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Glucagon

 

O pâncreas é o órgão responsável pela produção do hormônio denominado insulina e glucagon. É a insulina que controla a glicemia no sangue.

O pâncreas é uma glândula endocrina retroperitoneal situado póstero inferior ao estômago, que realiza duas funções:

Exócrinas: produz o suco pancreático, que contém enzimas digestivas.
Endócrinas:
produz vários hormônios importantes, como a insulina e o glucagon. O pâncreas endócrino é composto de aglomerações (clusters) de células especiais denominadas ilhotas de Langerhans. O "cansaço" crónico destas células leva ao aparecimento da diabetes no pâncreas.

As ilhotas de langerhans tem duas celulas a alfa que produz o glucagon e a beta que produz a insulina.

Glucagon
Pâncreas

Aspectos fisiopatológicos do pâncreas

O pâncreas produz dois hormônios que ajudam a controlar a glicemia ( taxa de glicose no sangue) são eles: a insulina e o glucagon.

A insulina é o hormônio responsável pela redução da glicemia ao promover o ingresso de glicose nas células. É produzida nas ilhotas de Langerhans, células do pâncreas endócrino.

Quando a produção de insulina é deficiente, a glicose se acumula no sangue e na urina, matando as células de fome: é a diabetes mellitus.

Glucagon

O glucagon é um hormônio polipeptídeo produzido nas células alfa das ilhotas de Langerhans do pâncreas.

Palavra glucagon deriva de gluco, glucose (glicose) e agon, agonista, ou agonista para a glicose. Sua ação mais conhecida é aumentar a glicemia, contrapondo-se aos efeitos da insulina. O glucagon age na conversão do ATP (trifosfato de adenosina) a AMP-cíclico, composto importante na iniciação da glicogenólise, com imediata produção e liberação de glicose pelo fígado.

Fonte: www.geocities.com

Glucagon

O Glucagon é um hormônio polipeptídeo produzido nas células alfa das ilhotas de Langerhans do pâncreas e também em células espalhadas pelo trato gastrintestinal.

São conhecidas várias formas de glucagon, sendo que a forma biologicamente ativa tem 29 aminoácidos.

A palavra glucagon deriva de [gluco], glucose (glicose) e [agon], agonista, ou agonista para a glicose.

Sua ação mais conhecida é aumentar a glicemia, contrapondo-se aos efeitos da insulina.

O glucagon age na conversão do ATP (trifosfato de adenosina) a AMP-cíclico, composto importante na iniciação da glicogenólise, com imediata produção e liberação de glicose pelo fígado.

Quando estimulado, o glucagon pode causar gliconeogênese, glicogenólise, proteólise e lipólise.

Em condições normais, a ingestão de glicose suprime a secreção de glucagon. Há aumento dos níveis séricos de glucagon durante o jejum.

A secreção de glucagon é estimulada por aminoácidos e alguns peptídeos gastrintestinais; sua secreção é inibida pela somatostatina e por ácidos graxos livres.

O que é Glucagon

O glucagon é um hormônio peptídeo, produzido por células alfa do pâncreas, que aumenta os níveis de glicose no sangue.

Seu efeito é oposto a de insulina, o que reduz os níveis de glicose no sangue.

O pâncreas libera glucagon quando de açúcar no sangue (glicose) cair muito baixo.

O glucagon faz com que o fígado para converter armazenados glicogênio em glicose, que é liberado na corrente sanguínea. Níveis de glicose elevado no sangue estimulam a liberação de insulina. A insulina permite que a glicose a ser incorporados e utilizados pelos tecidos insulino-dependentes. Assim, glucagon e insulina são parte de um sistema de feedback que mantém os níveis de glicose no sangue em um nível estável.

Glucagon pertence a uma família de várias outras hormonas relacionadas .

O que é glucagon e onde ele e produzido?

O glucagon é um hormônio produzido pelas células alfa das ilhotas de Langerhans que provoca um aumento da glicemia. O alvo primário desse hormônio é o fígado onde ele estimula a gliconeogênese (síntese de glicose) e o catabolismo do glicogênio (quebra do glicogênio, que é um polímero de moléculas de insulina).

O glucagon está disponível para prescrição no tratamento de casos de hipoglicemia severa.

