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Gênero Épico

Seu nome vem de lira, instrumento musical que acompanhava os cantos dos gregos.

Por muito tempo, até o final da Idade Média, as poesias eram cantadas; separando-se o texto do acompanhamento musical, a poesia passou a apresentar uma estrutura mais rica. A partir daí, a métrica (a medida de um verso, definida pelo número de sílabas poéticas), o ritmo das palavras, a divisão em estrofes, a rima, a combinação das palavras foram elementos cultivados com mais intensidade pelos poetas.

Mas, cuidado! O que foi dito acima não significa que poesia, para ser poesia, precise, necessariamente, apresentar rima, métrica, estrofe.

A poesia do Modernismo, por exemplo, desprezou esses conceitos; é uma poesia que se caracteriza pelo verso livre (abandono da métrica), por estrofes irregulares e pelo verso branco, ou seja, o verso sem rima. O que, também, não impede que "subitamente na esquina do poema, duas rimas se encontrem, como duas irmãs desconhecidas..."

O que é

A palavra lírico vem do latim, que significa lira; instrumento musical usado para acompanhar as canções dos poetas da Grécia antiga, e retomado na Idade Média pelos trovadores.

Pode-se dizer que o gênero lírico é a expressão do sentimento pessoal. "É a maneira como a alma, com seus juízos subjetivos, alegrias e admirações, dores e sensações, toma consciência de si mesma no âmago deste conteúdo" (Hegel).

De fato, o poeta lírico é o indivíduo isolado que interessa-se somente pelos estados da alma. É aquele que preocupa-se demasiadamente com as próprias sensações voltado para si. O universo exterior só é considerado quando existe uma identificação, ou é passível de ser interiorizado pelo poeta.

Fonte: www.geocities.com

Gênero Épico

Gênero Épico

O gênero épico remonta à antiguidade grego e latina sendo os seus expoentes máximos Homero e Virgílio.

A epopeia é um género narrativo em verso, em estilo elevado, que visa celebrar feitos grandiosos de heróis fora do comum reais ou lendários. Tem pois sempre um fundo histórico; de notar que o género épico é um género narrativo e que exige na sua estrutura a presença de uma ação, desempenhada por personagens num determinado tempo e espaço.

O estilo é elevado e grandioso e possui uma estrutura própria, cujos principais aspectos são:

Proposição - em que o autor apresenta a matéria do poema;

Invocação - às musas ou outras divindades e entidades míticas protetoras das artes;

Dedicatória - em que o autor dedica o poema a alguém, sendo esta facultativa;

Narração - a ação é narrada por ordem cronológica dos acontecimentos, mas inicia-se já no decurso dos acontecimentos (“in medias res”), sendo a parte inicial narrada posteriormente num processo de retrospectiva, “flash-back” ou “analepse”;

Presença de mitologia greco-latina - contracenando heróis mitológicos e heróis humanos.

O gênero lírico tem como característica e manifestação do eu artista. Onde o artista demonstra de maneira expressiva seus pensamentos e emoções, ou melhor, seu mundo interior.

Uma característica marcante do texto lírico é a musicalidade, ou seja, a exploração da sonoridade.

É predominantemente subjetivo, e sua origem que acompanhava os recitais de poesias.

Por envolver a musicalidade, a mensagem devia ter uma linguagem precisa, tendo cada palavra seu significado.

EX: Meu amor ensinou a ser simples

      Como um largo de igreja

      Onde não há nem um sino

      Nem um lápis

      Nem uma sensualidade

       (Oswaldo de Andrade)

Este texto em verso, é denominado poema. E o autor usou de diversas figuras para dar a idéia da simplicidade mostrou o “eu” do autor.

Fonte: www.juliobattisti.com.br

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