
Washington Luís
Herdando compromissos financeiros de seu antecessor, Washington Luís assumiu com palavras adequadas para a ocasião : "Eu não faço obras sem ter dinheiro pronto na gaveta e não faço pagamentos que não tenham sido legalmente autorizados". E mesmo com o caixa curto construiu mais de 300 km de estradas municipais, antecipando o lema que o tornaria famoso na sua carreira posterior como presidente do Estado (na época o governador era assim chamado) e presidente da República : "governar é abrir estradas". Iniciou a urbanização da Várzea do Carmo com a implantação do parque D. Pedro II e construiu o "Trianon" na avenida Paulista (no mesmo local onde hoje se encontra o Masp).
Durante sua gestão a cidade passou por maus momentos, entre greves e uma grave epidemia. A "gripe espanhola", vinda da Europa em 1918, no final da 1ª Guerra, chegou a São Paulo em um ano de inverno rigorosíssimo. Não bastasse isto, a maioria dos operários estava com os salários congelados desde o início da guerra em 1914, quando ocorreu uma retração da produção industrial. Porém, mesmo havendo a partir de 1916 uma recuperação da atividade industrial e da lucratividade das empresas, os trabalhadores tinham em 1918 os mesmos salários nominais de 1914, depreciados pela inflação.
Esta situação perversa - que já havia provocado duas greves gerais na cidade em 1917 e 1918 - expôs os operários aos rigores de um inverno gélido e uma gripe que se mostrou devastadora, matando mais de 8.000 pessoas. Durante as greves, Washington Luís manteve-se fiel a outro de seus lemas : "a questão social é um caso de polícia". Sua única providência foi autorizar o funcionamento das feiras-livres nos bairros, como forma de descentralizar o abastecimento.
Durante a greve de 1917 os trabalhadores só aceitaram a mediação do jornalista Julio de Mesquita Filho de O Estado de S. Paulo nas conversações sobre as suas justas reivindicações. Contudo, tanto empregadores como as autoridades não cumpriram suas promessas de reposição salarial e anistia às lideranças, o que levou a novas greves em 1918 e 1919, que por fim resultaram em aumentos de salários e na conquista da jornada de 8 horas.
Eleito para a presidência do estado, Washington Luís não chegou a terminar seu mandato municipal, concluído por Álvaro da Rocha Azevedo (1919-1920).
Fonte: www.sampa.art.br
O período governamental que encerraria a "República Velha" teve início a 15 de novembro de 1926, quando tomaram posse nos cargos de Presidente e Vice-presidente Washington Luís e Fernando de Melo Viana, respectivamente.

Washington Luís
Duas grandes preocupações destacam-se no programa administrativo do novo Governo: construção de estradas e reforma financeira. Logo são iniciadas as grandes rodovias Rio - São Paulo e Rio - Petrópolis, esta última visando posteriormente a prolongar-se até Belo Horizonte. Atribuiu-se a Washington Luís o lema "governar é construir estradas". Empenhou-se também o Governo em conseguir a estabilização monetária mediante a formação de reservas em ouro, inicialmente obtido através de empréstimos.
De maneira geral, entretanto, nossa situação econômica não era boa. Nosso principal produto, o café, desde 1925 ultrapassou suas possibilidades de exportação em virtude do crescimento contínuo dos cafezais; bastaria dizer que, sendo a produção anual média de 21 milhões de sacas, o consumo mundial atingia apenas 14 milhões delas. Convém lembrar que, garantindo a manutenção de preços compensadores para o café, já haviam os Governos pretéritos negociado empréstimos em condições onerosas. Além disso, praticamente não mais se exportava borracha e o cacau sofria uma seriíssima crise.
