rio Níger e o fim do Sahara; marfim, ouro, escravos e sal foram os principais recursos.

O comércio de escravos para América mudou o esquema geopolítico. Assim as costas começaram ser importantes devido aos constantes barcos de escravos rumo às colônias de outros continentes. As forças dos impérios começaram a construir fortes costeiros para assegurar os negócios. A primeira a faze-lo foi Portugal, no século XV e foi seguido pelo Reino Unido, França, Holanda, Suécia e a Dinamarca. Quando a escravatura foi abolida no começo do século XIX os europeus procuraram novamente outras zonas de comércio e exploração no interior do país.

Presença britânica

Depois que as posses holandesas foram transferidas aos britânicos em 1868, o Reino Unido converteu-se na principal força de dominação da Gold Coast ou "Costa do Ouro", como era conhecida Gana. O poderio britânico foi enfrentado basicamente pelas forças da Confederação Fante (uma aliança de reinos da costa) e os Ashanti.

Kumasi foi saqueada em 1874 e a Guerra com os Ashanti não terminou até o ano de 1900. No fim do ano 1920, os partidos dedicados a promover a independência africana expandiram-se e foi no ano de 1947 quando tiveram força real, junto com a United Gold Coast Conventiom (UGCC), cujas forças básicas eram os movimentos nacionalistas. O Secretário desta coligação, Kwame Nkrumah, separa-se em 1948 para formar seu próprio partido chamado People´s Party (CPP). Logo iria converter-se na voz do povo e pela primeira vez dirigir o curso da política nacional sob o lema "o auto-governo agora". No ano de 1951 ganha as eleições.

A Independência

Gana obteve sua independência em março de 1957 e converteu-se no primeiro país africano a ganhar seu próprio estado frente as forças colonizadoras européias. A consolidação do governo ao longo do país custou anos de esforços. Nkrumah fortaleceu-se como o principal líder das nascentes forças do continente africano. Suas denúncias sobre o imperialismo e neo-colonialismo serviram de inspiração a outros países da África. Infelizmente, os governos do continente viram-se envolvidos em uma série de conflitos de corrupção e enfrentamentos entre grupos diferentes quanto às crenças. Em fevereiro de 1966, Nkrumah foi deposto por um golpe militar. Porém, o regime imposto sob o mandato de Kofi Busia, também não pode conter a onda de corrupção e conflitos sociais em seus três anos de governo. O coronel Acheampong fez um novo golpe de estado no ano de 1972. Os anos que seguiram a seu mandato também viram-se envolvidos nos mesmos enfrentamentos sociais.

Últimos Anos

Em maio de 1979, outro militar, Jerry Rawlings chama a uma confrontação para botar ordem entre os responsáveis das corrupções. Meses depois cederia o governo a poderes civis, provocando uma "limpeza" nas principais elites.

Novos conflitos beiraram novamente no golpe de estado em dezembro de 1981 por parte do Conselho Revolucionário formado por Rawlings. As políticas adotadas nesses momentos foram de restrições econômicas, apoiadas por organismos internacionais como o Banco Mundial e o fundo Monetário Internacional.

No início de 1990 Rawlings, pressionado pelas forças políticas, assume a reforma democrática da zona e em 1992 anuncia um referéndum para uma nova constitução e promove a atuação dos partidos políticos. As forças ideológicas estiveram divididas e enfrentadas, sem um rumo certo no caminho. Por isso, em novembro de 1992 as eleições presidenciais foram ganhas novamente por Rawlings com um 60% da votação, establecendo-se um Congresso Democrático Nacional. Jerry Rawlings permanece a frente do governo até nossos dias.

Arte e Cultura

As tradições do Gana são excepcionalmente interessantes nas artes, festivais e rituais. As vilas artesanais são popularmente conhecidas pela produção de téxtis e prendas de variadas cores e desenhos como o Kente, o traje típico dos reis da região central.

Ao longo do país encontrará numerosos assentamentos tribais que ainda praticam suas crenças religiosas tradicionais. Não é estranha a existência de tótens e túmulos sagrados para os moradores, que não encerram apenas um místico elo de história africana, mas uma beleza artística inigualável. As esculturas geralmente têm forma de animais, frutas ou vegetais que guardam uma importância particular no modo de vida tribal.

A literatura do Gana é uma das mais brilhantes e ancestrais de todo o continente africano. Entre os escritores que viveram após do período independentista destacam Ayi Kwei Armah e seu romance "Os belos ainda não nasceram"; Kofi Awoonor e "Esta terra, minha irmã"; Amu Djoleto e "Furacão de Poeira" e Kojo Laing com "Buscar o doce País".

Além do romance, em Gana tem-se cultivado o teatro e a poesia.

