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Gengibre

 

Nome: gengibre.

Parte utilizada: raiz.

Outros nomes: Mangarataia

Nome botânico: Zingiber officinale Roscoe

Indicações

Tratamento de gripes, tosses e resfriados.

Para o tratamento do estômago, prisão de ventre insuficiência de ar, rouquidão, asma, bronquites, reumatismos, ciática e nervos, usar em pequenas quantidades.

Uso

Em forma de chá, ou mastigar pequenas partes da raiz durante 5 dias.

Família zingiberáceas

Planta herbácea de origem asiática. Planta condimentar. De folhas longas. Após colher a raiz ou o rizoma, deixar secar por 5 ou 6 dias.

Com até 3% de óleo essencial rico em gengeral (substância característica responsável pelo cheiro do gengibre).

Indicações do óleo

Dispepsia, atonia do estômago, cólicas flatulentas, catarro crônico, rouquidão, bronquite e asma. Para dores reumáticas, traumatismos (principalmente articulares e torcicolos), usar em compressas e/ou fricções. Estimula a digestão, é carminativo.

Parte utilizada

Rizoma. Chamado erroneamente de raiz.

Ação

Reduz a sensação de vômito (principalmente em forma de chá), reduz dores e espasmos, é estimulante da circulação periférica, antiinflamatório, tônico e estimulante da digestão.

Indicação

Contra a bronquite, problemas reumáticos, anorexia, para diminuir o fluxo menstrual, cólica, distúrbios digestivos, rouquidão, asma, inflamação da garganta (eficiente) e enjôos (principalmente em forma de chá). Atua no sistema cardiovascular e no nervoso central. Antiemética (controle e redução da sensação de vômitos).

Contra indicações

Quem tem problemas de cálculos biliares só com orientação ou autorização médica. Mulheres grávidas com problemas de enjôo e vômitos não devem usar o gengibre.

Zingiber officinalis

Parte usada: rizoma ("raiz").

Indicações

Estimulante gastrintestinal, aperiente, combate os gases intestinais (carminativo), vômitos, rouquidão; tônico e expectorante. Externamente é revulsivo, utilizado em traumatismos e reumatismos.

Gengibre
Gengibre

Propriedades terapêuticas

Estimulante gastrintestinal, aperiente, carminativo, tônico, expectorante

Indicações terapêuticas

Combate gases intestinais, vômito, rouquidão, traumatismo, reumatismo, rinite, faringite, laringite, redução do colesterol, alergias respiratórias, diabete, asma, bronquite, amigdalite, tosse

É popularmente usado como estomáquico (digestivo), carminativo e para náuseas, vômitos (aniemético), artrite, sintomas do aparelho respiratório como rinite, faringite, laringite, tosses, irritações das cordas vocais e alergias respiratórias, na redução do colesterol, para aumentar a imunidade celular e até externamente para estimular a circulação, reduzir dores e rigidez musculares.

Também é usado como antisséptico e antiinflamatório.

É o melhor medicamento para náuseas e vômitos, principalmente pós-operatórios e os causados por viagens.

Preparo e dosagem: Pulverizar o rizoma e ingerir contra vômitos.

Decocção: Preparar com 1 colher (chá) de raiz triturada em 1 xíc. de chá de água, tomar 4 xíc. de chá ao dia.

Cataplasmas: Preparar com gengibre bem moído ou ralado e amassado num pano, e deixar no local (para reumatismos e traumatismos na coluna vertebral e articulações).

Rizoma fresco: Mascar um pedaço (rouquidão).

Tintura: 100 g do rizoma moído em 0,5 l de álcool, fazer fricções para reumatismos.

Xarope: Pode ser ralado e adicionado a xaropes, juntamente com outras plantas.

Toxicologia: O uso externo deve ser acompanhado, para evitar possíveis queimaduras.

Fonte: www.plantaservas.hpg.ig.com.br

Gengibre

O gengibre é muito conhecido como parte integrante do quentão, uma bebida típica das festas de junho.

Gengibre e o seu poder

Mas em outros países é também utilizado na preparação de diversos pratos como é o caso do frango xadrez, prato típico chinês, ou ainda como condimento da comida tradicional da Índia.

Durante séculos o Gengibre tem sido usado na Ásia para tratar dores nas articulações, gripes, tosse, ressaca, indigestão, etc.

O gengibre possui sabor picante e pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces e em diversas formas: fresco, seco, em conserva ou cristalizado.

O que não é recomendado é substituir um pelo outro nas receitas, pois seus sabores são muito distintos: o gengibre seco é mais aromático e tem sabor mais suave.

Popularmente, o chá de gengibre, feito com pedaços do rizoma fresco fervido em água, é usado no tratamento contra gripes, tosse, resfriado e até ressaca.

Banhos e compressas quentes de gengibre são indicados para aliviar os sintomas de gota, artrite, dores de cabeça e na coluna, além de diminuir a congestão nasal e cólicas menstruais.

