A indicação de outros pais, a aparência do consultório médico, a disponibilidade de atendimento do médico, sua impressão sobre o médico. Tudo isso é importante na hora de escolher o pediatra.
Ele é seu parceiro no desenvolvimento saudável do bebê. Este é o motivo da importância de escolhê-lo bem. Procure vários pediatras até encontrar um de seu agrado.
Quando começar? Ainda durante a gravidez. Peça a indicação de uma amiga, veja a lista do seu plano de saúde. Sentir-se a vontade com a pessoa escolhida para ser o pediatra do seu filho é tão importante quanto encontrar o berço certo.
Quando definir uma pequena relação, marque uma consulta e vá acompanhada do pai do bebê. Lembre-se de verificar a especialidade do pediatria e seu tempo de experiência. Estas informações podem ser obtidas facilmente. Prepare uma lista de perguntas:
Pergunte ao seu obstetra, aos seus pais ou aos amigos a opinião deles. Descubra o porquê deles gostarem ou não de certos médicos. Os motivos podem não ser os mesmos que os seus.
Durante a primeira consulta com o futuro pediatra, você poderá descobrir muito sobre ele. Ele deve ser uma pessoa com a qual você se sinta totalmente à vontade para discutir qualquer problema relacionado à criança e à família. Cada entrevista deve durar pelo menos 15 ou 20 minutos. Se o médico se recusar a recebê-la para a entrevista, risque-o da lista!
Impressões, aspectos da personalidade e instinto são fatores que podem influenciar na sua decisão. Alguns pontos importantes a observar são:
Preste atenção na aparência do consultório. É claro, limpo e alegre? É calmo e seguro?
Preste atenção nas pessoas que trabalham com o pediatra. Elas gostam de crianças?
Observe o interesse do pediatra por você e por suas expectativas em relação ao bebê.
Analise se o estilo e a personalidade do pediatra combinam com você. Eis alguns pontos importantes que devem ser discutidos com o pediatra nesta entrevista inicial:
Sua disponibilidade (ou de seus ajudantes) em caso de emergências.
A conveniência dos dias e horários de atendimento.
A opinião do pediatra sobre suas opções de alimentação do bebê.
A opinião do pediatra sobre seus planos para cuidar do bebê.
Seu interesse ou suas especializações sobre saúde e desenvolvimento infantil. Eis algumas perguntas específicas que você deve fazer:
Quais são os dias e horários de atendimento no consultório?
Se não for dia de consulta, onde posso encontrá-lo?
É fácil entrar em contato pelo telefone?
O que fazer em caso de emergência se não conseguir encontrá-lo?
Posso ligar quando tiver alguma pergunta que não exija consulta médica? Essas consultas "pelo telefone" serão cobradas?
Quanto tempo dura cada consulta? (Se a resposta for menos de 15 minutos, esqueça!)
Com que hospitais trabalha? Tem plano de saúde? Qual?
Qual a sua posição em relação à amamentação?
Quando devo levar o bebê para a primeira consulta? (Uma boa resposta seria durante a primeira semana, sobretudo se você tiver ficado pouco tempo no hospital.)
Como você poderá me ajudar a entender o desenvolvimento do meu filho?
Se a criança tiver problemas de comportamento e se não conseguirmos controlá-los, como você poderá nos ajudar?
Que conselhos daria para a mãe que trabalha fora?
Conhece bem alguma creche ou escolinha para bebês e crianças pequenas?
Se o hospital, onde será realizado o parto, ou seu obstetra já indicou um pediatra, nunca é tarde demais para verificar se ele é, de fato, a melhor opção. Marque uma entrevista. Verifique os pediatras associados ao seu plano de saúde e marque uma entrevista com alguns deles.
Se já tiver levado seu filho a um pediatra mas não tiver gostado dele, nunca é tarde demais para mudar. Procure aquele que satisfaça melhor suas expectativas. Peça indicações e procure informações sobre dias e horários de atendimento adequados.
Assim que tiver um bom relacionamento com o pediatra, você ficará menos apreensiva e mais confiante quanto ao nascimento do bebê. Fonte: www.pampers.com.br
Dr. Leopoldo ou Dra. Mônica? O mais brincalhão ou o outro mais famoso? Assim como passam boa parte da gestação planejando como será o quartinho do bebê ou que roupinhas devem comprar, os pais também devem pensar com antecedência em procurar o profissional responsável por acompanhar o desenvolvimento e a saúde da criança. A escolha do pediatra exige a consideração de inúmeros fatores, de modo que a futura relação entre médico, criança e pais seja baseada em confiança e tranqüilidade.
Esta não é uma decisão que será tomada de um dia para o outro. Por se tratar de um cargo tão importante, é comum que os pais recorram a parentes, amigos e ao próprio obstetra em busca de indicações. De início, o próprio casal deve definir qual o tipo de profissional que buscam para cuidar de seu filho. Depois, o ideal é conversar com alguns pediatras, sem compromisso, até encontrar algum com quem tenham mais afinidade. É importante verificar não apenas se o médico é habilitado à função pela Sociedade Brasileira de Pediatria, mas também tentar conhecer um pouco sobre seus métodos de trabalho e suas linhas de pensamento. Não deixe passar nenhuma dúvida.
Uma das características mais apreciadas pelos pais é a disponibilidade. Nunca se sabe quando o bebê precisará de atendimento, então o ideal é saber onde encontrar o pediatra em qualquer dia da semana. Normalmente o médico fornece também o número do telefone celular ou de casa, para ser utilizado em situações de emergência. Procure saber se atende de madrugada e nos fins de semana e, caso contrário, se existe alguém para substituí-lo nestas ocasiões.
É fundamental que o pediatra esteja sempre atualizado, principalmente no que diz respeito ao seu campo de atuação. Se julgar necessário, dê preferência a profissionais ligados a instituições de ensino ou hospitais renomados. Avalie o aspecto e a higiene do consultório, se fica localizado a uma distância razoável de sua residência e se oferece outras facilidades (como estacionamento próximo, por exemplo). As consultas devem trazer tranqüilidade à família e não ser uma fonte de estresse.
Cada pediatra tem sua própria maneira de lidar com seus pacientes. Nem todo médico brinca com o nenê, mas alguns traços devem estar presentes em sua personalidade. Deve, por exemplo, demonstrar calma ao se deparar com reclamações do pequeno na hora de tomar algum remédio ou aplicar uma vacina. No primeiro ano de vida, as consultas geralmente ocorrem uma vez por mês. Assim, é necessário que o profissional disponha de tempo para conhecer melhor seu paciente e que não haja pressa para atender o próximo. Os pais podem colaborar para tornar a consulta mais dinâmica, anotando suas dúvidas para esclarecê-las no dia marcado. Além disso, a criança precisa de carinho e atenção e o médico deve mostrar sensibilidade para ganhar sua confiança.
Quanto mais conhece seu paciente, maiores são as chances do pediatra acertar nos diagnósticos. Quando necessário, deve solicitar exames e o que mais for preciso para se chegar à origem do problema. O estado emocional da criança também deve ser levado em consideração e o médico sensível consegue diferenciar uma doença orgânica de outra causada pela chegada de um irmãozinho, por exemplo.
O pediatra deve transmitir segurança aos pais. Quando não há confiança, os responsáveis acabam por não seguir as recomendações do médico e os resultados podem ser terríveis para o bebê. Nestes casos, o melhor a fazer é procurar outro profissional. A união de esforços entre o pediatra e os pais é essencial para que esta relação dure muitos anos e traga benefícios para a criança.
Fonte: www.gerber.com.br