O racha das oligarquias - Politicamente também não ia bem o regime. A representação popular havia sempre sido uma farsa. As fraudulentas eleições, feitas pelos chefes políticos ou "coronéis", se por um lado mantinham no poder seus representantes, por outro provocavam um natural desejo de reformas, que encontraria eco, sobretudo, entre a oficialidade mais jovem. Gerou-se assim o "tenentismo" que admitia ser a corrupção o vício fundamental do regime, contra o qual, aliás, estruturalmente nada de especial tinha a opor. Só posteriormente é que os líderes tenentistas aderiram a propostas mais concretas, tanto comunistas como nazi-fascistas.
A escolha dos candidatos à sucessão presidencial funcionará como um estopim para a mais importante revolução da História republicana. Apresentavam-se como prováveis candidatos Júlio Prestes, Getúlio Vargas e Antônio Carlos de Andrada.
Júlio Prestes, governador de São Paulo, havia sido líder do Governo na Câmara Federal e em torno do seu nome giravam as simpatias do Catete. No entanto, de acordo com a política do café-com-leite, era a vez de o candidato ser mineiro.
Getúlio Vargas, deixando a Pasta da Fazenda, ocupou o Governo do Rio Grande do Sul. O grande Estado sulino, em virtude das divisões e ressentimentos locais, jamais conseguiu coesão política suficiente para que um rio-grandense exercesse a presidência da República, não obstante ter Pinheiro Machado conseguido, consoante já analisado, uma verdadeira hegemonia entre os grandes chefes políticos do país. Mesmo no Império, jamais um gaúcho havia sido indicado para a presidência do Conselho de Ministros. Vargas compreendeu bem o problema. Sucedendo a Borges de Medeiros, tratou de apaziguar os grupos políticos antagônicos do seu Estado, formando uma "frente única".
Antônio Carlos de Andrada, governador de Minas Gerais, aspirava também à sucessão presidencial. Suas possibilidades enquadravam-se na política tradicional de alternância no poder de paulistas e mineiros, chamada pelo povo de política café-com-leite, porquanto representava a força econômica dos grandes Estados: São Paulo (produtor de café) e Minas Gerais (produtor de lacticínios).
Em São Paulo surgiu o Partido Democrático, que reunia a oligarquia local dissidente. Os entendimentos políticos evoluíram no sentido de agruparem-se em torno de Getúlio Vargas as forças da oposição. Consequentemente, Minas Gerais e Rio Grande do Sul transformavam-se em dois grandes focos de rebeldia à política dominante. Na Paraíba contariam com o apoio de João Pessoa, candidato à vice-presidência. Formou-se assim a chamada "Aliança Liberal". Júlio Prestes e Vidal Soares foram de fato os candidatos situacionistas ("Concentração Conservadora").
A Crise de 1929 - Ao chegarem ao Brasil os efeitos do colapso da Bolsa de Nova York (outubro de 1929), aumentaram as possibilidades de uma solução armada. A crise de 1929 alastrara-se pela Europa, atingindo também São Paulo, como tradicional fornecedor de café aos países estrangeiros conturbados financeiramente pela grande depressão. O Brasil perdeu o seu maior mercado consumidor: Os EE.UU. Enfraquecera-se, pois, o Estado no qual o Governo federal depositava suas esperanças. Os créditos internacionais foram suspensos. A política de valorização do café entrou em colapso, afundando o restante da economia nacional.
Realizaram-se, contudo, as eleições para os cargos de Presidente e Vice-presidente da República no prazo previamente determinado. Pulularam as fraudes de ambos os lados. O resultado final foi favorável a Júlio Prestes e Vital Soares, que não chegariam a tomar posse, vez que, vinte e dois dias antes de terminar o mandato presidencial de Washington Luís, a Revolução havia se iniciado. Era a chamada Revolução de 30, liderada por Getúlio Vargas.
A frase de Antônio Carlos "façamos a revolução, antes que o povo faça" evidencia que se admitia a existência de um clima revolucionário. A insatisfação com o regime havia atingido níveis muito altos. As classes dominantes, naturalmente, não queriam aceitar uma tomada do poder pela população. A "Revolução" foi, portanto, um meio de evitar uma revolução no sentido real da palavra, que abarca mudanças efetivas nas estruturas sócio-econômicas do país.