Gastronomia

Entre os pratos mais típicos de Gana destaca o Fufu (casabe fermentado), uma entrada acompanhada de algum molho a base de amenduim ou uma mistura viscosa de quingombó. Pode-se degustar principalmente nos chamados "chop bar". As frituras são típicas comidas de rua, enquanto o pintade (aves guineanas) são servidas nos restaurantes do norte.

Aconselhamos que experimente o arroz com peixe defumado. Bebidas Pode-se beber a cerveja produzida localmente chamada Pito, servida em vasos de cabaça tradicionais da zona nordeste. Seu sabor é singular e agradável. Lembre-se beber sempre água engarrafada.

Compras

Em diversas zonas do país poderá comprar esculturas talhadas em madeira e pedra (Ahwiaa), vestimenta de variadas cores e estilos (Ntonso), tecidos tradicionais (Bonwire), objetos elaborados em metais (Kirofuforum), pinturas a mão (Adinkra), cerâmica, trabalhos em prata e ouro e artigos de pele, especialmente bolsas e sandálias.

População e Costumes

Gana tem uma população de 18 milhões de habitantes, o 32% são cristãos, 30% muçulmanos e 38% praticantes de cultos tradicionais africanos. A maioria fala inglês, embora coexistem perto de 75 línguas e dialetos africanos como o akan, wl twi, o fante, o eweou o dagbeni, entre os principais. Um detalhe característico do modo de falar dos povoadores é que geralmente pronunciam o som da letra "r" como "l". Assim por exemplo, Accra pronuncia-se "accla".

Um costume muito popular entre a etnia, na Costa de Gana, é enterrar seus mortos em imaginativos ataúdes que refletem o status social do falecido e a razão de seu sucesso na terra.

Para isso utilizam as mais variadas produções artesanais: talhas de madeira, pinturas e inclusive objetos e alimentos como sementes de cacau, etc.

Entretenimento

Ao longo da costa do Atlântico há quilômetros de praias de palmeiras onde poderá praticar diversos esportes náuticos como o mergulho, a natação, ou simplesmente um longo passeio pelas beiras. Existem, inclusive, algumas praias apreciadas pela altitude das onds para praticar o surfing. Tem estabelecimentos com o material necessário para realizar a pesca esportiva com os elementos contemporâneos ou o indispensável para a pesca tradicional em canoas elaboradas a mão.

Nas zonas do interior também pode-se realizar trekkings ou passeios em embarcações ao longo dos rios e lagoas.

Festividades

Os feriados oficiais são o 1 de Junho e o 6 de Março, datas para celebrar o Dia da Independência. Também celebram o Dia do Trabalho, Natal, Ano Novo, Sexta-feira Santa e Segunda-feira de Páscoa, assim como as festividades muçulmanas, que variam ano com ano dependendo do calendário lunar.

Transportes

Avião

A linha aérea nacional é Gana Airways e é a que melhor comunica as principais cidades dos estados da costa. Existem conexões desde Accra a Kumasi e Tamale. O Aeroporto Internacional de Kotoka encontra-se a 10 quilômetros do centro da capital.

Barco

Existem barcos de carga que atravessam o Lago Volta. Os horários de partida e chegada não são exatos, pois demoram o tempo necessário para carregar a embarcação correspondente.

Trem

As vias de trem formam um triângulo entre as cidades de Accra, Kumasi e Takoradi. Os vagões são confortáveis mas lentos e ainda são impulsionados por velhas locomotivas. As passagens vendem-se o mesmo dia da viagem, pelo que é necesário organizar bem o tempo. Os de primeira classe são limitados, os de segunda são mais numerosos. Em temporadas altas existem verdadeiras dificuldades para conseguir vaga nas rotas.

Por Terra

Os caminhos no país variam de qualidade. Alguns são bons e seguros e outros estão em condições muito ruins. Há numerosos postos de controle militar, pelo que debe-se viajar com a documentação e licenças necessários.

Os serviços de ônibus são cômodos e têm dispostas diversas rotas aos principais pontos do país. Os mini-ônibus chamam-se "tro-tros" e operam nas principais rotas a ligarem as cidades com as zonas rurais. Geralmente viajam lotados e são algo incômodos.

Fonte: www.rumbo.com.br

Gana

Geografia

Área: 238.538 km².
Hora local:
+3h.
Clima:
equatorial.
Capital:
Acra.
Cidades:
Acra (1.925.000) (aglomeração urbana) (2001), Kumasi (385.200), Tamale (151.100), Tema (110.000), Sekondi-Takoradi (103.600) (1988).
População:
21,4 milhões (2004)
Nacionalidade:
ganense
Composição:
acãs 44%, móssi-dagombas 16%, euês 13%, gás 8%, outros 19% (1996).
Idiomas:
inglês (oficial), línguas regionais.
Religião:
cristianismo 55,4% (sem filiação 12,5%, protestantes 16,6%, independentes 14,5%, outros 11,7%), crenças tradicionais 24,4%, islamismo 19,7%, sem religião 0,3%, outras 0,2% (2000).