È utilizado na fabricação de xaropes para combater a dor de garganta. Sua ação anti-séptica pode ser a responsável pela fama, tanto que muitos locutores e cantores revelam que entre os seus segredos para cuidar bem da voz está o hábito de mastigar lentamente um pedacinho de gengibre. No entanto, esse hábito (mascar gengibre e em seguida cantar ou falar, enfim, fazer uso da voz) é contra-indicado visto que o gengibre possui também propriedades anestésicas e esta “anestesia tópica” diminui o controle da emissão vocal, favorecendo o aparecimento de abusos vocais.

No Japão, massagens com óleo de gengibre são tratamentos tradicionais e famosos para problemas de coluna e articulações, também é utilizado para massagear o abdome, provocando calor ao corpo e excitando os órgãos sexuais, pois acredita-se que possua poder afrodisíaco.

Na fitoterapia chinesa, a raiz do gengibre é chamada de “Gan Jiang” sua ação mais importante é a de aquecer o baço e o estômago, expelindo o frio. É usada contra a perda de apetite, membros frios, diarréia, vômitos e dor abdominal. Aquece os pulmões e transforma as secreções.

Recentemente, a OMS (Organização Mundial da Saúde) reconheceu a ação dessa planta sobre o sistema digestivo, tornando-a oficialmente indicada para evitar enjôos e náuseas, confirmando alguns dos seus usos populares, onde o gengibre é indicado na digestão de alimentos gordurosos. Pesquisas realizadas com ratos na Universidade de Minesota (EUA) comprovaram também seus efeitos na prevenção do câncer intestinal. Seus princípios ativos são o gingerol e a gengiberina, que têm ação funcional na prevenção de doenças crônico-degenerativas.

O Gengibre cru ou cozinhado pode ser um analgésico eficaz, mesmo para condições inflamatórias como a artrite.

Como o Gengibre, mesmo para condições inflamatórias como a artrite. tem sabor muito forte, deve ser utilizado em pequenas quantidades. Por esse motivo, seus princípios nutritivos pouco contribuem para as funções do organismo.

Seu período de safra vai de janeiro a outubro.

Cem gramas de gengibre fornecem 46 calorias

O Gengibre

Gengibre

Planta originária da Ásia, de raízes aromáticas, utilizada como condimento.

Foi posteriormente introduzida no Japão, nas Antilhas, na América do Sul e na África ocidental.

Os caules e as folhas, semelhantes aos da grama, brotam diretamente do rizoma nodoso de onde partem as raízes.

Dos caules saem cachos de flores brancas raiadas de roxo.

O gengibre de melhor qualidade vem de Porto Rico e da Jamaica. Geralmente, é vendido sob a forma de extrato.

A maior parte do gengibre em conserva é importada da China.

O óleo do gengibre é ingerido como remédio para moléstias do estômago.

Indicações

Ação antiinflamatória, e ajudar em gripes e resfriados;
Melhora o processo digestivo (principalmente digestão de alimentos gordurosos), por estimular a secreção salivar e gástrica;
Reduz dores de cabeça;
Combate enjôos, um estudo com um grupo de pacientes em quimioterapia, mostrou uma significativa redução dos sintomas de enjôos apos a administração de 1 colher (de sobremesa) do gengibre ralado 3 dias consecutivos antes da aplicação do quimioterápico;
Tem efeito termogênico, ou seja, ele aumenta a temperatura do corpo, e com isso, obriga o organismos a gastar mais energia, ajudando a emagrecer;
E acreditem, ele é afrodisíaco! Por estimular a circulação da corrente sanguínea, auxilia na prolongação da função erétil.

Gengibre
Gengibre, raiz utilizada como condimento.

Fonte: www.vitaminasecia.hpg.ig.com.br/www.clickeducacao.com.br

Gengibre

Planta herbácea, da família Zingiberaceae, parte aérea anual com até 0.8m de altura; parte subterrânea perene, constituída por rizomas carnosos, ricos em substâncias aromáticas e óleo essencial, utilizados in natura na preparação de diversos pratos da cozinha oriental.

Secos, são empregados no preparo de extratos, para condimentos, bebidas alcoólicas, licores, confeitaria e refrigerantes; por destilação em corrente de vapor, obtém-se um óleo essencial adotado em perfumaria.

Indicações

É usada para combater gripes, resfriados, tosses, fraquezas do estômago, rouquidão, bronquites, dores reumáticas, estimulante gastrintestinal, aperiente, vômitos, tônico e expectorante, nervo ciático e nevralgias. Impede a formação de gases no aparelho digestivo. Externamente é revulsivo, utilizado em traumatismos e reumatismos.

Cultivar

O Gengibre é uma planta que necessita de temperatura elevada, entre 25 a 30º, e precipitação de até 2.000mm anuais, principalmente na época do plantio até o início da formação de novos rizomas.

Esta planta quando cultivada em área com reduzida insolação, desenvolve bem a parte aérea, mas seu rizoma fica reduzido. Os solos preferidos são os de textura leve, bem drenados, para que não haja o apodrecimento dos rizomas pelo acúmulo de água.

Época de plantio: Setembro-novembro.

Espaçamento: 1,0 x 0,4m.

"Rizomas-sementes" necessários: 2t/ha. Plantar rizomas com 70-80g.

Controle da erosão: Cultivado geralmente em solos de baixada, exige práticas simples de conservação do solo.