Fonte: www.laboratoriobiolider.com.br

Glucagon

Insulina, glucagon e glicose sangüínea

Como a diabetes é uma doença que afeta a habilidade do corpo de usar glicose, vamos começar vendo o que é glicose e como seu corpo a controla. Glicose é um açúcar simples que fornece energia para todas as células do seu corpo. As células captam a glicose do sangue e a quebram para obter energia. Algumas células, como as células cerebrais e as células sangüíneas vermelhas, dependem somente da glicose para combustível. A glicose do sangue vem do alimento que você come.

Quando você come um alimento, a glicose é absorvida pelos intestinos e distribuída através da corrente sangüínea para todas as células do corpo. Seu corpo tenta manter um suprimento constante de glicose para as células, mantendo uma concentração constante de glicose no sangue, caso contrário, as células teriam mais glicose do que o necessário logo após a refeição e ficariam sem nada entre as refeições e durante a noite. Portanto, quando você tem um suprimento excessivo de glicose, o corpo armazena o excesso no fígado e nos músculos fabricando glicogênio, que é feito de cadeias longas de glicose. Quando as reservas de glicose estão baixas, seu corpo mobiliza a glicose armazenada como glicogênio e/ou estimula você a comer. O importante é manter um nível constante de glicose no sangue.

Para manter um nível constante de glicose no sangue, seu corpo depende de dois hormônios produzidos no pâncreas que têm ações opostas: insulina e glucagon.

Glucagon
O pâncreas tem muitas ilhotas que contêm células beta produtoras de insulina e células alfa produtoras de glucagon

Pâncreas

Seu pâncreas está localizado no abdome, abaixo do estômago.

Produz muitas enzimas digestivas que quebram os alimentos (função exócrina) e hormônios (função endócrina) que regulam a glicose no sangue.

Insulina é feita e secretada pelas células beta das ilhotas pancreáticas, pequenas ilhas de células endócrinas no pâncreas. A insulina é um hormônio protéico que contém 51 aminoácidos. Ela é necessária para quase todas as células do corpo, mas seus principais alvos são as células do fígado, células adiposas e células musculares.

Nessas células, a insulina faz o seguinte:

Estimula as células do fígado e dos músculos a armazenar glicose em forma de glicogênio; estimula as células adiposas a formar gorduras a partir De ácidos graxos e glicerol; estimula as células do fígado e dos músculos a fazer proteínas a partir de aminoácidos; impede as células do fígado e Dos rins de fazer glicose a partir de compostos intermediários das vias metabólicas (gliconeogênese).

Desse modo, a insulina armazena os nutrientes logo após uma refeição, diminuindo assim as concentrações de glicose, ácidos graxos e aminoácidos na corrente sangüínea.

Glucagon

Em concentrações muito altas, geralmente acima dos níveis máximos encontrados no corpo, o glucagon pode agir sobre as células adiposas degradando as gorduras em ácidos graxos e glicerol, liberando os ácidos graxos na corrente sangüínea. Contudo, isso é um efeito farmacológico e não fisiológico.

Então, o que acontece quando você não come? Quando está em jejum, o pâncreas libera glucagon para que seu corpo possa produzir glicose. O glucagon é outro hormônio protéico feito e secretado pelas células alfa das ilhotas pancreáticas.

O glucagon age nas mesmas células que a insulina, mas tem efeitos opostos:

Estimula o fígado e os músculos a quebrarem o glicogênio armazenado (glicogenólise) e liberar glicose

Estimula a gliconeogênese no fígado e rins.

Diferente da insulina, o glucagon mobiliza glicose das reservas de dentro do corpo e aumenta as concentrações de glicose na corrente sangüínea; caso contrário, a glicose do seu sangue cairia para níveis perigosamente baixos.

Glucagon
A insulina e o glucagon têm efeitos opostos sobre o fígado e outros tecidos no controle dos níveis de glicose sangüínea

E como o seu corpo sabe quando deve secretar glucagon ou insulina?

Normalmente, os níveis de insulina e glucagon são equilibrados na corrente sangüínea. Por exemplo, logo após comer uma refeição seu corpo está pronto para receber a glicose, ácidos graxos e aminoácidos absorvidos da comida. A presença dessas substâncias no intestino estimula as células beta do pâncreas a liberarem insulina no sangue e impedir as células pancreáticas alfa de secretarem glucagon. Os níveis de insulina no sangue começam a subir e agem sobre as células (particularmente do fígado, adiposas e musculares) para que absorvam as moléculas de glicose, ácidos graxos e aminoácidos que estão entrando. Essa ação da insulina impede que a concentração de glicose no sangue (assim como as concentrações de ácidos graxos e de aminoácidos) aumentem substancialmente na corrente sangüínea.