Economia

Moeda: cedi; cotação para US$ 1: 8.907 (ago./2004).
PIB:
US$ 6,2 bilhões (2002).
Força de trabalho:
9,7 milhões (2002).

Governo

República: Presidencialista
Div. administrativa:
10 regiões subdivididas em distritos.
Presidente:
John Agyekum Kufuor (NPP) (desde 2001, reeleito em 2004).
Partidos:
Novo Patriótico (NPP), Congresso Nacional Democrático (NDC).
Legislativo:
unicameral - Parlamento, com 230 membros.
Constituição:
1992.

Descrição

País da África Ocidental, banhado pelo golfo da Guiné, no oceano Atlântico, Gana serviu como porto de embarque de grande parte dos escravos levados para a América entre os séculos XVI e XIX.

Na época da colonização portuguesa, era chamado de Costa do Ouro, por possuir grande quantidade de jazidas do metal.

Testemunham esse passado os fortes e os castelos em sua área costeira, densamente povoada.

A economia, uma das mais estáveis do continente, enfrenta dificuldade nos últimos anos com a queda de preço do cacau - cultivado nas regiões centro e sul - e do ouro, do qual o país é um dos maiores produtores mundiais. Gana explora ainda manganês, bauxita e diamante. A indústria beneficia-se da hidrelétrica de Akosombo, cuja barragem forma o mais extenso lago artificial do mundo, o Volta.

História

Antes da chegada dos portugueses, em 1471, o atual território de Gana era ocupado, na costa, pelo Império negro de Denkiera, que praticava o comércio de ouro com os árabes por meio de rotas pelo Saara. No interior, vivia o povo ashanti, que chegou à região no século XIV. O comércio aurífero é suplantado no século XVII pelo tráfico de escravos, quando os ashanti passam a capturar outros nativos da região e a vendê-los a mercadores estrangeiros em troca de tecidos e de outros bens. Em 1850, o comércio de escravos é abolido pelo Reino Unido, que transforma o território em colônia da Coroa, em 1874, e introduz a cultura do cacau. Em 1946, os britânicos promulgam uma Constituição pela qual os africanos obtêm a maioria das cadeiras no Legislativo. Após a II Guerra Mundial, Kwame Nkrumah cria o Partido da Convenção Popular (CPC), reivindicando imediata autonomia do país. Nkrumah torna-se primeiro-ministro em 1952.

Golpes militares

Gana é a primeira colônia da África Ocidental a tornar-se independente, em 1957, reunindo os antigos territórios britânicos da Costa do Ouro e de Togolândia.

Em 1960 torna-se uma república. Nkrumah, eleito presidente, reprime opositores, inicia a reforma agrária e começa a industrializar o país, com a ajuda das nações comunistas. O regime é de partido único. Em 1966, Nkrumah é deposto pelas Forças Armadas. Segue-se período de instabilidade, em que golpes militares se intercalam com breves governos civis. A política iniciada por Nkumah é abandonada em prol das elites agrárias ligadas ao cacau. Em 1979, um golpe de Estado leva ao poder o tenente Jerry John Rawlings, que mantém as eleições previamente convocadas. Hilla Limann é eleito presidente e Rawlings retira-se, mas retoma o cargo com outro golpe, em 1981, quando instala um governo alinhado ao bloco comunista.

Governo Rawlings

Em 1992 é aprovada em plebiscito nova Constituição e são legalizados os partidos de oposição. No mesmo ano, Rawlings vence as eleições para presidente. Os oposicionistas apontam irregularidades no pleito, aprovado entretanto por observadores internacionais. O plano econômico implantado em 1993, sob exigência do Fundo Monetário Internacional (FMI), derruba a inflação, mas o desemprego atinge quase um terço da população economicamente ativa. Em 1996, Rawlings é reeleito. O FMI concede crédito de 1,6 bilhão de dólares para o biênio 1997/1999, mas, ao fim desse período, o país não atinge o crescimento econômico esperado. Em 1999, manifestações estudantis transformam-se em confrontos com a polícia e levam o governo a fechar temporariamente as cinco universidades do país.

Nas eleições presidenciais de 2000, o candidato de oposição, John Kufuor, do Partido Novo Patriótico (NPP), derrota John Evans Atta, do Congresso Nacional Democrático (NDC), vice-presidente de Rawlings. O resultado é atribuído aos efeitos da crise econômica e a suspeitas de corrupção no governo. Nas eleições legislativas, o NPP conquista 100 cadeiras e o NDC, 92, do total de 200.

