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Glicocálix

 

 

Se isolássemos uma célula de nosso corpo, notaríamos que ela esta envolta por uma espécie de malha feita de moléculas de glicídios (carboidratos) frouxamente entrelaçadas.

Esta malha protege a célula como uma vestimenta: trata-se do glicocálix (do grego glykys, doce, açúcar, e do latim calyx, casca envoltório).

Glicócalix

Diversas funções têm sido sugeridas para o glicocálix. Acredita-se que, além de ser uma proteção contra agressões físicas e químicas do ambiente externo, ele funcione como uma malha de retenção de nutrientes e enzimas, mantendo um microambiente adequado ao redor de cada célula.

Glicócalix

Confere às células a capacidade de se reconhecerem, uma vez que células diferentes têm glicocálix formado por glicídios diferentes e células iguais têm glicocálix formado por glicídios iguais.

Fonte: www.sobiologia.com.br

Glicocálix

Definição

Glicocálix é um termo genérico que é utilizado para se referir a materiais poliméricos extracelulares, que são produzidos por algumas bactérias e células epiteliais, por exemplo, o lodo no lado de fora de um peixe.

Glicocálix também são encontradas na porção apical das microvilosidades dentro do aparelho digestivo, particularmente no intestino delgado.

Material polimérico extracelular produzido por certas bactérias.

Termo aplicado inicialmente à matriz polissacarídica excretada por células epiteliais, formando um revestimento sobre a superfície do tecido epitelial.

Termo geral para compostos polissacarídeos fora da parede celular bacteriana

A primeira estrutura que encontramos, sem precisar penetrar na célula, é conhecida como glicocálix. Ele pode ser comparado a uma "malha de lã", que protege a célula das agressões físicas e químicas do meio externo.

Mas também mantém um microambiente adequado ao redor de cada célula, pois retém nutrientes e enzimas importantes para a célula.

É uma estrutura das células animais, de espessura variável.

Possuem 2 tipos de constituintes:

Variáveis

Como as glicoproteínas e as glicosaminoglicanas, que são primeiramente secretadas pela membrana e depois aderidas por ela;

Glicócalix

Constante

Como a porção glicídica de glicoproteínas e glicolipídeos.

Suas principais funções são de proteção, barreira de difusão, enzimática, antigênica - só a porção constante - adesiva, inibição por contato, reconhecimento celular e definição de um ambiente especial, com pH, força iônica e carga elétrica próprios.

Uma aplicação prática desta função seria a proteção contra certos tipos de vírus. Tanto alguns vírus quanto o ác. siálico ou N-acetil-neuramínico (presente em certos glicocálix) possuem carga negativa, ocorrendo, assim, repulsão entre eles.

Fonte: www.portaleducacao.com.br

Glicocálix

O glicocálix é formado por moléculas de glicose externas à membrama plasmática. É um revestimento externo que protege a superfície da célula de possíveis lesões; confere viscosidade às células em movimentos, possibilitando "deslizamentos"; participa de sistemas imunitários, pois dá à célula uma identidade; auxilia no sistema de reconhecimento celular durante o desenvolvimento do embrião; e de processos de adesão entre óvulos e espermatozóides.

Fonte: wikispaces.com

Glicocálix

Glicocálix à são coberturas que envolvem a membrana celular, originadas a partir do complexo de Golgi. É um revestimento glicoproteíco existente na superfície externa na membrana plasmática das células animais.

Glicocálix rígido

Também chamado de membrana celulósica, ocorre nas células vegetais, é mais protetor. Possui poros por onde passam plasmodesmos, que são filamentos citoplasmáticos que permitem a circulação de substâncias diversas entre células vizinhas.

Glicocálix flexível

É menos protetor, ocorre em célula animal. É composta por glicoproteínas e mucopolissacarídeos.

Fonte: biocosmos.com

Glicocálix

O que é glicocálix e qual sua função?

O glicocálix corresponde a uma camada de açúcares ligados às proteínas (glicoproteínas) da membrana plasmática, voltadas para o lado externo da célula. O glicocálix ajuda a proteger a superfície celular de lesões mecânicas e químicas.

Ele também torna a superfície lisa, auxiliando células móveis, como os leucócitos, a abrir caminhos através de espaços estreitos, o que também impede as célulass sanguíneas de grudarem umas nas outras ou às paredes dos vasos sanguíneos.

Esses açúcares têm também papel importante no reconhecimento célula-célula e na adesão. Por meio deles, células especializadas em uma função particular podem ser reconhecidas por outras células com as quais tenham de interagir (um exemplo é o do óvulo reconhecendo o espermatozóide). Eles também estão envolvidos em respostas inflamatórias.

No início da infecção bacteriana, por exemplo, o açúcar da superfície dos glóbulos brancos é reconhecido por células que revestem os vasos sanguíneos no local da infecção.

Nas bactérias, esse revestimento é comumente encontrado e, quando ele é denso e bem constituído, recebe o nome de cápsula. Ele se relaciona com o poder patogênico e com a resistência das bactérias aos mecanismos de defesa do hospedeiro.

Fonte: www.klickeducacao.com.br

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