Desse modo, seu corpo mantém uma concentração constante de glicose sangüínea em particular.

Por outro lado, quando você está entre as refeições ou dormindo, seu corpo fica essencialmente em inanição.

Suas células precisam de suprimentos de glicose do sangue para continuar funcionando. Durante esses períodos, pequenas quedas nos níveis de açúcar do sangue estimulam a secreção de glucagon pelas células alfa pancreáticas e inibem a secreção de insulina das células beta.

Os níveis de glucagon no sangue aumentam. Ele age sobre os tecidos do fígado, músculos e rins para mobilizar glicose a partir de glicogênio ou para fazer glicose que seja liberada no sangue. Essa ação impede que a concentração de glicose no sangue caia drasticamente.

Como você pode ver, o intercâmbio entre a secreção de insulina e de glucagon ao longo do dia ajuda a manter a concentração de glicose do seu sangue constante, ficando em cerca de 90 mg por 100 ml de sangue (5 milimolares).

Teste de tolerância à glicose

O teste de tolerância à glicose é um teste de diagnóstico para diabetes. Após passar a noite em jejum, você colhe uma glicemia de jejum e recebe para beber uma solução com alta concentração de açúcar (75 gr de glicose) e é colhida nova glicemia após 2 horas. O teste de tolerência oral à glicose é considerado positivo quando a glicemia fica acima de 200 mg/dl após 120 min. Normalmente, a glicose não sobe muito e retorna ao normal após duas a três horas. Em um diabético, a glicose sangüínea é geralmente mais alta após o jejum, sobe mais depois de ingerir a solução de glicose e leva quatro a seis horas para descer.

Diabetes

Agora que você sabe como seu corpo lida com a glicose usando insulina e glucagon está pronto para compreender a diabetes.

A diabetes é classificada em três tipos: tipo 1, tipo 2 e gestacional.

Tipo 1, também chamado de diabete juvenil ou diabete insulino-dependente, é causado por uma falta de insulina. Esse tipo é encontrado em 5% a 10% dos diabéticos e geralmente ocorre em crianças e adolescentes.

Os diabéticos tipo 1 têm um teste de tolerância à glicose positivo e glicemia de jejum elevados. Nos diabéticos tipo 1, as células beta das ilhotas pancreáticas são destruídas, possivelmente pelo próprio sistema imunológico do indivíduo ou por fatores genéticos ou ambientais.

Tipo 2, também chamado de diabetes do adulto ou diabetes não dependente de insulina, ocorre quando o corpo não responde à sua própria insulina (resistência à insulina). O tipo 2 ocorre em 90 a 95% dos diabéticos e geralmente em adultos acima dos 40 anos, mais freqüentemente entre os 50 e 60 anos de idade. Os diabéticos tipo 2 têm um teste de tolerância à glicose positivo e glicemias de jejum elevadas. Nos diabéticos tipo 2 a resistência à insulina está vinculada à obesidade, provavelmente por uma alteração da sensibilidade e do número de receptores de insulina. Alguns estudos sugerem que o número de receptores de insulina nas células do fígado, adiposas e musculares está reduzido, enquanto que outros sugerem que as vias intracelulares ativadas pela insulina nessas células estão alteradas.

Diabetes gestacional pode ocorrer em algumas mulheres grávidas e é similar a diabetes tipo 2. As diabéticas gestacionais têm um teste de tolerância à glicose positivo e glicemia de jejum. Durante a gravidez, vários hormônios bloqueiam parcialmente as ações da insulina, deixando assim a mulher menos sensível à sua própria insulina. Ela desenvolve uma diabetes que pode ser tratada com uma dieta especial e/ou injeções suplementares de insulina. Geralmente, o problema desaparece depois que nasce o bebê.

