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Placenta Prévia



Placenta prévia é uma complicação obstétrica na qual a placenta está fixada à parede uterina cobrindo parcial ou totalmente o cérvice uterino.

A placenta fica implantada, inteira ou parcialmente, no segmento inferior do útero, a partir da 22.ª semana degestação.

Tipos de placenta prévia

Descrevem-se três tipos de placenta prévia, de acordo com a localização placentária, em relação ao orifício interno do colo:

Total: quando recobre toda a área do orifício interno;

Parcial: quando o faz parcialmente;

Marginal: quando a margem placentária atinge a borda do orifício interno, sem ultrapassá-lo.

Diagnóstico

O diagnóstico é clínico e ultra-sonográfico. Clinicamente, pela anamnese, é relatada perda sanguínea por via vaginal, indolor, súbita, de cor vermelho-viva, em geral de pequena quantidade, não acompanhada de dor. É episódica, recorrente e progressiva. O exame obstétrico revela volume e tono uterinos normais. Habitualmente, os batimentos cardíacos fetais estão mantidos. A ultra-sonografia confirma o diagnóstico e a localização placentária. Quando o exame ultra-sonográfico não é possível, o toque deve ser feito de forma cuidadosa (precavendo-se contra eventual, porém possível, perda sanguínea placentária maciça) e, de preferência, em ambiente com recursos cirúrgicos.

Condutas a serem tomadas

A conduta depende dos seguintes parâmetros: tipo de localização placentária, volume de sangramento, idade gestacional e condições de vitalidade fetal. A via de parto dependerá, além das condições maternas, do tipo de placenta prévia. Nas marginais, a via preferencial é a vaginal. Para as totais é absoluta a indicação de cesárea, com feto vivo ou morto. Para as parciais, há indicação de cesariana. Suas complicações podem ser: morte fetal por hipóxia, hemorragia no momento do toque e hemorragia pós-parto.

Fonte: pt.wikipedia.prg

Placenta Prévia


um risco à mãe e ao bebê

A gestação de toda mamãe deve ser levada com cuidados até os seus momentos finais. A placenta prévia ocorre geralmente nas últimas doze semanas da gravidez, acomete uma em cada 200 gestações e requer cuidados extremos. Mas o que significa placenta prévia?

A placenta prévia é uma patologia onde a placenta implanta-se no colo do útero, isto é, no fundo do útero. Isso não é nada bom. É caracterizada por um sangramento vaginal indolor nas últimas 12 semanas de gestação, mas pode acontecer antes.

O posicionamento inadequado da placenta provoca sangramentos, afetando a oxigenação do bebê, colocando-o em perigo. Como muitas mães já sabem, a placenta é um órgão que se desenvolve logo após a implantação do zigoto na parede uterina.

Em seu interior, encontra-se o líquido amniótico dentro do qual fica o bebê, e o cordão umbilical é a ligação entre bebê e a placenta, por onde circula o sangue da gestante e do feto. A placenta possibilita que os nutrientes cheguem ao bebê e que as trocas gasosas sejam feitas.

Além de alimentar, a placenta funciona como um filtro, bloqueando a chegada de impurezas ao feto. Por essas e outras funções, podemos notar o perigo causado pela placenta prévia.

Você sabe o que existe em comum entre nicotina, alcatrão, álcool, drogas, medicamentos (antibióticos, antiinflamatórios e sedativos) e alguns vírus e bactérias como os causadores da rubéola, varíola, hepatite, toxoplasmose e HIV? A resposta é que todas essas substâncias têm a capacidade de passar pela placenta.

Por tudo isso, podemos imaginar o risco que o bebezinho corre se algo estiver errado com esse órgão tão importante no desenvolvimento de toda a gestação da mulher.

Qual é a causa da placenta prévia? - Alguns fatores são motivos pelo desencadeamento da placenta prévia, entre as quais a idade materna avançada, multiparidade, curetagens repetidas, cirurgias uterinas e cesáreas anteriores aumentam o risco desta patologia.

Estudos mostram que há um aumento na freqüência de placenta prévia entre as grávidas fumantes e que tal aumento está relacionado com o número de anos que a mulher fumou cigarros anteriormente. Nem preciso dizer que a mãe que fuma durante a gestação está sendo uma vilã das piores.

O diagnóstico dessa patologia é feita por meio do ultra-som e ajuda o médico a diferenciar a placenta prévia de um descolamento prematuro da placenta.

Como evitar a placenta prévia? - Não há como preveni-la, mas o diagnóstico precoce pode evitar complicações. Se o sangramento for leve, a gestante terá de ficar de repouso absoluto internada no hospital. Quando o sangramento cessa, a mulher pode voltar a andar e até receber alta do hospital, se o acesso ao hospital for fácil.

Quando o sangramento é intenso, pode ser necessária a realização de várias transfusões sangüíneas. Quase sempre se faz uma cesariana, pois se deixar o parto normal, a placenta tende-se a se desprender com muita antecipação e isso pode impedir o fornecimento de oxigênio ao feto.

Caso não tenha riscos para a criança e para a mãe, a cesariana deve ser realizada o mais perto possível do fim da gravidez. O pré-natal é a melhor opção para que se tenha uma gravidez com saúde, evitando riscos para mãe e bebê.

Dicas

Ao primeiro sinal de sangramento, procure seu médico imediatamente para ter um diagnóstico precoce e evitar complicações.

Leve a risca todas as orientações médicas, pois esse é o melhor jeito de não prejudicar o desenvolvimento de sua gestação.

Lembre-se sempre que fumar é prejudicial para a sua saúde e do bebê que está dentro de você.

Fonte: guiadobebe.uol.com.br

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