Calagem e adubação: Corrigir a acidez do solo quando o índice de saturação em bases for inferior a 50%. Aplicar no plantio 240kg/ha de P2O5. Em cada uma das três amontoas, incorporar 30kg/ha de N e 70kg/ha de K2O.

Outros tratos culturais: Campinas e amontoas, incorporando o adubo em cobertura.

Controle de pragas e moléstias: Dispensável.

Colheita: Junho-agosto. Arrancar os rizomas manualmente quando a parte aérea da planta estiver seca.

Produtividade normal: 20--30t/ha.

Rotação: Aconselhável, com culturas de outras famílias.

Propriedades Terapêuticas

Antisséptico
Antiemético
Antiinflamatório
Bacteriostática
Carminativo
Espasmolítico
Estimulante da Circulação Periférica
Estomáquico

Fonte: www.agrov.com

Gengibre

O gengibre é uma planta arbustiva, que pode atingir até 80 cm de altura. Possui folhas de cor verde claro a verde escuro, com área foliar pequena.

Normalmente planta-se o gengibre no início do período das chuvas, que em nossa região vai de outubro a novembro. Mesmo assim recomenda-se que a área seja irrigada, pois é uma planta que precisa de muita água para uma boa produtividade. A colheita se dá nos meses de seca, junho, julho, agosto, quando as folhas secam, desenterrando-se os rizomas. É um condimento muito utilizado na culinária oriental, sendo que no ocidente não tem muita utilização, não apresentando um grande valor econômico.

Gengibre

Foi introduzido na Europa por Marco Pólo, que teve o primeiro contato com esta especiaria na Ásia Tropical. Após isso se tornou muito importante na Europa, se tornando a especiaria mais procurada e comercializada. Somente no período do Renascimento que perdeu fôlego na culinária européia. No Brasil já está bastante difundido, e deve ter sido trazido pelos primeiros colonizadores.

O gengibre é riquíssimo em princípios ativos, poderíamos ficar horas falando dos seus compostos químicos, mas como este não é o objetivo deste trabalho, podemos citar o mais importante, que são os óleos essenciais.

Como é uma planta muito rica quimicamente, é de se esperar que também seja utilizada para uma infinidade de casos. Possui uma ação carminativa e digestiva, sendo muito útil seu consumo juntamente com os alimentos. É usado para controlar enjôos e vontade de vomitar devido a viagens de avião, carro e navio. Tem estudos mostrando que possui a mesma ação que o Plasil (medicamento utilizado para controlar enjôos).

Na China é usado para diminuir os efeitos de uma intoxicação alimentar. É usado para gripes, resfriados, possui ação antitussigena, podendo ser utilizado com excelentes resultados para a bronquite. Ajuda a fortalecer o sistema nervoso segundo a medicina ayurveda. Os indianos dizem que permite transportar mais energia pelo corpo, podendo ser usado para cólicas menstruais, tônico corporal para fadiga geral e até mesmo para febre.

O emprego do gengibre na culinária proporciona verdadeiras surpresas. Podemos utilizá-lo seco, na forma de pó, que particularmente eu não gosto, pois o pó deixa muito a desejar em sabor e aroma; e fresco que é o mais aromático.

A falta de aroma do pó de gengibre se deve ao processo de secagem, que acaba por volatilizar o óleo essencial. É muito empregado na culinária japonesa, indiana e nos países asiáticos como um todo.

No Brasil praticamente não se usa o gengibre no dia-a-dia, a não ser pelos descendentes japoneses e na região norte, onde o gengibre é conhecido pelo nome de mangarataia.

Nesta região é muito comum o chá de mangarataia, que é consumido como chá terapêutico e também como bebida resfrescante. Já em outras regiões do Brasil é comum o preparo do quentão nas festas juninas.

Algumas observações interessantes sobre o gengibre pelo mundo: No Japão se consome o sashimi (peixe cru) com gengibre para que este possa matar possíveis larvas de vermes presentes na carne do peixe; o gengibre vai na composição do curry, o que o faz ser amplamente consumido em várias regiões do mundo, em vários países se prepara um refrigerante a base de gengibre sendo que esta formula já esteve no Brasil, mas parece que não agradou muito o paladar brasileiro.

O gengibre pode ser curtido e consumido durante as refeições ou mesmo como petisco durante o aperitivo. Pegue rizomas frescos e de preferência dos mais grossos, descasque, lave e com uma faca bem afiada vá cortando em fatias bem finas, mas no sentido transversal das fibras.

Coloque um pouco de sal e misture. Deixe na geladeira umas 12 horas e com a mão vá pegando alguns punhados e aperte bem, para retirar toda a água. O uso do sal é para desidratar os rizomas. Uma vez bem espremidos, coloque em um vidro e adicione vinagre tinto. Os japoneses colocam um corante vermelho para ficar mais bonito, mas aqui no Brasil os descendentes colocam o que eles chamam de ume para colorir o gengibre.

Depois de alguns dias curtindo o gengibre já pode ser consumido, e esta conserva pode durar vários anos.

Outro prato muito gostoso é carne de porco com gengibre.