Fonte: elogica.br.inter.net
Macaé - RJ, em 26.10.1869
São Paulo - SP, em 04.08.1957
Advogado
15.11.1926 a 24.10.1930 (03a11m14d)
57 anos
Direta
688.528 (seiscentos e oitenta e oito mil quinhentos e vinte e oito)
Em 15.11.1926, em sessão solene do Congresso Nacional, presidida pelo Senador Antônio Francisco de Azeredo
Foi deposto em 24.10.1930 pelo movimento revolucionário. Assume o poder a Junta Governativa composta pelos Generais Tasso Fragoso e Menna Barreto e pelo Almirante Isaías de Noronha.
Fonte: www.planalto.gov.br
Nome completo: Washington Luís Pereira de Sousa
Data de Nascimento: 26 de outubro de 1869
Local de Nascimento: Macaé (RJ)
Data da Morte: 4 de agosto de 1957
Local da Morte: São Paulo (SP)
Primeira-dama: Sofia Pais de Barros
Partido: Político: PRP
Profissão: Advogado
Início do mandato: 15 de novembro de 1926
Fim do mandato: 24 de outubro de 1930
Tempo de Mandato: 3 anos, 11 meses e 14 dias
Vice-Presidente: Fernando de Melo Viana
Precedido por: Artur Bernardes
Sucedido por: Júlio Prestes
Fonte: www.duplipensar.net
Washington Luís Pereira de Souza nasceu em Macaé (RJ), em 1869, pertencente a uma família de grande prestígio político no período imperial.
Advogado, bacharelou-se pela Faculdade de Direito de São Paulo em 1891. Iniciou sua carreira política em 1897 como vereador e, posteriormente, prefeito de Batatais (SP). Em 1900, disputou uma cadeira na Câmara Federal por São Paulo, apresentando-se com um perfil oposicionista em relação aos Governos federal e estadual. Apesar de vitorioso, não pôde assumir seu mandato por ter tido sua eleição rejeitada pela Comissão de Verificação de Poderes da Câmara dos Deputados.
Nesse mesmo ano transferiu-se para a capital paulista. Nos anos seguintes iniciou uma bem sucedida carreira política no Partido Republicano Paulista (PRP). Exerceu os cargos de deputado estadual (1904-1906), secretário estadual de Justiça (1906-1912), prefeito da capital (1914-1919) e presidente do estado (1920-1924). À frente do Governo estadual, ampliou os efetivos militares paulistas com o objetivo de aumentar o poder de pressão do estado na federação, construiu mais de 1.300 quilômetros de estradas de rodagem - seu lema era "Governar é abrir estradas" -, e dedicou um tratamento duro ao movimento operário, cujos problemas dizia "interessar mais à ordem pública do que à ordem social".
Após deixar o Governo de São Paulo, ocupou uma cadeira no Senado. Em março de 1926, concorrendo como candidato único, elegeu-se presidente da República. Sua gestão à frente do Governo federal foi marcada por uma política de câmbio elevado, que visava favorecer as exportações, resultando também na proteção da indústria nacional, ao mesmo tempo que afetava negativamente o comércio de importação pela alta nos preços dos artigos estrangeiros.
No início de 1929, indicou, para sucedê-lo, o presidente de São Paulo Júlio Prestes. Essa escolha desagradou os políticos de Minas Gerais, que esperavam que a alternância entre paulistas e mineiros na presidência - estabelecida pela "política do café com leite"- fosse mantida. Contrariados, os grupos dirigentes de Minas aliaram-se aos do Rio Grande do Sul e formaram a Aliança Liberal, que lançou os nomes do gaúcho Getúlio Vargas e do paraibano João Pessoa à presidência e vice-presidência da República, respectivamente. A Aliança Liberal receberia ainda o apoio dos grupos de oposição dos demais estados e dos militares oriundos do movimento tenentista. A campanha eleitoral foi bastante acirrada, com a oposição realizando grandes comícios nos principais centros urbanos do país. Realizado o pleito no mês de março de 1930, porém, saiu vitoriosa a chapa situacionista.