Independente do tipo da diabetes, os diabéticos exibem vários, mas não necessariamente todos dos sintomas a seguir:

Sede excessiva (polidipsia) urina freqüente (poliúria) fome extrema (polifagia) perda de peso inexplicável presença de glicose na urina (glicosúria) Cansaço ou fadiga alterações na visão dormência ou formigamento nas extremidades (mãos e pés) demora para cicatrizar feridas e machucados Freqüência de infecções mais alta do que a normal

Esses sintomas podem ser compreendidos quando observamos como a deficiência de insulina ou a resistência à insulina afetam a fisiologia do corpo.

Glucagon
O alto nível de glicose sangüínea na diabetes produz glicose na urina e faz a pessoa urinar freqüentemente pelo efeito osmótico nos rins

Inefetividade da insulina

Agora que você conhece os sintomas da diabetes (alto nível de glicose no sangue, fome e sede excessiva, urina freqüente) vamos ver o que acontece com seu corpo durante a diabetes. Para facilitar a discussão, vamos supor que você tenha uma diabetes que não foi diagnosticada e, portanto, não está sendo tratada.

Vamos ver como a falta de insulina ou resistência à insulina afeta seu corpo para produzir os sintomas e sinais clínicos da diabetes:

Causa diretamente altos níveis de glicose no sangue durante o jejum e após uma refeição (tolerância à glicose reduzida).
Suas células não absorvem glicose da corrente sangüínea, o que faz com que você tenha altos níveis de glicose no sangue.
Como não tem glicose proveniente do sangue entrando nas células, seu corpo "pensa" que está faminto.
Suas células alfa do pâncreas secretam glucagon e os níveis de glucagon no sangue aumentam.
Glucagon age no fígado e nos músculos quebrando o glicogênio armazenado e liberando glicose no sangue.
O glucagon também age no fígado e nos rins para produzir e liberar glicose através da gliconeogênese.

As duas ações do glucagon aumentam ainda mais os níveis de glicose no sangue.

O alto nível de glicose no sangue faz com que apareça glicose na sua urina:

Os altos níveis de glicose no sangue aumentam a quantidade de glicose filtrada pelos seus rins; a quantidade de glicose filtrada excede a Quantidade que os rins podem reabsorver; o excesso de glicose fica perdido na urina e pode ser detectado por medidores de glicose em tiras. Veja em Como funcionam os rins detalhes sobre filtração e reabsorção.

O alto nível de glicose no sangue faz com que você urine freqüentemente:

O alto nível de glicose no sangue aumenta a quantidade de glicose filtrada pelos rins; como a carga filtrada de glicose nos rins excede a quantidade Que esses podem absorver, a glicose permanece dentro do lúmen tubular; a glicose no túbulo retém água, o que aumenta o fluxo de urina através Do túbulo; o aumento do fluxo de urina faz com que você urine freqüentemente.

Glucagon
A falta ou resistência à insulina age sobre muitos órgãos, produzindo uma variedade de efeitos

O alto nível de glicose no sangue e o aumento do fluxo de urina fazem você ficar constantemente sedento:

Os altos níveis de glicose no sangue aumentam a pressão osmótica do sangue e estimulam diretamente os receptores de sede no seu cérebro; o aumento no fluxo de urina faz com que você perca sódio corporal, o que também estimula os receptores de sede; você fica constantemente faminto. Não está claro exatamente o que estimula os centros de fome do seu cérebro, possivelmente, a falta de insulina ou os altos níveis de glucagon; você perde peso apesar de estar comendo mais freqüentemente.

A falta ou resistência à insulina estimulam diretamente a degradação de gorduras nas células adiposas e de proteínas nos músculos, levando à perda de peso; O metabolismo dos ácidos graxos leva à produção de corpos cetônicos liberados (cetoacidose), o que pode levar a problemas respiratórios, cheiro de acetona no seu hálito, irregularidades no seu coração e depressão do sistema nervoso central, o que leva ao coma; você se sente cansado porque suas células não conseguem absorver glicose, deixando-as sem combustível para obter energia; Os altos níveis de glicose sangüínea aumentam a pressão osmótica do seu sangue; O a pressão osmótica aumentada atrai água dos tecidos, fazendo com que fiquem desidratados; A água do seu sangue se perde nos rins através da urina, o que diminui o volume sangüíneo; A redução no volume sangüíneo deixa seu sangue mais espesso (concentração mais alta de células sangüíneas vermelhas), com uma consistência parecida com a do melado e com mais resistência ao fluxo (má circulação); A má circulação de sangue causa dormência nas mãos e pés, alterações na visão, os ferimentos demoram para cicatrizar e você tem infecções freqüentes. O alto nível de glicose no sangue também pode deprimir o sistema imunológico. Por fim, isso pode levar a gangrena dos membros e cegueira.