Pegue um bom pedaço de carne de porco, limpe e faça alguns furos com uma faca. Deixe marinando de um dia para o outro em um preparado de alho, cebola, limão (de preferência o limão cravo), pimenta cumarí (na carne de porco esta pimenta dá um toque todo especial), pimenta do reino e gengibre ralado, mas coloque bastante gengibre. Coloque este tempero dentro dos furos da carne.

Na hora de preparar coloque na panela óleo, cebola, alho, gengibre fatiado em tiras e depois de alguns minutos coloque a carne para refogar. Doure bem a carne até ficar com aquela casquinha por fora e depois vá adicionando um pouco de água para o cozimento completo.

Sirva com arroz branco, legumes refogados, e uma salada verde temperada com vinagre balsâmico. Outro prato saboroso é uma salada de alface temperada com gengibre.

Lave algumas folhas de alface, de preferência o alface americano.

Em uma vasilha rasgue estas folhas, coloque vinagre, shoyu, óleo de soja e rale gengibre por cima da salada.

Fonte: www.jperegrino.com.br

Gengibre

ESPECIARIA ORIENTAL

Apesar de sua pouca utilização no preparo de refeições diárias e habituais, o gengibre é uma especiaria (tempero ou condimento) muito conhecida há mais de dois mil anos e trazida ao Brasil pelos holandeses, segundo as pesquisas.

Culturalmente ele pode ser usado como ingrediente do famoso quentão apreciado durante as festas juninas e em alguns produtos farmacêuticos e de confeitaria.

Em outros países sua utilização se estende à fabricação de bebidas alcoólicas como cerveja e licor. Podemos encontrá-lo ainda em conservas tornando-as mais ardida ou picante, como também na formulação do curry.

Gengibre

Dizem os pesquisadores que os árabes fazem uso do gengibre como afrodisíaco e expectorante, muito embora não seja ele indicado para as pessoas que apresentam gastrite, úlceras gástrica ou duodenal ou qualquer outra irritação similar no tecido da mucosa que reveste todo o nosso trato digestivo e absortivo, incluindo aqui, boca, esôfago, estômago e intestinos.

Excetuando estas implicações o gengibre auxilia no aumento da atividade do cérebro, na atividade dos órgãos respiratórios prevenindo ou auxiliando o tratamento da rouquidão e bronquites e ainda nos casos onde se perceba elevada formação de bolhas gasosas pelo intestino grosso conhecidas por nós como gases, cólicas ou flatulência.

Do gengibre podemos fazer infusões no preparo de chás ou solução para gargarejo. Em algumas farmácias ou lojas de produtos naturais encontramos o gengibre na forma de pastilhas e xaropes. Normalmente obtemos o pó do gengibre em supermercados, neste caso como especiaria culinária.

O clima desta estação torna mais propício o uso do gengibre por ser ele um condimento picante e ardido. Em alguns casos, sempre com orientação do profissional médico ou nutricionista, aconselha-se usá-lo no preparo de algumas refeições como substituto do sal de cozinha, o que nos permite acentuar o paladar dos alimentos oferecidos aos hipertensos ou àqueles em tratamento de disfunções renais. Isso não significa restringir seu uso.

“Nutricionalmente” falando, o gengibre é fonte de cálcio, manganês, selênio e zinco, e das vitaminas niacina, vitamina B6 e vitamina C. Notem que o uso em excesso pode ser prejudicial à saúde, o correto é usá-lo em poucas quantidades. Para quem imaginou o gengibre na prevenção da osteoporose é mais prudente lembrar que o alimento rico em cálcio, indiscutivelmente o mais apropriado, é o leite e seus derivados. Isto é regra 1.

Por apresentar um aroma picante é aconselhável usarmos o gengibre no preparo de carnes e em molhos para as massas.

Vejam como é fácil: Filé de peixe (de sua preferência), gengibre, alho e óleo para grelhar. Pronto!.

Fonte: www.riototal.com.br

Gengibre

Uma Raiz Incrível

O QUE É GENGIBRE?

É uma raiz tuberosa, que tem o nome científico de “Zingiber Officinalis”, usada tanto na culinária (seja como tempero ou mesmo compondo determinados pratos) quanto medicinalmente.

QUAL É A SUA ORIGEM?

É uma planta nativa da Ásia, onde é usada há milhares de anos, mas que também se dá bem em climas tropicais como o Brasil, África, Antilhas, etc.

Gengibre

QUAL É A SUA HISTÓRIA?

Foi trazida para o Brasil pelos holandeses, no século 16, mas os marinheiros chineses já usavam o gengibre, há cerca de dois mil e quinhentos anos, embora, até hoje, não se tenha descoberto ainda o ingrediente que ele contém e também não se sabe precisamente seu modo de ação.

QUAIS SÃO AS INDICAÇÕES MEDICINAIS?

São várias tanto interna quanto externamente.

QUAIS SÃO AS INDICAÇÕES PARA USO INTERNO?

Desde que usado na dosagem adequada e usando produto de boa qualidade, é:

Estimulante gastrintestinal;
Carminativo, isto é, combate os gases intestinais (flatulências), as cólicas e os vômitos;
Sialagogo, quer dizer, excita a secreção salivar e gástrica;
Ótimo para a rouquidão, irritação da garganta, bronquites;
Expectorante eficaz;
Tônico geral – devido à presença de uma substância chamada niacina, promove pele saudável, bom equilíbrio nervoso e proteção ao aparelho digestivo ;
Excelente para os chamados enjôos de movimento (viagens de navio, barcos, etc.);
Eficiente para diminuir bastante as náuseas pós-operatórias.

