
Esta doença ocorre nas partes úmidas e quentes do corpo, como no colo do útero e na garganta.
Bactéria (gonococo).
2 a 10 dias.
Pode não haver qualquer sintoma, particularmente nas mulheres, embora elas possam ter uma sensação de ardor ao urinar e também um corrimento vaginal amarelado, bem como febre, dores no abdomên e nas articulações e infecção do orifício retal. Os rapazes vão sentir dor ao urinar, ter um corrimento que sai do órgão genital masculino, infecção e irritação do orifício retal.
Antibióticos (cura rápida).
Meses ou anos depois, pode atacar o coração, juntas, etc. Nessa fase, a doença ainda pode ser curada, mas há risco de esterilidade.
Caso você esteja com algum problema de saúde ou acredita ter vivido uma situação de risco, a melhor coisa a fazer é procurar o centro de saúde mais próximo de sua residência. Isso diminuirá bastante a sua ansiedade.
Para prevenir DST/AIDS, use sempre camisinha
Fonte: www.geocities.com
A gonorréia é a mais comum das DST.
Também é conhecida pelo nome de blenorragia, pingadeira, esquentamento.
Nas mulheres, essa doença atinge principalmente o colo do útero.
Entre dois e oito dias após relação sexual desprotegida, a pessoa passa a sentir ardência e dificuldade para urinar. Às vezes, pode-se notar um corrimento amarelado ou esverdeado até mesmo com sangue que sai pelo cretal da urina, no homem, e pela uretra, na mulher.
A clamídia também é uma DST muito comum e apresenta sintomas parecidos com os da gonorréia, como, por exemplo, corrimento parecido com clara de ovo no cretal da urina e dor ao urinar.
As mulheres contaminadas pela clamídia podem não apresentar nenhum sintoma da doença, mas a infecção pode atingir o útero e as trompas, provocando uma grave infecção. Nesses casos, pode haver complicações como dor durante as relações sexuais, gravidez nas trompas (fora do útero), parto prematuro e até esterilidade.
A principal forma de transmissão da gonorréia é por meio de relação sexual com pessoa infectada, seja essa relação oral, vaginal ou retal, sem o uso de preservativo. Mesmo sem apresentar sintomas, as mulheres contaminadas transmitem a bactéria causadora da doença.
Pode ocorrer também transmissão da mãe contaminada para o bebê, durante o parto. Caso esse tipo de transmissão aconteça, corre-se o risco de o bebê ter os olhos gravemente afetados, podendo levar à cegueira.
Usar camisinha masculina ou feminina nas relações sexuais vaginais e orais. Além da camisinha masculina ou feminina, usar lubrificantes a base de água (KY, Preserv Gel) nas relações sexuais anais.
É recomendado realizar sempre o auto-exame, observando os próprios órgãos genitais e vendo se a cor, aparência, cheiro e a pele estão saudáveis.
Caso não sejam tratadas, essas DST podem provocar esterilidade, atacar o sistema nervoso (causando meningite), afetar os ossos e o coração.
Atenção: corrimentos são muito comuns em mulheres.
Portanto, sua ocorrência não significa, necessariamente, sinal de DST. O médico poderá fazer seu correto diagnóstico e indicação de tratamento adequado.
Fonte: www.aids.gov.br