Felizmente, pode-se lidar com essas conseqüências corrigindo a glicose sangüínea elevada através de dieta, exercícios e medicamentos, como discutiremos a seguir.

Fonte: www.profdorival.com.br

Glucagon

Insulina e Glucagon

Insulina é o hormônio responsável pela redução da glicemia (taxa de glicose no sangue), ao promover o ingresso de glicose nas células. Ela também é essencial no consumo de carboidratos, na síntese de proteínas e na armazenagem de lipídios (gorduras). É produzida nas ilhotas de Langerhans, células do pâncreas endócrino. Ela age em uma grande parte das células do organismo, como as células presentes em músculos e no tecido adiposo, apesar de não agir em células particulares como as células nervosas. A insulina é uma proteína de estrutura química plenamente conhecida, e pode ser sintetizada a partir de diversos animais.

Mais recentemente, surgiram os medicamentos análogos de insulina, que não são propriamente a insulina em si, mas moléculas de insulina modificadas em laboratório.

Quando a produção de insulina é deficiente, a glicose se acumula no sangue e na urina, matando as células de fome: é a diabetes mellitus. Para pacientes nessa condição, a insulina é provida através de injeções, ou bombas de insulina. O controle na produção de insulina pelo corpo é um exemplo de sistema de feedback.

O Glucagon é um hormônio polipeptídeo produzido nas células alfa das ilhotas de Langerhans do pâncreas e também em células espalhadas pelo trato gastrointestinal. São conhecidas inúmeras formas de glucagon, sendo que a forma biologicamente ativa tem 29 aminoácidos. A palavra glucagon deriva de gluco, glucose (glicose) e agon, agonista, ou agonista para a glicose. Sua ação mais conhecida é aumentar a glicemia, contrapondo-se aos efeitos da insulina. O glucagon age na conversão do ATP (trifosfato de adenosina) a AMP-cíclico, composto importante na iniciação da glicogenólise, com imediata produção e liberação de glicose pelo fígado. Em condições normais, a ingestão de glicose suprime a secreção de glucagon. Há aumento dos níveis séricos de glucagon durante o jejum. A secreção de glucagon é estimulada por aminoácidos e alguns peptídeos gastrointestinais; sua secreção é inibida pela somatostatina e por ácidos graxos livres.

A insulina possui três efeitos principais:

1.Estimula a captação de glicose pelas células (com exceção dos neurônios e hepatócitos)
2.
Estimula o armazenamento de glicogênio hepático e muscular (glicogênese); e
3.
Estimula o armazenamento de aminoácidos (fígado e músculos) e ácidos graxos (adipócitos). Como resultado dessas ações, há a queda gradual da glicemia (hipoglicemia) que estimula as células E-pancreáticas a liberar o glucagon.

Este hormônio possui ação antagônica à insulina, com três efeitos básicos:

1.Estimula a mobilização dos depósitos de aminoácidos e ácidos graxos
2.
Estimula a glicogenólise
3.
Estimula a neoglicogênse.

Glucagon

Para manter a glicemia constante, o pâncreas também produz outro hormônio antagónico à insulina, denominado glucagon. Ou seja, quando a glicemia cai, mais glucagon é secretado visando reestabelecer o nível de glicose na circulação.O glucagon é o hormônio predominante em situações de jejum ou de estresse, enquanto a insulina tem seus níveis aumentados em situações de alimentação recente. O glucagon é um hormônio de estrutura polipeptídica produzido nas células alfa das ilhotas de Langerhans do pâncreas e também em células espalhadas pelo trato gastrointestinal. São conhecidas inúmeras formas de glucagon, sendo que a forma biologicamente ativa tem 29 aminoácidos. Ele é um hormônio muito importante no metabolismo dos carboidratos. Sua função mais conhecida é aumentar o nível de glicose no sangue, contrário aos efeitos da insulina. O glucagon age na conversão do ATP (trifosfato de adenosina) a AMP-cíclico, composto importante na iniciação da glicogenólise, com imediata produção e liberação de glicose pelo fígado.

Fonte: pt.scribd.com

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