COMO DEVE SER PREPARADO O GENGIBRE PARA USO INTERNO? QUAIS AS DOSAGENS?

INFUSÃO: 2 gramas da raiz, numa proporção para 100ml de água fervendo – deixar a vasilha tampada durante, pelo menos, 10 minutos; É eficiente para as cólicas menstruais;
DECOCÇÃO:
1 colher das de chá da raiz triturada, em 1 xícara das de chá, com água – tomar 4 xícaras de chá durante o dia;
CHÁ:
É uma concentração mais fraca, podendo-se adicionar outros ingredientes (mel, limão, etc.)
MASCAR:
Usar um pedaço fresco de raiz e mascar (ou deixar, simplesmente na boca), pelo menos, 2 vezes ao dia – ótimo para rouquidão;
CÁPSULA:
Tomar 1 cápsula (geralmente de 1 grama), meia hora antes de viajar – para prevenção do enjôo de movimento; se persistir o enjôo, tomar doses menores (cápsulas de 500 mg), a cada 4 horas, mas não ultrapassar 4 gramas no total (para adultos; para crianças, sempre metade das doses);
BALAS:
Há no comércio, principalmente em drogarias, balas para aliviar irritações da garganta que, da mesma forma, devem ser consumidas com moderação.

QUAIS SÃO AS CONTRA-INDICAÇÕES?

Não foi encontrado nenhum relato até o momento (desde que respeitadas as dosagens e a boa procedência do produto).

QUAIS SÃO OS CUIDADOS A SEREM TOMADOS?

QUANTO À DOSAGEM: Estudos de laboratórios diversos fazem referência aos possíveis casos de consumo em quantidade exagerada, fora das recomendações, o que pode causar distúrbios no sistema nervoso central, com sua conseqüente depressão, levando a uma arritmia cardíaca;
QUANTO À INTERAÇÃO COM MEDICAMENTOS:
O gengibre pode alterar a ação de anticoagulantes, o que invalida o seu uso por parte de pessoas que estejam tomando, rotineiramente ou não, medicamentos com essa ação, bem como medicação para o coração, para diabetes e gestantes

E PARA USO EXTERNO?

Funciona como revulsivo, isto é, age à distância da origem do problema apresentado. É muito usado em casos de reumatismos e até mesmo em traumatismos, sendo altamente recomendável observar a evolução do caso e usar pouca quantidade, pois poderá causar queimaduras.

QUAIS AS FORMAS DE UTILIZAÇÃO?

Para fazer fricções à preparar uma tintura,usando 100 gramas da raiz moída, numa quantidade de meio litro de álcool, principalmente, nos casos de reumatismos;

Em cataplasmas à moer , ralar e amassar bem o gengibre: em seguida, colocar num pano, e deixar sobre o local afetado, nos casos de reumatismos, traumatismos diversos.

E NA CULINÁRIA?

O gengibre tem um uma resina com um gosto picante, que é muito utilizado pela criatividade culinária, em diversos pratos salgados, pães, tortas, pudins, em molhos, como condimento, em doces em calda e até em sorvetes. O detalhe importante é que, devido ao seu forte sabor, precisa ser usado com muita parcimônia, sem exageros.

Fonte: www.informenews.com

Gengibre

"O balão vai subindo, vem caindo a garoa"... festas juninas lembram frio e para espantá-lo nada melhor que uma boa caneca de quentão. Será que é verdade?

Bem, de acordo com a fitoterapia chinesa, o gengibre, ingrediente básico do poderoso quentão, tem mesmo esta capacidade de espantar o frio.

Mas o famoso gengibre vai muito além do quentão. Vamos conhecer melhor esta raiz de sabor intenso.

Gengibre

O gengibre (Zingiber officinale) é uma planta herbácea da família das zingiberáceas. Originário da Ásia é conhecido na Europa desde tempos muito remotos, para onde foi levado por meio das Cruzadas. No Brasil, o gengibre chegou menos de um século após o descobrimento. Naturalistas que visitavam o país (colônia, naquela época) achavam que se tratava de uma planta nativa, pois era comum encontrá-la em estado silvestre. Os indígenas chamavam-na de mangaratiá ou magarataia.

Hoje, o gengibre é cultivado principalmente na faixa litorânea de Santa Catarina, do Paraná e no sul de São Paulo, em razão das condições de clima e de solo mais adequadas. Trata-se de uma planta perene da Família das Zingiberáceas, que pode atingir mais de 1 m de altura. As folhas verde-escuras nascem a partir de um caule duro, grosso e subterrâneo (rizoma). As flores são tubulares, amarelo-claro e surgem em espigas eretas.

Como planta medicinal o gengibre é uma das mais antigas e populares do mundo. Suas propriedades terapêuticas são resultado da ação de várias substâncias, especialmente do óleo essencial que contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona.