O resultado eleitoral foi logo contestado por setores da Aliança Liberal, que alegavam a ocorrência de fraudes no pleito e começaram a articular um movimento político-militar que depusesse Washington Luís. Deflagrado no dia 3 de outubro, o movimento logo se estendeu por todo o país. No dia 24 de outubro oficiais graduados das Forças Armadas no Distrito Federal depuseram o presidente, que foi levado preso para o forte de Copacabana. O Governo ficou a cargo, durante alguns dias, de uma junta governativa composta pelos generais Mena Barreto e Tasso Fragoso e pelo contra-almirante Isaías de Noronha. Em 3 de novembro, o poder foi entregue, após certa relutância por parte dos membros da junta, a Getúlio Vargas, comandante das forças revolucionárias. Enquanto isso, Washington Luís rumava para o exílio.
Viveu, então, por 17 anos na Europa e nos Estados Unidos. Voltou ao Brasil em 1947 e fixou-se em São Paulo, sem retomar, contudo, a atividade política.
Morreu na capital paulista, em 1957.
Fonte: www.cpdoc.fgv.br
Advogado nascido na cidade de Macaé, estado do Rio de Janeiro, em 26 de outubro de 1869. Foi presidente do estado de São Paulo (1920 - 1924) e senador pelo Partido Republicano Paulista (1925 - 1926). Por meio de eleição direta, passou a exercer a presidência da República em 15 de novembro de 1926. Foi deposto pela Revolução de 1930, em 24 de outubro, e cumpriu exílio na Europa e nos Estados Unidos, retornando ao Brasil em 1947. Faleceu em São Paulo, em 4 de agosto de 1957.
Período presidencial - Durante toda a década de 1920, a República Velha sofreu um profundo desgaste devido às manifestações de oposição da classe média urbana, dos movimentos tenentista e operário e das oligarquias dissidentes. Logo no início de seu Governo, chegou ao fim a Coluna Prestes, que com 620 homens entrou em território boliviano e, posteriormente, se dissolveu. O Governo de Washington Luís não estava mais ameaçado pelas rebeliões tenentistas e pelo avanço do movimento operário, entretanto, para coibir novos movimentos de oposição, criou a Lei Celerada, em 1927, que impunha censura à imprensa e restringia o direito de reunião, levando para a clandestinidade o Partido Comunista Brasileiro (PCB), que havia sido reconhecido pelo Governo no início do ano.
A crise econômica mundial de 1929, deflagrada com a quebra da Bolsa de Nova Iorque, em 24 de outubro, foi a maior na história do capitalismo, atingindo diversos países e paralisando suas atividades econômicas. Seus efeitos no Brasil derrubaram a política de valorização do café, iniciada em 1906 com a assinatura do Convênio de Taubaté. O café, que respondia por 70% das exportações brasileiras, teve seu preço diminuído no mercado internacional. A crise do produto ameaçou a estabilidade do Governo de Washington Luís que não permitiu a nova desvalorização da moeda, pleiteada pelos cafeicultoras diante do desastre na Bolsa de Nova Iorque.
A vitória do paulista Júlio Prestes, apoiado por Washington Luís, nas eleições presidenciais de 1° de março de 1930, foi contestada por suspeita de fraude. O assassinato de João Pessoa, presidente da Paraíba e candidato a vice-presidente na chapa de Getúlio Vargas à sucessão presidencial, em 26 de julho de 1930, foi um fato decisivo para o agravamento dos movimentos de oposição ao Governo de Washington Luís, já desgastado pela crise do café. Reassumindo o Governo do Rio Grande do Sul, Getúlio Vargas e outros políticos como Osvaldo Aranha deram início à conspiração política que levou ao movimento de 3 de outubro de 1930, a Revolução de 1930, como ficou conhecido o episódio. O presidente Washington Luís foi deposto em 24 de outubro, pelos chefes das forças armadas, e uma junta provisória de Governo assumiu o poder, composta pelos generais Tasso Fragoso e Mena Barreto e pelo almirante Isaías de Noronha.