Fatos recentes

A posse de Kufuor, em janeiro de 2001, marca a primeira transferência democrática de poder em 43 anos de independência. Em 2002, o país fecha acordo com o FMI e o Banco Mundial, obtendo a redução da dívida externa.

No ano seguinte, o FMI aprova novo acordo com Gana, dessa vez por três anos, com um plano para reduzir a pobreza, dando apoio ao programa de ajuste econômico do governo de 2003 a 2005.

Mortos e torturados

Em maio de 2002 é constituída a Comissão Nacional de Reconciliação, para investigar torturas e assassinatos sob o regime de Rawlings. Os reclamantes podem pedir indenização, mas não abrir processos criminais contra os acusados. A comissão recebe centenas de acusações para investigar. Em 2003 começa a ouvir testemunhas. Em fevereiro de 2004, o próprio ex-presidente Rawlings é levado a depor. Em agosto, o relatório final é entregue ao presidente.

Dois meses depois, o governo prende um grupo de militares da ativa e da reserva, acusando-os de planejar desestabilizar o governo antes das eleições presidenciais. Nas eleições, em dezembro de 2004, o presidente Kufuor é reeleito com 53% dos votos, derrotando novamente Atta. Seu partido, o NPP, obtém 129 das 230 cadeiras do Parlamento.

Fonte: www.casadasafricas.org.br

Gana

Nome oficial: República de Gana (Republic of Ghana).

Nacionalidade: Ganense.

Data nacional: 6 de março (Independência).

Capital: Acra.

Cidades principais: Acra (949.100), Kumasi (385.200), Tamale (151.100), Tema (110.000), Sekondi-Takoradi (103.600) (1988).

Idioma: inglês (oficial), línguas regionais.

Religião: crenças tradicionais 38%, islamismo 30%, cristianismo 24% (católicos 12,1%, cristãos africanos 4,9%, protestantes 4,9%, anglicanos 2,1%), outras 8% (1995).

GEOGRAFIA

Localização: oeste da África.
Hora local:
+ 3h.
Área:
238.538 km2.
Clima:
equatorial.
Área de floresta:
90 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 20,2 milhões (2000), sendo acãs 44%, móssi-dagombas 16%, euês 13%, gás 8%, outros 19% (1996).
Densidade:
84,68 hab./km2.
População urbana:
37% (1998).
População rural:
63% (1998).
Crescimento demográfico:
2,7% ao ano (1995-2000).
Fecundidade:
5,15 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F:
58/62 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil:
66 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo:
29,8% (2000).
IDH (0-1):
0,556 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: República presidencialista.
Divisão administrativa:
10 regiões subdivididas em 110 distritos.
Principais partidos:
Congresso Nacional Democrático (NDC), Novo Patriótico (NPP).
Legislativo:
unicameral - Parlamento, com 200 membros eleitos por voto direto para mandato de 4 anos.
Constituição em vigor:
1992.

ECONOMIA

Moeda: cedi novo.
PIB:
US$ 7,5 bilhões (1998).
PIB agropecuária:
10% (1998).
PIB indústria:
7% (1998).
PIB serviços:
83% (1998).
Crescimento do PIB:
4,2% ao ano (1990-1998).
Renda per capita:
US$ 390 (1998).
Força de trabalho:
9 milhões (1998).
Agricultura:
cacau, café, banana, fruto de palma, coco, limão e lima, mandioca, noz de cola.
Pecuária:
bovinos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca:
446,9 mil t (1997).
Mineração:
ouro, diamante, bauxita, minério de manganês.
Indústria:
alimentícia, têxtil, automobilística, materiais de construção (cimento), papel, química, extração de petróleo.
Exportações:
US$ 1,5 bilhão (1998).
Importações:
US$ 1,7 bilhão (1998).
Parceiros comerciais:
Reino Unido, EUA, Alemanha, Suíça, Holanda (Países Baixos).

DEFESA

Efetivo total: 7 mil (1998).
Gastos:
US$ 132 milhões (1998).

Fonte: portalbrasil.net

Gana

Continente: África

Nome Completo: República de Gana

Localização: África Ocidental

Coordenadas: 8 00 N, 2 00 W

Limites: Países limítrofes: Burkina Faso, Costa do Marfim, Togo

Capital: Acra

Governo: República Presidencialista

Moeda: Cedi Novo

Área: 239.460 km2

Nacionalidade: Ganense

População: 20.244.152 (julho/2002)

Mortalidade: 55,64 mortes a cada 1.000 nascidos vivos (2002)

Vida: 57,06 anos

Ponto Culminante: Monte Afadjato, 880m

Religiões: Cristianismo 63%, Crenças Tradicionais 21%, Islamismo 16%

Idiomas: Inglês

Analfabetismo: 35%

Renda: US$ 400 (2001)

Fonte: www.libreria.com.br

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