Popularmente, o chá de gengibre, feito com pedaços do rizoma fresco fervido em água, é usado no tratamento contra gripes, tosse, resfriado e até ressaca. Banhos e compressas quentes de gengibre são indicados para aliviar os sintomas de gota, artrite, dores de cabeça e na coluna, além de diminuir a congestão nasal e cólicas menstruais.

Desde a Antigüidade, o gengibre é utilizado na fabricação de xaropes para combater a dor de garganta. Sua ação anti-séptica pode ser a responsável pela fama, tanto que muitos locutores e cantores revelam que entre os seus segredos para cuidar bem da voz está o hábito de mastigar lentamente um pedacinho de gengibre.

No Japão, massagens com óleo de gengibre são tratamentos tradicionais e famosos para problemas de coluna e articulações. Na fitoterapia chinesa, a raiz do gengibre é chamada de Gan Jiang e apresenta as propriedades acre e quente. Sua ação mais importante é a de aquecer o baço e o estômago, expelindo o frio. É usada contra a perda de apetite, membros frios, diarréia, vômitos e dor abdominal. Aquece os pulmões e transforma as secreções. Na medicina Ayurvédica, o Zingiber officinale é conhecido como "medicamento universal".

Recentemente, a OMS (Organização Mundial da Saúde) reconheceu a ação dessa planta sobre o sistema digestivo, tornando-a oficialmente indicada para evitar enjôos e náuseas, confirmando alguns dos seus usos populares, onde o gengibre é indicado na digestão de alimentos gordurosos.

Cultivo

Os rizomas da planta, as partes subterrâneas e comestíveis, são os responsáveis pela propagação vegetativa. A produção no Brasil é pequena e quase totalmente absorvida pelo mercado externo. Para o cultivo, o solo ideal deve ser argilo-arenoso, fértil e de boa drenagem. A cultura necessita de muita água, mas não suporta encharcamento. De acordo com os técnicos do Instituto Agronômico do Paraná, o plantio deve ser feito no início da estação das chuvas.

O gengibre prefere solos com pH entre 5,5 e 6,0 e a correção com calcário deve ser feita no mínimo três meses antes do plantio. Os sulcos de plantio precisam ter cerca de 15 centímetros de profundidade e a distância recomendada entre os rizomas é de 5 a 8 centímetros. Depois de plantados, os rizomas são cobertos com uma camada de 10 centímetros de terra.

Embora resistente, o gengibre necessita de alguns tratos culturais: a chamada "amontoa" (o rizoma cresce para cima, portanto, é preciso cobri-lo periodicamente com terra), a irrigação e o controle de pragas. O ciclo da planta varia de sete a dez meses. Os rizomas estão no ponto de colheira quando as folhas começam a amarelar.

Sabores e prazeres

O gengibre tem ação bactericida, é desintoxicante e acredita-se também que possua poder afrodisíaco. Suas propriedades afrodisíacas e estimulantes são conhecidas há séculos. Na medicina chinesa tradicional, por sua reconhecida ação na circulação sangüínea, ele é utilizado contra a disfunção erétil. Uma pesquisa da Unicamp, realizada em coelhos, comprovou os efeitos. Além disso, o óleo de gengibre também é utilizado para massagear o abdome, provocando calor ao corpo e excitando os órgãos sexuais.

O gengibre possui sabor picante e pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces e em diversas formas: fresco, seco, em conserva ou cristalizado.

O que não é recomendado é substituir um pelo outro nas receitas, pois seus sabores são muito distintos: o gengibre seco é mais aromático e tem sabor mais suave.

O gengibre fresco é amplamente utilizado na China, no Japão, na Indonésia, na Índia e na Tailândia. No Japão costuma-se usar o suco (com o gengibre espremido) para temperar frango e as conservas (beni shouga) feitas com os rizomas jovens são consumidas puras ou com sushi. Já o gengibre cristalizado é um dos confeitos mais consumidos no Sudeste Asiático.

Dica para cristalizar gengibre:

Retire a pele e corte-o em fatias finas. Coloque em uma panela e cubra com água. Deixe cozinhar até que fique macio, por cerca de 30 minutos. Escorra a água e coloque na panela a mesma quantidade de açúcar que a de gengibre. Adicione um pouco de água e deixe levantar fervura. Mexa o tempo todo, até o gengibre ficar transparente e o líquido evaporar. Retire da panela e passe os pedaços de gengibre no açúcar. Guarde num vidro limpo e seco, bem fechado e use antes de completar três meses.

Quentão

Quanto ao bom e velho quentão das festas juninas, existem várias versões. Algumas bem típicas de determinada região do Brasil.

Fonte: www.jardimdeflores.com.br

Gengibre

NOME CIENTÍFICO - Zingiber officinale Roscoe

FAMÍLIA - Zingiberaceae

EXIGÊNCIA CLIMÁTICA - Quente (26º a 28º)

FORMA DE PROPAGAÇÃO - Rizoma

Gengibre

ORIGEM

A utilização de gengibre na culinária tem suas origens nas mais antigas civilizações. Os chineses já o usavam no Século VI a.C., e os comerciantes árabes, antes do primeiro Século d.C..