Fonte: www.portalbrasil.eti.br
Washington Luís Pereira de Sousa (Macaé, 26 de outubro de 1869 — São Paulo, 4 de agosto de 1957) historiador e político brasileiro e Presidente do Brasil a partir de 15 de novembro de 1926.
Foi deposto em 24 de outubro de 1930, apenas 21 dias antes do término do mandato, por forças político-militares comandadas por Getúlio Vargas, na chamada Revolução de 1930.
Sua alcunha era Paulista de Macaé, pois, embora nascido no estado do Rio de Janeiro, sua biografia foi toda construída em São Paulo.
Fez seus primeiros estudos na cidade do Rio de Janeiro como aluno interno do famoso Colégio Pedro II. Graduou-se em direito em (1891) pela Faculdade de Direito de São Paulo. Nomeado promotor público em Barra Mansa, renunciou ao cargo para se dedicar à advocacia em Batatais, onde iniciou a carreira política. Como historiador, sua principal obra foi Na Capitania de São Paulo.
Foi vereador em 1897 e intendente em 1898. Ingressa no Partido Republicano Paulista (PRP), elegendo-se deputado estadual 1904-1905, cargo que deixou para assumir a Secretário Estadual de Justiça e Segurança Pública, onde ficou até 1912.
Seu maior desafio nesta secretaria foi os contínuos ataques dos índios aos trabalhadores da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil e aos pioneiros do oeste paulista.
Modernizou a Força Pública, atual Polícia Militar com a vinda de uma missão militar francesa. Instalou a recém-criada Polícia Civil, nomeando apenas funcionário público de carreira, formado em Direito, para o cargo de delegado de polícia, não mais aceitando nomeações pelos líderes políticos locais: os coronéis, que ficaram, assim, com seu poder reduzido.
Como prefeito do município de São Paulo, (1914-1919) recuperou e editou os documentos quinhentistas da Câmara Municipal de São Paulo, criou as feiras-livres de alimentos e enfrentou a Gripe espanhola (1918) e as greves operárias de 1917.
Em 1920, chegou à presidência do estado (governador estadual) e consolidou sua posição de comando na comissão executiva do Partido Republicano Paulista (PRP). De seu mandato como presidente do Estado de São Paulo (1920-1924), destacam-se: 1- o grande número de obras rodoviárias executadas ("Governar é abrir estradas", foi seu lema, na campanha eleitoral de 1920), 2- a Semana de Arte Moderna de 1922, que ele apoiou, e 3- a criação de várias faculdades de farmácia e odontologia no interior do estado, 4- Modernizou o Arquivo Público do Estado, editando e publicando documentos históricos valiosos.
A ele, caluniosamente, quando Presidente do Estado de São Paulo, é atribuida a frase " Questão social é questão de polícia", quando a frase verdadeira foi "A agitação operária é uma questão que interessa mais à ordem pública do que à ordem social, representa o estado de espírito de alguns operários, mas não de toda a sociedade".
Não houve registro de nenhuma violência dele contra operários, tendo proposto, na sua posse no Governo do Estado, a criação de uma justiça que arbitrasse os conflitos entre capital e trabalho.
Passa brevemente pelo Senado Federal do Brasil após deixar o Governo de São Paulo, e em 1925 é escolhido para disputar a presidência da República, como candidato único, apoiado pelo PRP e demais partidos republicanos estaduais, no tradicional esquema de domínio conhecido como política do café-com-leite.
Fonte: pt.wikipedia.org