Ao deixar o poder, no dia 31 de janeiro de 1961, ainda jovem – tinha 58 anos –, Juscelino Kubitschek já saiu candidato a um novo período no Palácio do Planalto. A campanha JK-65 não tardou a ir para as ruas.
O lema, dessa vez, seria "5 anos de agricultura, 50 anos de fartura!". O programa teria não mais 31 metas, como o anterior, mas sessenta. Aquele haveria de ser o qüinqüênio da agricultura, anunciava Kubitschek, "com a integração do campo na maturidade do desenvolvimento brasileiro".
A 19 de março de 1964, uma convenção do PSD homologou a candidatura de JK à presidência por 2 848 votos, contra um dado ao marechal Dutra e 39 abstenções.
Em plena ebulição de uma enorme crise, era possível perceber que o governo de João Goulart se aproximava de um desenlace. Só não se sabia que ele estaria no chão, em pedaços, dali a menos de duas semanas.
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