O gengibre chegou a Europa vindo do Oriente Médio com as Cruzadas e já era um ingrediente presente em quase todas as receitas de um livro de culinária da corte real inglesa datado de 1390. Os colonizadores espanhóis trouxeram o gengibre para o Novo Mundo no Século XVI.

RICA EM...

Vitamina A, B, B2, B5, C, potássio, sódio.

PROPRIEDADES MEDICINAIS

Carminativo, estimulante, laxante e andispético.
Utilizado para combater náuseas e vômitos relacionados ao enjôo em viagens.
Gengibre cristalizado e as bebidas não-alcoólicas à base de gengibre aliviam enjôos típicos da gravidez, a náusea decorrente de intoxicação alimentar, de gastroenterite ou da quimioterapia contra o câncer.

Vinho: Pode aliviar as cólica menstruais.

CONTRA-INDICAÇÃO

O gengibre cru ou cristalizado pode provocar irritações na mucosa da boca e em outras membranas mucosas.

ÉPOCA DE PLANTIO

INÍCIO DE
COLHEITA
(após o plantio)

Sul

Sudeste

Nordeste

Centro-oeste

Norte

 

ago./dez.

ago./dez.

ano todo

ago./dez.

ano todo

240 - 300 dias

Fonte: www.cnph.embrapa.br

Gengibre

História

O gengibre é uma planta asiática, originária da Ilha de Java, da Índia e da China, de onde se difundiu pelas regiões tropicais do mundo. É conhecido na Europa desde os tempos muito remotos, para onde foi levado por meio das Cruzadas.

No Brasil, o gengibre chegou menos de um século após o descobrimento. Naturalistas que visitavam o país (colônia, naquela época) achavam que se tratava de uma planta nativa, pois era comum encontrá-la em estado silvestre

Gengibre

O uso na Medicina

Como planta medicinal, o gengibre é uma das mais antigas e populares do mundo. Suas propriedades terapêuticas são resultado da ação de várias substâncias, especialmente do óleo essencial que contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona

Popularmente, o chá de gengibre, feito com pedaços do rizoma fresco fervido em água, é usado no tratamento contra gripes, tosses, resfriado e até ressaca.

Banhos e compressas quentes de gengibre são indicados para aliviar os sintomas de gota, artrite, dores de cabeça e na coluna, além de diminuir a congestão nasal, cólicas menstruais.

No Japão, massagens com óleo de gengibre são tratamentos tradicionais e famosos para problemas de coluna e articulações. Na fitoterapia chinesa, a raiz do gengibre é chamada de "Gan Jiang" e apresenta as propriedades acre e quente. Sua ação mais importante é a de aquecer o baço e o estômago, expelindo o frio.

É usada contra a perda de apetite, membros frios, diarréia, vômitos e dor abdominal. Aquece os pulmões e transforma as secreções. Na medicina Ayurvédica, o Zingiber officinale é conhecido como "medicamento universal".

Além desses benefícios, o gengibre também tem ação bactericida, é desintoxicante e possui poder afrodisíaco - onde seu óleo é utilizado para massagear o abdome, provocando calor ao corpo e excitando os órgãos sexuais. Na medicina chinesa tradicional, por sua reconhecida ação na circulação sangüínea, ele é utilizado contra a disfunção erétil. Uma pesquisa da Unicamp realizada em coelhos, comprovou os efeitos.

Recentemente, a OMS (Organização Mundial da Saúde) reconheceu a ação dessa planta sobre o sistema digestivo, tornando-a oficialmente indicada para evitar enjôos e náuseas, confirmando alguns dos seus usos populares, onde o gengibre é indicado na digestão de alimentos gordurosos.

O uso na Culinária

Possui sabor picante e pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces e sob diversas formas, como: fresco, seco, em conserva ou cristalizado.

O que não é recomendado é substituir uma forma pela outra, nas receitas, pois seus sabores são muito distintos: o gengibre seco é mais aromático e tem sabor mais suave.

Este último é amplamente utilizado na China, no Japão, na Indonésia, na Índia e na Tailândia. No Japão costuma-se usar o suco (com o gengibre espremido) para temperar frango e as conservas (beni shooga), feitas com os rizomas jovens, são consumidas puras ou com sushi. Já o gengibre cristalizado é um dos confeitos mais consumidos no Sudeste Asiático.

Fonte: www.cozinhajaponesa.com.br

Gengibre

Variadas formas: raiz fresca e inteira; raiz seca; em conserva (os pedaços mergulhados no xarope são tenros); moído; cristalizado (é o gengibre em conserva passado no açucar cristal). Não substitua um pelo outro em receitas, pois seus sabores são muito diferentes.

Gengibre

Usos

Gengibre fresco é essencial na culinária asiática. É utilizado em conservas e chutneys e, seco é componente de muitos curries em pó. No Ocidente, gengibre seco é utilizada principalmente para aromatizar bolos, biscoitos, confeitos. Também é usado em pudins, doces e em algumas bebidas como a cerveja de gengibre, vinho e chá de gengibre. O gengibre em conserva é servido em lâminas finas com pratos japoneses e chineses. Utilize o suco de um gengibre espremido para enriquecer o sabor de peixes e mariscos.

