É uma doença sexualmente transmissível, causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae.
Uma das características dessas bactérias é que elas podem ficar instaladas no corpo sem apresentar qualquer sintoma. Isso ocorre em 50% das mulheres e 10% dos homens, o que faz com que não se procure cuidados médicos.
O sintoma mais comum de gonorréia no sexo masculino é o corrimento uretral que varia de escasso, transparente, ou turvo até copioso e purulento. Homens com uretrite assintomática no entanto podem ser reservatórios importantes de transmissão.
Embora a maioria dos homens com gonorréia apresente sintomas, os que ignoram seus sintomas ou têm infecção assintomáticas têm risco de desenvolver complicações.
A infecção endocervical é o tipo mais comum de gonorréia não-complicada no sexo feminino. Pelo menos metade das mulheres infectadas são assintomáticas ou têm sintomas leves ou inespecíficos.
Embora seja raro a Gonorréia pode evoluir para causar lesões em articulações, fígado e até no cérebr. o. Durante o parto, a mulher com Gonorréia transmite a doença ao bebê, podendo a criança apresentar problemas nos olhos. A Gonorréia é uma das Doenças Sexualmente Transmissíveis mais freqüente.
Cerca de cinco dias após a relação sexual o indivíduo começa a apresentar os sintomas. Alguns indivíduos, principalmente as mulheres, podem nunca apresentar sinais da doenças, embora transmitam a bactéria.
Ao suspeitar que possa estar infectada a pessoa deve evitar ter relações sexuais, principalmente sem o uso de preservativos, para impedir a transmissão da doença. O médico deve ser procurado o mais cedo possível para que seja instituído o tratamento, que é simples e rápido. Após tratada a pessoa deixa rapidamente de transmitir a doença.
Relação sexual. O risco de transmissão é superior a 90%, isto é, ao se ter um relacionamento sexual com um(a) parceiro(a) doente, o risco de contaminar-se é de cerca de 90%. O fato de não haver sintomas (caso da maioria das mulheres contaminadas), não afeta a transmissibilidade da doença.
O uso de preservativos é a melhor forma de evitar o contágio da gonorréia. Além disso, a instituição do tratamento o mais cedo possível pode evitar que se estabeleçam as complicações mais graves da doença.
Nos recém-nascidos é feita a aplicação de colírio com nitrato de prata (o chamado Crede) para evitar que haja o risco de conjuntivite pelo gonococo. É necessário, porém, que todas as gestantes procurem realizar o pré-natal de forma completa para que doenças como a gonorréia sejam tratadas, evitando complicações durante a gestação (como o parto prematuro) e a transmissão para o bebê.
No homem, a gonorréia pode causar doença em outras partes do trato genital como o epidídimo (epididimite), testículos (orquite) e próstata (prostatite), chegando a ocasionar esterilidade. Além disso, pode causar artrite e alterações neurológicas.
Na mulher, o processo pode se estender até as trompas e ovários, podendo também levar à esterilidade e a complicações que atingem vários outros sistemas.
O diagnóstico e o tratamento podem ser feitos por diversos especialistas, incluindo o ginecologista, o urologista e o clínico geral.
Fonte: www.coladaweb.com
A gonorréia é também conhecida pelos nomes: blenorragia, uretrite gonocócica, esquentamento, corrimento, escorrimento e pingadeira. É uma doença causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que afeta, principalmente, a uretra, tanto de homens quanto de mulheres.

Como é uma DST (doença sexualmente transmissível), a prática sexual desprevenida
- inclusive retal e oral - é uma forma de transmissão. Assim, reto e faringe
podem, também, se comprometer. A probabilidade de contaminação após o relacionamento
com um parceiro doente é de 90%.
Bebês correm o risco de serem infectados por suas mães, no momento do parto,
apresentando danos oculares.
Algumas mulheres podem ter a doença sem, no entanto, apresentarem sintomas.
Estes aparecem aproximadamente dez dias após o contato. Nestas, dores na região
inferior do abdome, hemorragia e dor ao urinar podem aparecer. Nos homens,
inflamação, incômodo ao urinar e secreção com pus características semelhantes
às que ocorrem quando há infecção retal. Ínguas na região da virilha podem
aparecer.
Raramente, a bactéria se dissemina pela circulação sanguínea. Tal fato pode
desencadear danos à epiderme, articulações, cérebro, faringe, olhos e válvulas
cardíacas.
O diagnóstico é feito pela análise do histórico do paciente e exame da secreção.
O tratamento é feito com o uso de antibióticos, geralmente em dose única.
A penicilina deixou de ser utilizada em razão da grande resistência que as
bactérias adquiriram a ela. No caso da gonorréia ocular, chamada conjuntivite
gonocócica, é acrescido o uso de colírios de nitrato de prata.
Muitos postos de saúde distribuem as medicações gratuitamente.
Relações sexuais e bebidas alcoólicas devem ser evitadas neste período e por
mais uma semana após o tratamento. Os parceiros de pessoas infectadas devem,
também, se consultar, a fim de verificar se houve contágio.
Não tratada de forma correta, pode causar infecção dos órgãos do sistema genital,
com condições de originar esterilidade.
O uso da camisinha (ou abstinência sexual) e o pré-natal são as únicas formas
de evitar a gonorréia.
Fonte: drandre.site.med.br