A utilização

A utilização do gengibre na culinária tem suas origens nas mais antigas civilizações. Os chineses já usavam no século VI a.C., e os comerciantes árabes antes do primeiro século d.C.

O gengibre chegou à Europa vindo do Oriente Médio com as Cruzadas e já era um ingrediente presente em quase todas as receitas de um livro de culinária da corte real inglesa datado de 1390.

Versátil, o gengibre é delicioso tanto nos pratos picantes do Brasil ou da Ásia como nos doces e nas bebidas de outros países. O sabor do gengibre varia varia conforme o uso.

A raiz fresca, chamada rizoma, tem um sabor delicado e leve, enquanto o sabor da raiz cristalizada é mais concentrado. Os pratos com gengibre em pó podem ser levemente ou muito picantes, dependendo da receita.

O gengibre também é um ingrediente tradicional na medicina popular, porém ainda são necessárias investigações detalhadas que comprovem cientificamente os efeitos dessa raiz.

Uma boa maneira, por exemplo, de aliviar os calafrios e a congestão de um resfriado é preparar um chá de gengibre da seguinte forma: deixe ferver alguns pedaços da raiz por 10 minutos e para dar um sabor picante, coloque uma pitada de canela.

Curiosidade

O gengibre tem importância na medicina Chinesa há muitos séculos, sendo mencionado, inclusive, nos escritos de Confúcio. O gengibre corta a gordura das carnes gordas. Use-o no preparo de carne de porco ou de pato. Se quiser amenizar o sabor picante do gengibre, ferva-o antes do preparo.

Nomes em outras línguas:

Inglês: Ginger
Italiano:
zenzero
Francês:
gingembre

Fonte: gourmet.ig.com.br

Gengibre

O gengibre é uma raiz aromática, muito usada em condimentos, e que contém teores relevantes de niacina e ferro.

Informações e Valores Nutricionais

100 g contêm, em média:

Macrocomponentes Glicídios (g) 4
Proteínas (g) 1
Lipídios (g) 0
Fibras alimentares (g)   
Vitaminas Vitamina A1 (mg) 10
Vitamina B1 (mg) 10
Vitamina B2 (mg) 30
Vitamina B3 (mg) 1
Vitamina C (mg) 4
Minerais Sódio (mg) 6
Potássio (mg) 264
Cálcio (mg) 51
Fósforo (mg) 78
Ferro (mg) 2
Conteúdo energético (kcal) 31

Tabela Nutricional

Gengibre cru

Nutrientes Unidade Valor por 100 g
Água

g

78.889999

Calorias

kcal

80

Proteínas

g

1.82

Lípídeos totais (gordura)

g

0.75

Carboidratos, por diferença

g

17.77

Fibra total dietética

g

2

Cinzas

g

0.77

Minerais
Cálcio, Ca

mg

16

Ferro, Fe

mg

0.6

Magnésio, Mg

mg

43

Fósforo, P

mg

34

Potássio, K

mg

415

Sódio, Na

mg

13

Zico, Zn

mg

0.34

Cobre, Cu

mg

0.226

Manganês, Mn

mg

0.229

Selênio, Se

mcg

0.7

Vitaminas
Vitamina C, ácido ascórbico total

mg

5

Tiamina

mg

0.025

Riboflavina

mg

0.034

Niacina

mg

0.75

Ácido pantotênico

mg

0.203

Vitamina B6

mg

0.16

Folato total

mcg

11

Vitamina B12

mcg

0

Lipídeos
Ácidos graxos, total saturados

g

0.203

Ácidos graxos, total mono-insaturados

g

0.154

Ácidos graxos, total poli-insaturados

g

0.154

Colesterol

mg

0

Gengibre, moído

Nutrientes Unidade Valor por 100 g
Água

g

9.38

Calorias

kcal

347

Proteínas

g

9.12

Lípides totais (gordura)

g

5.95

Carboidratos, por diferença

g

70.790001

Fibra total dietética

g

12.5

Cinzas

g

4.77

Cálcio, Ca

mg

116

Ferro, Fé

mg

11.52

Magnésio, Mg

mg

184

Fósforo, P

mg

148

Potássio, K

mg

1343

Sódio, Na

mg

32

Zico, Zn

mg

4.72

Cobre, Cu

mg

0.48

Manganês, Mn

mg

26.5

Selênio, Se

mcg

38.5

Vitaminas
Vitamina C, ácido ascórbico total

mg

7

Tiamina

mg

0.046

Riboflavina

mg

0.185

Niacina

mg

5.155

Ácido pantotênico

mg

0

Vitamina B6

mg

0.84

Folato total

mcg

39

Vitamina B12

mcg

0

Ácidos graxos, total saturados

g

1.94

Ácidos graxos, total mono-insaturados

g

1

Ácidos graxos, total poli-insaturados

g

1.31

Colesterol

mg

0

Como Comprar

Devem estar limpos, intactos, firmes e sem pontos pretos e gelatinosos; não devem ter manchas, excrescências, mofos ou marcas de apodrecimento.

Como Conservar

Sob refrigeração, em saco plástico, por 2 a 3 dias.

Como Consumir

Por ter sabor doce e aromático é empregado em diversos guisados e conservas de frutas.

Fonte: www.ceasacampinas.com.br

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